Notas iniciais
Hey! Finalmente chegou o tão esperado capítulo. #It'sBrittanyBitch huauhauhauha Só que eu não gostei muito... Sei lá. Ah, e só para avisar... Eu coloquei uma cena um pouco "hot" Samtana por causa de alguns pedidos, portanto quem não gosta, não leia. Sem mais delongas... Boa leitura!

“Eu não fui até ele, Julieta. Eu não fui encontrar o Lorenzo. Seus olhos estavam tão cheios de confiança. Eu prometi a ele que nos encontraríamos para fugirmos juntos, porque meus pais não nos aceitavam. Mas ao invés disso, eu o deixei esperando por mim sob a nossa árvore. Esperando e imaginando onde eu estava...

Estou em Verona agora, e voltarei para Londres pela manhã, e estou com tanto medo...

Por favor, Julieta. Diga-me o que devo fazer. Meu coração está partido e não tenho mais ninguém a quem recorrer.

Com amor, Claire.”

Terminei de ler, e o silêncio se instalou na sala. Isabella e eu, assim que vimos a carta, voltamos imediatamente para seu escritório, mostrá-la para as outras secretárias. E aqui estamos, todas boquiabertas e sem saber o que fazer com minha descoberta.

–E tem estado lá por todos esses anos? Afinal de contas, 50 anos é muito tempo. –perguntou Francesca.

Apenas acenei positivamente com a cabeça.

–Eu acho que ela voltou para encontrar seu único e verdadeiro amor. –opinou Donatella.

–E que têm 10 filhos, e ainda fazem amor apaixonadamente toda noite. –completou Maria, nos fazendo rir.

–Exceto se ele ficou careca e gordo, e ela é quem tem que fazer tudo. –disse Francesca, como sempre muito otimista.

–Francesca! –todas exclamaram em desaprovação.

–Ou talvez ela tenha ficado em Londres, e se casado com um Duque. E viveram felizes para sempre, assim como eu. –disse Donatella sonhadoramente.

–Mas você se casou com um contador, não com um Duque. –falou Francesca, sendo um amor de pessoa.

–Ninguém é perfeito. –rebateu Donatella.

–E eu aposto que quando ela faz amor com o Duque, ela pensa em seu primeiro amor, Lorenzo. –falou Maria sorridente. Parece que ela só pensa em “fazer amor”. Que safada.

Mas sorri para ela, afinal apesar da idade ela ainda pensava desse jeito, e era admirável.

Olhei para o lado e Isabella me encarava com um sorriso. Eu sabia o que tinha que fazer.

–Isabella, eu tenho que responder. –disse para ela.

A morena ficou analisando meu pedido, que na verdade foi mais uma afirmação, e por fim abriu um sorriso. Pegou uma folha de papel e estendeu em minha direção:

–Então responda.

Aquilo era tudo que eu precisava ouvir. Peguei a folha e a fiquei analisando por muito tempo.

Enquanto as mulheres respondiam várias cartas, eu ainda estava parada tentando achar a melhor maneira de responder Claire. Escrevi vários esboços, mas descartei todos eles. Se for para eu responder, o faria da melhor maneira possível.

Estava ficando tarde, e as secretárias de Julieta começaram a ir embora. Até que fiquei só. Apenas eu, uma caneta, e um pedaço de papel em branco.

Então finalmente consegui escrever.

Quando terminei, peguei um envelope, coloquei a carta de Claire junto com a minha lá dentro, e o selei.

Olhei para aquele pedaço de papel em minhas mãos, e suspirei pesadamente. Fechei os olhos, e o coloquei na cesta para ser enviado.

Eu pensava na carta e se havia feito o certo em respondê-la, enquanto andava de volta até a pensão que estava com Sam.

Sam... Essa seria praticamente nossa viagem de “Lua de Mel”, mas não gastamos nenhum tempo um com o outro. Isso é considerado uma coisa ruim?

Tirei essa ideia de minha cabeça, afinal iríamos nos casar e nos amávamos. Nada mais importava.

