Cake
1 Capítulo Único - Cake
Notas iniciais
Abriu a porta, entrando em sua casa, logo, sentiu o cheiro de bolo.
– Hinata? – chamou-a.
– Aqui na cozinha! – respondeu gritando, para Neji lhe ouvir.
Ele andou até lá, tirando o paletó e a gravata, no caminho.
Chegando lá, encontrou Hinata decorando um bolo de chocolate. Torceu a boca.
– Oi. – falou olhando rapidamente pra ele, logo se voltando para o bolo.
– Hinata – chamou.
– Sim? – respondeu sem parar de decorar o bolo. Ele estava bonito, a cobertura de chocolate e os pedaços de frutas diversas no bolo o deixava bastante atrativo, claro, se ele gostasse de doces, ele até pensaria em comer um pedaço.
– Pronto! – falou e olhou orgulhosa para seu “trabalho”.
– Hm,- resmungou – tem tempo pra mim agora? – puxou-a pela cintura, ela estava suja de farinha, massa de bolo e alguma coisas coloridas. Antes que Neji pudesse a beijar, ela pegou um pouco de farinha e o sujou. Ele fez uma careta de desagrado e ela riu.
– Você quer um pedaço? – Hinata perguntou esperando um sonoro não, Neji odiava doce.
– Não. – ela estava certa. – Você sabe que odeio doces. – resmungou – por que você ainda faz essas coisas?
Ela riu e o abraçou, o sujando.
– Porque eu gosto, e você sabia disso quando se casou comigo, Neji Hyuuga. – Hinata rebateu, arteira.
– Até hoje me pergunto o que eu tinha na cabeça. – fez uma cara de desolado.
– Ei! – falou o socando no braço, e rindo ao mesmo tempo.
– Sabe, não tem graça casar com uma mulher que tem o mesmo sobrenome que você. – ela ia protestar mas ele a puxou e falou em seu ouvido. Parecendo triste. – As pessoas não entendem que você é minha.
– Oh, – fingiu surpresa. Mas se aproximou do ouvido dele. – Querido, eu sei que sou sua. Isso não basta? – perguntou fingindo inocência.
– Oh, sim, – Neji colou ainda mais seu corpo ao dela — se é que isso seja possível! – Claro que basta, querida. – puxou-a para um beijo faminto.
Quando o ar faltou, Neji não esperou, desceu os beijos para o pescoço de Hinata, que jogou o pescoço para trás, dando mais acesso a Neji de seu pescoço.
Antes que percebesse, Neji já a encurralava contra o balcão da cozinha.
[] [] []
E, bem, agora eles estavam no quarto.
Depois de bem, transarem na bancada da cozinha, no sofá da sala, e no quarto. E, ah! Um amasso no corredor.
– Você ainda quer bolo?
– Você tentou me fazer não te fazer comer bolo com sexo?
– Claro que não, querida.
– Não deu certo, querido.
Enfiou uma colher de bolo na boca dele.
– De onde saiu esse bolo? – perguntou quando acabou de mastigar o que ela havia posto em sua boca.
Ela deu de ombros. E o beijou, ele logo sentindo algo sendo empurrado para sua boca.
– Foi jogo sujo. E isso foi nojento.
– Deixa de ser fresco, homem! – mostrou-lhe a língua – qual jeito você prefere?
– Quais minhas opções?
– Ou você come, ou eu faço isso descer goela a baixo, você querendo ou não.
– Aí depende. – sorriu com malícia, cheia de segundas, terceiras e até quartas intenções. – Eu vou ganhar uma recompensa?
– Se você for um bom menino…
Ele sorriu e a puxou pela cintura, começando um beijo pra lá de quente.
No final das contas, o bolo foi deixado de lado.
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