Notas iniciais
Heey volteeei. Infelizmente quebrei a tela do meu notebook, e fiquei sem ele por um tempo. Fiz uma gambiarra aqui e conseguir recuperar esse capítulo :) Boa Leitura !

Depois de toda aquela situação constrangedora. Edward ligou para um restaurante Italiano e pediu o nosso jantar, enquanto não chegava fui tomar banho.

Entrei no banheiro que havia no quarto, tirei minha roupa e fiz um coque nos cabelos. Liguei o chuveiro e coloquei a mão embaixo do jato de água pra medir a temperatura. Quando estava quente entrei de baixo e sentir a água quente entrar em contato com a minha pele e relaxar os meus músculos.

Respirei fundo e soltei o ar lentamente enquanto repassava as cenas do dia de hoje em minha mente. Lembrando de como encarei Edward descaradamente e por ele ter percebido e dado o seu sorriso malicioso, minhas bochechas tornaram a esquentar, o que estava se tornando um habito.

Estou um pouco assustada com essas sensações que ele está causando, isso me preocupa um pouco, porque ate então só o conheço a um dia e já estou com todos esses sentimentos.

Ainda estou na escola, tudo bem que falta apenas um ano pra fazer 18 e entrar na faculdade, só que me sinto uma criança perto dele. Ele é mais velho, másculo, quente e totalmente sexy.

Aposto que devem estar pensando “ Bella , você só tem 17 anos, não sabe nada o que é um homem sexy e muito menos quente “ e te respondo, não sou nenhuma puritana.

Aos 15 anos tive um amigo que era muito especial, e levado pelas emoções perdemos a nossa virgindade juntos. Fiquei assustada da primeira vez e resolvi não passar por essa experiência de novo.

Prestes a completar 17 fiz uma viagem com uma amiga, e la conheci o seu primo Lorenzo. Um garoto de 19 anos extremamente gato. Ao sairmos de uma festa acabei dormindo com ele e essa foi a minha segunda vez. Lorenzo foi uma gracinha comigo, super me respeitou. Ele com seus olhos verdes folha seca, cabelos preto arrepiados e caindo um pouco sobre a testa, sorriso galanteador e alargador em umas das orelhas fez com que a minha segunda vez valesse a pena e fosse melhor do que a primeira, que foi totalmente dolorida e constrangedora.

Depois disso nunca mais me envolvi com uma pessoa a esse ponto, o máximo era beijos e mão boba. Só que Edward devia estar acostumado com mulheres mais experientes e com aqueles corpos de “Querida sou gostosa”, isso me fez sentir insegura.

— Bella querida nada de se colocar pra baixo agora, lembre-se você pode tudo, vai dá tudo certo tenha paciência.

Depois de mais alguns minutos refletindo sobre minha nova vida, desliguei o chuveiro, peguei a toalha branca e felpuda, sequei cada cantinho do meu corpo. Enrolei a toalha em minha volta e sai do banheiro indo ao closet pegar uma roupa. Decidi coloca meu pijama. Peguei minha blusa do Mickey cinza, e o short de moletom que fazia conjunto com a blusa.

No short tinha as mãos do Mickey, amava esse pijama porque foi a minha mãe que me deu de presente por saber a minha paixão por ele.

Lembrar de coisas assim fazia com que eu sorrisse triste, repleta de saudades.

Calcei meu chinelo havaianos dos Minions, deixei meus cabelos presos em um coque mesmo. Estava super a vontade, como Edward também estava, não me importei com isso.

Abri a porta do quarto segurando meu celular que era um Samsung Gran prime. Por um descuido ele escorregou das minhas mãos caindo no chão de quina, rapidamente o peguei, virando de vagar com medo de ter rachado a tela e infelizmente a tela tinha trincado. Ele estava sem película porque precisava comprar outra e infelizmente a capinha não foi capaz de impedir de trincar a tela.

Meio tristonha desci a escada e vi Edward sentado no sofá assistindo a um programa de esportes na TV. Sentei no outro sofá e comecei a avaliar o estrago que tinha feito no meu celular. Ainda dava pra mexer só que a tela estava um pouco embaçada por causa do trincado.

Depois de algum tempo ele percebendo meu silêncio e minha avaliação no celular, perguntou.

