Notas iniciais
Agora Rebecca tem 17 anos e descobre que tem algo na escola do condado, sua avó a matricula, e ai começa a sua caçada...

Tudo estava diferente depois de 10 anos, as pessoas olhavam diferente, e rejeitavam, a insultavam e no fundo sentiam medo, medo de que Rebecca os mate-os, assim como fez com os seus pais, mas ela não ligava para o que os habitantes de Philis pensavam dela, ela sabia a verdade, seus pais foram assassinados na frente dela, e ainda o coração de sua mãe sumiu, por motivos incompreensíveis, o que ela sabia, era que ela não podia confiar em ninguém, e nem contar também sobre aquela noite somente sua avó sabia, ela também foi uma caçadora, igual a sua mãe, isso devia ser passado de geração a geração, pois agora ela também era, uma CAÇADORA.

Rebecca estava totalmente diferente agora, ela andava sempre com a mesma roupa, lógico, ela tomava banho, e lavava ela, e ai ponhava de novo, mas essa era diferente, sua roupa era uma calça justa e rasgada no joelho e na coxa, sua blusa era preta, tinha um desenho de caveira, e era caída em um dos ombros, ela tinha um cinto com adagas em volta, tinha duas espadas, nas costas formando um X, seu cabelo era todo preto e transado, ela estava indo visitar a sua avó, pois por 10 anos elas treinaram juntas, por 10 anos elas compartilharam segredos, e por isso elas eram tão unidas, e hoje ela completava 100 anos, e Rebecca decidiu ir visita-la.

- Vovó?- Rc chamou- você está em casa?

A casa de sua avó ficava no centro da floresta, uma floresta cercada por espinhos, que cresceram ao longo do tempo, a casa era feita de madeira, toda de madeira, a porta era cercada por sempre vivas minusculas, todas brilhantes, quando abriu a porta sentiu algo diferente no ar, algo fedido, algo como ... TROLL.

Ela correu até a porta do porão, e encontrou um pano, era o lenço azul de ceda predileto de sua avó. Ao entrar lá dentro sentiu um odor mais forte, quando ela ascendeu a luz ela viu, uma fera enorme, com peles com crostas verdes, e uma tanga de penas de avestruz, e na sua mão direita uma clava, ele à encarou, e rugiu.

Ela correu na sua direção, e passou pelas pernas dele, ao chegar no final do corredor, encontrou uma parede cheia de sangue, e quando ela tocou a parede, uma porta começou a aparecer e formar uma passagem, mais sempre vivas apareceram formando um arco, ela ficou em dúvida, e decidiu entrar, ao passar pela porta, ela se encontrou numa caverna, uma caverna grande cheia de cristal, ela se virou para a porta novamente, e ela se fechou deixando nada mais que uma parede de cristais, ao continuar andando encontrou sua avó se arrastando para perto de um buraco, e nesse buraco avia uma luz azul.

Sua avó se jogou lá dentro, e por alguns minutos nada aconteceu, mas ela não desistiu, chegou mais perto, ela se agachou, e tocou no líquido, sua mão começou a cintilar, como se fosse uma estrela, ela chegou mais perto, e uma mão saio dela puxando ela para dentro do buraco, quando ela abriu os olhos ela estava na caverna de novo, sua visão ficou melhor, e ela pode ver sua avó com um brilho em suas costas, uma silhueta apareceu, era a sua mãe, como, isso .., era, impossível.

- Mãe — Rc perguntou confusa- é você mesma?

- Filhinha, como você está? — sua mãe brilhava num brilho azul celestial.

- Bem mas como isso, é ...- ela estava sem palavras, sua avó chegou ao seu lado, seus cabelos grisalhos, estavam caídos sobre o ombro, usava um vestido branco, e estava descalça- cade a marca de sangue vó.

- Aqui nada é o que parece, sua mãe está aqui por que você quer que esteja.

- Se eu imaginei a mamãe o que ...

- Eu imaginei, seu avô- neste instante outra luz cintilante apareceu, e um homem de aparência jovem, surgiu- ele avia morrido de câncer, bem antes de você nascer.

- Eu... eu não sei o que dizer, eu ...

.........

Ela estava no porão de novo, sua avó estava atras de uma caixa, e ela de outra, como?, pensou ela, ela estava em um lugar e de repente em outro, sua avó estava como ela a avia encontrado, toda suja de sangue, Rc a olhou nos olhos ela estava desesperada, já não era veloz, ou forte, como era a uns 50 anos antes, ela estava fraca, e só Rc podia salva-la do,TROLL.

