Café largou a mochila no chão e seus braços agradeceram o gesto nobre. Não tinha mais importância aquelas provisões... "Ou voltarei por aqui tranquilamente é pegar novamente essa mochila, ou nem sairei daqui.." Com a espada ainda acordada em sua mão, com Cavalo o seguindo em sua forma natural ele foi seguindo as escadas que davam até o topo da montanha. Após uns 30 minutos de caminhada ele se deparou com uma enorme porta de madeira vermelha. Era a sala final. O cheiro de arroz queimado tomava conta do local e ele, decidido, empurrou a porta e presenciou a cena que mas lhe doeu. Sua princesa estava lá sentada em um sofá com cara de quem sofreu lavagem cerebral jogando vídeo-Game com o terrível monstro de arroz. Ele parecia feliz em ter a princesa como sua namorada, Msm

Que ela n fosse ela de fato.

– Largue já esse controle seu monstro, e venha me enfrentar como um homem.

O monstro se virou, olhou seu inimigo e sorriu.

– Você cometeu um grande erro garoto! — e sem se demorar abriu a boca e logo aquele líquido fétido de leite com mel foi na direção de Café, que agora, muito mais decidido e corajoso sacou a espada pirulito, e enquanto girava a mesma o líquido foi dispersado para longe do alvo. Vendo a oportunidade, o herói avançou sobre o monstro, que defendeu com um dos braços feito de arroz queimado. Um pedaço caiu no chão mais logo se juntou a sua perna e regenerou-se. Uns 20 minutos de porrada intensa se seguiram. Café apanhava, se erguia, batia, e o monstro se recuperava. Passado mais 20 minutos, ambos estavam cansados e Café propôs uma partida de vídeo-Game para resolver o problema. O monstro de arroz, que apesar se ser um monstro, ainda era civilizado, e aceitou.