Notas iniciais
Gente comecei a escrever ontem o primeiro capítulo e fiquei doida pra postar logo ele aqui, me deu um surto de inspiração ontem, kkk. O próximo a depender de vocês pode ou não demorar, iram ter que me estimular a escrever logo. Espero que gostem :)

18 anos depois...

POV EDWARD

Finalmente havia chegado o grande dia, amanhã eu completaria dezoito anos e assim meu desejo de menino se realizaria, começaria a participar das missões da aldeia, como meu pai me prometeu. Aro Volturi era um homem duro, muitos diziam que não possuía nenhum tipo de sentimento, mas não o culpo, ele nunca conseguiu superar a morte da sua mulher, minha adorada mãe. Até hoje sinto falta de seus carinhos, dos seus lindos olhos e sorrisos, mas aos meus doze anos ela começou a ficar muito doente e como naquela época não possuímos condições financeiras para trata-la, acabou vindo posteriormente a falecer. E foi isso que despertou no meu pai o ódio pelos ricos que destratava os mais necessitados e esbanjavam sua riqueza pelo reino. Surgindo posteriormente nosso pequeno bando e dor de cabeça de todos aqueles nobres fúteis. Somos conhecidos pelos ricos como um bando de vagabundo, porém para os pobres nós somos como figuras místicas, sua salvação. Nosso lema era roubar dos ricos para ajudar os mais necessitados, lógico que nem todos concordavam com nossa maneira de viver, mas nós não ligávamos.

Então depois de muito treinamento e expectativa, finalmente minha primeira missão havia sido designada. Já estava me preparando quando Tanya, a mulher que meu pai queria com que eu me cansasse aparece.

–Tenha muito cuidado Edward, já tá me dando um aberto no coração, só de pensar nas coisas perigos que você vai fazer.

–Não precisa se preocupar Tanya, você sabe muito bem que eu estava doido pra que esse dia chegasse, e todos aqui têm que ajudar e como filho do líder da aldeia eu tenho que mostrar que posso futuramente ficar no lugar do meu pai. Então relaxe, que quando eu voltar irei te trazer um presente – disse enquanto beijava os seus lábios.

Eu gostava de Tanya, não posso negar que ela era a moça mais bonita e desejada daquela aldeia, muitos homens lhe cobiçavam, mas não sentia por ela nada mais além de atração, e meu pai sempre ficava repetindo que ela era a mulher certa pra eu me casar, moça de respeito e de família. Mal sabia ele que ela não era nada santa, quando tivemos nossa primeira noite juntos, ela nem mais virgem era. Sempre fugia dessa conversa, pois agora não era hora de pensar em compromisso.

–Edward venha aqui – chamou meu pai.

Aro era um homem alto e com longos cabelos negros, apesar de ser um excelente espadachim, sempre possuía uma conduta típica de um nobre; era muito respeitado por todos e nunca ninguém se atreveria a desacata-lo.

–Espero que você esteja mesmo preparado filho, pois essa missão será muito perigosa.

–Não se preocupe pai, nunca irei decepcionar o senhor.

–Isso é o que eu espero, vamos que já estão nos esperando.

Nossas missões sempre consistiam em roubar dos nobres que trafegavam pela floresta, fazendo algum tipo de viagem, nunca agíamos com crueldade e só matávamos alguém se não houvesse alternativa, não éramos cruéis e sanguinários, e tudo que pudéssemos pegar era pra ajudar no sustento da nossa aldeia e para aquelas pessoas que estavam passando por extremas necessidades. Nossa fama já era tanta que nossa aldeia crescia cada vez mais, aparecia mais gente disposta a nos ajudar e também procurando nossa ajuda; até já ouvimos o boato que o rei de Forks havia proposto muito dinheiro para aqueles que conseguissem nos levar até o seu castelo como prisioneiros.

Quando chegamos ao cômodo onde sempre debatíamos sobre os nossos planos, todos já se encontravam, todos homens guerreiros e que meu pai confiava cegamente.

–Caros amigos, por informações muito seguras, descobri que o príncipe Anthony está voltando da sua longa viajem para comemorar seu aniversário de dezoito anos em seu reino. Essa é nossa grande oportunidade de roubar do nosso próprio rei, aquele tirano que usurpa o poder, gastando ouros em futilidade e deixando o seu povo na miséria, sem grandes expectativas de vida.

–Tem certeza Aro que estamos preparados? A guarda do reino é muito forte, além de possuir um grande armamento. – Disse Alex Denali, braço direito do meu pai e também pai de Tanya.

