Cantos de primvera
34 O lugar a qual pertenço.
Notas iniciais
A paz voltava a Arendelle.
Era como se nunca tivesse ido embora.
A batalha fora rápida, apenas 2 dias. Não foi tão difícil quanto imaginavam.
Aquela fora a primeira guerra de Elsa, e esperava que fosse a única.
Mas ainda havia coisas a resolver:
Os danos sofridos na cidade.
A prisão e deportação do príncipe usurpador Haakon que ameaçava se matar.
E todo o restante da numerosa família de Hans que se encontrava em Arendelle.
6 dias haviam se passado e todos eles foram entre papeladas do qual tinha que tratar referente a todos aqueles assuntos.
28 junho de 1838.
Era cedo e mal tomará o café da manhã.
Logo ia ao escritório. Ainda havia muito a se fazer.
Não demorava muito para ouvir batidas em sua porta.
— Entre Hans. -
Ela nem mesmo olhará para a porta mas logo Percebia que não se tratava de Hans ali a sua frente.
— Majestade. -
A rainha mãe fazia uma reverência a Elsa que levantava surpresa com aquela visita repentina.
— Vejo que está trabalhando, não irei incomodar vossa majestade. -
— Não, por favor. Fique. —
Não precisou pedir duas vezes para que a rainha Mald para-se perante a porta fechada do escritório.
— Pode falar. -
Elsa dava um leve sorriso ao perceber a rainha retornando a atenção, virando se para ela.
— Majestade, vim falar sobre meu filho. -
Elsa oferecia uma das cadeiras para a rainha que recusava gentilmente.
— Ontem tive uma conversa com Hans. -
Sem dúvidas aquelas palavras chamaram a atenção de Elsa pois segundo os relatos de Hans, Charlotte e Dagmar a sua mãe não era uma mãe muito presente. Pelo contrário.
Mas sem sombra de dúvidas os diversos acontecimentos nos últimos meses acabaram por descongelar o coração da rainha mãe.
Isso era percebido aos poucos por todos.
— Vejo que ele finalmente conseguiu estar com você. Como ele sempre quis. —
As batidas do sapato da idosa rainha eram ouvidas no assoalho de madeira enquanto ela andava lentamente de um lado para o outro, soado ritmicamente como as batidas do relógio.
— Você o ama certo? —
— Sim. -
Elsa analisava aquela senhora como se tentasse desvendar o que ela estava pensando.
Era alta e bem magra, de porte elegante, sem dúvida em algum momento de sua vida ela fora uma linda mulher.
— Eu sempre o... —
Elsa era interrompida repentinamente pela rainha que nem se dera conta de que havia interrompido.
— Então deve entender o porquê ele está se recusando a ficar em Arendelle; porque eu não estou. -
Elsa se levantava de sua cadeira e ia até a rainha das Ilhas.
— Como assim? -
1 de junho. — 20:53
A casa estava uma correria.
Repentinamente quase toda a sua família estava hospedada em sua casa.
Quando parte de seus irmãos assim como sua mãe, cunhada, sobrinho e irmã. Por sorte a casa era grande o suficiente para ter um quarto a todos eles.
E agora todos jantaram em volta daquela mesa.
Hans que ainda se encontrava hospedado no castelo também veio para o jantar.
Faltava apenas Haakon que estava preso novamente, nenhuma novidade. E os motivos eram óbvios.
Era uma cena rara de se ver, todos rindo e conversando. Nunca pensou que presenciara uma cena igual.
Apesar das conversas altas que mais se assemelhavam a uma gritaria, estava feliz.
— Tudo bem Dagmar? -
Ela olhava para um dos lados e via Søren sorrir do mesmo modo gentil, sendo assim com todos.
— Tudo Ótimo Søren, não poderia estar melhor. -
Após o jantar todos iam para a sala de jogos.
E assim seu marido assim como muito de seus irmãos se reuniam para jogar cartas na enorme mesa redonda.
Já Charlotte apenas conversava com a mulher de Lars enquanto Elrich brincava com o cão.
E ali acontecia o mesmo que aconteceu na sala de jantar, muita conversas e risos.
— Então Hans, quando vai pedir a Elsa em casamento? -
Lars sorria sugestivo brincando com o seu irmão mais novo ao mesmo tempo que fazia uma jogada.
Naquele momento todos paravam e olhavam para Hans.
