Notas iniciais
Muitas fofuras e momentos de tensão...

- O que?! – ele se apavorou – Como?! Quando?!

- Sua mãe chegou em casa e não achou ele. – explicou vermelha de tanto chorar. Ela tremia – Foi até a minha casa e eu disse que não tinha visto ele hoje. Ela também foi em todas as casas dos amigos dele...

- Se acalme. – aconselhou – O que o porteiro disse? Tem alguma gravação onde ele aparece?

- Ele disse que tem uma gravação dele no parquinho e depois ele some!

- Noah não deve ter fugido pelo portão – disse – Aqui é muito bem vigiado. Vamos procura-lo no playground novamente.

Ela assentiu ainda nervosa. Eles o procuraram dentro do parquinho, na lan-house, no salão de jogos...

- Ai meu Deus! – Angie gritou. Ela tinha ido para a área de piscina. Logo depois, ouviu-se um barulho de alguém caindo na água.

Will correu para alcança-la. Quando chegou lá, a viu nadando desesperadamente em direção a um corpo boiando na piscina.

- Noah!! – gritou agoniado.

Angie conseguiu pega-lo. Ele entrou na água para ajudá-la. Retiraram o corpo e colocaram deitado na borda. Os seus lábios estavam roxos e seu pele pálida. Não havia sinal de respiração.

Ela estava chorando, sem saber o que fazer e temendo o pior. Will começou a fazer respiração boca a boca. Tentou várias vezes, mas o corpo não respondia.

- Por favor, irmão! Acorda! – ele tentou uma última vez.

De repente, Noah arqueou as costas e tossiu água.

Angie começou a sorrir e chorar mais ainda de alegria. Ele a levantou as costas dele para que ficasse sentado.

- Graças a Deus! – exclamou ela, abraçando-o.

Will também abraçou os dois.

Depois que as coisas se acalmaram, eles subiram para casa onde Lúcia esperava notícias do filho.

- Noah, filho! – ela o abraçou forte, tentando conter as lágrimas – Onde vocês o acharam?

- Foi Angie que achou – explicou – Ela o achou na piscina.

- Obrigada, Angie! – ela a abraçou – Como posso te recompensar?

- Não preciso de nada, dona Lúcia. O meu presente é ver que ele está bem.

- Minha filha, você tem um coração muito bom. – elogiou-a – Muito abrigada, por tudo.

Ela sorriu. Depois que tudo entrou nos conformes, Will se despediu de Angie na porta.

- Obrigada. Você salvou a vida do meu irmão.

- Não foi nada – disse humilde – Eu faria tudo de novo e de novo.

Ele sorriu.

Os dois estavam com os olhos conectados e eles não queriam quebrar essa corrente de sentimentos que os unia. O que eles não conseguiram terminar hoje mais cedo, foi concluído nesse exato momento.

Notas finais
Primeiro beijo *-*