Caminhos
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Esperamos que gostem, e que se envolvam com a história.
Hoje pela manhã, minha barriga falou comigo. Eu estava faminta. Desde que aconteceu essa crise desses comedores de carne... meus pais foram mortos por eles. Tinha 15 anos quando vi os meus pais sendo massacrados pelos comedores de carne. E eu não pude fazer nada. Minha irmã infelizmente está desaparecida, e tenho fé, ainda vou encontra-la.
Hoje faz um ano desde da invasão dos mortos malditos. Sabe, apareceram muitas pessoas a quem pude chamar de amigos. Todos morreram como verdadeiros guerreiros. O último humano com que andei foi o Joe. Ele tinha 20 anos e estava na mesma situação, procurando a sua família. Ele lutou como um verdadeiro guerreiro sobre vivente, e muitas das coisas aprendi com ele. Mas no final... Ele morreu sabendo que estava me salvando deles. Desde então ando só.
Minhas regras de sobre vivência são:
Não uso armas que fazem barulho porque o barulho atraem zumbis,e eu não quero aqueles comedores de carne perto de mim;
Se caso estiver acompanhada por uma pessoa e ela for mordida, dependendo do lugar do corpo(perna,braços) eu decepo, agora ser for em um lugar impossível de ser retirado eu mato, e não adianta implorar;
Nunca saia a noite pois isso pode ser um grande erro, sair a noite é pedi para morrer
E uma nova regra que eu sempre sigo,é nunca confie em ninguém. Por isso mate ela antes que ela faça isso com você;
Infelizmente existe os canibais que muitos consideram como zumbi. Mas não passa de pessoas morrendo de fome. Eu me tornaria uma canibal também,se tivesse titica na minha cabeça, quer dizer, a natureza em si já oferece tudo o que você precisa, e é assim que me alimento, de frutas e alguns insetos. Animais até como, quando eu acho um que por sinal é meio difícil hoje em dia. Por sorte fiz treinamento em um acampamento quando tinha 12 anos. Aprendi o básico, como fazer fogo, sobre vivência na floresta entre outros. E o Joe me ensinou o resto.
Apesar de na época eu ser muito nova, eu adorava esse tipo de coisa. Até por que o acampamento que eu frequentava era de alto nível. Não era aquele tipo de acampamento de verão em que as crianças iriam só para passar o tempo, ou quando não tinham nada para fazer nas férias. O acampamento era do tipo em que as pessoas usavam espadas, facas, entres outras armas. Lá eu treinava tiro ao alvo com facas e arco e flecha. Eu acho que é por isso que eu sou tão durona. Não sei o real motivo de meu pai ter escolhido esse acampamento ou onde ele achou. Mas agradeço desde então.
Estou a procura de abrigo. Morrendo de fome. Até agora não encontrei nenhuma arvore com frutas ou algo do tipo. Talvez devesse ir pra cidade...mas corro o risco de ser atacada. Por isso prefiro a natureza. Parece que eles não se simpatizam com a natureza. Isso é bom, eu acho. Isso é muito estranho, na verdade. É muito raro eu encontrar um comedor de carne por aqui. Eles vivem na cidade. Malditos. Vou ter que me preparar.
Uma hora da tarde. Se a fome não me matar, o calor faz o trabalho. A mochila nas minhas costas é como um elefante me puxando para o chão. Além de faminta, desidratada, ainda estou cansada. Mas não posso desistir. Sou forte. Consegui viver por quase um ano sozinha. A esperança é a última que morre. Vamos encarar essa molezinha. Risos insanos. É a fome. Tudo bem eu ficar louca. Eu estando viva, ta valendo. E sei que minha irmã esta viva. Tudo é por ela. Vale o esforço. Luto por ela.
Imediatamente pego minhas coisas. Armas, roupas. Ponho uma faca escondida na bota. Por sorte os videogames me caíram bem. Aprendi tudo sobre armas -as duas que estou carregando na bolsa é calibre vinte e dois. Pequenas. Mas serve para alguma coisa. Achei elas em uma cabana junto com uma espada .Mas só uso em caso de emergência. Sair atirando por ai não é uma coisa muito inteligente de ser fazer. Joe disse que eles são atraídos pelo o barulho. Então faço o máximo para não fazer nem um tipo de barulho quando entro em algum lugar. Prefiro usar o meu arco e flecha. No acampamento aprendi arremessos de facas. No começo é meio difícil de acertar o alvo, mas depois pega a manha. Já estou pronta ir ate a cidade. Mais não sei se vou ter energia suficiente para encara a queles comedores de carne. Prefiro morre tentando.
Vamos la!
Coração bate forte. Suor caindo.
