Notas iniciais
SONG - https://www.youtube.com/watch?v=mnvpMK-APDI

Say Less — Roy Woods

Elena acordou pela madrugada por conta de seu sonho turbulento. Estava suada, e o ar ao seu redor parecia mais denso. Tudo em volta a incomodava, a chuva lá fora, o cobertor, a cama muito macia, seu cabelo grudado na testa por conta do suor.

Merda.

Sonho de merda.

Ela jogou o lençol no canto ao se sentar na cama e prender seus cabelos para amenizar seu incômodo, tateou a estante do lado da cama em busca do abajur, ao encontrar tentou ligá-lo, mas o mesmo não funcionava.

Ótimo.

Elena pegou o celular que estava na estante e o ligou, agradecendo por ele ter carga o suficiente pelo resto da noite se fosse necessário, ativou o modo lanterna e se levantou. Ela queria tomar um banho, nem se fosse nesse escuro, mas achou que não seria uma boa ideia.

Abriu a porta e iluminou o corredor. Não ouviu nenhum barulho o que a fez deduzir que Stefan estaria dormindo. Caminhou até a cozinha atrás de um copo de água, ao se refrescar foi até a sala despreocupada, o ambiente lá era mais ventilado e confortável de ficar, até um pouco frio demais o que a fizera pensar em ir pegar seu cobertor.

O corpo de Elena congelou na entrada do ambiente, na janela tinha uma silhueta escura e silenciosa. Elena fechou os olhos com força, tinha que ser imaginação, implorou. Seu coração apertou e sua respiração acelerou, ela notou que seus olhos lagrimejavam. Odiava assombração, odiava! Sempre brigava com Jeremy quando ele a assustara. Porra, tem que ser um maldito pesadelo.

Elena tomou coragem e abriu os olhos, mas afigura não estava mais ali, iluminou aquela aquele espaço para ter mais certeza, mas nem assim se acalmou. Ao contrario, a morena sentia sua bexiga incomodar, e sua nuca formigar ao sentir o frio. Ela iria fazer xixi ali com certeza, queria gritar por Stefan, mas achava que isso seria pior. Aquele filho da puta tinha que escolher um lugar assim pra viajar, ele tinha dinheiro pra ir pra qualquer lugar.

A morena escutou uma respiração e aquilo foi o pico pois...

“Buh”

“AHHHHH” Elena ia morrer do coração, ela se jogou no chão e começou rezar, mãos tremendo, voz falha. Tudo confuso. Até que ouviu uma gargalhada.

“Você tinha que ver sua cara” diz Stefan, não se controlando nas risadas.

Ah, sim. Ele era um filho da puta, Elena queria matá-lo ali mesmo se o motivo dela estar acordada não fosse de um sonho em que os dois transavam. Ela pegou o celular e iluminou a estatura de Stefan, ele ainda estava com os pijamas, uma blusa branca de mangas, calça moletom, e cabelos bagunçados.

“Você é um idiota, eu deveria te matar agora mesmo.” Diz Elena, ao tentar se acalmar.

Stefan ligou o celular, se acalmando depois de quase morrer de dar risada. Tinha se esquecido de quando gargalhou dessa maneira, mas assumiu que a ultima vez foi com seu amigo Tyler.

“Desculpe, mas foi engraçado.” Disse.

Elena fez muxoxo e se jogou na poltrona, ela queria era chutar ele isso sim. Stefan saiu da sala dizendo que iria ligar o gerador da casa e que a falta de luz deveria ser pela forte chuva que ocorria.

Não demorou muito para a luz voltar e Stefan aparecer na sala novamente. Elena notou que sua camisa estava molhada de suar assim como a dela, mas rapidamente virou o rosto. Se ela pudesse se controlar mais um pouco. Fazê-lo implorar.

Elena fingiu não notar quanto Stefan deu uma ligeira olhada para seu busto suado. Ela sabia que ele a queria, que se ela dissesse sim eles transariam naquele chão duro agora mesmo, contudo se retraia ao pensar que não passaria daquilo.

Stefan quebrou o silencio “Vou subir, a ventilação já voltou ao normal.” Disse se virando.

Ele parecia incomodado, Elena notou. Pensou se isso também se devia a sonhos quentes, respirações ofegantes e toques íntimos. Se sim, ela ficaria feliz. Muito feliz. Voltou a subir as escadas e entrou em seu quarto. Se jogou na cama, mas não se cobriu.

O quarto de Stefan era em frente ao seu, ele estava ali pertinho. Tão perto, mas tão longe de seu objetivo. Urgh. Elena queria que Katherine estivesse ali pra lhe empurrar no quarto de Stefan já nua. Deus, sua vagina estava úmida desde que acordara. Elena tocou sua intimidade, mas sabia que aquilo não seria o suficiente.

Oh, Stefan. Se você me deixasse entrar de verdade.

O medo de Elena não era necessariamente transar com seu ex-chefe sem compromisso. Era transar com ele e parecer mais uma, ela queria que ele se lembrasse dela, pedisse por ela.

Ela queria ser especial para ele. Muito especial, que, mesmo que não tivessem um relacionamento duradouro ele lembra-se dela conforme os anos passem.

