Carolyn
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Não conseguia pregar o olho ,ou melhor dizendo nem havia dormido. Vi que ainda era 10:18 da noite,e eu ainda estava pensando que não era sério o que fiquei sabendo mais cedo.
–Carolyn,já te disse para você ir descansar.-Disse meu pai ,que entrava em meu quarto.
Talvez para ainda ter certeza que eu estava aqui,já que da última vez que eu sai sem eles notarem quebrei o pé em sete lugares. Pois caí de mal jeito,melhor dizendo dois amigos meus cabeças de vento não me seguraram como deveria e ganhei uma bota ortopédica no lugar do gesso. Ainda por cima peguei um castigo filho de uma egua,além de saber que teria que ir para casa dos meus avós.
Não tenho nada contra eles,mas sabe aquele lance de neta única (Por enquanto, eu acho) que é em dobro até supervisão e etc.
–Sabe ,eu estou esperando que você diga que é brincadeira.-Digo me encostando na cabeceira da cama.-Não vou dizer toda meiga que não vou fazer de novo pois vocês me ensinaram que mentir é feio.
–Mentir é feio,sair escondido e quebrar a perna é o que?-Disse minha mãe entrando,com algumas roupas minha nas mãos.- Seu pai até pensou em te deixar com seu tio,mas....
Esse “mas” dela quer dizer:os dois juntos vai dar merda,já que dá última vez agente sumiu por uns dois dias.
–Mais sua avó havia pedido para você ir para lá,faz um tempo.-Disse meu pai,mexendo em uma mecha loira do meu cabelo.
Bem,estou pensando em arrancar a porta do meu quarto. Já que ninguém bate,já vai entrando como se fosse o deles então cadê a utilidade mesmo?
–Nossa quem vê assim pensa ,que eu sou o cão deitado na rede chupando manga com cocô.-Digo me defendendo.- Já faz um tempo que eu não vejo o tio,além do mais ele deve estar ocupado.
Bem,eu não sou o cão e digamos que fico no meio termo.
Só não gosto de que pisem em mim por se achar melhor que qualquer um entre outras coisas,pode se dizer que esse meu jeito é tanto por parte de mãe quanto de pai resumindo é de familía mesmo.
–Eu já arrumei algumas coisas suas,já que ainda não pode força o pé no chão.-Disse minha mãe,dando um beijo no meu rosto.-Depois você vê o que mais vai levar.
Ela saiu alguns minutos depois me deixando com meu pai,o mesmo riu quando disse que tinha a impressão que os dois queria se ver livres de mim rapidinho.
Então, estou falando pra burro aqui e nem disse quem sou.
Me chamo Carolyn Teller Seward e acabei de fazer 18anos,estou no meu último ano escolar(Aleluia,pois queria mesmo era já estar fazendo o curso que tanto amo). Não sou igual a muitas garotas por ai,gosto de rock não me importa se dos antigos ou dos novos só que seja bom e no último volume.
Não sou chegada em rosa,prefiro preto,vermelho e azul. Depois que meu pai saiu resolvi ver o que minha mãe tinha colocado na minha mala ,para tirar coisa que eu não gostava e nem usaria e por as coisas que eu realmente usava e queria.
Estava arrumando as coisas,quando percebo que tinha uma criatura jogando aquelas bombinhas(Conheço por biri binhas) na minha janela. Fui ver quem era que estava fazendo isso,quando cheguei na janela consigo ver Anna e Molly sorrindo lá em baixo e fazendo sinal pra mim olhar para o lado.
Não entendi o que elas queria dizer,então abri a janela colocando a cabeça para fora pronta para gritar se fosse preciso.
–Ainda não cansou de brincar de rapunzel,Carolyn.-Disse Patrick( mais conhecido como Trick ou megamente pois era quase igual ao cara do desenho.)
Eu tampei a boca com a minha mão,não queria que um dos meus pais desse o ar da graça pelo meu susto.
–Cadê o criado megamente?-Pergunto a ele,voltando apara minha cama mancando.- Quer contar piada,entra no concurso de Stand up.
–Ui,ela ficou bravinha.-Disse Trick,enquanto entrava pela janela.- estamos indo para uma festa,mais não é a mesma coisa sem você.
–Ownnn,falando assim até parece que me ama.-Digo sorrindo para ele.-Se você for me carregar por todo canto,conta comigo.
Ele ficou lá paradão pensando,quando ele me colocou em cima dos ombro e saiu pela janela me assustei.
–Bem,eu não sou louco de deixar ele te carregar sozinho outra vez.-Disse Luca, que deveria estar esperando agente do lado de fora.
Depois de muito perrengue para descer do telhado até a arvore,finalmente chegamos ao chão partindo direto para a tal festa.
Os meninos ficaram com agente uns 20 minutos ,antes de Trick sumir levando Luca de brinde com ele. Nem prestava a atenção no que Anna e Molly diziam,só agora tinha reparado em um cara de cabelos pretos repicado encarando agente.
–Se você não for,eu vou.-Disse Anna ,me fazendo prestar a atenção na nossa conversa.
–Fique a disposição.-Digo fazendo sinal com a mão para ela ir.
–Nenhuma de vocês vai,sou eu que vou.-Disse Molly,prestando a atenção no cara.-Não acredito,é o Jake Pitts.
Eu ri da cara dela,pois sabíamos do abismo da Molly por ele. Deixei elas por lá fui procurar pelos dois cabeças de vento mor,enquanto passava pelo corredor alguém segurou minha mão tentando me puxar e só consegui ver um par de olhos castanho meio puxados.
Foi como se esse toque fizesse o céu negro,se transforma em azul outra vez.
Pois do nada o megamente (Ops,Trick) me puxou para peto dele e do Luca,senti meu coração subir até a minha boca quando vi entrar pela porta da varanda Arin e logo atrás dele Syn e meu tio.
–Corre negada.-Digo empurrando os dois pela galera a fora.
Não achamos Anna e nem a Molly e fomos embora ,capotei de vez na cama depois de fazer o esquema :Chão,arvore e telhado.
Agora era só esperar pelo meu pai vir me chamar daqui algumas horas,para me levar para casa da minha avó e tomara que seja diferente das outras vezes que fui lá.
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