Notas iniciais
Espero que gostem c:

" Oi. Esta é minha primeira carta. Bem, como é a primeira carta, acho que devo explicar tudo certinho para que vocês entendam. Meu nome é Bianca Larench, eu tenho 20 anos, e hoje é aproximadamente 21 de Agosto do ano 4020, no seu calendário. Nosso calendário é um pouquinho diferente. Eu sou uma historiadora, ou seja, estudo o passado. Sou uma dos maiores historiadores de todo o Novo Mundo, e também de Dhals, a capital.

Há anos atrás, aconteceu a terceira guerra mundial, essa, mais voraz. Não se sabe ao certo o motivo dessa guerra, mas estamos tentando descobrir. Mas tudo indica, que todos estavam com raiva de todos. Todo o mundo participou dessa guerra, menos um pais, ou uma região, localizada no sul-leste do mundo, que não. A guerra durou anos. Quase cem anos se passaram, quando finalmente, a guerra acabou. Com o mundo quase todo destruido. Restou apenas essa região, onde se tornou a Capital do mundo.

A Capital, ou Dhals, sabia que havia restado alguns Pacificas, ou seja, não eram à favor da guerra, que tinham ficado vivos, e mandaram aeronaves para busca-los.

Nossos ancestrais criaram então o Novo Mundo. Eles, ao que tudo indica, queriam esquecer da guerra,e do passado, queriam seguir em frente, então os cidadãos que sabiam o nome do local onde não havia tido guerra, não contaram para seus filhos, ou netos, bisnetos, ou seja, para ninguém, o que torna dificil, nós, historiadores discobrirmos o nome desse local. Tampouco disseram o nome dos outros paises deestruidos. Mudaram todos os nomes, e ao passar do tempo, reconstruiram tudo.

Como a técnologia era maior em Dhals, ela se tornou a Capital do Mundo, o país principal, o centro do Mundo. E os outros países, tem de obedecer as leis da Capital, de Dhals.

Em Dhals, não só a tecnologia é maior, como também a condição de vida das pessoas são maiores, e melhores, pois sendo a capital. Não estou dizendo que nos outros países são pobres e passam fome, não. Apenas que não são tão ricos quando Dhals. Por exemplo, Galperh, localizado um pouco mais a leste e a norte de Dhals, é o segundo lugar mais rico do novo mundo. Mas isso não importa.

E eu tive o privilégio de nascer em Dhals, o que me deu a chance de me formar com 15 anos de idade no melhor colégio de históriologia de toda Dhals. Se morasse por exemplo, no norte-oeste, ou na Esphil, só conseguiria me formar com 23 anos, e nem seria numa faculdade tão boa quanto Burgsvile.

Quanto aos idiomas, prevaleceram 5 apenas. Os outros, de tão poucas pessoas que restaram, que falavam-no, morreram, sem tempo de ensina-los para o ciadãos. Nossos estudos comprovam, que exstiram mais de 20 idiomas! Mas os que restaram foram o Português, que é a lingua principal, e a que estou escrevendo esta carta, o inglês, que é uma das mais faladas também, o francês, o italiano, e o espanhol, (mas na minha opnião o espanhol é muito parecido com o português para ser conciderado uma outra lingua, então pra mim, são só 4).


Mas se você estiver lendo isso agora, quer dizer que eu consegui o projeto que eu estava planejando com meu querido amigo, Carlos Blucharch, com quem me formei em técnologia. O progeto da maquina-do-tempo.

Mais informações serão acrescentadas sobre este projeto"

Leio e releio a carta várias vezes, mas não fico satisfeita. Como é que eu podia trabalhar com cartas e documentos antigos todos os dias, mas não conseguir escrever um descente?

Desisto de tentar fazer outra carta. Apenas coloco esse num envelope, fecho-o, e o guardo num cofre, dentro de meu gurda-roupas. Com sorte talvez Carlos tenha escrito uma melhor.

Assim que termino de me arrumar, maquiagem, mesmo gostando de deixar meu rosto num tom de maquiagem que de para saber a minha idade mais ou menos, eu passo, para não ficar tão diferente na rua, e de por minha roupa, que sempre foi uma das mais simples de Dhals, (calça preta com um vestido azul escuro, sem armamento, simples o bastante para chamar atenção na rua, com as mangas grandes, para não chamar tanta atenção assim, e saltos altos.), saio de minha casa, para a casa vizinha, e bato na porta, duas vezes.

Carlos aparece na porta tão rapido, como se estivesse me esperando, e provavelmente estava.

-Bom dia.- eu digo — Como vai?

-Bom dia — diz ele com um grande corriso na boca — estou bem. Eu sei que esta ótima, então vamos logo ao ponto. Você fez a carta?

Eu ainda tinha esperanças que ele tivesse feito.

-Bem... — ele me olha com aquele olhar de, se dizer não, eu te mato — fiz, mas esta um lixo.

- Não importa. — ele diz atravessando a sala de estar, indo diretamente para sua oficina.

Nossas casas eram iguais, na estrutura, pois moravamos no mesmo condominio, mas a decoração era bem diferente. Por exemplo, na minha sala de estar, a parede é clara, os sofás, verde escuro, o tapete marrom, com poltronas confortaveis em todos os lugares, uma enorme televisão na parede central, e quadros das minhas viagens por todo o novo mundo. Já o de Carlos, era apenas um enorme cômodo, com paredes brancas, duas cadeiras prateadas, com muitos recursos, do tipo massagens, musicas, e dezenas de outras coisas, no centro na sala, e um balcão-ármario, de aço, que circulava a sala inteira, com todas as invenções de Carlos, e aprelhos técnológicos das mais novas gerações.

Ele provavelmente já me explicara sobre todos os aparelhos que há na casa, sua função e etc, mas eu não lembro nem da metade.

Entramos em sua oficina, que é cheia de invensões interminadas, parafusos, porcas, , HDs, chips, e outras coisas, e vamos direto ao mais importante. A maquina do tempo.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.