Elena pegava fogo, na mente dela só vinha imagens de Stefan com a camisa branca de suor, o rosto úmido. Hm. A boca de Elena secava, oh, ela o queria tanto, tanto. O seu interior a traia de uma maneira, ela o necessitava, queria ser tocada e adorada, ela o queria. Por favor.

—-

Elena se encontrava em frente à porta de Stefan, não notara como chegou ali, não tinha controle de suas ações mais. Ela queria se entregar, ela queria saciar. Bateu na porta e logo a mesma se abriu. Os olhos de Stefan a estudou, o verde tão profundo e suas pupilas aumentadas. Isso, ele a queria. Elena se aliviou ao constatar. Ele queria por que ela podia ver sua ereção se formando na calça, ele queria por que ela viu Stefan passando a língua nos lábios, ele a queria por que logo em seguida ele passou o braço pela sua cintura e a puxou para o seu corpo, fechando sua porta em seguida.

Elena imaginava como Stefan a via, cabelo bagunçados, roupa suada e bochechas coradas. Ela ficou feliz ao saber, finalmente, que ele sentia o mesmo afago de tesão que ela passava por todo esse tempo.

Stefan se inclinou, Elena fechou os olhos para sentir tudo ao seu redor. A respiração quente dele contra o seu rosto, uma mão apertando sua cintura e outra sua bunda.

Stefan a beijou. Faminto, sem delicadeza, ele a beijava tão bem que Elena se dedicou a fazer o mesmo, movimentando suas mãos pelo corpo dele, costas, cabelo, nuca. Ela mal se importava mais com nada, ela não tinha mais sentido. Ela só deixou ser guiada e aquilo era tão bom, se sentia tão bem. Elena não contabilizou o tempo em que ficaram se beijando, mas chegou o momento em que Stefan parou e se dirigiu ao seu pescoço, chupando e mordendo, fazendo ela gemer com tamanho prazer. Ela roçava no corpo de Stefan, sua vagina implorando para ser tocada e logo foi atendida.

Stefan enfiou seus dedos, girando e girando, sempre indo atrás do ponto em que fazia ela gemer mais, mas ele subitamente parou, e Elena foi jogada na cama de casal. Ele a olhava com prazer, ele parecia tão urgente e necessitado, assim como ela.

Stefan tirou sua camisa e Elena admirou seu belo corpo suado, os músculos definidos. Ele era tão lindo, e eles estavam fazendo sexo. Sim, Elena mal esperava para tocá-lo e beijá-lo.

Stefan agarrou a barra de seu short e puxou com urgência, junto com sua calcinha. Jogou em algum lugar do cômodo que Elena não se importava. Então tirou sua camiseta, Elena se ocupou em tirar o sutiã. Sentia urgência ao fazer isso e liberdade quando os tirou. Stefan olhou para os seus seios com tanto desejo.

Eles não precisavam mais falar, Stefan se livrou de sua calça e eles voltaram a se beijar com veracidade. Os toques ficando mais íntimos e intensos, os sons de seus beijos eram maravilhosos.

Stefan beijou seu queixo, em seguido pescoço e chupou seu farto seio, ao mesmo tempo em que sua mão se ocupava com sua buceta molhada. Era tão bom.

Elena dirigiu sua mão para o pênis de Stefan, subindo e descendo no mesmo ritmo que Stefan fazia com sua vagina. Ela o ouviu gemer sob seus seios e isso a agradou, queria chupá-lo para poder ouvir mais, contudo Stefan foi mais rápido, tirando sua mão de lá e ficando de frente para sua vagina ele sorriu safado para ela antes mergulhar sua língua na sua vagina, chupando com vontade seu grelo repetida vezes.

Ela iria gozar ali. Ele era tão bom e dedicado na cama, poderia fazer isso todos os dias, se dedicar a ele com a mesma intensidade e atenção que ele a chupava. Ela se sentia apertada e suas pernas queriam se fechar, mas Stefan logo ocupou sua mão e a segurou. Elena revirava sua cabeça, ora puxava os cabelos de Stefan, ora puxava os lençóis da cama. Então ela veio, e sem pudor Stefan a recebeu em sua boca.

Era uma sensação maravilhosa, seu corpo estava em êxtase e tudo a sua volta era mais vibrante, as cores, tudo. Stefan não deu tempo para ela raciocinar, tomou sua boca novamente e a penetrou com vontade, fazendo Elena gritar seu nome, que novamente foi silenciado por ele.

Pelo com pele, os movimentos, tudo. Stefan era duro e urgente, ele se encontrava cheio de desejo. A fudia tão bem que Elena queria agradecer ele por isso, sim. Ela queria. Tão bom dentro dela.

As mãos de Elena se encontravam nas costas dele, arranhando, apertando. Seus olhos fechados enquanto o tempo passava. Tinha momento que ele ia devagar, uma tortura tão boa, depois se apressava a fazendo perder o juízo.

Eles estavam suados e a pela escorregadia do suor, o desejo era interminável. Continuaram nessa sincronia até que os dois possam se encontrar satisfeitos. Até que esqueçam seus problemas, até que esqueçam onde estavam, até que a única coisa que importava era aquele momento, aquela pessoa. Até que a única palavra que sejam capazes de pronunciar era o nome um do outro.

Notas finais
Finalmente ein? Galera, notei que tem gente lendo e adoraria ler a opinião de vcs, motiva bastante!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.