— Aconteceu alguma coisa com seu celular?

Desviei a atenção que estava dando pro eletrônico em minhas mãos o olhei e respondi voltando a atenção pro objeto em seguida.

—Ele caiu ali agora e trincou a tela, mas ele já é velho.

— Quanto tempo você tem ele?

— Tem 2 anos. Ganhei de presente, no meu aniversario de 15 anos.

—Entendi, mas estragou muito?

— Não, foi só um pouco, não tem problema ainda dá pra mexer.

Ele ficou em silêncio e voltou sua atenção pra TV pensativo.

Enquanto isso eu respondia umas amigas de escola que estavam perguntando onde estava e como estava.

Umas 19:30 Edward me chamou pra jantar. O segui, e ao pegar a comida fui pra sala de jantar, sentei em uma das cadeiras do meio e ele sentou na cadeira da frente.

Comemos em volta de um silêncio confortável, mas enquanto isso havia uma troca de olhares constantes.

Quando terminamos levamos os prantos pra cozinha e comecei a lavá-los sobre o protesto dele, depois que percebeu que não desistiriam de lavar ele pegou o pano e foi secando as louças.

Quando terminei sequei as mãos em um pano de prato que ele me estendeu. Dei um sorriso de gratidão e quando levantei a cabeça pra olhar o seu rosto, já que ele era bem mais alto. Eu o peguei olhando pras minhas pernas de um jeito nada discreto.

Não era nenhuma mulher gostosona, mas também não era aquelas meninas sem graça. Meus peitos eram medianos, nem muito grande nem muito pequeno. Tinha coxas grossa e a minha bunda também não era pequena. Eu tinha um corpo legal para minha idade.

Meio quente e sem graça pigarreei pra ver se ele desconfiava. E num é que o safado olhou nos meus olhos, deu um sorriso malicioso estilo “Apreciei a visão” e deu uma piscada sexy. Esse homem ia me matar, certeza. Ele deu um sorriso e saiu da cozinha, continuei la por mais alguns minutos tentando recuperar minha sanidade depois dele a ter roubado com aquele olhar, piscada e sorriso.

Fui pra sala e ele tinha voltado pro seu programa de esporte só que agora ele mexia no seu iphone. Voltei a sentar no sofá ate que resolvi tirar algumas dúvidas.

— Edward só pra saber mesmo, quando vou poder ir pra escola?

Ele me olhou e confesso que estava sendo bem difícil prestar atenção em algo sério que ele falava, depois de tudo que aconteceu desde quando ele chegou.

— Que bom que você lembrou. Pedi pra minha secretaria procurar uma escola pra você e te matricular. Encontramos a Elite School, é uma das melhores escolas de Seattle. Consegui te matricular e já resolvi suas pendências com a outra.

—Já te disse que não era necessário isso. Quando perguntei sobre ir pra escola estava falando da minha antiga.

—Bella só quero o melhor pra você.

—Estou vendo que discutir com você não vai adiantar em nada neh?

—Acertou. Não adianta discutir.

—Tudo bem então. Quando eu começo a ir pra essa escola?

—Quando você quiser, como infelizmente sua mãe faleceu tem pouco tempo vou compreender se você não quiser ir por agora.

—Eu quero. Preciso ocupar a cabeça, ficar atoa o dia inteiro não vai me fazer bem.

—Você pode começar quinta então. Amanhã pedirei para que a Rute te acompanhe na compra do uniforme e os livros que a escola pediu e depois vocês irão até o shopping comprar algumas roupas.

—Tudo bem.

— Fora isso você precisa de algo ? Falo de caderno, caneta, essas coisas.

—Não. Eu tenho. Esta praticamente tudo novo, como estamos em Março, não utilizei muita coisa ainda.

— Se precisar de alguma coisa é só me comunicar.

— De verdade não precisa se preocupar com isso.

—Não vamos voltar a esse assunto, okay?

—Okay.

— Agora eu preciso ir pro quarto, tenho alguns compromissos da empresa pra resolver antes de dormir. Boa noite.

Deu um beijo na minha testa e subiu as escadas indo pro seu quarto. Fiquei assistindo uma série na TV ate 21:30. Depois subi as escadas indo pro quarto, escovei os dentes e deitei na cama, fiz minhas orações e dormi.