–Caro amigo, eles podem ter o melhor armamento, mas não se esqueça de que nós temos a floresta ao nosso favor, ela nos ajudará no elemento surpresa.

Depois de planejarmos tudo, ficou decidido que Alex irei liderar o grupo, o que me deixou um pouco chateado, eu queria mostrar para todos a minha capacidade de liderança, mas fiquei calado, eu ainda teria muitas oportunidades para isso. Iriam eu, Sam, Emmett, Alec e Seth; o que me deixou muito feliz, já que, eramos grandes amigos.

Sam era ótimo preparando armadilhas, na nossa infância ele sempre aprontava uma, deixando às vezes eu e Emmett presos em árvores ou em algum buraco. Emmett é como se fosse um irmão mais velho pra mim, na verdade nós somos primos, ele é gingante igual um urso, todos que não o conhecem morrem de medo dele, mas ele é super brincalham, apesar de ser muito bom com a espada, sua especialidade é na luta corpo a corpo. Alec é excelente no arco e flecha, nunca errou nenhuma mira; é um homem de poucas palavras, ninguém sabe ao certo de onde veio, chegou até a nossa aldeia querendo nos ajudar. E Seth é o irmão da minha falecida mãe, sempre tive um grande carinho por ele, foi ele que me ensinou tudo, já que, meu pai sempre andava ocupado.

Partiríamos esta noite, enquanto a carruagem do príncipe passava pelos nossos territórios. Já sentia a adrenalina e aquela vontade de mostrar a minha capacidade para todos. Sam estava preparando as armadilhas para assustar os cavalos, pois aproveitaríamos o momento de distração dos guardas em tentar acalma-los para atacar.

–Estejam todos preparados assim que os cavalos pararem, nós entramos em ação, Alec você ficará escondido entre as árvores e caso um dos guardas nos ataque pra matar você o acerta; Edward e Seth vocês ficaram responsáveis em pegar os pertences do príncipe enquanto eu, Emmett e Sam distraímos os guardas, lembrem-se nosso lema é roubar e só matamos pra salvar nossas vidas, não devemos ser comparados a ladrões sanguinários e sim o salvadores dos pobres.

Ficamos escondidos entre a mata, só esperando. Até que a carruagem finalmente aparece, junto com ela vinha cinco guardas com seus cavalos na frente e atrás mais cinco, assim que os animais passaram pela armadilha de Sam ficaram todos agitados alguns guardas acabaram até caindo com tudo no chão ao perderem o equilíbrio e outros tentavam acalmar aqueles que estavam puxando a condução do príncipe. E este era o nosso momento, Alex deu o aviso e todos nós começamos a colocar o plano em ação. Alex, Sam e Emmett foram à frente a fim de distraírem os guardas e eu e Seth estávamos preparados em pegar os pertencer do mimado príncipe, com certeza aquele babaca deveria tá agora se tremendo todo de medo. Enquanto eu saqueava a bagagem real que se encontrava encima da carruagem, Seth foi roubar do próprio almofadinha. Estava eu levando um pequeno baú, que descobrir está cheio de joias até Alec, quando escuto o grito do meu tio.

–Alec saia daqui junto com o baú, depois nos encontramos.

–Não posso deixar vocês aqui Edward.

–Faça isso Alec, está tudo sobre controle.

Alec sempre me obedecia, e saiu correndo levando junto o baú. Rapidamente fui até onde escutei o grito do meu tio e para minha surpresa o mesmo tinha um ferimento no braço, ocasionada pela espada do príncipe, parece que tínhamos o subestimado, pois meu tio Seth era excelente com a espada, não pensei duas vezes e fui ajuda-lo. E o príncipe e eu começamos a guerrear, um não conseguia atingir o outro, estava impressionado com sua capacidade, mas em um momento de distração dele consegui fazer um machucado em seu rosto, o que o desejou enfurecido, começando atacar com tudo, só vim a parar quando senti uma pontada de uma espada em minhas costas.

–EDWARD! – gritou meu tio.

–FUJAM TODOS! – gritei para todos.

Nosso plano tinha fracassado, acabamos subestimando nosso adversário. Seth tentou correr até mim, mas foi impedido por Alex e todos saíram correndo.

–Guardas prendam esse imundo, no castelo eu decido o que faço com essa escória. Plebeu você se arrependerá por ter se atrevido a me machucar – disse enquanto proferia um soco na minha barriga.

POV ANTHONY

–Então querida Victoria, meu querido primo disse que está preparando meu assassinato em meu aniversário de dezoito anos, pra que assim possa quando meu pai falecer assumir o trono? – perguntei enquanto abocanhava um dos seus seios.

