Café e Cavalo contra o Monstro de Arroz Queimado
2 Cachorrês
"-Simples, é só chegar lá, bater no monstro e fugir com a princesa, e aí vou poder me casar com ela!." Pensou café com um misto de alegria e medo um pouco antes de por as costas uma mochila com provisões, alguns itens de primeiro socorros e um saco de dormir. E então andou rumo a floresta sem nome, que ficava no caminho da montanha do arroz queimado. Adentrou a floresta após algumas horas e reparou o quanto ela parecia pavorosa. Pensou na sua caminha e do pão com requeijão que sua mãe fazia mas balançou a cabeça e pensou "- É a princesa amora, não posso desistir." E andando com medo foi seguindo até quase cair Pra trás ao perceber que tinha um grupo de ladroes a frente conversando enquanto seguravam em uma gaiola um cachorro que não parecia grande coisa, mas despertava em Café um sentimento de pena.
– Pode ser minha chance de mostrar Pra mim mesmo que eu posso! — pensou café e logo veio a cabeça de que trouxera tudo menos uma arma consigo, e mesmo de trouxesse de nada adiantaria ja que não sabia como usar. Ficou frustrado e resolveu dar meia volta, mas ao se virar bateu de frente com uma parede. Um ladrão, o maior deles, estava bem atras de Café.
– Olha só o que achei !
– Oh, uma criança! Pegue-o podemos vende-lo a um bom preço. — disse o outro ladrão que era magro e tinha um nariz pontudo.
– nhan nhan — disse um outro gordo que parecia ter sérios problemas mentais.
– Por favor! Não sou ninguém, só estou perdido, tenham dó, sou apenas uma criança — disse Café fazendo cara de pidão.
– Você é do reino de Caramelo, o pessoal da terra dos Muffins pagam bem por crianças Caramelianas.
A discussão parecia perdida, então café decidiu utilizar da força, que não era muita. Se soltou do ladrão mais alto e correu, mas o rapaz astuto, que aparentemente era o líder do grupo arremessou um dardo tranqüilizante que acertou a nuca do nosso herói.
Entao ele dormiu.
"No sonho ele andava em um lugar bonito cercado de brumas e de bons odores, num altar feito de pedra jazia um baú velho que logo chamou a atenção de Café, ele se aproximou estendeu as mãos para abrir o baú e uma ofuscante luz quase queimou seus olhos..."
E então acordou, E tudo estava pegando fogo. O cachorro a sua frente com cara de sapeca abanava o rabo e mantinha a língua Pra fora num sorriso canino bobo enquanto o acampamento dos ladroes queimava.
– Aonde foram? O que aconteceu?
– Auff!
– Eu sabia que não devia ter faltado aquelas aulas de cachorrês!
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