Não lembro se sonhei com algo, estava cansada e dormi igual pedra.

09:30

Levantei da cama. Fiz toda minha higiene matinal e ainda de pijama desci as escadas e fui tomar café da manhã.

Já imaginava que Edward tinha saído pra trabalhar. Lembrei que ele disse sobre Rute estar na casa.

Ouvindo barulhos na cozinha segui em direção dela e avistei uma senhora na faixa de uns 40 anos, toda elegante vestida em um terninho preto.

Ela tinha cabelos pretos presos em um coque bem-feito. O tom de sua pele era bege médio. Estava de costa, concentrada preparando café. Ela conversava sozinha. Achei aquilo divertido, e rir baixinho.

—Bom dia. Disse animada e sem querer acabei assustando ela, fazendo com que virasse de uma vez e arregalasse os olhos colocando a mão no coração.

—Meu jesus cristo, que susto.

Envergonhada esperei ela se acalmar.

—Oh bichinha tu me assustou.

Depois de um tempinho ela tornou a falar. Ela tinha um sotaque estranho, e seus lábios eram carnudos e rosados. Seus olhos eram cor de mel e ela transmitia simpatia só de olhá-la.

— Desculpa senhora Rute, não foi minha intenção te assustar.

— Deixa disso, nada de senhora por aqui. Senhora esta la no céu. Pra você sou Rute ou o que você quiser.

Ela esboçou um dos sorrisos mais sinceros. De cara já gostei dela. Apesar de toda a sua pose no uniforme, ela parecia ser uma mulher alegre e engraçada.

— Edward me falou sobre você hoje de manhã. Falou que se chamava Isabella e se casariam em breve. Falou também sobre sua mãe. De coração desejo meus sentimentos porque sei como doí perder uma mãe. O que você precisar pode contar comigo.

Ela se aproximou e me puxou para um abraço. O abraço dela era quente e me transmitiu muita paz, era parecido com os abraços que mamãe me dava.

Me soltando começou a falar sem parar mudando de assunto.

— Já vou me desculpando se o café estiver ruim. Estamos sem cozinheira. Rosa pediu demissão semana passada. Ela está indo morar em outra cidade com o marido. Estou a procura de uma nova e enquanto não temos uma vou me virando.

Ela era uma faladeira nata e isso me agradou. Previa que os meus dias aqui não seriam entediosos.

— Obrigada Rute, te conheci agora e já gostei de você. Pode me chamar de Bella ou do que você quiser. Dei um sorriso

— Também gostei de você menina. Olha esse cabelo maravilhoso. Sua pele é tão macia.

Ela pegou minha mão e fez com que eu desse uma voltinha. Esbocei um sorriso envergonhado e minhas bochechas logo criaram vidas.

—Agora chega de conversa e vamos comer porque hoje o dia vai ser cheio.

— Verdade, vou tomar meu café rápido e trocar de roupa para irmos.

Sentei no banco da cozinha e comecei a comer alguns biscoitos que estava no pote. Peguei uma xícara e coloquei um pouco do café. Ela tirou do forno uma travessa de bolo de cenoura com cobertura de chocolate que estava com uma cara ótima. Me entregou um pedaço grande. Sentou em outro banquinho, colocou as mãos no rosto e ficou me olhando, esperando comer o bolo e fazer a minha avaliação.

Peguei um garfo, e levei um pedaço ate meus lábios. Quando o bolo entrou em contato com meu paladar, fechei os olhos gemendo baixinho. Estava delicioso, abri os olhos e falei.

— Rute esse bolo está maravilhoso. — Em seguida comi mais

—Obrigada. Fiz especialmente pra você.

— Nossa muito obrigada por alegrar minha manhã, esse bolo é maravilhoso

Continuei comendo, enquanto isso ficamos conversando.

Descobrir que ela tinha 45 anos. Era casada e tinha 2 filhos. Trabalhava pra família do Edward a 10 anos, e a 5 anos quando começou a morar sozinho, ela veio trabalhar nessa casa com ele.

Depois de conversar mais um pouco, subi pra me arrumar.

