Can You Feel The Love?
1 Começando.
Notas iniciais
Segunda, aquilo nunca me emocionava principalmente quando você olhava a seu redor e parecia que ninguém lhe notava. Estava entrando na aula de Matemática quando me empurraram. Achei que fosse minha irmã mais velha Rosalie. Aquela sim me odiava. Olhei para trás e a vi passando como se não tivesse acontecido nada. Levantei-me como nada tivesse acontecido tambem, mais fui logo derrubada de novo e as amigas de Rosalie passaram em cima de mim como se eu fosse um nada, não era surpresa aquilo. Respirei fundo e fui pro meu lugar, peguei um fone de ouvido, meu cabelo estava solto então não era possível do professor perceber. Eu tinha parado na minha musica preferida ao chegar à escola então era fácil abaixar a cabeça, pegar uma folha e rabiscar o que o professor rabiscava na lousa.
-Isabella? – chamou o professor e eu logo puxei o fone e guardei o celular. Levantando a cabeça
-Sim?
-Pode vim a lousa, por favor? – apenas assenti me levantei e fui até onde tinha uma conta meio complicada de se resolver. Terminando de resolver senti uma bolinha de papel bater em minhas costas e caindo no chão, a peguei e fui me sentar.
“Nerd vai procurar sua turma menina estranha”
Levantei-me da carteira e fui até a porta a abrindo e saindo e no mesmo momento que sai o sinal tocou. Minhas próximas aulas foram quase às mesmas coisas menos Historia humana e geografia internacional, onde minha turma eram os nerd’s
Tinha terminado as aulas, coloquei meus fones de ouvido e procurei: Call my name.
Entrei em meu carro curtindo a musica até que um idiota entrou na minha frente fazendo eu breca, quase fazendo eu bater a cabeça no volante.
-Esta doido? – gritei, mais pareceu que ele nem me escutou. Segui caminho mudando a musica freneticamente. Vi Rosalie com o seu porsche vermelho passando por mim com suas amigas. Provavelmente ela vai ao shopping já que elas tagarelavam.
Cheguei a casa e vi meu pai La.
-Pai? O que faz aqui? – perguntei me aproximando dele e ele digitava no notebook dele. O abracei de lado e ele pareceu me notar finalmente.
-Oh meu amor, me desculpe, não tinha notado que era você.
-Tudo bem! O que tanto faz para não prestar atenção na sua filha predileta? – perguntei fazendo piada.
-Bom, estou mesmo é procurando faculdades. Quero ver qual é a melhor para você e Rosalie estudarem.
-Pai! – ele me olhou de lado e levantei uma sobrancelha negando – Papai, eu e Rose, nós não nos damos muito... bem! – admiti
-Ola Papai! – falou Rosalie tirando meus braços de volta dele e colocando os dela.
-Sua irmã tambem existe Rosalie. –implicou papai.
-Oi! – disse ela me olhando de cima em baixo.
-Rosalie! – papai a advertiu.
-O que? Não fiz nada! – se defendeu
-Pai a nana esta na cozinha? – perguntei
-Sim, querida!
-Oi, amor. Oi Filha linda. – disse minha madrasta entrando em casa com varias sacolas.
-Oi mamãe – falou Rosalie ainda abraçada ao meu pai.
-Oi amor. – disse meu pai e de fininho fui para a cozinha, mais ainda podendo escutar – Bella?
...
-Isso querida, agora devagar, devagar. Bom. – exclamava Nana enquanto eu colocava leite condensado em cima do bolo – Viu?Não é tão difícil fazer o Bolo Quebra Nozes – explicou e eu sorri.
-Nada é difícil quando você ensina – falei sorrindo.
-Ah tica, você um dia será muito feliz, isso eu lhe garanto, meu anjo! – falou acariciando meu rosto.
-ISABELA! – gritou provavelmente minha madrasta.
-Já to indo! – respondi falando tchau para nana e indo até onde se encontrava Rosalie e Nathalia. – Sim? – perguntei me sentando no sofá.
- O que é isso menina? Mais modo! Levante e pergunte se pode se sentar! – reclamou e fiz o que ela mandou
-Posso me sentar? – perguntei de mau gosto
-Não! – falou Rosalie e a olhei incrédula. – Vai la no meu carro e pegue as minhas compras e não deixe cair nenhuma.
-E a gente tem mordomo por quê? – perguntei dando as costas
-Eu não confio muito neles – rolei os olhos e fui com a ajuda de Caius um dos nossos mordomos.
-Bella ainda não sei por que você agüenta! – disse ele como sempre me falava
-É por causa do meu pai. Se não estaria longe. – respondi
Depois disso a tarde foi rápida e divertida, Nana e Caius entrou em meu quarto e eles começaram a me arrumar, como se eu fosse uma princesa. Uma parte boa sobre Caius ele era gay, então papai não se preocupava quando ele ficava perto de mim e a gente ficava horas no meu quarto.
-Se comporte! – dizia Nana e eu fiquei ainda mais confusa. Ela tinha feito umas ondas em meu cabelo que sempre foi liso, Caius tinha separado meu melhor vestido e uma sapatilha.
-O que esta acontecendo? – perguntei e houve três batidas leves na minha porta.
-Bella! Oh você esta pronta?Para que? – perguntou minha madrasta
-Eu tambem não sei! – exclamei e ouvi risadas vindas do andar de baixo.
-Mais querida você não vai poder ir com essa roupa. -disse ela me olhando de cima a baixo, ela prendeu meu cabelo com uma piranha e me deu uma roupa das faxineiras – você servira as comidas hoje, se não ficara trancada sem seu computador! – ameaçou ela
-Tudo bem – falei abaixando a cabeça – só vou retirar essa maquiagem.
-Não demore – falou Caius e Nana olhava incrédulos a mim quanto a Nathalia – e vocês dois? O que fazem aqui?
-Ajudando Bella a se arrumar – falou Nana.
-E você? – perguntou para Caius.
-Só vim avisar que os convidados chegaram – Caius não podia confrontá-la
- Então desça e vá recebê-los! – mandou ela, já trocada, com aquela roupa ridícula e meu all star vermelho, cabelo preso pela piranha- Como esta linda querida! – falou e eu simplesmente revirei os olhos.
A noite parecia lenta, e quando eles finalmente se sentaram, Nathalia pegou aquele sininho insuportável e o tocou. E eu fui com a jarra de suco e vinho até eles.
-Isabela? – perguntou meu pai – O que esta fazendo com essa roupa?
Fale com o autor