Mas o mesmo não se sentiu pressionado. Suas preocupações eram outras.
— Eu não sei. -
Depois daquelas palavras de Hans o burburinho voltava a tomar conta, mas dessa vez o assunto era somente um.
— Como assim você não sabe? -
A pergunta de Gustav era uma das muitas outras perguntas parecidas que se destacaram no meio daquela conversa confusa de muitas vozes tentando serem ouvidas ao mesmo tempo.
— Já comprou o anel ao menos não é mesmo? —
A pergunta de Karl era logo respondida por Dagmar que não dava nem chance de Hans sequer pensar em uma resposta.
— O levei a joalheria a um tempo, mandamos fazer os anéis. -
Enquanto todos conversavam a rainha mãe apenas ficava sentada em uma poltrona olhando para seu neto que brincava.
Mas estava sempre atenta a tudo.
— Há, então está apenas esperando ficar prontos os anéis. -
Repentinamente Hans se levantava da mesa deixando todos confusos.
Menos Ernest que acabava por ganhar a partida e ao se vangloriar não reparava ao seu redor.
— Quem é o imbecil agora em ? —
— Continua sendo você Ernest. -
Dagmar se levantava da cadeira enquanto falava tais palavras a o segundo da linhagem.
Ia atrás de Hans, mas era segurada pelo braço por Haroldo que apenas acenava com a cabeça que ela não fosse atrás de Hans.
E mais adiante eles viam a sua mãe se levantar da poltrona e seguir o mais novo.
Dagmar logo entendeu o recado.
22:10
O Jardim sempre podia ser um refúgio para pensar além da biblioteca.
Naquela noite sem lua o príncipe olhava para o céu como se procurasse por respostas.
Mas ele sabia a resposta, sabia o que queria.
Mas seria certo depois de todo os problemas que ele trouxe a ela? E poderia haver ainda mais se resolve se ficar em Arendelle.
— Hans. -
Aquela voz com certeza surpreendeu o jovem. Esperava que em algum momento fosse seguido por Dagmar, Lars, Søren ou Charlotte.
Mas quem apareceu ali foi alguém totalmente inesperado.
Sua mãe.
Já acostumado ele apenas fazia uma reverência a ela. Mas a mesma nem pareceu prestar atenção naquele ato.
— Está pensando nela, suponho. -
— Também. -
O príncipe percebia sua mãe se aproximar ficando ao seu lado, mas naquele momento não olhavam um para o outro.
Olhavam apenas as estrelas a frente.
— E no que mais estaria pensando ? -
— Não quero trazer mais problemas do que eu causei a ela. -
Ele suspirou fechando os olhos mas logo os abria ao sentir a mão de sua mãe em seu ombro.
— Se você acha que amá-la irá trazer problemas a ela você está enganado Hans. -
Agora virada para seu filho a rainha apontava o dedo para o mesmo.
Quem olhasse de longe pensaria que ela fazia alguma ameaça. Mas não poderiam estar mais errado.
— E o que você entende disso? —
— Mais do que você imagina.
Hans, quando casei com seu pai eu não fiz isso porque o amava. Vocês sabem disto. Foi algo totalmente armado, arranjado ao bel prazer das diplomacias.
Mas você Hans, você tem a possibilidade de estar com quem sempre amou, uma mulher que retribui do mesmo modo.
Não desperdice essa chance.
Não desperdice a chance de ser feliz. -
O príncipe estava pasmo.
Nunca imaginaria tais palavras direcionadas a ele por sua mãe. Ele então fez a coisa mais lógica a se fazer naquele momento.
Há abraçava.
E ela retribuía aquele abraço de seu filho mais novo.
— Eu estou confuso. Eu a amo mais não quero que ela sofra. -
A voz abafada do príncipe era ouvida por sua mãe.
— Você pode ir com a gente é tomar a decisão nas Ilhas se preferir.
Mas você sabe bem o lugar do qual você pertence Hans. -
24 de julho. — retorno
— Não, eu não sei. -
Elsa olhava para a rainha mãe, estava visivelmente confusa com a revelação de que Hans pretendia deixar Arendelle.
— Ele disse que não quer lhe fazer sofrer, lhe trazer mais problemas.
Mais sei que se ele fizer isso, poderá ser o maior erro da vida dele. -
Aquelas palavras deixaram Elsa atônita.
— Sofrer? Não, não. -
A rainha mãe olhava para Elsa e aproximava da mesma.