Vesti uma calça jeans, blusa branca com duas corujas na frente, e um vans rosa. Fiz um delineado de gatinho. Passei um pouco de rímel, e um batom rosa clarinho. Ajeitei meus cabelos que eram lisos ondulados, jogando a maioria pro lado direito. Desci as escadas e encontrei Rute conversando carinhosamente com um Homem loiro vestido de terno. Percebendo minha presença eles afastaram-se um pouco.

—Bella esse é o meu marido Alex, e também o motorista.

— E Amor essa aqui é a Bella, futura esposa do Edward.

Rute nos apresentou, e demos um aperto de mão.

—Vamos então?

—Vamos.

……

Ficamos o dia inteiro fora. Primeiro compramos tudo que precisava pra escola. Logo em seguida fomos para o shopping e la passamos o resto da tarde. Rute era uma compulsiva por moda. Ela me arrastava pelo shopping soltando gritinhos quando via alguma coisa que combinaria comigo. No final do dia estávamos cheio de sacolas e eu já não aguentava mais andar. Alex conseguiu convencer ela a irmos embora.

Cheguei em casa era 18:30. Edward tinha deixado um recado dizendo que chegaria em casa as 20:00.

Tomei um banho rápido e vestir uma roupa confortável deitando na cama pra descansar um pouco enquanto Edward não chegava pra jantarmos. Acabei cochilando.

...

Não sei quanto tempo se passou, sei que acordei assustada com a porta sendo aberta bruscamente e um Edward com o rosto vermelho de raiva passando pela porta.

—Isabella, posso saber o porque de você não ter decido pra jantar?

Assustada e sonolenta olhei pra ele sem entender.

— Eu cheguei cansada e acabei cochilando. Desculpas, não sabia que teria problema.

—Pois agora você sabe e que isso não se repita mais. Tem um prato te esperando na cozinha, Rute já se retirou junto com o seu marido. Dizendo isso ele saiu batendo a porta.

Ainda sem entender e assustada com essa reação dele desci pra jantar.

Depois que comi tudo fui para o quarto descansar, e sem entender esse comportamento dele, acabei dormindo.

06:00

Triii…Triii… Triii…

Bati a mão no despertador o desligando. Levantei da cama e bastante animada seguir em direção ao banheiro, tomei banho, arrumei o cabelo deixando solto, passei rímel e fiz delineado de gatinho.

Vesti o uniforme que era uma blusa branca, gravata vermelha, saia de pregas azul (tinha a opção preta também), meia ¾ branca, e sapatilha preta.

Depois de pronta peguei minha mochila e desci a escada.

Deixei as coisas no sofá e fui pra sala de jantar. Edward estava sentado tomando café com um jornal aberto na sua frente.

—Bom dia

Quando ia sentar, ele olhou pra mim e na hora cuspiu o café que ele tinha acabado de tomar e começou a tossir desesperado.

Eu sem entender fui tentar ajudar ele. Quando a crise de tosse tinha passado, ele me respondeu.

—Bom dia, e que porra de roupa é essa Isabella?

Sem entender, olhei pra baixo e confusa o respondi.

—Meu Uniforme ué.

— Isso é o uniforme da escola ? Hahaha só pode ser brincadeira, esses mela cueca tudo na puberdade ficarão te secando e tendo pensamentos impróprios. Ele bufou e seu rosto estava bastante vermelho de raiva.

—Deixa de ser bobo, isso é apenas um uniforme.

—Apenas um uniforme? Isso não é um uniforme qualquer Isabella, sou homem e posso te afirmar o que você pode causar aos homens vestida assim.

Com as bochechas queimando abaixei a cabeça e peguei uma torrada. Escutei a cadeira dele sendo arrastada, levantei a cabeça e ele parou ao meu lado. Ajoelhou e segurou meu queixo fazendo um biquinho de peixe.

—Espero não ter problemas com isso Isabella, e que esse bando de urubu fique bem longe de você, não vou avisar duas vezes.

Fiquei um pouco assustada com a intensidade dos olhos verdes me encarando bem de perto e bem la no fundo enxerguei uma chama acessa de “não me desafie”.

—Estou indo pra empresa e as 13:00 estarei em casa pra almoçar, me espere.

