Buying A Love

20 Capítulo 19: Férias.


Notas iniciais
Olá pessoal... Saindo um pouco tarde porque eu não estava me sentindo muito bem. Bem, não sou o tipo de pessoa que para por uma dorzinha, e todo mundo vive me dando bronca por conta disso. Por isso resolvi que ia dormir e postar amanhã. Como me senti melhor antes de pegar no sono resolvi postar. Pois é... Ainda estou mal, mas nada que me impeça de postar um capitulo aqui. Enfim, as vezes eu sou bem chata com compromissos e tals, e por eu não gostar de atrasar ou enrolar, eu acabo exigindo isso dos outros também, o que faz as pessoas acharem que sou chata e neurótica, mas não sou. Apenas não gosto que me deixem esperando. E para o meu azar, minha melhor amiga sempre atrasa. Serio, e não é cinco dez minutos, as vezes é uma hora! Por isso eu sempre passo um horário diferente para ela. Se for ao meio dia eu digo que são as 11 da manhã e nem assim ela chega na hora certa @_@ Meu Deus, faltam exatamente 5 capítulos para encerrar e eu ainda não pensei em um final lol Até lá eu penso em algo. Sem mais delongas Boa leitura

Capítulo 19: Férias.

Nico havia conseguido uns dias de folga e Maki estava feliz. Agora ambas estavam em um trem rumo a casa nas montanhas de sua família. Uma semana ao lado da morena sem ninguém para atrapalhar. Sem Rin e suas insuportáveis intromissões, ou as provocações de Nozomi.

Nico por sua vez não parecia tão feliz quanto Maki. Tudo por culpa de Nozomi. Claro que as férias ao lado da ruiva eram um sonho, mas Nozomi como sempre tinha que colocar minhocas em sua cabeça.

Todo aquele tempo vira Maki com os óculos da pureza, carinho e amor, mas a cartomante como sempre teve que meter minhocas e insinuar situações nem um pouco castas e que eram tão intimas. Não queria dar ouvidos a Nozomi, mas agora não podia deixar de notar o quão atraente parecia o corpo de Maki e o quanto queria tocá-lo.

– Maldita Nozomi. – Nico retrucou.

– Nozomi? O que tem a Nozomi? – Maki perguntou sem entender.

– Nada. – Nico respondeu de imediato.

– Você aprece bem incomodada com seja o que estiver pensando que esteja relacionado com a Nozomi. – E mais uma vez Maki estava sentindo ciúmes das amigas da morena. Mesmo que soubesse que nenhuma delas significava nada além de amigas para a morena. Fazer o que se queria poder passar tanto tempo com Nico quanto as outras.

– Está com ciúmes de novo? – Nico perguntou achando graça. – Nico acha fofo, mas ainda sim é um incomodo. – A morena segurou a mão da ruiva. – Logo você e eu estaremos juntas no mesmo colégio, por isso vou te perdoar. – E então encostou sua cabeça no ombro da mais nova.

– Tem alguma cosia te preocupando? – Maki perguntou notando uma pequena tensão sobre Nico.

– Um pouco, mas podemos conversar sobre isso depois. – Maki então decidiu deixar o assunto por isso mesmo, uma hora ou outra Nico ia acabar falando. Sabia disso, pois mesmo fazendo pouco tempo que se conheciam, conhecia muito bem a morena.

– Você está feliz? – Perguntou inconscientemente fazendo Nico rir.

– Claro que estou. Estou indo viajar com a namorada mais linda do mundo por três dias. – Nico respondeu feliz.

– Eu também, para ser sincera, estou muito feliz por estar me afastando um pouco de todas. Sabe, é difícil de namorar quando se tem uma cartomante e alguém completamente alheio ao senso de privacidade dos amigos. – Maki disse e Nico riu.

– Rin não tem a menor noção de privacidade mesmo. – Nico teve que concordar.

Continuaram em silencio dentro do trem. Faltava pouco para chegarem ao seu destino. Mesmo com os pensamentos que Nozomi havia colocado em sua cabeça, Nico ainda conseguia relaxar ao lado de Maki. Aquela coisa magica de se sentir bem ao lado da pessoa que ama. Como se tudo e todos não significassem nada.

~*~

Nico sentiu seu queixo cair ao ver a tal casa de campo de Maki. Claro que esperava algo grande, luxuoso, e bonito. Só não esperava se deparar com tamanha imensidão. Com direito até uma lareira e lustres de cristal.

Maki encolheu os ombros vendo o olhar de Nico investigar a casa em cada detalhe. Claro, era tudo novo para a mais velha. Duvidava que Nico já tivesse visto um lustre de cristal, ou uma lareira de verdade. Era naquela casa que geralmente ia passar o natal.

