Notas iniciais
Conversamos lá em baixo :)

POV EDWARD

Eu só pensava em uma coisa neste momento: havia decepcionado o meu pai. Quando eu finalmente tive a oportunidade de participar de uma missão eu fracasso e ainda sou capturado por aquele almofadinha. Estava com muita raiva de mim mesmo e me sentindo um inútil. Mas eu precisava ser rápido, tenho plena certeza que eles primeiramente me torturariam para depois me matarem, o rei não perdoaria a nossa audácia de tentar rouba-lo. Já havia se passado um dia desde que eles me deixaram trancado neste calabouço a pedido do príncipe, e ainda não consegui bolar um plano de sair desse lugar imundo, já tinha até apanhado feio de um dos guardas quando parti pra cima dele quando o idiota estava distraído pra assim conseguir fugir, mas para o meu azar outro apareceu na hora e a seção de esmurrar o Edward não terminou tão cedo. Estava eu aqui tentando bolar algum plano decente, quando abrem a porta.

–Levanta imundo – disse um dos guardas enquanto chutava minhas costas. – o príncipe Anthony quer falar com você plebeu, então eu espero nenhuma gracinha, porque senão a surra dessa fez vai ser bem pior.

Levantei e fui seguindo-o, curioso pra saber o que aquele príncipe metido queria comigo, só esperava que não fosse pra dizer o dia e o horário em que eu seria morto, eu ainda tinha esperança de que meu pai e amigos consigam me tirar desse lugar, embora seja uma missão suicida, ainda sonhava com essa possibilidade. Fui levado ao que parecia ser a biblioteca do castelo e havia um homem que eu tinha certeza que era o príncipe almofadinha de costa olhando alguma coisa na imensa janela que havia naquele aposento.

–Vossa majestade, trouxe o plebeu conforme solicitado.

–Pode deixar o traste ai, e trate de sair.

–Deixar os dois sozinhos sua alteza? – disse o idiota do guarda com cara de espanto.

–Por acaso você é surdo, saia agora mesmo daqui, quero ter uma conversa particular com esse plebeu.

Ele nem tentou mais argumenta e saiu correndo dos aposentos. E Assim que a porta é fechada e nos encontramos sozinhos, o príncipe vira-se, e eu fico literalmente em choque. Como isso era possível? Parecia que eu estava olhando minha imagem refletida em um espelho, nós éramos idênticos.

–Então plebeu parece que você também percebeu. Saiba que eu não fiquei nada feliz quando percebi que um imundo como você se parece comigo. Deu-me vontade de naquele momento acabar logo com a sua raça, por se atrever a tentar a me roubar, eu um sangue azul, o príncipe e futuro rei de Forks. Mas você vai me servir e como. Por isso que pouparei a sua vida se você seguir direitinho o meu brilhante plano.

–Que plano?

–Cale-se, que eu ainda não permiti que você me dirigisse à palavra! Você preza pela sua vida e da sua imunda gente, plebeu? Então eu espero que você faça tudo o que eu lhe falarei agora, porque senão além de eu acabar com você sua aldeia será destruída. Pensa que eu não sei a localização de vocês? – disse ele rindo ao ver minha cara de espanto – Todos aqui, especialmente meu querido pai, estão loucos pra acabar com esses imundos que se intitulam os salvadores dos pobres. Então faz alguns meses que eu contratei profissionais para tentar localizar no meio da floresta sua querida aldeia.

Será que ele estava falando a verdade? Meu coração começou a bater acelerado, e minhas mãos começaram a suar e na minha mente começou a se passa os rostos de todas as pessoas que eu prezava e que parecia pelo jeito estarem correndo um grande perigo.

–Então vamos ao que interessa. Serei breve e não repetirei minhas palavras, então preste bastante atenção. Eu acabei descobrindo recentemente que amanha pela noite, onde será realizado um baile para comemorar meu aniversário de dezoito anos, que o meu primo tentará de alguma forma me matar, não sei ainda o que ele pretende fazer. E é ai que você entra, terá que se passar por mim nesta noite e assim vai ter que descobrir como o meu querido primo pretende me matar, senão plebeu que vai acabar morrendo é você. – disse ele sorrindo sarcasticamente pra mim. – Espero que você seja esperto, pois vai ter que desmascara-lo no baile, para que assim o idiota seja preso por traição ao reino para que depois sua sentença de morte seja decretada.