Cheguei à aconchegante pensão e abri a porta de nosso quarto, encontrando meu noivo sentado lendo alguma coisa. Provavelmente sobre culinária.

–Oi Sam! –disse entrando no quarto.

–Olá meu bem. –respondeu ele sorrindo.

–Desculpe por chegar tarde. –disse indo até a poltrona em que ele estava sentado e lhe aplicando um leve beijo em seus lábios.

–Sem problemas, meu amor. –ele disse sorrindo. –Como foi seu dia? –perguntou me puxando para sentar em seu colo.

–Foi tão bom! –respondi animadamente. –E como foi com a Angelina?

–Foi incrível! Aquela mulher é maravilhosa. Ela é muito instintiva, e cozinha sem receitas! Ela é incrível... E sabe... Ela me convidou para cozinhar novamente. –disse ele sibilando as ultimas palavras.

–Sério? –perguntei.

–Sim! Não é maravilhoso? Acho que posso aprender muito com ela. –argumentou Sam. — Mas conte-me o porquê de seu dia ter sido tão maravilhoso, bebê.

Eu levantei de seu colo e peguei duas taças e uma garrafa de vinho, depois voltando para minha posição inicial. Então finalmente comecei a falar:

–Eu tive o dia mais maravilhoso! –falei enquanto Sam abria o vinho e o servia nas taças. –Respondi uma carta que foi escrita há 50 anos! Quem escreveu pode nem recebê-la, mas foi tão bom escrevê-la. –disse suspirando, e Sam prestava atenção no que eu dizia.

–Bem, eu acho que devia passar mais tempo com elas. Com as tais secretárias. –disse ele seriamente.

Franzi o cenho por causa do que ele havia dito, afinal, não deveria ser ele a querer passar mais tempo comigo?

–Por quê? –perguntei.

–Porque é a sua paixão, certo? –sorri quando ele disse isso. Sam podia ser tão fofo. –E também porque encaixa perfeitamente. Porque acabei de falar com o Sr. Morini, e ele me convidou para um leilão incrível de vinhos em Livorno.

–Em Livorno? –perguntei enquanto o sorriso desaparecia de meu rosto.

–É. E é super exclusivo. Na verdade nem sei se conseguirei um ingresso. Sabe? E bem, eu ficarei fora por um dia, ou dois no máximo. Mas se quiser eu posso arrumar dois ingressos. Quer dizer, não tenho certeza se conseguirei não é... –terminou ele tomando o vinho e desviando o olhar.

–Para um leilão de vinhos em Livorno? –perguntei novamente, não acreditando no que ele me dizia.

–É, soa terrível. Eu sei, me desculpe. Me sinto péssimo agora. –dizia ele balançando a cabeça em negação. –Me sinto péssimo. Quero dizer... Até já sinto saudades de você.

Olhei para ele, e sorri derrotada.

–Tudo bem. Você pode ir. –respondi.

–Sério San? Ai meu Deus, isso é incrível! Muito obrigado, você não tem ideia do quanto isso é importante para mim. Eu amo você! –dizia ele me beijando.

–Eu também. –respondi simplesmente.

Resolvemos jantar fora, e Sam passou a noite inteira dizendo o quão maravilhosa eu sou.

Voltamos para nosso quarto, e ele foi arrumar suas coisas enquanto eu continuava a ler “Romeu e Julieta”.

Eu estava entretida com minha leitura, quando sinto o lado direito da cama afundar, sinal de que Sam havia deitado. Não tirava meus olhos do livro, porém senti uma mão em minhas pernas descobertas, e levantei o olhar.

–Eu estou com saudade... –disse ele se aproximando.

Não consegui dizer nada. Seus lábios cobriram os meus em um beijo lento. Nossas línguas batalhavam uma com a outra, e logo senti seu corpo posicionando-se em cima do meu. Deixei o livro de lado e me ajeitei na cama, de modo que pudesse ficar mais confortável.