— Hans daria tudo para estar com você; mas é a escolha dele de ir embora, uma atitude ingênua e medrosa, por tanto.... Agora é hora de vossa majestade decidir por vocês dois. -
Elsa olhava para a janela e ouvia se mais uma batida repentina na porta.
Dessa vez era Anna.
Ao ver que Elsa conversava com a mãe de Hans, ela fazia uma reverência.
— Voltarei mais tarde. -
— Não será preciso minha cara, eu e a rainha terminamos a conversa. -
Elsa e Anna viam a rainha mãe fazer uma breve reverência as elas e logo saia do ambiente deixando somente as duas irmãs de Arendelle.
Havia vários dos irmãos de Hans andando pelo castelo, muitos ajudavam ele a levar as coisas até o navio.
Ou ao menos por enquanto tirar os objetos do quarto do qual ele ficou hospedado. O navio partiria na manhã seguinte e muitas coisas já estavam sendo levadas para fora.
Aquela movimentação chamava a atenção de Anna que saia de seu quarto curiosa.
E logo descobria o que estava havendo.
Assim corria até Elsa que se encontrava no escritório.
Elsa olhava para a porta que era fechada.
Pensava em tudo que ouvira da rainha mãe. Mas seria certo impedi-lo?
— Vai mesmo deixá-lo partir ? —
A pergunta de Anna despertava Elsa de seus pensamentos.
A cada dia Anna parecia surpreender mais.
Foi uma grande e rápida mudança de uma Anna que a cerca de três meses atrás estava histérica com a volta do príncipe e sua relação com a irmã e a Anna que agora incentiva Elsa a seguir em frente.
Mas não fazia aquilo cegamente.
Nesse período perceberá que ele realmente amava sua irmã. Era um intenso sentimento recíproco que havia entre eles.
Não era uma ideia que havia aceitado totalmente, mas faria tudo pela felicidade de Elsa.
— E a escolha dele Anna. -
— Uma escolha muito idiota diga se de passagem.
Ele não cansa de fazer escolhas erradas. Mas você pode mudar isso Elsa, você quer e ele também.
O maior problema é o medo.
Vocês pensam demais e fazer de menos. E nem sempre a escolha racional e a certa a ser feita. -
Anna sorria para sua irmã de modo mais doce que conseguia.
— Vai atrás dele. -
Sim, Elsa sabia que era essa a escolha certa.
Escolher de ter a felicidade ao lado dele.
Ela saia correndo exasperada do escritório surpreendendo Anna.
— Corra Elsa, corra! -
Pelos corredores via se a rainha andar rapidamente, esbarrando em todos ao mesmo tempo que pedia milhares de desculpas até chegar em uma das portas daquele corredor, o quarto de Hans.
10:23
Charlotte andava naquele quarto olhando para a estante enquanto caminhava com uma maleta em suas mãos.
Pegaria algumas coisas que ainda estavam ali.
Entre todos os objetos um chamava a atenção: a boneca de pano que Hans ainda guardará depois de todos esses anos.
Ao botar as mãos na boneca a porta do quarto era aberta e lá estava Elsa.
— Hans? —
Logo Elsa percebia que não era o príncipe que estava no quarto mas sim sua irmã.
Charlotte olhava para Elsa de modo um tanto assustada pela repentina aparição da rainha ali.
Uma Elsa que se encontrava ofegante.
— Está tudo bem Elsa? -
Charlotte olhava para a rainha com certa estranheza, por um momento pensou que Elsa não passava bem.
— Onde está Hans? -
Antes mesmo de terminar a frase Charlotte via Elsa correr porta a fora.
Aquilo deixava Charlotte curiosa, logo Elsa era seguida pela por ela. Não demorava a ser a única pois tal atitude chamava a atenção.
Logo muitos começaram a segui-la não só os irmãos Westergaards como funcionários do castelo.
Nunca haviam visto a rainha assim.
Ela corria até o lado de fora, ultrapassando os portões do castelo e indo até a cidade chamando a atenção de ainda mais gente.
Porque a rainha estava assim?
Quando percebeu estava no cais.
Onde tudo começou.
Onde a anos atrás Hans aportará com Dagmar, Charlotte e Lars para passar uma semana em Arendelle.
Na distante primavera de 1824.
E ali via ele, descendo de um dos navios.Pensativo ele nem percebeu que Elsa estava ali.