A paisagem do lado de fora era rosada devido as flores de cerejeiras que já começavam a desabrochar. O que deixava o clima mais romântico? Podia se dizer que sim. Maki sorriu. Era como estar em um sonho, em um que não queria acordar jamais.

Maki caminhou até a porta se encostando no batente. A ação da ruiva atraiu a atenção de Nico. A morena sorriu ao ver sua namorada. Ela parecia estar mais bela que sempre. Era a primavera, e a primavera deixava todas as moças mais belas.

Observou o vestido laranja da mais nova. Maki ficava tão bonita com qualquer tipo de roupa que Nico as vezes se perguntava se a ruiva era real. Duvidava que pudesse existir beleza tão semelhante. E adornada pela beleza das flores de cerejeiras, era uma visão de se encher os olhos. A garota mais bela da face da terra.

– Nico chan? – Maki chamou a mais velha relutante. Nico apenas virou o rosto fingindo estar olhando para qualquer outra coisa, ainda era constrangedor ser pega admirando a beleza de Maki.

– Esse lugar é incrível Maki chan. – Nico comentou voltando a olhar para a ruiva. – Era de se esperar da família Nishikino. – Comentou indo ver a lareira. Dentro dela havia uma mensagem de agradecimento ao Papai Noel. E pensar que a mais nova ainda acreditava nele.

Maki era tão inocente. Nico quis se chutar pelos pensamentos anda castos que tivera por culpa de Nozomi. Como poderia pensar em tal coisa? Tirar toda a pureza e inocência de Maki provavelmente era um pecado. E ir para o inferno por conta disso não parecia nada agradável.

A ruiva observou Nico preocupada. Não gostava de ver a morena assim, e queria poder invadir a mente da outra só para descobrir o que poderia estar em sua mente. Se perguntava se Nico havia interpretado mal o seu convite. Apenas a chamara porque queria ficar um tempo a sós. Sem Rin, sem Nozomi, ou qualquer outra coisa, ou pessoa, que pudesse atrapalhar.

Passou as mãos pelos cabelos observando as feições estranhas que sua namorada fazia enquanto ainda olhava para a lareira. Por mais que Nico tentasse disfarçar, era quase que obvio que estava preocupada com algo.

– Pode me dizer o que está te incomodando? – Maki perguntou depois de um tempo. Nico pulou no lugar por conta do susto.

– Apenas algo que a Nozomi disse. Não se preocupe com isso. – Nico respondeu se levantando. – Então é aqui que Maki chan passa os fins de ano. – A morena murmurou respirando fundo.

– Nico chan. – Maki se aproximou da mais baixa. – Eu quero saber tudo sobre você. – A ruiva estava seria. Nico corou enquanto olhava para o lado.

– Maki chan está falando serio? – A morena murmurou incerta.

– Claro, você é minha namorada, e não me importa se para você suas preocupações são pequenas, eu quero saber de todas. Quero ajudar você a resolver se possível, por isso não esconda nada. – Então era disso que Maki estava falando. Nico então começou a rir em alivio. A ruiva apenas olhou sem entender para a namorada.

– Nozomi apenas citou que talvez Maki chan queira aprofundar os nossos laços. Eu estava preocupa se é mesmo essa a razão para Maki chan tenha me convidado para vir até aqui. – Nico respondeu se sentindo mais tranquila agora.

– E você quer isso? – Maki perguntou entendo de imediato o que Nico queria dizer.

– Não acho que precisamos disso agora Maki chan. Nico acha que do jeito que estamos agora é o suficiente não é? Para que correr as coisas se temos uma vida toda? – Nico estava certa. Maki apenas sorriu abraçando a mais velha.

– Eu te chamei para vir porque queria ficar mais tempo com você. Nozomi e Rin por vezes nos interrompem o que é irritante. Além disso desde que começamos a namorar de verdade quase não tivemos privacidade. – Declarou fazendo Nico sorrir.

– De fato desde que nos tornamos um casal oficial não tivemos mais tanta privacidade quanto quando estávamos fingindo. – Apontou.

– Parece que antes delas saberem que nós nos amamos as coisas eram melhores. – Mkai ponderou.

– Não. – Nico discordou. – Porque antes disso eu vivia me correndo de culpa por estar me apaixonando por você. – Maki apenas sorriu.

– E eu por achar que estava me aproveitando de você. – E então bicou os lábios de Nico rapidamente. – Eu me sinto muito mais feliz e melhor agora que sei que não tem problema algum. – Murmurou fazendo Nico concordar.

