Notas iniciais
Hey meus amores? Como estão? Eu ia att semana passada, mas com a volta as aulas eu preciso me dedicar aos estudos. Também eu estou travada na escrita, mas como não queria enrolar muito para att eu trouxe o capítulo, está pequeno era para ser maior porq queria finalizar essa parte do trabalho nesse cap, mas como to com bloqueio achei melhor trazer ele logo, vou finalizar no próx, mas eu vou demorar para att, então peço desculpas desde já

Naquele mesmo dia, ao retornar para casa, estava tão, mas tão feliz que só faltava ir pulando pela rua e gritar aos quatro ventos sobre o quão alegre estava. Quando chegou em sua residência e finalizou todo o seu trabalhou, deitou-se em sua cama, seu corpo inteiro vibrava de felicidade, mesmo que tivesse se matado para finalizar o trabalho estava de bom humor, não conseguia nem mesmo tirar o sorriso bobo da cara, naquela noite dormiu como um bebê. E quando acordou… Foi quando a realidade bateu na sua cara, literalmente.

Estava tendo sonhos tão bons que acabou se assustando com o seu celular tocando, o que resultou beijar o chão, tão incrível. É o melhor jeito de se acordar. “Filho de uma… Ugh!”, bradou irritado, levantando-se do chão e passando seus dedos por entre os fios de seu cabelo e suspirando.

Ainda meio desorientado, foi para a cozinha preparar seu café. Ficou escorado no balcão de olhos fechados enquanto esperava a cafeteira fazer o seu trabalho — não estava afim de tomar o instantâneo —, escutava o barulho característico da máquina e era como se estivesse ouvindo uma bela sinfonia, nem parecia um pensamento de um viciado em cafeína.

Quando o café ficou pronto, já despejou o líquido em sua caneca preferida, bebericando logo em seguida e gemendo em apreciação. “Só faltava um donuts”, murmurou. Sim, Wade era um viciado em café e em rosquinhas. Assoprou o café preto e amargo do jeito que gosta e voltou a beber, mas no processo — o que foi um erro — olhou para o seu relógio, assustando-se com o horário: 13:45. Engasgou-se com o café acabando por seu queimar.

“Caralho”, gritou. Depositou a caneca na pia e foi correndo para o seu quarto. Ele tinha dormido demais ao ponto de nem ouvir o seu despertado, então, o que foi que tocou que acabou lhe acordando? Céus, tinha até medo de descobrir a resposta. E com razão; pensou que tinha sido um sonho, mas não, ele tinha o número de Peter, e Peter tinha o seu número. Não foi um sonho e agora seu celular tinha uma mensagem do atendente.

‘Oi, Wade, vou estar passando na sua casa meio logo, espero não errar no endereço, meu senso de direção é horrível.’

E ele enviou uma figurinha. Wade permanecia com os olhos arregalados, principalmente quando viu o estado da sua casa, no entanto, não se comparava ao seu quarto que tinha diversas roupas jogadas no chão. Em meio ao desespero, pegou uma camisa qualquer, que não estivesse com mal cheiro e vestiu-se. Pegou todas as outras peças do chão e praticamente enfiou dentro de seu armário — que já estava virando do avesso.

Foi correndo jogar uma água no rosto e tratou de organizar por cima o resto da casa, não precisava estar impecável, apenas apresentável. Viu algumas roupas sujas ao lado da máquina de lavar roupa, simplesmente jogou dentro da mesma e os produtos em seguida, por fim ligou a máquina e deixou ela fazer seu trabalho. Poderia estender quando Peter fosse embora.

Terminando de deixar tudo nos trinques, deu uma breve olhada pela janela, vendo um fusca amarelo estacionar em frente ao prédio, franziu o cenho antes de arregalar os olhos e ver Peter saindo. Saiu de perto da janela com o coração a mil e sentindo suas mãos suarem. Oh, céus, estava em pânico. Não era rápido demais? Pensava, mas espera, rápido com o que se ele estava vindo lhe ajudar no trabalho. Eles eram amigos, né? Talvez o cérebro de Wade estivesse em curto naquele momento.

Escutou seu interfone tocar e foi rápido para atendê-lo. Moveu-se até a porta e mesmo que estivesse extremamente nervoso, tentou não sorrir de uma maneira estranha, mas talvez tenha fracasso nisso, pois no momento em que Peter olhou para si deu uma sutil risada.

“Oi, Wade.” Ele tinha um sorriso tão fofo na opinião do mais velho.