–Sim, majestade – disse ela entregue ao prazer.

–E como ele pretende fazer isso? – continuei com minhas carícias, colocando um dos meus dedos em sua entrada.

–Ele não disse, quando ia falar acabou adormecendo por conta do excesso de álcool.

Que idiota, como um babaca desse sonhava em ser o futuro rei de Forks; ele não me conhecia e se arrependeria por tentar atentar contra a minha vida. Eu já estava desconfiando que meu querido primo Laurent, o segundo da sucessão ao trono, estava aprontando algo. Por isso que mandei Victoria lhe seduzir e obter informações daquele otário.

–Querida Victoria acho que devo parar por aqui, você não cumpriu direitinho sua missão.

–Por favor, majestade, tenha piedade de mim – disse a safada enquanto tentava aprofundar meus dedos em sua entrada.

Victoria era uma viúva muito fogosa e já frequentou a cama de vários nobres, mas eu era o seu favorito, sempre estava fazendo as minhas vontades. Era uma mulher que chamava a atenção de todos com os seus longos cabelos ruivos e um corpo de deixar qualquer homem louco.

–Você vai ter que me fazer mudar de ideia então. – disse sorrindo, já sabendo qual seria seu movimento.

Já sacando o que eu queria, ela já foi abocanhando o meu membro, e começou a mover-se de cima para baixo no meu extenso pau. Empurrei sua cabeça, fazendo com que aprofundasse cada vez mais sua deliciosa boca, fechei os olhos já sentindo o prazer me dominar e acabei gozando. E como se estivesse bebendo o melhor dos vinhos Victoria bebeu com impaciência cada gota do meu sêmen.

–Adoro a sua boca, agora vire de quatro que você tá merecendo uma bela de uma recompensa.

Pude ver os brilhos nos seus olhos, e quando ela empinou aquele gostoso traseiro, já fui proferindo alguns golpes nele, o que a deseja cada vez mais excitada.

–O que você deseja querida? –perguntei enquanto puxava seus cabelos para abocanhar seus lábios.

–Eu quero ser preenchida por você majestade – falou ela se contorcendo de prazer.

Não esperei mais nenhum minuto e empurrei com força meu membro em sua entrada, comecei a estocar rápido e com força, cada vez mais dentro, enquanto que com as mãos acariciava os seus seios.

–Quem está te possuindo querida?

–Vossa majestade, Anthony Cullen – falou ela cheia de prazer.

Não parei o meu ritmo, até que senti os músculos de seu sexo pulsarem e apertarem o meu extenso membro e depois do seu gozo, dei mais duas estocadas e acabei gozando dentro dela. Ficamos um momento recuperando as forças.

–Victoria você irá comigo até o castelo, quero que descubra melhor o que meu querido priminho está aprontando.

–Pode deixar alteza. – disse ela sorrindo, enquanto estimulava novamente o meu pau pra começar a galopar nele, essa noite prometia.

xxx

Não queria perder mais nenhum momento e decidi aquela noite mesmo voltar para o castelo, minha mãe estava planejando fazer uma grande festa para comemorar meu aniversário de dezoito anos e eu tinha que descobrir o mais rápido possível o que Laurent pretendia fazer. Enquanto estava pensando num plano de desmascara-lo a carruagem dá uma chacoalhada.

–O que inferno está acontecendo?

E do nada escuto gritos, só me faltava essa um bando de plebeus nojentos querendo me saquear. Não esperei e sai da carruagem pronto pra acabar com aquela palhaçada. Um idiota veio logo pra cima de mim, e com uma raiva descomunal por estarem me perturbando acertei minha espada no seu braço lhe causando um grande ferimento. Estava pronto para acabar com aquele infeliz quando do nada aparece outro daquela classe imunda, o sujeito até que lutava muito bem, mas o que mais me impressionou enquanto estávamos brigando é que eu percebi que ele era muito parecido comigo. Como uma rale como ele, poderia ter traços iguais a os meus? E nesse momento de distração o desgraçado acertou a espada um pouco no meu belo rosto. Já ia me preparar para lhe golpear com tudo, quando um dos meus guardas lhe aponta a espada nas suas costas. Vendo que seus planos haviam fracassado aquele insolente grita para que os outros fujam.

–Guardas prendam esse imundo, no castelo eu decido o que faço com essa escória. Plebeu você se arrependerá por ter se atrevido a me machucar – disse enquanto proferia um soco em sua barriga.

Entrei na minha carruagem sorrindo, porque um plano brilhante havia sido formado na minha cabeça.

Notas finais
Estou esperando ansiosa seus comentários!