Carolyn Belvedere E O Ouro De Hera
1 Eu uma semideusa?
Notas iniciais
Chamo-me Carolyn Belvedere, tenho 14 anos, estou na 9 ano. Bom, moro em Nova York e estudo em um colégio particular, onde existem professores chatos, e meninas patricinhas e jogadores de futebol, onde eles te excluem por você ser quem você é.
Meu melhor amigo é Grover, ele anda de muletas. Não somos nada populares, mas isso não importa, assim sabemos quem são os verdadeiros amigos.
Eu sou a nerd da escola, adoro escrever poesias e musicas. NÃO, não quero ser cantora. Meu sonho, sei la, ser escritora. Bom, minha mae trabalha em uma confeitaria da cidade, ela não ganha muito, mas o que ganha, paga minha escola e faz compra para casa.
Meu pai, bom, ele... nunca o conheci, mas minha mae nunca deixou um falar mal dele. Mas tudo bem, eu guardo um pouco de rancor dele. Ele me abandonou, meio que isso. Mas foi melhor assim. Tenho um padrasto, ele não é muito chato, mas fica me dando lição de moral quando sou expulsa da escola.
Verdade, eu tenho dislexia e do transtorno do déficit de atenção, e sempre sou expulsa por que acontecem coisas muito estranhas, aparecem monstros e tal. Isso é assustador, eu só tenho 14 anos e já vi a morte de perto muitas vezes.
Hoje vai começar o 3 bimestre e sempre no 3 bimestre sou expulsa da escola. Acho que não estou preparada para mais um monstro e lição de moral do Josh (padrasto).
Quando o relógio marcou 7:30 da manha, peguei minha mochila e fui para a escola. Chegando la encontrei Grover, ele estava andando de um lado para outro.
-Cara, você demorou. –disse ele atormentado. É ele tinha razão de estar assim, contei para ele que no 3 bimestre apareciam monstros, e ele foi a única pessoa que acreditou em mim, ou aparentava acreditar.
A campainha toca e entramos todos para a sala de aula, chegaram as patricinhas, Julia, Laurem e Beatriz. Ela são muito idiotas, não tem um dia que elas não tiram sarro da minha roupa, e hoje foi esse dia, achei muito estranho elas não terem me desprezado na frente de todos.
Logo fomos para o laboratório, minha dupla de sempre Grover. A professora disse que tínhamos e misturar produtos químicos até fazer algo explodir, foi bem fácil. Tiramos a+.
A próxima aula foi sobre mitologia grega, na escola tínhamos um sala de exposição la tinham varias armas dos deuses, era bem legal. Eu adorava ir la. Fomos, notei algumas entre olhadas das patricinhas e na hora que estava distraída elas se transformaram em monstros, fúrias como diz o livro de mitologia grega que estudamos semana passada, elas eram exatamente iguais, foi isso que me assustou mais.
Será que todos os monstros que estavam no livro eram reais? Depois isso elas se movimentaram rapidamente em minha direção, não sabia o que fazer, até Grover pular sobre mim e me fazer cair no chão, depois pegar uma arma grega e tentar acerta-las, eu estava tonta com o impacto da minha cabeça com o chão.
Depois que voltei ao normal, arranquei de um soldado com armadura sua espada, e comecei a ajudar Grover, ele acertou uma delas que virou pó, uma das fúrias empurrou Grover bem para longe. E depois feio em minha direção, comecei a cortar o ar, até acertar uma das duas. E depois apareceu o meu professor de mitologia.
Grover o chamou de Quiron, mas...mas, ele não se chama assim. Quiron, meu Deus.
Ele acertou a ultima fúria, depois a sala ficou em silencio, todos ficaram vendo as armas, como se nada tivesse acontecido.
-Você viram aqui? Viram?
-Viram o que? –perguntou Grover
-Aquela coisa.
-Não, não vimos. –disse o professor
-Você se chama Quiron?
-Eu? Não, de onde você tirou isso? –perguntou o professor
-Grover te chamou assim.
-Eu? Eu não, Lyn, você esta bem? –perguntou Grover
-Não se façam de bobos, eu não estou maluca. –disse. –Não estou, vão me contar a verdade, agora!
-Se acalme. –disse o professor
Grover e o “Quiron” trocaram olhares. Estava assustada, não louca, aquilo tinha acontecido. E seria expulsa de novo.
-Vamos. –disse Grover me puxando pela mão
Corremos até a porta de saída da escola.
-Você esta louco, não podemos sair.
-Claro que sim, olhe. –disse ele abrido a porta e saindo correndo. O segui estávamos indo para a minha casa, não estava intendendo nada, minha cabeça girava e eu estava atordoada.
-Ela tem que ir. –disse Grover para minha mae.
Minha ame saio correndo para o meu quarto sem dar nenhuma explicação e depois voltou com uma mochila cheia de roupas minha.
-pera para onde eu vou?
-Pro acampamento. –disse Grover
-Tirar férias agora? Não estou intendendo.
-Vamos vamos. –disse minha mae pegando a chave do carro e descer correndo as escadas do nosso apartamento.
La em baixo Grover me jogou para dentro do carro, literalmente, bati com a cabeça no vidro e depois me ajeitei no banco, com mais dor de cabeça ainda.
Estava prestes a desmaiar, mas escutei Grover e mamãe falando sobre acampamento meio sangue, deuses, Apolo, monstros, fúrias. Sr. D, quem era esse? Meu pai... meu pai, depois disso fui levada para inconsciência.
Acordei em um lugar muito diferente, nunca tinha visto na vida. E estava cheio de pessoas feridas, conclui que fosse uma enfermaria, mas onde era ela? Que cidade? Logo apareceu Grover... Grover! O que era aquilo, metade homem e metade...metade, sei la, seu traseiro era peludo e ele tinha cascos.
Esfreguei os olhos para ver se eu não estava sonhando, não, não estava.
-Meu Deus! O que é isso? Você é... é...
-Um bode. –completou ele. –Sou um sátiro.
-Sátiro?
- é metade humano e... –o interrompi
-Eu sei o que é sátiro. Mas... como você pode ser um, eles não existem, só posso estar sonhando.
-Não, não esta. E sim eles existem, eu sou o que? Não estou morto e não faço parte do seu sonho. –disse ele
Eu estava ainda atordoada, logo depois chegaram duas pessoas.
-Ah Lyn, esses são Percy e Annabeth, eles cuidaram de você quando ficasse desacordada. –apresentou Grover
-Ahh, obrigada. Quanto tempo fiquei dormindo?
-3 dias. –disse Grover
-3 dias? O meu Deus! Minha mae, onde esta minha mae?
-Sua mae esta em casa... –disse Grover e Percy e Annabeth se entre olharam.
-O que esta acontecendo? Onde estou? É que acampamento você é minha mae estavam falando?
-Calminha ai... não sou 10, você esta no acampamento meio sangue, onde você vai treinar. –disse Grover
-Treinar? Como? Eu... eu não quero treinar.
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