Eu só podia esta sonhando, como ele esperava que eu me passasse por ele, pois apesar de sermos idênticos fisicamente, nós éramos completamente diferentes.

–Eu não sei se isso vai dá certo – acabei sussurrando, mas o príncipe acabou escutando muito bem.

–Você vai ter que fazer dá certo plebeu, pois além da sua vida está em risco a dos seus queridos parentes e amigos também estão.

–E como eu terei certeza que você poupará a minha vida e da minha gente? – disse tomando coragem e lhe encarando.

–Ora como ousa! Eu cumpro com as minhas palavras seu imundo e você terá que se contentar com isso se não quer morre agora mesmo. Você deveria é está agradecido por eu está poupado a sua vida.

Eu não tinha pra onde correr, precisava fazer o que ele estava falando, já que, pelo seu olhar eu sabia muito bem que ele não estava brincando.

–Então vamos deixar de enrolação – disse ele enquanto se dirigia até a porta. – Chame agora mesmo lady Victoria – falou pra um dos guardas.

Ficamos encarando um ao outro, quando a porta abriu entrando uma mulher de cabelos da cor do fogo e exalando sensualidade.

–Chamou-me, Vossa Majestade?

–Sim Victoria, vamos colocar nosso plano em prática. Aqui está o plebeu que eu lhe falei.

Ela olhou para mim e me encarou surpresa.

–Quando o senhor me falou que ele era muito parecido com Vossa Majestade, pensei que estava brincando, mas vocês são idênticos. Como isso é possível? Se não fosse pelas vestes eu não conseguiria diferencia-los.

Parece que o príncipe não gostou nadinha do que escutou e lançou um olhar raivoso para aquela mulher.

–Vamos logo ao que interessa plebeu você receberá aulas de Lady Victória para que assim possa aprender modos, coisa que você não deve ter – disse sorrindo – Espero que aprenda tudo rapidamente, porque amanha já é o dia do baile, e você deve prezar a sua cabeça e a do seu povo imundo.

O idiota acabou saindo, me deixando sozinho com aquela mulher. E ao que parece eu não tinha escolha, não poderia arriscar a vida de todos os meus entes queridos.

POV BELLA

–Bella cadê você? – gritou minha melhor amiga Alice.

Continuei escondida no alto da árvore, queria ter um momento só pra mim. É lógico que eu adorava minha amiga, mas Alice estes dias estava muito chata, só vivia tagarelando sobre o baile que comemoraria o aniversário do príncipe de Forks. Só de lembra-me dele, eu ficava irritada. Ele era o tipo de homem que eu quero bem longe de mim; mesquinho, que só se preocupa com si mesmo; tenho até pena do reino de Forks quando este crápula for assumir o trono.

–Sabia que você estava aqui Bellinha – disse meu irmão Jasper sorrindo para mim.

–Fica quito Jasper, não quero que Alice me encontre.

–E posso saber por que você está se escondendo dela?

–Porque aquela tagarela não para de falar no baile, que vestidos devemos usar, penteados, já estou cansada disso, você sabe muito bem que odeio estas futilidades.

–Se nossa mãe escuta você falando assim garota – diz ele rindo.

–Nossa mãe já devia se conformar que eu sou um caso perdido com essas tarefas típicas femininas. E deixando esse assunto de lado querido irmão, você cumprirá com a sua promessa né?

–Ai Bellinha eu não sei, se alguém descobrir.

–Larga de ser chato Jasper, você prometeu e não esqueça que eu irei te ajuda a conquistar Alice.

–Tá certo, tá certo. Mas se algo de errado acontecer, você será a única culpada, nem meta meu nome nisso.

–Pode deixar – disse rindo e abraçando ele fortemente.

–Achei você Bella, que amiga malvada você é. Desça logo daí que precisamos nos arrumar para o baile.

Pronto à anã me encontrou e agora eu teria que enfrentar vestidos, maquiagens, penteados; e se eu conheço Alice, eu não sairia tão cedo do meu quarto.

Notas finais
To triste porque eu sei que tem gente acompanhando a história, mas não está deixando seu comentário. Por favor gente eu gosto de saber o que vocês estão achando pra que assim eu possa melhorar. Bjs!