Suas mãos passeavam livremente por toda a extensão das minhas costas e lateral do meu corpo, até chegar a minha bunda. Então ele finalizou o beijo e passou a chupar meu pescoço, deixando rastro de saliva por onde sua língua passava.

–Tira isso, San. –pediu ele referindo-se a blusa e shorts que eu usava.

Tirei a roupa lentamente, de maneira que o deixasse louco de desejo. Ele retirou a própria camisa e calça, ficando apenas de cueca. Então me aproximei, e deitei desta vez em cima dele, começando um novo beijo.

Já que ele apertava minha bunda, decidi descer uma de minhas mãos até seu membro, e percebi que ele estava bem excitado. Ele travou quando sentiu minha mão, e eu apenas sorri no beijo.

Coloquei a mão dentro da sua cueca, e comecei a fazer movimentos para cima e para baixo, estimulando-o cada vez mais.

Então ele colocou sua mão em cima da minha, parando meus movimentos e fazendo-me olhar para ele.

–Eu quero me sentir dentro de você, meu amor. –disse, enquanto me posicionava a seu lado para tirar a cueca, e eu retirava minha calcinha e sutiã. Segundos depois eu já estava sobre ele novamente.

–Você quer que eu faça o que, Sam? Diz amor... –falava no ouvido dele, esfregando-me em seu membro.

–Eu quero que você sente em mim, San! Cavalga bem gostoso vai... Agora, ou eu vou explodir de tesão! –gritou ele.

Eu sentei nele, e ele começou a aumentar os movimentos. Eu já começava a cavalgar em seu membro, mas antes que as coisas pudessem esquentar mais, o telefone tocou.

–Ah não! Deixa tocar Samuel! Depois você vê o que é! –disse irritada, mas logo voltei a beijar seu pescoço e continuei com meus movimentos.

–Mas San, pode ser importante. –argumentou ele me tirando abruptamente de cima de seu corpo.

–Como é que é? Você vai atender o maldito telefone? Nós estamos transando Samuel! –gritei para ele.

Ele não ligou para o que eu disse, e se dirigiu até o banheiro para atender o celular.

Eu bufei e me joguei na cama, fechando os olhos. Eu estava irritada demais para fazer alguma coisa. Como assim ele parou nosso sexo para atender o celular? Isso é um absurdo!

Abri meus olhos e coloquei novamente minhas roupas, esperando Sam sair do banheiro.

Não demorou muito e ele saiu de lá, extremamente vermelho de vergonha.

–San... Eu sinto muito! Me perdoa meu amor, mas eu tinha que atender! –disse ele aproximando-se de mim. –Era o Sr. Morini... Ele queria confirmar que conseguiu meu ingresso para amanhã. Isso não é maravilhoso?

–Conseguiu foi? –abri um sorriso falso. –Isso é incrível!

–Sério? –perguntou ele receoso.

–Não! Mas que merda, Sam! Faz meses que você nem toca em mim, e agora isso! –praticamente vomitei as palavras sobre ele.

–Me perdoa mio amore! Prometo nunca mais fazer isso... Eu te amo San. –disse ele com os olhos marejados, fazendo sotaque e um bico muito fofo.

Tudo bem, não conseguiria ficar braba, afinal ele viajava amanhã. Apenas suspirei e o abracei.

–Não está braba? –perguntou.

–Não, Sam. Apenas um pouco chateada... Mas isso passa. –disse e ele fez uma cara tristonha. –Vem cá, vem. Vamos dormir. –abri meus braços para que ele deitasse. –Mas coloca uma cueca, por favor.

Ele riu e vestiu a cueca. Escovamos os dentes e fomos dormir abraçados.

Pela manhã, ele partiu.

Passei o dia inteiro tirando fotos pelas ruas, visitei o Lago Garda, e fui jantar.

À noite, me encontrava sozinha na sacada do meu quarto, apenas observando os casais apaixonados sorrindo felizes. Felizes por estar um com o outro.

Suspirei e resolvi tomar um banho e ir dormir.

Pela manhã, resolvi me encontrar com as Secretárias de Julieta. Pelo menos assim eu não ficaria tão sozinha.