– É uma pena que não possamos contar toda a verdade para os nossos pais. – Nico murmurou. – Mas minha mãe te aceita, e meus irmãos gostam de você, para mim isso já é mais do que perfeito. Eu te amo Maki chan. – Declarou. Um sorriso se desenhou nos lábios de Maki.

– Eu também. – Maki respondeu antes de beijar os lábios da morena.

E como era bom ter aqueles lábios massageando contra os seus. Era ainda melhor por saber que nada e nem ninguém poderia atrapalhar. Com pouco mais de ousadia, Nico cutucou os lábios de Maki com a língua, sentiu os lábios da ruiva se moverem para dar espaço para a língua de Nico adentrar em sua boca.

Suas línguas se enlaçaram, Maki soltou um gemido dentro da boca da mais velha. Sentia as caricias de Nico em seu pescoço. Segurou com mais força a cintura fina da namorada. Era uma sensação que até então desconhecia. Fazia borboletas voarem em seu estomago ao mesmo tempo que uma sensação de prazer se apossava de seu corpo.

Quando se separaram havia um brilho diferente no olhar. As bochechas como sempre estavam rubras, mas os olhos brilhavam como estrelas nas noites de céu sem lua. Fora mágico. Como todos os mementos que passavam juntas.

Então um belo sorriso se desenhou nos lábios da morena. A ruiva nada disse apenas esboçou um sorriso idêntico. Era a felicidade de saber que aquele sentimento tão bom era reciproco e único. O chamado e tão esperado primeiro amor.

– Nico realmente deve estar sonhando. – Nico murmurou se aninhando contra o peito da mais alta.

– Acho que quem deveria dizer isso sou eu. – Maki respondeu apertando mais a morena em seus braços. Era tão bom sentir Nico tão perto. Sentir a respiração, o calor, o bater do coração, que por sua vez estava um pouco acelerado, mas tinhas motivos para estar.

Elas riram felizes. Como era bom ter aquele tempo privado, um tempo apenas para elas. Para aproveitar a presença, o calor e carinho. Sem ninguém para atrapalhar. Sem se preocupar com os país de Maki, ou com os irmãos de Nico. Sem Nozomi ou Rin, ou qualquer uma de suas amigas para atrapalhar.

– Nós devíamos ter saído assim antes. – Maki apontou.

– Claro. Pouparia um bom estresse desnecessário. – A morena concordou.

Claro que a viajem ficara sob os panos o tempo todo. Nico não arriscaria contar para ninguém e ter seu momento invadido. Sabia o quão xereta Honoka e Nozomi podiam ser. Eli mal conseguia controlar a cartomante, e quem dera Umi com Kotori passando a mão na cabeça de Honoka.

– Acho que está na hora de fazer o almoço. – Nico quebrou o clima romântico. Maki apenas riu soltando a cintura da mais velha. Sabia o quão comilona a morena era, e provavelmente a aquela hora Nico estivesse ficando com fome.

– Então vá fazer o almoço. – A ruiva disse sorrindo. Nico ergueu uma sobrancelha.

– Você não vai me ajudar? – Nico perguntou vendo o olhar assustado da namorada.

– A menos que você queria que eu coloque fogo na casa. Nico chan eu nunca cozinhei na minha vida. – Não era como se Nico não soubesse disso. Maki tinha uma vida de rainha com direito a até mesmo chefes para cozinharem para ela.

– Não esqueça que Nico está aqui jamais permitiria que a Maki chan incendiasse qualquer coisa. – A morena garantiu. – Onde fica a cozinha? – Perguntou olhando para os lados.

– Para lá. – Maki apontou para um corredor a direita. Então a mais velha começou a andar puxando a pela mão. Estava com um pouco de medo, nunca havia entrado numa cozinha para cozinhar algo. Duvidava que pudesse usar até mesmo uma faca para cortar legumes.

– Você tem certeza disso Nico chan? – Maki perguntou preocupada.

– Claro que sim. Nico já cozinhou muitas e muitas vezes, e até mesmo a Kokoro já me ajudou algumas vezes, por tanto tenho certeza que a Maki chan também pode me ajudar. – A morena tentou passar confiança para sua namorada.

– Por que isso ainda não me parece ser uma boa ideia? – Maki se perguntou com medo. Nico apenas ria da namorada, as vezes a ruiva sabia ser bem insegura. Gostava desse lado de Maki também. Se perguntava se existia algo na ruiva que não gostasse.

Nico chegou a cozinha e começou a abrir os armários para ver o que tinha ali. Olhou para Maki que parecia um pouco envergonhada. