Notas iniciais
oiiiiiii pessoinhas amadas! Me desculpem a demora (de dois dias), é que eu dei umas saídas aí, e não tive tempo de postar haha Mas aqui está o novo capítulo! Ah, eu quero agradecer a recomendação da lindona da Mikasa *-* Sério, muito obrigada, meu amor! Esse capítulo fica em sua homenagem (: Me perdoem por qualquer erro! Boa leitura

“Mais um dia normal na vida de Santana Lopez Evans”-pensei.

Então virei as costas e fechei a porta.

O trânsito estava definitivamente uma bosta. Não acredito que o Samuel esqueceu a Manu na escola de novo. Eu tenho vontade de cortar o pinto dele. Nem deve funcionar direito, então não faria muita falta. Ao menos eu terei a chance de conhecer a tão famosa e comentada professora da Manoela, e me desculpar pessoalmente.

Depois de pegar muitos atalhos por becos estranhos e medonhos, cheguei na Joffrey Academy of Dance, que é considerada uma das melhores escolas de dança.

Estacionei, e logo estava adentrando o prédio. O lugar era enorme, e extremamente bonito. Mas não era para menos, o preço desse negócio é ridiculamente caro.

Perguntei para a recepcionista onde ficava a sala das crianças, e fui caminhando pelos largos corredores até encontrar uma porta entreaberta. Passei meus olhos pelo local, e avistei uma menininha quase loira tentando acompanhar os passos complicados da, pelo que parecia ser, professora.

–Mamãe! –disse Manu ao perceber minha presença, correndo em minha direção e me abraçando.

–Oi, meu amor! –respondi pegando-a em meu colo e dando um beijo em sua bochecha.

–Mami, você tem que conhecer a Prof Pati! –dizia ela saindo do meu colo, e me puxando ao outro lado da sala, em direção à mulher que secava seu rosto com uma toalha branca. –Professora, essa é a minha mãe!

–Muito prazer, "mãe da Manu". –disse ela sorrindo brilhantemente e me estendendo a mão.

Ok. Ela é realmente muito bonita.

–Muito prazer. –sorri estendendo a mão. –Mas pode me chamar apenas de Santana.

–É um lindo nome. –disse ela ainda sorrindo. –Me chamo Patrícia. E devo lhe dizer uma coisa, Santana... Essa princesinha aqui tem um dom.

–Modéstia a parte, ela é ótima, não é?! –exclamei sorrindo. –Mas mudando de assunto, eu sinto muito pelo atraso, meu marido é um homem muito ocupado, e às vezes acaba esquecendo-se ou deixando passar alguns compromissos.

–Não tem problema nenhum. Manu me fez companhia, e acabamos nos empolgando e treinando mais alguns passos. –respondeu ela sorrindo para minha filha. –E minha próxima aula começa apenas em 10 minutos.

–Bem, então nós vamos ir. Você tem que se preparar. –disse. –Manu, meu amor. Vamos?

–Ok, mamãe. –disse ela pegando sua mochilinha rosa e seu casaco, e em seguida dando um beijo no rosto de sua professora. –Tchau prof!

–Até quinta, querida. –respondeu Patrícia sorrindo, e depois se virando para mim. –Espero poder vê-la mais vezes, Santana... Foi um prazer imenso conhecê-la.

–Digo o mesmo, Patrícia. –sorri e peguei a mão que Manoela me estendia. –Até logo.

–Até logo... –disse ela, ainda sorrindo, enquanto eu saía da sala.

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Depois desse dia, eu comecei a ir buscar a Manu em basicamente todas as aulas. Algumas vezes eu ia até um pouco antes para ver a minha pequena bailarina em ação.

E acabou que Patrícia e eu nos tornamos amigas.

Claro que eu havia notado o quão linda era aquela morena de olhos verdes que a Manu chamava de professora, e claro que ela era extremamente simpática e eu tinha quase certeza de que ela flertava comigo — até porque ela me contou há uma semana que era lésbica, e perguntou se eu tinha algum problema com isso, e claro que eu disse não — , porém eu gosto muito de conversar com ela, então certamente é por isso que continuo indo à aquele lugar tão assiduamente.

E eu realmente preciso de uma amiga. Essa, com certeza, é a explicação mais plausível.

Enfim... Hoje seria diferente. Não poderei pegar Manu na escola de dança, nem ver a Patrícia — não que isso importe tanto para mim — porque eu terei que recepcionar uma jornalista nova que vem de Lima, Ohio.

Eu não tenho nem ideia de onde fica essa cidade. Essa garota nova com certeza deve ser uma jornalistazinha iniciante sem crédito nenhum a qual o Bob deve estar “dando uma mão”.

E cá estou. Presa na minha sala até mais tarde, apenas para poder dar à essa criatura sua papelada e o contrato com o The New Yorker. E olha que eu não tenho nada a ver com isso, Bob apenas me pediu um favor. Eu deveria ganhar um prêmio de “Funcionária Do Mês”, como fazem no McDonald’s.

Mas voltando ao assunto, note que ela já começou extremamente bem seu primeiro dia. Atrasada.

Meu telefone tocou, e Ana avisou que a cidadã havia chegado.

Aleluia! Eu tenho vontade de ralar a cara dessa desgraçada na parede por me fazer perder 17 minutos e 36 segundos da minha vida.

Houve algumas batidas na porta, e logo um anão entrou na sala.

Não. Acredito.

–Santana?! –exclamou ela.

–Ah não... Rachel?! –disse me levantando da cadeira.

–“Anão” é um homem bem baixinho. –riu ela.

–Neste caso seria uma mulher bem baixinha. –retruquei. –O que você tá fazendo aqui?

–Ai amiga... É assim que você me recebe depois de tantos anos?! Você não mudou nada! –disse ela vindo em minha direção. –Vem aqui. Eu quero um abraço!

E então ela me agarrou como se eu fosse o último pedaço de bolo em uma festa infantil.

–Caramba, você continua fortinha, hein... –disse me afastando de seus braços.

–Sim, eu sei... Mas eu emagreci 35 quilos. –falou ela alegremente.

Só agora eu havia reparado direito.

Nossa... Rachel Berry, a gordinha nerd da faculdade, está gostosa.

–Eu vi... Você... Você tá linda... –respondi um pouco sem graça. –Mas me diz uma coisa... Você que é nova jornalista?

–Sim! –gritou ela. –Vai ser tão legal, Sant! Seremos melhores amigas!

–É... –sorri amarelo. –Você vai ficar por muito tempo, ou vai ser apenas como um estágio?

–Eu estou realmente considerando em algo permanente. –disse ela.

Permanente?! Agora fodeu.

–Jesus, eu to com tanta fome. –ela comentou. –Não tem nem uns sanduichinhos de “boas vindas” não? Que pobreza... Mas enfim... O que acha de irmos à um café ma-ra-vi-lho-so que eu vi ali na esquina? Temos muito o que conversar! Afinal, temos uns bons 12 anos de assuntos para contarmos uma à outra. –disse sorrindo.

Esse seria um longo dia.

Notas finais
Rach na parada. Me digam uma coisa... A Rach tá solteira, então precisamos encontrar alguém para ela. Vocês gostam de quê: Finchel? Faberry? Rach com outra pessoa? Menos com a San né, a Santana é da Britt u.u hahaha Então é isso... Beijão, pessoas!