Mas logo reparava pelas sombras que se projetadas no chão do qual olhava que algo estava estranho.
Olhando a sua frente via surpreso não só Elsa parada na entrada do cais assim como quase toda a capital atrás.
Mas simplesmente não ligou para a presença de todas aquelas pessoas. Principalmente quando Elsa correu de encontro a ele e o abraçando.
— Elsa? Está tudo bem? -
Estava surpreso com aquela atitude tão repentina, ela esbaforida correndo e o abraçando quase o jogando no chão.
Nada diziam.
Mas sabiam exatamente o que se passava em seus corações.
Ela desfazia o abraço e o olhava nos olhos cor de esmeralda do príncipe.
— Elsa. -
Ele botava as suas mãos nos ombros dela retribuindo o olhar.
— Eu não posso Elsa, não posso trazer mais problemas do que eu já trouxe, todos esses... -
Ele era calado por Elsa que botava um dedo próximo aos seus lábios sinalizando que ele devia se calar.
— Seu lugar é aqui comigo Hans. Em Arendelle. -
Com aquele sorriso ele demonstrava que havia entendido o recado.
— Sim, minha rainha. -
Seus rostos então se aproximava e o beijo era visto por todas aquelas pessoas que estavam também no cais.
Logo eram ovacionados pela população deixando Elsa ligeiramente corada enquanto Hans ria gentil vendo Elsa vermelha.
18:02
O sol começava se pôr fazendo a cidade se iluminar com as luzes assim como as estrelas que também começavam a aparecer naquela redoma celeste.
Elsa se arrumava.
Gerda ajudava a dar os últimos toques na rainha.
Hoje teria uma festa como um adeus aos Westergaard que em sua maioria voltariam as Ilhas do Sul na manhã seguinte.
— Que bom que o príncipe Hans ficará em Arendelle não é mesmo? -
— Sim. -
A resposta a Elsa era simples, mas também não precisava dizer muito. O seu sorriso a denunciava.
Após botar a coroa em sua cabeça ela saia do quarto.
No fim daquele extenso corredor encontrava se Kai que a estava esperando para poder anunciá-la.
E logo após isso ela entrava naquele salão que estava cheio de vida.
Todos ali se curva vamos enquanto ela andava até o trono.
Também não demorava muito para o rei Lars ser anunciado junto com a mulher e o filho. Já todos os outros príncipes das Ilhas do Sul já estavam ali aproveitando a festa.
— Você está incrível Elsa! -
Anna aproximava se de sua irmã e como sempre logo atrás vinha Kristoff. Não importa o quanto ele usasse aquelas roupas de gala da realeza.
O mesmo sempre parecia desconfortável nele.
— Obrigada Anna. Você também está linda. -
Mas Anna não demorava muito falando com a sua irmã.
Ela parava de falar por um momento quando viu que os olhares de Elsa focaram-se em outra coisa.
Finalmente o príncipe Hans aproximava se do trono onde Elsa estava sentada.
Vendo como sua irmã ficava Anna apenas dava um leve riso e dava uma leve cotovelada em Elsa a acordando para a realidade.
— Vai lá. -
Com este incentivo Elsa descia os poucos degraus de onde ficava o trono e seguia até o príncipe que parava a frente dela com um sorriso.
— Elsa. -
Ele nem fazia questão de esconder mais aquele sentimento.
Segurando a mão de Elsa o príncipe andava com ela até uma área mais reservada passando por todo o salão a onde foram visto por todos.
Seguia diretamente ao corredor e subiu as escadas.
Ali ele aproximava se de uma porta de vidro com pesadas cortinas próximas a porta. Afastando as cortinas e abrindo a porta Hans dava passagem a Elsa para que ela fosse a varanda do qual tal porta dava acesso ao mesmo tempo que olhava para o corredor vazio.
Logo fechava as cortinas e trancava a porta por fora, queria privacidade naquele momento com ela.
— Porque estamos aqui Hans ? -
Ao ouvir as palavras dela ele se virava com um sorriso olhando para vossa majestade.
— Precisava falar com você Elsa. -
O príncipe ia em direção a grade de madeira que separava a varanda que dava para uma vista em direção aos fiordes e o mar iluminado pela lua.
— Durante anos da minha vida, desde que eu me lembro, sentia me um estranho em uma terra estrangeira, sentia não me pertencente a terra do qual nasci, nem mesmo a meu povo.