Dizendo isso ele deu um selinho de leve nos meus lábios e saiu. Meus olhos arregalaram de surpresa e quando terminei de processar o que tinha acontecido, um pequeno sorriso foi nascendo e coloquei os dedos de leve em meus lábios, querendo sentir um pouco mais daquela sensação gostosa que era ter os lábios dele encostado nos meus.

Quando terminei de tomar café, escovei os dentes e finalizei a maquiagem básica com um batom rosa claro. Peguei a mochila e assim fui pra escola com Alex.

Chegando na escola, observei o prédio enorme vermelho e envolta muitas árvores e grama, vários alunos estavam espalhados pela grama esperando o sinal bater pra entrar.

—Tchau Alex

—Tchau Bella

Desci da BMW preta e respirei fundo, arrumei a mochila nos ombros e comecei a andar rápido.

Eu era o centro das atenções, os olhares estavam todos voltados a mim e eu escutava os murmurinhos. De cabeça baixa comecei a andar mais rápido em direção ao prédio pra ir pra sala que indicava o mapa em minhas mãos. Nesse processo de andar rápido e olhando pro mapa, choquei em uma nanica de cabelos pretos arrepiados fazendo com que nós duas caíssemos no chão. Extremamente envergonhada levantei a ajudando.

—Me desculpe moça, foi sem querer.

—Só vou desculpar porque você é novata.

Disse ela me olhando de cima abaixo com uma cara de nojo, fiquei mal com o seu olhar, mas logo respirei aliviada quando ela me deu um sorriso gigante.

—Estou brincado, eu que peço desculpas. Sou Alice Brandon e você?

—Sou Isabella Swan.

— É um prazer te conhecer Isabella, seja bem-vinda.

—Obrigada Alice.

—Posso dar uma olhada ? Ela apontou o dedo pro mapa em minhas mãos.

Entreguei o papel pra ela

Ela leu por um tempo e logo me entregou saltitando.

—Que legal temos 5 aulas juntas e as outras é com alguns amigos meus. Venha a sua primeira aula é a mesma que a minha.

Ela enlaçou o seu braço no meu e saiu me puxando em direção a sala, e ela não parava de tagarelar e eu só ria escutando tudo.

Chegamos a sala e ela me puxou em direção a uma dupla.

—Oiii Jazz. Ela foi ate o loiro com cara de dor e deu um selinho nele

—Oi cunhadinha. Cumprimentou a Loira

Eu fiquei no cantinho esperando pra me apresentar, logo o foco da atenção dos dois se voltaram pra mim

—Quem é ela Alice?. A loira bonita e bem parecida com o loirinho falou apontando pra mim.

—Jazz, e Rosie, essa é a Isabella, ela é nova aqui na escola e Bella, esse aqui é o meu loirinho e essa é a minha cunhadinha.

—Prazer Isabella, sou Jasper Halle. Ele me estendeu a mão e deu um sorriso fofo.

—Sou Rosalie Halle, irma gêmea desse "ser" ao seu lado.

Jasper mostrou língua pra ela e eu comecei a rir.

—Sou Isabella Swan mas pode me chamar de Bella.

Em seguida o professor entrou na sala e logo atrás um bando de alunos. Sentei junto com Rosalie e na nossa frente Alice e Jasper.

O professor anunciou que eu era novata e fez com que eu me apresentasse pra turmar.

Passando essa parte, a aula de matemática passou rápido. As outras duas que se seguiu tive junto com Rosalie. Chegando a hora do intervalo fomos pro refeitório, pegamos as nossas bandejas e sentamos em uma das últimas mesas.

Começamos a conversar, eles me contava quem era cada pessoa daquele refeitório que me olhavam dando risadinhas. Estava bastante animada e feliz porque finalmente tinha feito amigos e não estaria sozinha no meio desses urubus.

—Bella quem são seus pais?. Alice me perguntou

—Sou filha de Charlie Swan e Renee Dwyer.

—Perai, você é filha de Charlie Swan? Um dos melhores advogados de Seattle?. Alice me interrompeu com extrema animação.

—Bem sou, mas as coisas não é tao simples, eu sou a filha bastarda.

—Nossa não sabia me desculpa.

— Tudo bem, não me importo. Minha mãe morreu segunda feira.

—Ai meu Deus Bella eu sinto muito de verdade. Os três me olharam com compaixão.

