By my side

17 Capítulo 17


Notas iniciais
- Então, depois de receber vários comentários pedindo para que esse capítulo não fosse o último, acabei optando por detalhar a história primeiro, terá mais capítulos, ao certo não sei quantos, mas eu também preciso da cooperação de vocês comentando e me dizendo o que estão achando, ok? Porque sem vocês não tem o porquê de continuar a fic. - Agradeço de coração por todos os comentários e também a quem favoritou a fic. Fiquei muito feliz, e olha, estamos em quase 30 favoritos! MUITO OBRIGADA. - Espero que gostem desse capítulo.

Cora adormeceu no quarto que era de Henry e Emma, quando acordou foi até a sala e viu que Emma e Regina dormiam tranquilamente. Emma estava por cima de Regina, com a cabeça apoiada no peito da morena, enquanto era abraçada pela namorada pela cintura. Um sorriso surgiu nos lábios da anfitriã, apesar de muita coisa ter mudado nos últimos três meses, Cora podia ver o quanto as duas se amavam. Cora viajava a maior parte de seu tempo, por isso quase nunca visitava a filha, porém mantinham contato algumas vezes por mês e sempre que estava disponível ela ia visitar a filha.

Cora estava disposta a ajudá-las no que fosse necessário, faria aquilo por Regina, para ficar com sua consciência tranquila, pois quando Regina nasceu, ela não teve a oportunidade de cuidar da morena, o que se arrepende amargamente por ter feito escolhas erradas. Na época, Cora Mills havia ficado grávida de Rumple, porém, ele não quis assumir a criança, ai veio Henry, o homem era apaixonado por ela, casaram-se e enquanto isso, ela escondia que estava grávida. Ela não tentou dar um golpe nele, ela realmente o amava, porém temia que ele não aceitasse que ela estivesse grávida de outro homem. Cora disse que o bebê que estava esperando era de Henry. Quando o homem soube da verdade, expulsou Cora de casa, mas Regina ficou para que ele cuidasse e para que ela tivesse uma condição melhor de vida. Ela ficou por três anos longe da filha, até que Henry a chamou de volta e a perdoou. Henry assumiu a criança como sua filha, Cora não poderia ficar mais feliz e seguiu sua vida ao lado do marido.

– Vovó... – Henry sussurrou puxando a calça da mais velha.

– Oi meu pequeno. – Sussurrou de volta, pegando a criança no colo e indo para a cozinha com ele.

A mamãe tá dormino? – Perguntou coçando os olhinhos.

– Sim, meu amor. – Sorriu emocionada. – Você está com fome?

– Simmm!!! – Exclamou batendo as mãozinhas.

– Ok, ok! – Respondeu rindo. – Quer iogurte com cereais? – Olhou para o menino que assentiu sorrindo. Cora preparou a comida para Henry e depois o alimentou para que ele não fizesse sujeira.

Na sala, Regina tentava acordar a namorada com beijinhos pelo rosto e ela não acordava. Até que começou a fazer cócegas e ela prontamente acordou rindo.

– Ai amor! Não precisava fazer isso. – Falou emburrada e fazendo manha.

– Precisava sim! Você não acordava. – Riu da namorada e deu um beijo na ponta do nariz da loira.

– Ok! – Emma se rendeu e se jogou nos braços de Regina mais uma vez.

– Meu Deus, que namorada preguiçosa que eu tenho! – A morena falou rindo e apertando a cintura de Emma e beijando-a em seguida. – Vem, vamos comer alguma coisa, depois acordamos o Henry.

– Tudo bem! – Se levantou junto com Regina e caminharam até a cozinha, quando viram que Cora estava sentada a mesa, com Henry no colo, alimentando-o de costas para a porta, Emma encostou-se à porta e sorriu com os olhos marejados, Regina a abraçou por trás e apoiou o queixo no ombro da loira.

– Eu te avisei! – Regina sussurrou rindo baixinho no ouvido da namorada. Cora escutou as duas e se virou sorrindo.

– Bom dia, belas adormecidas! – Brincou com as duas.