Quando Rebecca olhou novamente, ele tinha sumido, deixando um rombo na parede, ela pediu para que sua avó ficasse quieta, e foi atras da besta, seguiu a sua pegada, só que o mais estranho era que as pegadas foram diminuindo, e virando pegadas, HUMANAS.

........

Alguns dias se passaram, e Rebecca decidiu investigar pela cidade em busca do TROLL, mas ele podia ser qualquer um até mesmo um adolescente, espera, era isso Rebecca avia percebido, que o único lugar onde se pode se esconder sem ser notado era em uma escola, pois um adulto e uma criança, ou bebê, não calçaria um sapato n° 39, era o que ela pensava.

1° DIA DE AULA

Era quarta-feira, e Elizabete, a avó de Rebecca a matriculou na escola do condado de Philis, para poder procurar o TROLL na escola. Ela teve que encantar a bolça com a ajuda de sua avó, para poder levar as lâminas dentro.

Seu uniforme, era uma saia xadrez acinzentada, uma blusa branca com uma gravata azul, e uma sapatilha preta de fivela, com uma meia enorme branca, seu cabelo estava solto com uma tiara segurando-o, um relógio, no pulso esquerdo, e para completar sua bolça escolar era rosa, para poder mostrar o sexo da pessoa.

- Essa escola é uma merda — disse Rc com raiva.

- Eu sei, minha neta, é só até você encontrar aquela fera orenda, e mata-la ai poderá sair, quando quiser, e lembre-se eu não to te obrigando você que quis isso, lembra.

- Lembro sim, mas não pensei que teria que usar, roupas parecendo a barbie.

- Você amava a barbie.

- Nunca mencione isso de novo.

- Desculpe-me mas é verdade, e ai está pronta?

- Mas do que nunca.

Elas se abraçaram e sua avó a beijou na testa, o ônibus chegou, e Rc a olhou e disse:

- Mas ele não vem até aqui.

- Eu sei, mas não vou arriscar que você vá de a pé, e seja morta, e mais uma coisa, isso é para você, eu o encantei com vodu, ele vai te ajudar a encontrar aquilo que você mas deseja encontrar- ela entregou um talismã para Rebecca, que o pendurou no pescoço, elas deram o último abraço — e por favor pare de pensar naquilo tudo na cabana viu.

- Mas eu ainda acho estranho tudo ter acontecido na caverna, e de repente eu estava no porão de novo.

- Haha, esquece isso meu amor, vai se não você vai se atrasar.

- Tchau, eu te amo vó.

................

O sinal tocou, e quando Rc decidiu entrar na sala, um jovem franzino passou por ela, ele tinha sardas na cara, usava óculos, e era estilo nerd, calção xadrez, e muito mais.

O talismã começou a brilhar, ela o encarou, e quando pensou em segui-lo, uma mão a puxou para dentro, era a professora, uma mulher alta corcunda e magra, ela usava uma roupa igual a dela, só que a saia era maior.

- Está atrasada, muito atrasada — seu cabelo era vermelho e estava em um rabo de cavalo, ela dava medo, usava um vidro redondo, preso numa correntinha, no olho esquerdo, seus olhos eram azuis.

- Foi mal, eu me chamo Rebecca Stohl, e a Sr.?- a professora, estremeceu por um minuto, e disse gaguejando.

- Betry, agora vá se sentar , Rebecca.

- Eu não posso, eu tava indo ao banheiro, por que eu estou naqueles dias — disse Rc sussurrando.

- Entendo, Stephany, leva a Sr. Stohl, por favor?

Neste estante, uma menina loira, toda de Rosa, de olhos azuis, e brilho labial rosa também, se levantou e olhou para Rebecca.

- OK.

.....

Não falaram nada no meio do caminho, ao chegar na pia do banheiro, ela olhou para Rc então disse:

- Então como é ser órfã, em ?

- Como?

- Você sabe, para quem mato os próprios pais, deve se sentir nas nuvens sem ter duas malas, para te encher.

- Cala essa sua boca Barbie.

- Do que você...

De repente a parede do banheiro se partiu, e o talismã da Rc começou a brilhar, era ele, o TROLL.

Notas finais
espero que gostem, te meio confuso, mas no final, tudo se revelara ....