By my side
23 Capítulo 23
Notas iniciais
Anteriormente em By my side:
"– Eu te amo muito! – A loira disse totalmente apaixonada, Regina a beijou ternamente.
– Eu também, meu bem! – Sorriu e viu que a claridade estava começando a entrar no quarto. Olharam para o relógio que marcava seis e treze da manhã. A morena se levantou, enquanto Emma colocava sua calcinha, e fechou as cortinas, não deixando entrar nenhum tipo de claridade. Nenhuma palavra mais foi dita, os olhares por si só e os gestos falavam tudo. Deitaram na cama e a morena puxou sua namorada para seu peito. Dormiram apenas de calcinha e com um edredom por cima de seus corpos. A psicóloga estava muito feliz em ver Emma tranquila em seus braços, beijou-lhe a testa e entregou-se ao sono também. Afinal, após aquela noite era mais do que merecido."
Regina acordou no dia seguinte com muita sede e um pouco de falta de ar, olhou para a loira que dormia sobre seu corpo e logo soube o porquê de sua falta de ar. Sorriu com tal pensamento. À medida que despertava, a psicóloga lembrava da noite anterior e de como foi tudo perfeito, de como ficou tudo como estava planejado e até melhor. Lembrou-se também que não havia entregado seu presente à Emma.
Olhou para o bidê que estava ao lado da cama, e possuía um relógio que marcava 14:45. Não podia esperar que acordassem antes, até porque dormiram quase 7:00 da manhã. Como não queria acordar a namorada, Regina se levantou devagar, sentindo o ar gelado abraçar seu corpo, colocando um travesseiro no seu lugar que Emma prontamente abraçou e resmungou algumas palavras sem sentido e voltou a dormir. A morena percebeu que Emma era a coisinha mais adorável dormindo, Henry tinha a quem puxar. Nua, a psicóloga foi até o banheiro e não se preocupou em deixar a água do chuveiro escorrer por seu belo corpo, pelo contrário, demorou nesse ato. Saiu do banheiro quase vestida, mas se enfiou de baixo das cobertas novamente, pretendendo acordar a loira, já se passava das 15:00 horas e precisavam comer.
– Meu amorzinho. – A morena chamou a namorada baixinho, dando alguns beijos pelo rosto dela. – Acorda, por favor.
– Ah, não amor! – Falou se jogando por cima de Regina, que riu do ato é viu que Henry era igualzinho a loira.
– Nós precisamos renovar as energias. – Sorriu maliciosa. – E eu preciso te entregar meu presente! – Apertou-a em seus braços.
– Você disse presente?! – A psicóloga apenas sorriu e assentiu. – Mas Regina...
– Emma! Nem pense em protestar ou falar alguma coisa. – Cortou a namorada antes mesmo de ela falar, puxando Emma para sentar no seu colo. E a loira estava nua o que fez com que a morena se desconcentrasse um pouco. A loira percebendo o olhar da namorada, colocou dois dedos no queixo dela e levantou a cabeça dela que estava olhando diretamente para os seios dela. Emma riu com o ato.
– Ahn.. Me desculpe! – Sorriu envergonhada. Para acabar com o constrangimento, a loira puxou Regina pelo pescoço e a beijou carinhosamente. À medida que o beijo ia ganhando vida, as mãos da morena passavam pelas costas da outra, dando leves apertões. Emma já estava com as mãos na blusa da morena para tirar, mas a outra tomou consciência e parou o que estavam fazendo.
– Ah, Regina, qual é?! – Falou um tanto irritada.
– Nada nisso, vai se arrumar que eu vou fazer nosso almoço. – A loira não disse nada, apenas saiu de cima da namorada e foi para o banheiro, Regina foi atrás de Emma, mas sem sucesso porque a porta estava trancada. A morena apenas suspirou, terminou de se vestir e foi para a cozinha preparar o almoço.
Depois de quase uma hora, Regina estranhou a demora da namorada e foi atrás dela, que estava deitada na cama, com uma toalha enrolada em seu corpo e outra em seu cabelo é o celular estava na mão, provavelmente trocando alguma mensagem.
– É... Emma, não vem almoçar? Está quase pronto. – Sentou-se ao lado dela.
– Já vou. – Falou sem desgrudar os olhos do celular.
– O que você está fazendo ai? – Regina falou um tanto enciumada.
– Conversando com Elsa. Você viu que ela foi embora com Ruby ontem? – Fez uma cara de indignada.
– Vi sim, elas formam um belo casal. – Riu sozinha.
– Não podia ter me contado?! – Emma falou, Regina viu que Emma tentava arrumar motivos para discutirem e riu da atitude infantil da namorada.