– Vovó, elas são princesas? – Perguntou Henry inocente fazendo as três mulheres rirem.

– Sim, meu amor. E você o Príncipe! – A mais velha comentou enquanto beijava a testa de Henry e as outras duas se aproximavam. Emma sentou à mesa e Regina pegou algo para comerem.

– Regina, precisamos conversar. Ok? – Cora se dirigiu à filha que apenas assentiu. Emma entendeu o recado e disse que iria dar banho em Henry deixando mãe e filha na cozinha.

– Você é uma mulher de sorte. – Comentou a mais velha depois de um tempo em silêncio, fazendo com que a mais nova abrisse um sorriso.

– Eu sei. – Sorriu mais ainda se lembrando da namorada e do filho.

– Eu vi vocês dormindo juntas no sofá. Pareciam tranquilas e seguras. – Cora comentou novamente.

– Mamãe, eu não sei aonde a senhora quer chegar, mas eu realmente amo a Emma. – Falou pausadamente e tranquila.

– Eu sei. – Agora foi à vez de a outra sorrir. – Eu só quero te dizer que eu aprovo o que você está fazendo e sei que você vai tomar a decisão certa, como sempre tomou.

– Agora eu não estou entendendo. – Regina mordeu os lábios.

– Estou dizendo que talvez você precise abrir mão de algumas coisas por Emma, eu sei que ela não vai te pressionar com nada, mas em um relacionamento é sempre preciso abrir mão de alguma coisa, e você sabe disso. E eu sei que acima de tudo, você vai escolher estar com Emma e Henry. Você os ama assim como eles te amam. – Expôs seu ponto de vista e segurou a mão de Regina que repousava tranquilamente sobre a mesa.

– Obrigada mãe. – Apertou a mão da mãe.

– Estou certa, não é mesmo? – Falou rindo enquanto se levantava e Regina franzia a testa.

– Você sempre está! – Murmurou a mais nova enquanto sua mãe puxava-a para um abraço.

– Eu sei! – Gabou-se. – Eu amo você e quero seu melhor e, acredite, eu já os considero da família.

– Eu também te amo, mãe! – Sorriram de forma carinhosa uma para a outra.

– E não pense que eu não ouvi Senhorita Mills. Sei que você não se contenta com uma rapidinha! – Falou sussurrando no ouvido da filha, fazendo-a ficar totalmente corada.

– Mamãe!!! – Exclamou rindo e colocando a mão sobre o rosto.

– Desculpa, querida! – Sorriu compreensiva. – Se Emma não se importam, pode deixar Henry dormindo lá no quarto, tenho certeza que ele não me incomodará.

– Tudo bem. – Falou saindo da cozinha e indo para o quarto.

* * *

– Amor? – Regina chamou entrando no quarto.

– No banheiro! – Gritou Emma. A loira estava dando um banho em Henry, porém os dois riam mais e Henry molhava o banheiro que realmente tomavam banho. Regina riu da situação. E por fim, a loira terminou de dar banho nele.

Mamãe! Me deixa secar sozinho! – Henry pediu bravo.

– Quem será que esse menino puxou! – Regina comentou rindo da namorada e a puxando para fora do banheiro. Encostou a namorada na parede e a beijou e suas mãos já iam ao encontro do bumbum de Emma.

– Regina! Para! – Dessa vez teve coragem e força para afastar a mulher de si. Riu da expressão fofa que Regina fez.

– Ok! – Deu-se por vencida.

– Mamãe!!! – Gritou Henry e as duas escutaram algo caindo. Henry havia escorregado e caído.

– Calma, meu amorzinho! Está tudo bem. – Emma pegava o menino no colo, enrolando-o na toalha do super-homem que possuía uma touca. Aninhou o pequeno em seus braços tentando cessar o choro de Henry. – Shhhh. Está tudo bem, bebê! Foi só um susto! – A loira balançava o menino devagarzinho. A morena olhava para os dois encantada. Como Emma podia ser tão fofa e controlada até em uma situação daquela?

