Darwin e Penny já saiam de casa quando Darwin achou um pequeno folheto preso em um poste

– O que é isso? — Disse Darwin

– Deve ser um anúncio — Disse Penny

Darwin pegou o folheto que escrevia apenas "A Casa assombrada abriga o que procura", Darwin percebeu que era mais uma de suas cartas esquisitas que apareciam do nada. Mas deixava de ser uma coisa legal

– "A Casa assombrada abriga o que procura" — Repetiu Darwin — Conhece alguma casa assombrada Penny?

– Bem... A Carrie é uma fantasma, se ela mora em uma casa essa casa passa a ser assombrada? — Perguntou Penny

– É o melhor que temos — Disse Darwin apertando os olhos

– Será que eu chamo o Gumball? — Disse Darwin com o telefone na mão

– Ele pode ajudar — Disse Penny

– Beleza então — Darwin ligou para Gumball

Gumball estava em casa, desta vez estava montando quebra-cabeças com Nicole e Anais, Gumball não gostava de quebra-cabeças mas ele dava o máximo de si, o quebra cabeças estava quase pronto, Gumball finalmente ia terminar mas antes dele colocar a peça o telefone tocou o tirando do foco

– Alô, quem está falando? — Disse Gumball com raiva

– Irmão, sou eu, venha pra casa da Carrie em... — Darwin olhou para o relógio da biblioteca que estava ás 10:00 da manhã

– 11:30 — Disse Darwin

– Ta bem... — Disse Gumball desligando estranhando o que Darwin dissera

– Darwin, ainda são10:00 horas — Disse Penny

– Eu sei, mas para entrarmos nessa casa... — Disse Darwin olhando para a casa da Carrie

A casa da Carrie era grande, relativamente escura e parecia que ninguem entrava lá a muito tempo, tinha um gramado morto, madeira escura e algumas árvoras secas além de estar vazia

– Como alguém consegue viver aqui? — Disse Penny

– Ninguem vive aqui, são sei se fantasma pode ser considerado alguém

– O que vocês estão fazendo aqui? — Disse Carrie no andar de cima

– Nós estamos procurando... o que estamos procurando mesmo? — Disse Darwin para Penny

– Alguma coisa como uma pedra, um anel ou se possível um livro que tenha essa marca aqui — Disse Penny mostrando a pedra do tempo que foi usada quando eles foram pro passado com um símbolo de losango

– Hmm... eu já vi isso, em um relógio lá embaixo, no porão — Disse Carrie

– Então vamos lá — Disse Darwin

Carrie riu um pouco

– Seu fosse vocês não iria lá. Meu primo mora lá embaixo, e ele não gosta de visitas — Disse Carrie

– Você tem primos? — Perguntou Darwin

– Ele não é meu primo de verdade, sabe, coisas de família — Disse Carrie

– Então como vamos chegar lá? — Perguntou Darwin

– Eu ainda tenho a poção para transformar vocês em fantasmas, mas eu tenho o suficiente para 3 pessoas, e sabe eu quero acabar logo com a poção, estou cansada de carregar um vidrinho vazio — Disse Carrie

– Mas quem seria a terceira pessoa? — Perguntou Darwin

Gumball entrou com tudo dentro da casa da Carrie

– Gumball, porque chegou tão cedo? — Disse Darwin

– Já são 11:30 — Disse Gumball

~ Horário de verão ~ ¬¬

– Ah é... — Disse Darwin um pouco constrangido

– Não temos tempo pra isso, tomem — Disse Carrie dando uma gota da poção para cada um deles

Eles se transformaram em fantasmas

– Ótimo? agora não precisamos nos preocupar — Disse Darwin

– Esperem aqui, eu vou buscar o relógio — Disse Carrie atravessando o Chão e trazendo o relógio nas mãos

– Carrie! se você podia fazer isso porque não pegou o relógio antes de virarmos fantasmas?

– Eu gosto de transformar pessoas em fantasmas — Disse Carrie com um olhar maléfico

– Tudo bem... nós já vamos — Disse Gumball saindo junto com Penny e Darwin

Para a sorte deles quando eles saíram voltaram ao normal, tinha pouco efeito neles (Ufa)

– Ótimo, o que isso faz — Disse Darwin olhando para o relógio

– Gumball ainda não tinha percebido que era Penny que estava ao seu lado, mesmo com toda sua personalidade sendo igual

– Hey Gumball, como vai a Anais? — Disse Penny

– Bem. e você é a... — Disse Gumball esperando que ela dissesse alguma coisa

– Sou eu bobinho, a Penny — Disse Penny sorrindo

– Você não é a Penny, a Penny é uma Amendoim bonitinha que está com raiva de mim– Disse Gumball de cabeça baixa

– O quê... — Penny falou um pouco surpresa

Darwin ainda estava quebrando a cabeça por causa do pequeno relógio de bolso que tinha em suas mão, ele não fazia ideia do que ele fazia até derruba-lo no chão e soltou um pedaço de prata que tinha uma gravura escrita