Como sempre o dia estava lindo e agradável. E por um milagre da natureza, acordei de bom humor. Só não sabia que meu humor estava prestes a mudar.

Estava no escritório das Secretárias, quando Francesca quebrou o silêncio:

–Olhem o que esta pobre garota escreveu: “Julieta, tem algo pior neste mundo do que um homem?”.

–Sim, dois homens! –disse Donatella nos fazendo rir.

Mas de repente fomos interrompidas por uma batida na porta.

Estava com a cabeça baixa, mas quando olhei para cima deparei-me com uma garota de uns vinte e poucos anos, loira, alta, muito bem vestida, com um corpo escultural e lindos olhos azuis parada na batente da porta com uma expressão indecifrável no rosto.

–Com licença. –disse ela com um sotaque britânico extremamente fofo. –Sinto interromper, mas... Vocês são as Secretárias de Julieta? –perguntou entrando na sala.

–Sim, somos nós. –respondeu Isabella gentilmente.

–Ótimo. –disse ela abrindo a bolsa e tirando de lá um envelope. –Posso perguntar qual de vocês escreveu uma carta para a minha avó Claire Smith?

Fiquei realmente espantada neste momento. Eles haviam recebi minha carta! Então rapidamente falei:

–Eu a escrevi. –disse levantando da cadeira. –E nem acredito que chegou até você.

–Sim, nós britânicos tendemos a permanecer nas casas da família. –respondeu ela calmamente.

–É, isso é incrível. Faz menos de uma semana que eu a escrevi. –disse me levantando e indo em direção à loira.

Ela pegou em minha cintura, e me conduziu até a janela. Eu juro que quase desmaiei com o gentil, mas forte e decidido toque em minha cintura. E o perfume dela? Acho que nunca cheguei perto de alguém tão cheirosa em toda minha vida.

Porém sai de meus devaneios quando ela começou a falar.

–Foi uma carta muito atenciosa. –disse e eu sorri. –Agora, no que estava pensando?

Meu sorriso sumiu de meu rosto no mesmo instante em que ela disse aquilo, e aumentou o tom de voz, tentando transparecer superioridade.

Olhei para aquela loira azeda na minha frente, lhe mandei meu melhor olhar “Aqui é a Santana Lopez, vadia”, e respondi:

–Eu estava pensando que ela merecia uma resposta. –disse. HAHA chupa essa, gringa metida.

–É, há 50 anos talvez, não agora! –disse a loirinha grossa.

–Me desculpe, não sabia que amor verdadeiro tinha data de validade. –respondi ironicamente.

Ela riu e disse:

–Amor verdadeiro? Está brincando? Sabe o que poderia ter acontecido se ela não tivesse caído em si? –explodiu ela.

–Sim, você não estaria aqui me chateando. –rebati.

–O que faz aqui, afinal? É uma garota americana solitária se realizando através de outras pessoas? –disse ela com desdém.

–Não sou solitária. Estou noiva! –aumentei meu tom de voz também, ela já estava me deixando irritada.

Ela sorriu, se aproximou mais de mim e disse:

–Minhas condolências ao noivo.

Então saiu sem ao menos esperar minha resposta.

Mas é claro que isso não vai ficar assim. Ela saiu do escritório e eu fui atrás.

–Hey! Então é isso? Você vem de Londres até aqui para me dar um sermão? –gritei.

–Não, eu vim por que não poderia deixar minha avó vir sozinha! –respondeu ela continuando a andar.

–Claire está aqui? Por quê? –perguntei surpresa.

–Acho que até você pode adivinhar essa. –disse ela. Grossa.

–Oh meu Deus... Isso é incrível! Ela veio procurar seu Lorenzo! –disse emocionada, mesmo aquela grossa não merecendo que eu falasse com ela.

–Incrível? –disse ela parando e parecendo indignada. –E se Lorenzo não quiser vê-la? E se tiver se esquecido dela? Estiver gravemente ferido ou até morto? E então? –disse ela, e fiquei em silêncio. –Foi o que pensei. –então ela deu as costas e saiu andando de novo.

