Carry On?

4 Is's a bad tuts, tuts party


Notas iniciais
Título de cap legal né? XD Bem, faz duas ou três semanas que eu não posto, por quê? Bem, acho que vocês devem saber que eu estudo em uma escola e tenho deveres a cumprir e como é o ultimo bimestre (Já passei no 3º Uhul) e os trabalhos estão terminando vou ver como eu faço pra postar mais, lembrando que esse cap tá uma bosta xp

Amy acordou com um pouco de dor na cabeça. Faz um tempo que ela vem tendo essas dores e estranhamente não entende, ela achou normal porque ela só aparecia de vez em quando.

Ela foi se vestir, precisava falar com Reach, estava confuso em relação à Sonic, ele vem se tornado mais chegado que o normal e Amy se sentira estranhamente... Bem? É tanto tempo ela não falava com alguém, conheceu alguém, tocou alguém e isso foi preenchendo seu vazio. Mas, ela sentia que tanto ele quanto ela sentiam mais do que apenas uma amizade.

Amy chegou até a porta da casa de Vanilla (a mãe de Cream, a quem servia de babá) e foi atendia pela dona da casa.

— Bom dia Amy! Eu já estava de saída, Reach está com Cream e um amiguinho dela assistindo desenho. Qualquer coisa me ligue. — Disse a moça, já saindo com sua bolsa vermelha pendurada no ombro.

Amy andou até a sala, onde pode ser visto Reach dormindo e os dois garotinhos rindo, até que avistaram Amy. Cream chegou saltitante e praticamente pulou no colo de Amy “TIA AMY!” foi o que ela gritou, fazendo Reach levantar em um pulo, pegou um guarda-chuva que estava ao lado do sofá e apontar para todos os lados.

— Cadê o ladrão!? — Exclamou e ficou vermelha quando só viu Amy com Cream no colo e o amiguinho da menininha rindo baixinho, junto com as outras duas.

Então, Reach foi dar um abraço na amiga, que soltou Cream do colo e foram juntas cuidar das crianças. O desenho havia acabado e as crianças começaram a correr pelo apartamento, as duas começaram a correr atrás tomando cuidado com os objetos da casa.

— Parem de correr Cream e... — parou Amy, lembrando que desconhecia o nome do garoto.

— Tails. — Completou Reach.

— Tails, — Eles pararam de correr e deitaram cansados no sofá da sala novamente, dando risadinhas — Nunca mais façam isso, sim?

Eles assistiram e brincaram até as três da tarde quando Vanilla voltou para casa, as duas se despediram e andaram até o apartamento de Knuckie. Ele estava com um resfriado terrível e elas foram lá para fazerem companhia.

— Obrigado po- por, — Knuckles deu um espirro — Terem vindo. — Fungou um pouco envergonhado.

— Tudo bem, amigos servem para isso né? — Disse Reach e Amy concordou — Então, vamos fazer alguma coisa enquanto você está de cama?

Ficaram conversando, fazendo besteiras até que um assunto foi tocado sem querer.

— Ei, Amy, o que você acha de Sonic? — Perguntou Knux, olhando em seus olhos.

Ela corou violentamente, não queria responder essa pergunta tão cedo ainda mais quando não sabia diferenciar seus sentimentos ainda.

— Be- bem, co- como assim? — Travou um pouco, mas eles nem ligaram para o nervosismo, quero dizer, a Reach não ligou para o seu nervosismo.

— Bem, eu quero saber como é que ele é pra você. Bonito, cheiroso, gostoso, só seu? — Reach interrogou sem vergonha alguma. O que essa menina estava tramando?

— Ela não quer falar sobre isso Ree, a deixe. Quando se sentir mais confortável ela conta — Salva pelo gongo! Quero dizer, pelo Knuckles!

Continuaram conversando normalmente, elas riam das piadinhas de Knuckie e quando viram que já eram seis horas, foram embora deixando o garoto descansar um pouco.

— Amy! Vamos para a balada! — Disse Reach, animada. Faz tempo que não ia a uma balada.

— Sei não Ree... Normalmente, bêbados frequentam aquele lugar — Disse, fazendo uma careta.

— Mas, também tem strippers masculinos. Vamos, vai ser legal! — Reach tentou convence-la.

— Tá, mas só vou se Sonic decidir ir junto.

— Não quer trair o namorado é?

— Reach, pare de asneiras. Ou isso, ou nada. — Reach concordou.

Queria ir a casa, falar a Sonic que não queria ir e mandar negar pra ficar em casa com um pote de sorvete assistindo filmes românticos, mas sentia que há vezes que teria que sair da mesma rotina tediosa de sempre, então não mentiu e ele aceitou.

Chegando lá, ela quase teve um ataque epilético. Luzes e mais luzes piscando enquanto tocava uma batida barulhenta e irritante (preferia mil vezes o som de uma boa música clássica) e vendo pessoas dançando desengonçadas por aí, se achando o “rei do camarote”.

— Vamos! Quero pegar algum gato ainda hoje — Fez um ronronar para Amy, que deu uma risada baixinha e foram andando pela festa.

Reach foi passando de bar em bar pedindo uma bebida estranha, mas nenhum deles tinha. Amy só seguia, afinal, o que poderia fazer numa balada se ela nunca frequentou esses tipos de lugar antes? Então, Reach desistiu e decidiu beber uma dose de tequila enquanto Amy não pedia nada, sempre diziam no orfanato que beber era algo horrível e o gosto que fica na boca é extremamente ruim, nem pensou em experimentar.

Ree parou na metade do copinho porque tinha visto um cara lindo, cabelos pretos com mechas vermelhas, pele meio bronzeada, mas ainda era um pouco mais branca, olhos carmesim, um rosto lindo e corpo perfeito.