Sempre fui taxado por quase todos como o décimo terceiro, o miserável sem chance, o indesejado. Me levaram durante muito tempo a acreditar piamente que eu nunca seria ninguém, sempre viveria à sombra de toda minha família.
Mas então em um dia de primavera Charlotte me puxou e botou contra a parede enquanto apontava o dedo na minha cara e falava: Esteja convidado a viajar comigo e Dagmar. -
Ele por um momento parava e ria lembrando se de como Charlotte havia lhe convidado a viagem de um modo um tanto ameaçador.
— Passei por diversos lugares durante quase três meses mas em Arendelle foi o único lugar do qual senti algo diferente, algo que não sentia nem nas Ilhas do Sul.
Sabia no fundo que pertencia verdadeiramente a este lugar. -
Retomando o fôlego que precisava naquele momento o príncipe nervosamente sorria.
Elsa não tinha como ver mas as mãos sem luvas do príncipe estavam tremidas.
Ele estava tremendo.
— E ao te conhecer percebi que era aqui que estava minha felicidade. -
Hans então virava se a Elsa que escutava tudo atentamente enquanto suas mãos estavam em seu peito como uma tentativa de que seu coração acelerado acalma se.
Mau sabia ela que o coração de Hans estava no mesmo compasso acelerado que o dela.
— E desde aquela semana eu sonho com você Elsa.
Eu sei que cometi erros do qual não deveriam acontecer sob nenhuma circunstância.
Mas mostrei que mudei.
Mais meus sentimentos nunca mudarão.
Nem o meu maior sonho.… -
Ao vê lo se ajoelhar diante de si Elsa perdia o ar.
E ao ver Hans tirava do bolso de seu casaco uma pequena caixa do qual era aberta, mostrando seu conteúdo, seus olhos azuis se arregalaram, não conseguindo acreditar no que estava acontecendo.
Ali dentro da caixinha tinha um anel de diamantes, com um pequeno símbolo de um floco de neve.
— Meu maior sonho sempre foi estar ao seu lado.
Casa comigo Elsa ? -
Ela ficava alguns segundos processar o que estava acontecendo enquanto Hans continuava com um sorriso a sua frente.
— Sim, sim eu aceito Hans, eu aceito. -
Mesmo que quiser-se Hans não conseguia esconder o grande sorriso que tinha em seus lábios, assim como Elsa.
— lembra o que o Kai disse, mão direita. -
Após a fala de Elsa, Hans pegava o anel e botava na mão de Elsa que olhava aquele gesto delicado e apaixonado do príncipe.
E sobre as luzes da aurora boreal que começava a aparecer no céu, Hans beijava novamente a sua rainha.
Ele poderia ainda ser considerado como apenas o décimo terceiro, mas isso não importava.
Nenhuma nomeação importava a ele.
Queria apenas ser considerado o rei para a rainha que sempre amou.
No salão não só a aurora boreal chamava a atenção dos convidados como também a fina neve que começava a cair lentamente do lado de fora.
Em pleno verão Elsa fazia novamente nevar em Arendelle.
Søren debruçado próximo a uma das janelas olhava para fora, já imaginava o porque da neve cair naquele momento.
— Acho que vamos ter ainda mais motivos para visitar Arendelle. -
Ele falava exatamente com sua mãe, a rainha Mald assim como Lars que aproximavam da mesma janela para olhar a beleza da neve que caía no jardim.
— O lugar a qual Hans pertence.... -
21:02
A festa era brevemente interrompida.
Kai tinha um anúncio a fazer como assistente pessoal da rainha.
Ao terem suas atenções chamadas todos da festa viravam se em direção a pequena elevação próximo ao trono real do qual estava vazio no momento.
— Saúdem o novo casal real.
A rainha Elsa de Arendelle aceitou o pedido de casamento do príncipe Hans das Ilhas do Sul. —
Ao ouvir aquilo certas pessoas entravam em ecstasy.
Então após o breve burburinho terminar Kai anunciava os noivos que desciam de braços dados um ao lado do outro.
Elsa e Hans tinham sorrisos genuínos estampados em seus rostos
E então começava os votos de felicidade ao casal, algo que durava um tempo considerável.
Algo que Hans e Elsa lembrariam como um dos dias mais felizes de suas vidas.
'' A suprema felicidade da vida é ter a convicção de que somos amados. ''
— Victor Hugo.
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