—Muito obrigada. Resumindo minha história. Eu fui morar com meu pai, a mulher dele não me quis então assim ele me deu de presente pra Edward Cullen e vamos nos casar em breve.

— Você está noiva de Edward Cullen ? O melhor publicitário de Seattle?

—Amor, pare de falar isso. Jazz se pronunciou

—Desculpa Jazz, mas é Edward Cullen.

—Sim Alice to noiva dele, não foi da forma convencional, mas estamos ai.

—Nossa sua vida é tao agitada. Disse Rosalie.

—Nem sempre foi, começou a ficar assim quando minha mãe morreu. Sinto falta da calmaria de antes

—Eu imagino. Rosalie esticou e pegou na minha mão afagando-a

—Me conta um pouco sobre vocês. Pedi animada mudando de assunto

—Eu começo. Alice começou a quicar na cadeira.

—Eu Sou Alice Mary Brandon, filha de Mary e Josh Brandon. meus pais têm uma revista de moda a “Brandons MAGAZINE”. Tenho 17 anos e namoro com meu loirinho a 2 anos.

—Sou Rosalie Halle e ele Jasper Halle. Sou 1 minuto mais velha, temos 17 Anos e Somos filhos de Emma e Noah Halle, meu pai é médico cirurgião e minha mãe é estilista.

Depois de se apresentarem ficamos conversando um pouco mais. Descobrir que eles não tinham muitos amigos, eram só os três , eles falaram que muita gente vinha com interesse e os outros os achavam estranhos demais pra ser seus amigos.

Depois do intervalos as aulas passaram rápido.

12:00

Estávamos esperando Alex vim me buscar já que Jazz sabia dirigir e ia levar eles pra casa.

Quando Alex chegou, despedi deles e corri em direção a BMW.

Chegando em casa, subi correndo a escada, troquei de roupa colocando um short e uma camiseta, calcei meus chinelos e desci as escadas bem a tempo de ver Edward entrando em casa.

—Como foi a escola ? ele perguntou enquanto tirava o paletó e afrochava a gravata azul.

—Foi bem legal, fiz três amigos e la é muito bonito.

—Fico feliz que você já tenha amigos. Vamos almoçar?

—Vamos.

Começamos a comer entre pequenas conversas sobre meu dia na escola. Quando terminamos fomos pra sala.

—Bella?

—Oi?

—Tenho um presente pra você?

— Um presente pra mim? Edward não precisa ficar gastando dinheiro comigo.

—Calma você ainda nem viu, você vai gostar. Agora feche os olhos.

Fechei os olhos e esperei, ele pegou as minhas mãos e depositou um embrulho. Sua respiração soprava em meu rosto me causando arrepios. Ele se afastou.

—Pode abrir

Abrir os olhos e comecei a desembrulhar o pacote em minha mãos. Meus olhos se arregalaram e minha boca fez um O perfeito. Esse Homem era maluco, em minhas mãos se encontrava a caixa de um Iphone 7 Rose Gold.

—Edward você é doido ? Está me dando de presente um Iphone 7?

—Só queria te dar um novo celular, o seu já está ultrapassado e não me doí nem um pouco fazer isso.

Confesso que estava animada por ter um Iphone, mas, ao mesmo tempo, sentia que era errado aceitar isso.

Ele percebendo a dúvida em meus olhos, disse.

—Bella essa é a sua nova vida, comprar esse celular não fez nem cócegas no meu dinheiro, então aceite sem medo. Vou te dar tudo do bom e do melhor, você querendo ou não.

Respirando fundo resolvi aceitar, afinal o meu celular realmente estava velho e precisava urgente ser trocado. Já animada abrir a caixinha, o admirei. Coloquei o aparelho em cima da mesinha da sala, e totalmente espontâneo pulei nos braços de Edward fazendo com que ele se desequilibrasse e caísse no sofá comigo encima.

Nossas respirações se misturavam de tão perto estávamos, seus olhos começaram a escurecer, minhas bochechas avermelharam ao perceber a nossa posição. Tentei levantar, mas ele olhou para meus lábios e em um movimento rápido me puxou pela nuca selando nossos lábios.

Continua...

Notas finais
Comentários? Bjs da Ana