Aos poucos o choro foi cessando e Emma deitou Henry na cama, secou o rostinho dele e sentou-se ao lado do filho. Colocou uma frauda e o deixou assim só com essa peça em seu corpo. Estava muito calor e decidiu dar liberdade para o menino. Aos poucos, sentiu o menino se aconchegando novamente ao seu colo.

– Está com dor, meu amorzinho? – Acariciou os cabelos de Henry.

Não, mamãe. Mas dá beijinho pa não ficar! – Emma sorriu e Regina soltou uma gargalhada. Como pedido, Emma deu beijos por todo o rosto e barriga de Henry, e fez também cócegas e o menino ria alto. Cora apreciava o momento família da porta do quarto, até que Emma percebeu e pediu para que a sogra se juntasse a elas.

– Quer dormir com a vovó hoje, amor? – Cora sorriu.

– Siiiiiiiiiimmm!!! – Falou todo entusiasmado.

– Cora, você tem certeza? Ele não vai incomodar? – Emma perguntou preocupada.

– Não, querida! Pode deixar comigo. – Piscou e a loira abriu um sorriso. – Regina, o porteiro mandou eu te entregar isso. – Esticou o envelope amarelo para Regina. A morena pegou e abriu e logo entendeu do que se tratava.

– Depois de amanhã, terei que estar presente no tribunal com um advogado para fazer um acordo, se não der certo, vamos ao tribunal. – Falou nervosa, mordendo os lábios.

– Vai dar tudo certo, amor. – Apertou a mão da namorada recebendo um fraco sorriso.

– É... Vai sim. Amanhã eu falo com meu advogado e estará tudo certo. – Falou confiante.

– Isso mesmo, minha filha! – Comentou Cora.

* * *

Já era tarde da noite e nenhuma das duas estava com sono, acabaram dormindo muito à tarde. Como estava calor, as duas estavam na varanda de casa, sentadas em uma rede de balanço. Emma estava no colo de Regina e as duas namoravam um pouquinho.

– Hm... – Falou Regina entre o beijo. – Tenho algo para te contar!

– Conte-me! – Riu.

– Minha mãe te aprovou. – Sorriu Regina, Emma jogou a cabeça para trás e gargalhou alto. – Ela disse que já considera vocês da família. – Sorriu novamente.

– Isso é muito bom! Pelo menos minha sogra não está de mal comigo! – Riu novamente e Regina tirou vantagem da situação e mordeu o pescoço da namorada.

– Amor! – Repreendeu, mas logo em seguida riu.

– Eu adoro quando você está assim, despreocupada. – Falou carinhosamente acariciando os braços de Emma.

– E eu adoro quando você é assim, carinhosa. – Sorriu apaixonada.

– Hey! – Agora foi à vez de Regina repreender a namorada.

– Desculpe, bebê. – Sorriu envergonhada. – É que às vezes você está naqueles dias e briga comigo por qualquer coisa! – Abaixou o olhar.

– Eu sei, me desculpe. – Deu um selinho na namorada. – Mas vamos esquecer isso, quero te namorar. – Puxou a namorada e voltou a beijá-la. Os beijos ora eram carinhosos e apaixonados, ora selvagens e quentes. As duas amavam estar assim, leves e soltas, sem preocupações.

Regina estava preocupada com a separação de bens, tinha certeza que Graham não iria aceitar nenhum tipo de acordo, mas ela também não aceitaria se fosse apenas para beneficiá-lo e se preciso, iria ao tribunal, faria tudo o que fosse preciso para proteger a si mesmo e a sua família.

– Vem. Vamos namorar na nossa cama. – Emma piscou e se levantou, esticando a mão para que Regina segurasse. E foram assim, de mãos dadas para a cama, se amaram até a hora que tiveram vontade e depois dormiram agarradas.

Notas finais
- O que acharam do capítulo? Da conversa da Cora com Regina? Do momento Henry e Cora? E das outras partes? Preciso que me digam o que acharam, ok? - Vamos combinar algo? Se o capítulo tiver 15 comentários, eu posto outro capítulo até sexta-feira. Vocês que decidem! Se não, postarei só semana que vem ou na outra, ok? - Amo vocês. Beijo!