Carlent Pierving
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Uma mulher
Algumas palavras
Uma criança
Uma amizade
E uma porção de mortes
Então é isso espero que gostem! Se puderem me mandem reviews se não vou apagar, acho meio estranho porque eu não gosto de escrever sozinha, sem leitores :
Bjbj
Ela estava parada como um defunto olhando os pequenos flocos de neve encontrando-se com o chão que estava quase coberto inteiramente, em um momento, a Rua Muncheri estava dentro a um silêncio mortal. Nenhuma risada, nenhuma conversa, nenhuma briga nenhuma voz...
A psicopata da Rua Muncheri havia se acalmado por uns tempos, mais o que ninguém previa é que ela havia voltado.
– Bom dia senhora, o que faz aqui? – Disse o homem que cuidava das malas a psicopata, na qual iremos reconhecê-la como Carlent Pierving.
– Senhorita meu caro cavalheiro, estou voltando à cidade. – Ela respondeu ao homem, mais sem sair do lugar continuando olhando os flocos, movendo lentamente apenas seus lábios perfeitamente vermelhos.
– Ah então já viera a morar aqui? Como é seu nome senhorita?
– Não se lembra de mim? – Carlent começou a caminhar fazendo com que o homem a acompanhasse.
– Desculpe-me... Não estou me lembrando. – Ela o respondeu com um grande sorriso, e parou de caminhar agora eles estavam em um branco intenso, onde não se podia enxergar nenhuma pessoa.
– Ah, meu querido eu já passei por essas calçadas nevadas tantas vezes e como não se lembra de mim? – Ela sorriu obscuramente e continuou. – Sou Carlent Pierving. – A psicopata respondeu penetrando levemente uma faca ao coração do homem. – Como não se lembrar de mim? – Ela murmurou limpando o sangue da faca e caminhando embora. Podia-se ver o sorriso da psicopata da Rua Muncheri, era possível perceber que aquele era um sinal de chegada.
O branco da neve naquele lugar agora estava vermelho, um vermelho ofuscante, o sangue havia escorrido pela neve se espalhado por cada canto do jovem morto. Apenas isso, depois disso só se enxergava um branco sem fim.
A psicopata já havia dado seu primeiro passo, a cidade ainda não sabia o que estava por vir. Mortes e mortes, desgraças e desgraças. Estava por vir um tempo, onde crianças não poderiam mais andar pelas calçadas ou brincar nas ruas em segurança.
Carlent estava caminhando novamente, seu longo vestido se arrastava pela neve, como o de todas as outras damas da cidade. Na época os trajes femininos eram apenas longos vestidos, as ricas costumavam andar com vestidos luxuosos e luvas. Já os homens usavam roupas formais e chapeis não muito especificados.
Até que a psicopata então parou.
Ela parou, escutando o som de instrumentos e cantorias pela cidade. Era uma festa, e ela voltara para estragar os motivos de festejar. A dama pela qual a cidade a conhecia voltou a caminhar, seguindo o barulho da alegria. Quando chegou, olhou para os lados e viu o sorriso estampado no rosto de cada um, a alegria era tanta havia pessoas cantando, dançando, era uma festa na cidade. Ela não demonstrou nenhuma reação verdadeira, apenas sorriu acenando para algumas pessoas.
Caminhou até um homem de cabelos grisalhos que sorria ao som da música.
– Carlent Pierving! Mais olha em que está de volta! Onde esteve minha cara dama? A cidade sentiu falta de sua caridade senhorita. – Ele disse sorrindo, ela retribuiu o riso percebendo que ainda era conhecida como a boa mulher caridosa da cidade.
– Estive andando muito por ai. Mas já estou de volta prefeito, de volta e a procura de uma casa.
– Ah sim. Neste momento temos uma casa para a senhorita, ninguém vai lá muitos anos, é a antiga Mansão da Dra. Fellings não há nada de errado lá, há um grande espaço, mas posso procurar outros locais se preferir.
– Não há motivos. Aceito sim me mostre onde é, irei hoje. – O prefeito então se colocou pé pronto a ajudar Carlent.
– Venha, um dos meus empregados irá leva-la, não é tão distante.
Ela caminhou junto a ele que pediu ao seu empregado que a levasse, disse atentamente mandou ir com segurança, pois a moça era especial, e como mandado o homem a levou a tal Mansão antiga. Carlent entrou na casa lentamente quando o vi o homem se afastar fechou as portas da casa, e tirou do vestido a faca que muitas vezes pesava, mais para ela já era comum.
Pegou um pequeno caderno sujo, e o abriu.
Vítimas – dezoito de abril de 1984
– Muriel Rachver
–
Era o caderno. O caderno onde anotava o nome de suas vítimas a primeira, Muriel Rachver ela já tinha matado, mais tinha um espaço vago, e esse espaço seria preenchido, formando assim outros espaços, outros nomes, outras mortes.
Mas Carlent era uma assassina diferente, antes de matar ela pesquisava a vida, ela percebia e observava. Para ela não apenas matar. Quando ela estava a matar alguém, sentia como se o mundo morresse, sentia apenas o medo. Era como se nada mais importasse, os gritos, o desespero, o medo nada disso atrapalhava.
Ela olhou o caderno intensamente por uns dez minutos e sorriu sombria. Andou pela casa onde só podia se escutar seus sapatos caminhando, lentamente, como sempre. Subiu as escadas, e foi em direção ao quarto, ela já conhecia muito bem a casa. Ela conhecia a Dra. Fellings, ela conhecia a casa de cor, pois ela matara a dona.
Entrou no quarto escuro, tirou os calçados e deitou-se na cama.
Fale com o autor