— Oi gato! Que tal ronronar na minha cama, uh? — Perguntou Reach, que lhe parecia tão sã aquele momento. O garoto riu. Uma risada linda e mostrou um anel nos dedos. Amy reconhecia aquele anel de algum lugar...

— Desculpa garota, sou comprometido, — Disse o homem, uma voz grossa que fez Reach se derreter, mas Amy continuou quieta e observando aquele anel como se o conhecesse de algum lugar. — Ei rosada, por que olha tanto pro meu anel? — Ela finalmente saiu do transe e corou um pouco.

— N- nada. Nada de importante...

— Hum... — Disse o moreno desconfiado, mas dando mais um sorriso no final.

— Por que um homem comprometido entraria em uma balada? — Perguntou Reach, tentando mostrar os seios por meio de um corte ‘V’, mas ele nem deu bola.

— Me forçaram a vir aqui... — Disse, rolando os olhos.

— Eu não acredito que você começou a se interessar por mulheres agora! — Exclamou uma mulher de cabelos curtos e arroxeados com lindos olhos âmbar — Me surpreendeu cara!

— Eu já disse, eu não gosto de homens no geral, eu gosto dele! — Disse, fingindo estar indignado, com as bochechas cheias de ar, o que fez Reach quase agarrar o cara bem ali.

— Ei, garotas, vamos andar? Ele não vai se interessar por nenhuma de vocês! — Exclamou.

Reach, naquele momento, se sentiu desafiada. Não iria entregar as cartas tão fáceis, ela iria sim, conseguir algo a mais além de uma conversa com o garoto misterioso, mesmo sendo gay. Decidiu andar com a garota de cabelos roxos, ela poderia dar algumas informações a mais dele e assim, conseguir o que tanto deseja.

Elas decidiram sentar em algum lugar para beber algo e ver as pessoas dançando, a garota se apresentou como Blaze, mas até agora não falou nada sobre o garoto de cabelos negros. Ela decidiu ir ao banheiro e Reach, astuta como é, decidiu falar que iria acompanha-la e assim, colocaria seu plano em prática.

— Ei Blaze — Chamou a atenção dela — Você poderia, sei lá, me contar mais sobre aquele garoto de olhos vermelhos lá no barzinho?

— Gostou dele? — Ela assentiu com a cabeça — Não vai conseguir muita coisa, só uma amizade. Ele gosta de um cara que mora em um hotel, mas é só isso que ele me contou sobre o namorado dele.

— Poderia pelo menos dizer o nome dele?

— Claro, o nome dele é, — Foi interrompido quando ouviu gritos, parecidos com a voz de Amy. Elas correram em alta velocidade até o local e viram Amy sendo quase que estuprada por um bêbado, ela gritava por socorro, mas ninguém ajudava.

Um vulto apareceu e socou ele para longe, pôde ser visto Sonic com uma cara furiosa.

— Seu bastardo, fique longe dela! — Disse Sonic, desferindo mais socos no corpo caído no chão e Reach conseguiu, por um milagre de Blaze ter chamado o garoto dos olhos vermelhos, para ajudar a segurar Sonic que foi controlado. Então os três foram embora, se despedindo, mas antes Reach deu uma piscadinha para o moreno.

— É impressão minha ou ela tá dando mole pra mim? — Perguntou ele, olhando para Blaze.

— Acredite, ela está dando mole pra você. Na verdade, todas as garotas dão mole pra você! — Disse Blaze, rindo junto a ele.

***

— Eu não acredito que aquele cara lindo e gostoso é gay. Que desperdício! — Exclamou Reach, bufando.

— Não acho, se ele gosta de alguém, independente de ser homem ou mulher, tem que levar até o final — Disse Amy — Mas, quando eu vi o anel no dedo daquele homem, eu senti que eu o vi em algum lugar.

— Deve ter sonhado com Sonic te dando ele em casamento! Ha ha — Riu Reach, fazendo Amy corar, já que Sonic estava ali.

— Ei! Eu Tô aqui! — Exclamou Sonic, corando pouco.

Andaram até chegar ao hotel, Reach despediu-se e todos entraram em seus quartos. Amy foi ao banheiro e viu as marcas de chupões no seu pescoço que aquele bêbado tinha feito, ela havia se sentido suja só com aquilo. Por que não revidou? Por que havia deixado chegar a toca-la desse jeito?

Em um piscar de olhos ela já estava tomando banho, esfregando constantemente os roxos de seu pescoço e clavícula, achando que eles iriam sumir como terra. Terminou o banho e colocou um pijama. Decidiu que iria ficar mais um tempo acordada, ligou a televisão e assistiu o seriado que passava na TV, até ver a escuridão da tela e alguém atrás de si.

— Você deveria estar dormindo... — Disse Sonic, com uma voz sonolenta.

— Não dá Sonic, me sinto usada e inútil — Disse — E as pessoas nem levantaram a voz para dizer algo... — Lágrimas começariam a trasbordar de seu rosto a qualquer momento.

— Shii, chora não tá? Doí te ver assim, suas dores de cabeça repentinas também estão me assustando ok? Amanhã vamos a um médico e vamos ver isso.

— NÃO! — gritou, mas mediu a voz e voltou ao normal — Quero dizer, não. Sonic eu tenho medo, e se for pior do que foi na balada? Tudo está contra mim agora!

— Não, eu estou com você. Se você estiver só com uma dorzinha de cabeça ótimo. Se for pior, ótimo por que já vimos mais cedo, vem dormir, amanhã cedo eu te levo — Sonic finalizou a conversa, a levando ao quarto e rapidamente o sono atingiu a rosada, que dormir quase que instantaneamente.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.