Pego a espada e corto as folhas gigantes em meu caminho. Mosquitos me picando. Que droga. Não sou doce. Quanto mais me aproximo da cidade, mais minhas pernas tremem. É como se eu fosse fazer meu primeiro show. Finalmente encontro uma estrada. Mas que droga. Tenho que caminhar mais alguns quilômetros. Respiro fundo. Dá para aguentar. Depois de horas andando na estrada vejo um pequeno mercado logo no começo da entrada para uma pequena cidade. Tomara que tenha comida lá. Antes de me aproximar, observo atentamente para ver se não tem nem um comedor de carne. Não tem nenhum deles, apenas uma estrada longa e vazia. Caminho cuidadosamente até o mercado. Chego na porta do pequeno mercado. Respiro fundo, empurro a porta. Sem trabalho ela abre facilmente. Pego minha bolsa e tiro minha faca. Fecho a bolsa e encaixo nas minhas costas, dentro do meu short. Olho atentamente visualizando o local. Espero alguns minutos. Não ouço nada, e então me parece ''área limpa'' e então entro a procura de comida. Dentro do mercado esta tudo sujo. Um cheiro insuportável de cadáver. Ponho minha mochila em cima do balcão. Ando ate as prateleiras. Vasculho as prateleiras. Muitas comidas estragadas por conta do tempo. Um vento forte bate na janela de vidro. Tomei um susto pensando que era um comedor de carne. Para minha surpresa, minha mão bate em uma garrafa de vidro que cai ao chão, fico paralisada. Observo com a esperança de que nenhum zumbi tenha ouvido. Tarde de mais. quatro comedores de carne entram pela porta da frente que eu, inclusive, havia esquecido de fechar. Fiquei sem reação, pois estava muito fraca. Não tinha a mínima condição de lutar com um zumbi. Juntei o resto da energia que tinha e peguei a faca que tinha guardado na bolsa. Deixo a bolsa de lado.caminho por trás das prateleiras tentando me esconder. Por incrível que pareça eu piso nos casco do vidro que eu tinha se espalhado ao chão. Mas como eu sou burra. Um deles me avista. E vem em minha direção. Tentei não fazer tanto barulho pra chamar a atenção dos outros dois, porque eles são mais forte do que eu. E eu não estava em condições de mata três zumbis de uma vez só. Esperei ele vim ate mim. Sem demora enfiei a faca na cabeça dele. um deles escutou o barulho do corpo caindo ao chão. Foi em direção ao barulho. Tirei a faca da cabeça dele e fui para outro compartimento. Chamei a atenção dele. Ele vem em minha direção. Aguando ele chegou perto de mim enfiei a faca na cabeça dele. O outro vil a situação e vem ao meu encontro. Virei o zumbi que tinha acabado de matar para o outro lado deixando ele cair ao chão. Tentei pegar a faca, mas a faca ficou presa na cabeça do maldito. Corri para o balcão onde estava as minhas armas. Peguei a minha outra faca. Eles estava vindo em minha direção. Arremessei a faca que estava na minha mão. A faca quase atravessou o crânio dele. Estava fazendo o mínimo de barulho pra não atrai outros zumbis. Fui em direção a porta para tenta fechá-la. Eu já estava muito cansada. Não sabia se aguentaria por muito tempo. Eu avia escapado repetidas vezes de situações assim. Nas não sei se escaparia dessa. Só no fato de pensar em Natalli minha irmã, imaginava que ela estava em apuros e teria que salvá-la, apesar dela esta realmente perdida por aí. Pequei a espada. Já sem energia, fiquei de frente para ele. Ele veio rastejando em minha direção. Com a espada na mão, apontada para o chão, espero o maldito. Quando ele chega perto de mim, levanto a espada com as duas mão e passo diretamente em seu pescoço. Sua cabeça foi para longe do corpo. O sangue espirrou em meu rosto. Estava tão cansada que a espada que estava em minha mão,pesava como uma barra de ferro. Soltei a espada e logo desmaiei de fome,e de cansada.
Quando acordei, já tinha anoitecido, fiquei muito preocupada pensando onde iria passar a noite. Mas resolvi deixar essa pensamento para lar e fui atrás de comida. Novamente vasculhei o pequeno mercado. Já que não tinha comida nas prateleiras fui atrás de comida nos fundo do mercado. Lá encontro um deposito. Por sorte a porta estava aberta. Na porta tinha um pedaço de papel. Nele tinha uma pequena mensagem datilografada que dizia simplesmente "pegue o que quiser". Então abri a porta .tinha umas coxias.peguei uma e abri.nossa quando vi a quilo pensei que estava no paraíso.tinha biscoitos,chilito,entre outras coisas. Apesar de ser porcaria, aquilo para mim é oro. E ate por que comida hoje em dia não deve ser dispensada. Vasculhei outras caixas. Encontrei água. Pronto para mim na quele momento eu estava no paraíso. Então resolvi passar a noite ali mesmo.
Pela manha puis alguns biscoito e garrafa de água na mochila. Tinha recuperado toda as minhas energia. Estava pronta para outra. Sai do mercado e segui em frente em busca de natalli. Vou encontra-la. Sei disso.
Notas finais
Obg.
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