Casa da mãe Joana
2 The Casa da tia da Jéssica
Notas iniciais

Antes
Cami ia andando devagar, falando com Mellanie ao telefone e acertando onde iriam se encontrar no aeroporto, até que tropeçou em uma mala que Laura havia colocado no chão. Várias pessoas que estavam por perto começaram a rir.
– Porra... — Cami se levantou — Quem botou essa bosta aqui?
– Essa "bosta" — Laura fez aspas com as mãos — São suas malas, fui eu quem coloquei aí.
Logo depois de pegarem suas malas, foram até o portão do aeroporto, onde uma garota de cabelo curtos e castanhos segurava uma placa com os nomes das três meninas escritos numa letra horrível.
Agora
–O que está escrito? — Jéssica perguntou se aproximando com suas malas que pareciam estar bem pesadas.
– L-o-w-r-o , j-e-r-r-i-c-o, c-o-m-i-l-o — Camila dizia apertando os olhos para tentar entender a letra.
–Laura, jéssica e camila ! — Laura disse alto e jogou as malas no chão que caíram nos pés da Camila e correu para Mellanie.
–PUTAQUEPARIU — Camila disse com os pés doídos e tirou as malas de cima dos pés e andou até a Mellanie com Jéssica a seguindo.
–Oiiiiiiiii Mélani !! — Laura disse pulando em cima da amiga que a abraçou.
–Oi Laura — ela disse e Jéssica e Camila se aproximaram. Mellanie soltou a amiga e foi abraçar as outras.
–Oi Mellanie — Camila e Jéssica disseram em uníssono com um sorriso.
–Vamos logo — Laura disse enciumada.
–Vamos — Mellanie disse soltando as meninas e pegando as malas.
As quatro desceram as escadas do aeroporto e se depararam com a incrível cidade de Abbey Road.
–Uau! — Jéssica disse de boca aberta.
–Vamos pegar um taxi — Camila disse e deu uma pausa para olhar sua bolsinha de moedas — Quanto vocês tem?
–Eu tenho 2 — disse Laura envergonhada.
–Tenho 50 centavos e uma bala. Talvez eu consiga vende-la por 1 real. — Disse Mellanie tentano ser engraçada ( N/A. só tentando msm :v ). Ficou no vácuo mas Jéssica como sempre quebrou o silêncio.
–Haha. — Jéssica Disse nervosa — Err... Tenho 5 reais. Com só isso de dinheiro não podemos nem pegar o busão!
–Certo, vamos a pé — Laura disse respirando fundo e elas andam a pé num sol de rachar com o destino de chegar a um hotel que preste.
–Eu não vou aguentar... Não — Disse Camila ofegante.
...
–Vamos camila, você consegue. Você não pode deixar que te vençam. — Disse Mellanie confiante.
–Não... É mais forte do que eu... — respondeu se arrastando pelo chão. — Eu não vou aguentar. — e caiu no chão. — Continuem sem mim. Não posso aguentar mais um segundo nesse sol quente.
–Nós não andamos nem um quilômetro sua preguiçosa! — Jéssica berrou indignada.
–Chegamos ! — Laura disse ignorando a idiotice das amigas.
As gurias entraram no motel e chamaram a recepcionista.
–Um quarto com quatro camas, porfavor — Disse Mellanie num tom responsável enquanto Camila arfava.
–Os quartos de quatro acabaram. Só temos um quarto com duas camas de casal. — Disse a recepcionista e as meninas suaram frio.
–Ok. Deixa, vamos embora — Mellanie disse virando-se e as meninas saíram do hotel.
–Ei, — Jéssica disse chamando a atenção das amigas — Minha tia tem uma casa nessa rua. Eu posso ligar pra ela e pedir para ficarmos lá — sorriu.
–Oba! — as três disseram em uníssono. Jéssica pegou o telefone e ligou para sua tia.
–Alô tia, a gente vai usar tua casa aqui em Londres. Tenha uma boa noite. — Jéssica disse e desligou o telefone nos puxando para o caminha da casa.
...
–UAU! — Camila disse abrindo a porta (lê-se empurrando bruscamente)
As quatro subiram as escadas e escolheram suas camas jogando as malas em cima. Jéssica e Mellanie desceram as escadas para fazer a janta enquanto Laura e Camila tiravam as coisas de dentro das malas.
–Mellanie, lava essa alface aê. — Jéssica disse jogando a alface na mão de Mellanie.
–Ok. — ela disse sem protestar, pois estava morrendo de fome.
Jéssica pegou uma fatia de bife e jogou na frigideira que já tinha óleo.
–TAQUEPARIU — resmungou quando o óleo espirrou em seu braço.
Mellanie riu baixo.
–Não ria da desgraça alheia dona Mellanie. — Jéssica disse brincando enquanto seus olhos suavam por causa da dor
Logo as garotas ouviram um barulho vindo do quarto e se entreolharam. Os barulhos continuaram e as garotas olharam para o teto ao ouvir um gemido de dor.
–Ai Camila, tira isso.
–Eu não consigo não sai. Puxa mais forte.
–Está sangrando, tira logo.
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