Cantarella
5 The Violin and The Cantarella - Capítulo 5
Notas iniciais
Enfim, o baile se aproxima...
Espero que gostem do capítulo.
A solução do Akaito é.......
– Qual seria a solução para o meu problema, Akaito? E por que você me ajudaria?
– Eu apenas tive dó de você. — Akaito se sentou no banco, que não estava muito longe de onde eu estava sentado.
– Isso é mentira. Você jamais me ajudaria por vontade própria.
– Eu sei o quanto você está sofrendo. Acredite, já passei por isso.
– Seu coração é frio como gelo. Duvido que você tenha amado alguma vez na sua vida. Você matava passarinhos quando éramos crianças apenas pelo prazer de vê-los sofrer, agonizando enquanto morriam.
– Você não tem ideia do que está falando... Eu já gostei de uma pessoa sim. Ela não me deu valor, como a Miku faz com você. E eu apenas dei um jeito na situação. — Akaito assumiu uma expressão de tristeza, não deixando de ser frio.
– E qual seria a sua solução?
– Apenas dê isso para ela. Isso resolverá todos os seus problemas. — Akaito tirou um pequeno frasco de um de seus bolsos. O frasco continha um líquido azul escuro.
– O que é isso? — perguntei, pegando o frasco.
– Se chama Cantarella. Isso fará a Miku dormir por muito tempo. Coloque tudo na bebida dela, sem ela perceber. — Akaito cruzou os braços atrás da cabeça e se recostou no banco.
– EU AMO A MIKU! JAMAIS OFERECERIA ALGO QUE CAUSASSE ALGUM MAL A ELA! — gritei com Akaito, não acreditando no que meu irmão me sugeria.
– Você prefere fazer isso ou vê-la subir no altar com outro? Além do mais, o outro é o Len...
– Eu não tenho nada contra o Len! Só não acho certo que ela se case com alguém que eu sempre considerei meu amigo! — eu tinha ficado de pé, irritado com as idiotices do Akaito.
– De qualquer jeito, fique com a Cantarella. Você que decide... No fim das contas, você não resistirá. A vingança geralmente é maior do que a racionalidade. — Akaito se levantou e saiu do labirinto, me deixando sozinho.
– Eu não vou usá-la! Jamais farei mal algum para a minha amada Miku! — gritei para o vazio.
– Você usará e se arrependerá, assim como eu. O amor é grande mas o ódio pode ser maior. Espere só até vê-la com o outro... Você não suportará a dor. Realmente, os Shion's não tem sorte no amor.... — Akaito sussurrou para o vento, sabendo que eu jamais tomaria conhecimento de suas palavras, de seu aviso. Eu jamais saberia do arrependimento do meu irmão.
No dia seguinte, vi Miku conversando com o Len no jardim. A Rin estava na biblioteca, conversando com Gakupo. Acho que aqueles dois estavam novamente plenejando alguma coisa. Eu continuava a observar Len e Miku quando vejo algo que não me agrada. O Len abraça a Miku.
POV Miku
Por que Len estava me abraçando? Será que ele gostava de mim? Será que havia algo errado?
– L-Len?? O que houve?
– Miku, faz tempo que sei que vamos nos casar. Eu estou com medo. Eu... Eu não sei se gosto de você como amiga ou como noiva. É difícil diferenciar uma coisa da outra. — Len gaguejava, tropeçava nas palavras, nervoso.
– E-Etto... L-Len??
– O QUE VOCÊ PENSA QUE ESTÁ FAZENDO, KAGAMINE? — eu fui arrancada dos braços de Len e empurrada, por uma sombra azul.
– O que VOCÊ pensa que está fazendo, Shion? — Len parecia enfurecido com Kaito.
– Kaito? Len? O que vocês estão fazendo? — Rin chegou correndo, junto de Gakupo. Kaito e Len trocavam socos e chutes.
– Vocês estão loucos? — Gakupo perguntava enquanto separava os dois. Kaito tinha um filete de sangue escorrendo por um dos cantos de sua boca e Len também, com a diferença que o nariz de Len também tinha um pouco de sangue.
– É melhor irmos para casa, Len. — Rin arrastava Len para casa.
– Digo o mesmo. É melhor você ir pro seu quarto, Kaito. — Gakupo puxava Kaito, que olhava com um olhar maléfico para Len que, por sua vez, devolvia o olhar.
Não encontrei com Len depois do ocorrido. O dia seguinte não foi interessante e nem relevante. O baile seria na noite seguinte. Fui para minha cama, certa de que o mascarado viria me observar, como fazia toda noite.
POV Kaito
Tatoeba fukai shigemi no naka suberi koma sete
"Uma enferrujada... Corrente se quebra"
Tsunaida ase no kaori ni tada okasa resou
"Correndo onde não há ninguém"
Senti que as correntes que prendiam meu coração, que me ajudavam a não cometer uma loucura, foram rompidas no instante em que tomei uma decisão. Depois de anos, destranquei meu violino e peguei minha máscara. Tocaria novamente para a Miku.
Subi na sacada do quarto de minha amada e comecei a tocar. Miku acordou e foi até a sacada, se sentando no corrimão para me ouvir tocar. As imagens de uma pequena Miku e da Miku atual passeavam pela minha mente. Continuei tocando a música, agora apelidada de Cantarella, não sabendo se essa seria a última vez que tocaria para Miku.
Quando a música acaba, Miku vem em minha direção. Faço sinal para ela ficar quieta e tiro a rosa que estava presa em minha roupa. É uma única rosa azul escuro, com um laço da mesma cor amarrado. Prendo a rosa em seus cabelos e a levo até a cama. Miku se deita e me olha. Eu apenas faço uma reverência e vou embora, deixando uma Miku confusa e cheia de dúvidas.
Fiquei na biblioteca durante a maior parte do tempo no dia seguinte. Niguém viu a Miku durante esse tempo. Mais tarde, quando ela apareceu, ela apenas disse que foi resolver alguns problemas. Voltei para o meu quarto, esperando as horas passarem.
Notas finais
E eu repito. Sem reviews, sem história!!!!!
Vou deixar vocês sem o baile... MUAHAHAAHHAAHA *desvia de vários objetos aleatórios*
Brincadeira! Mas, reviewem [?]!!!
Kissus~~~~♥
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