– Não. – Puxou Emma para seu colo novamente. – Estávamos fazendo coisas melhores..
– É? Tipo o que? – Provocou. Regina abriu a toalha de Emma e sua mão foi direto para o sexo dela.
– Isso aqui era uma das coisas... – Tocou toda a intimidade da loira, quando viu que ela estava extremamente molhada, sem dó penetrou três dedos na mulher.
– Oh Regina! – Gritou surpresa. Rebolando em direção aos dedos de Refina, Emma abraçava a namorada pelo pescoço e gemia incontrolavelmente. Não demorou muito e gozou. – Agora sim, um bom dia! – Falou ofegante e beijando a mulher a sua frente que apenas ria.
– Agora vai se arrumar que eu termino as coisas lá na cozinha. – Levantou com Emma e seu colo e foi novamente para a cozinha, não sem antes dar outro beijo na mulher.a loira terminou de se arrumar e foi atrás da mulher para poderem almoçar.
– Em, ontem acabei esquecendo de dar o teu presente! – Emma sorriu.
– Você sabe o que penso sobre isso, não é mesmo?! – A loira fez cara de indignada.
– Sim, mas não ligo. Agora abre! – Entregou o pacote para a namorada. Emma abriu e continha uma caixinha preta, delicada. Abriu e viu uma pulseira, de prata, totalmente delicada, e possuía alguns pingentes pendurados. Possuía uma coroa, um cisne, as letras E, R e H é um coração. A loira não falou nada, mas abriu um sorriso que era possível acender o mundo, Regina não poderia estar mais feliz ao colocar a pulseira em Emma e ver seu sorriso se alargar mais, como se fosse possível. A loira agradeceu, trocaram alguns carinhos e foram almoçar.
[...]
No hotel onde a família Mills estava hospedada, Henry Mills estava cada vez mais encantado com o pequeno Henry, Zelena e David também. Ficaram muito próximos e o pequeno acabou se dando muito bem com a família de Regina.
– Agora vem aqui que a vovó vai te dar um banho! – Chamou o pequeno que estava no colo de Zelena.
– Vovó, eu já sei tomar banho sozinho! – Exclamou como um adulto.
– Da última vez não deu muito certo, você se lembra? Acabou caindo e sua mãe ficou muito preocupada, não queremos deixá-la chateada logo no seu aniversário, certo?! – Cora lembrou do episódio e Henry fez uma careta, sabia que a mais velha estava certa.
– Tudo bem, vovó. – Deu-se por derrotado e acompanhou a avó até o banheiro.
– Henry é um amor, né papai? – Zelena comentou com o mais velho.
– Sim, meu bem. No começo, quando Cora me disse por telefone que Regina estava com uma mulher e esta possuía um filho, fiquei um pouco com receio. Mas quando conheci os dois melhor, vi que Regina acertou na loteria. – Sorriu amoroso para a filha.
– Regina é uma grande mulher, ela não estaria tão envolvida assim com Emma se não tivesse certeza que a queria. – Elogiou a irmã. – Agora, o que o senhor faria se Killian me pedisse em casamento?
– Na verdade, a pergunta é: o que você faria Zel? Acha que está pronta? – O senhor Henry sabia exatamente como a filha estava numa pilha de nervos por isso. Sabia que ela não era te der compromisso com ninguém. Killian foi apenas o segundo que se envolveu em um relacionamento. O primeiro, havia partido seu coração. Quando Killian apareceu, a ruiva estava quebrada, totalmente fechada para o amor, saía por aí pegando todo mundo, tanto mulheres quanto homens. E no fim, deu uma chance a Killian, e os dois estavam juntos há 2 meses e sabia que ele era louco por ela, mas talvez ela não gostasse tanto dele assim.
– Eu... Não sei. – Suspirou derrotada. – Eu gosto dele, mas não sei se quero viver minha vida com ele.
– Entendo. Mas então meu amor, antes que ele te peça em casamento, você deveria terminar para que ele não possa criar expectativas para o futuro.
– O senhor tem razão. Obrigada papai! – Sorriu abraçado o homem.
[...]
– Agora nós não podemos dar bobeira! – a mulher falava.
– Eu sei, ma ninguém mandou Neal dar bobeira e não matá-la quando teve chance! – Graham falou.
– Você que deveria segurar sua equipe por mais tempo! – Falou Neal irritado.
– Ah, agora a culpa é minha! Emma Swan vai pagar muito caro, já que seu pai não pagou por ter matado o nosso pai, Neal! – Falou colocando a mão no ombro do irmão.
– E o que pretende fazer? Matá-la? — A mulher perguntou.
– Nada melhor do que devolver na mesma moeda, já que o querido pai dela está sumido do mapa. – Sorriu.
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