–Quero conhecê-la. Quero conhecer a Claire. –disse a alcançando novamente.

–E eu quero ser a nova rainha da Inglaterra, mas infelizmente não posso. –respondeu ela com seu habitual sorrisinho irônico.

–E se ela quiser me conhecer? –indaguei.

–Acho sinceramente que ela não tem nenhum interesse em conhecer uma mulher que consegue juntar “Oh meu Deus” e “incrível” na mesma frase. –disse ela andando novamente, e me deixando para trás.

Porém não desisti, e a segui por alguns minutos, até notar que ela entrou no estreito corredor que levava até a Casa da Julieta.

Andei mais um pouco, e percebi que ela havia se juntado a uma senhora de aparência elegante, que estava olhando o muro de Julieta.

Brittany POV on

Aquela latina até podia ser bonita, super gostosa, ter uns peitos lindos naquele decote delicioso da blusa dela, e ter o sorriso mais lindo que eu já vi na vida... Mas ela era super petulante! No que ela estava pensando em enviar uma carta para minha avó? Eu só estou aqui por sua culpa!

Mas ela tinha uma pernas legais... Nossa, que pernas. E aquele bronzeado sexy? Foco Brittany, ela é um distração! E uma distração super petulante, e extremamente gostosa... Ok, vovó está ali, melhor parar de pensar na bunda gostosa da latina, e em seu perfume viciante...

–Vovó, estão fechando. Devíamos ir agora. –disse para a senhora que estava me esperando.

Ela ficou em silencio analisando o local, suspirou e concordou por fim.

E qual foi minha surpresa ao sairmos do lugar? A latina gostosa e petulante estava vindo em nossa direção. Mas que merda!

Brittany POV off

Andei em direção à loira azeda, e à senhora que devia ser a Claire.

–Com licença. Claire? Oi. Meu nome é Santana, e eu te escrevi a carta. –disse com meu melhor sorriso, afinal a loirinha deveria estar se contorcendo de raiva.

–A carta de Julieta? –perguntou ela surpresa com um doce sorriso no rosto. –Meu Deus, obrigada! Agradeço muito! Mas como nos encontrou? –perguntou Claire confusa.

Olhei para a loira azeda e sorri.

–Bem, na verdade sua neta me encontrou. –disse.

–Você fez isso, Brittany? –perguntou Claire em dúvida.

A loira azeda arregalou os olhos e começou a se enrolar com as palavras.

–Bem, na verdade fui eu sim... Mas... Eu... Hãm... –dizia ela.

–É. Ela é um doce. E muito charmosa. E achou que você talvez quisesse me conhecer. –disse para Claire, mas olhando para a tal “Brittany”.

–Uma consideração atípica da sua parte querida. –disse Claire para Brittany.

–Bem, sob as circunstâncias, pareceria grosseria não conhecer a mulher responsável por esta viagem demente. –dizia ela forçando um sorriso. Sorri mais amplamente para ela e pude notar que ela estava morrendo de raiva de mim. Perfeito.

–Brittany não aprova. O que faz com que seja ainda mais divertido. –explicou Claire me fazendo rir. –Estávamos indo tomar um vinho. Gostaria de vir conosco?

–De jeito nenhum. –se meteu a loira azeda.

–O que? –perguntou Claire.

–Foi um dia longo. Longo demais... –argumentava Brittany.

–Tudo bem querida. Durma bem então! –disse Claire dando um beijo no rosto de uma desconcertada Brittany. –Conhece algum lugar onde poderíamos ir?

–Na verdade conheço o lugar perfeito. –respondi com um sorriso.

Ela sorriu para mim e começou a andar do meu lado. E quem seguiu atrás com uma cara emburrada, e apesar de tudo, adorável? A loira azeda.

Notas finais
E aí? O que acharam? Brittany é um amor de pessoa né gente. hauhuhahua Me desculpem qualquer erro, ok? Até amanhã (: Beijo, coisas fofas! ♥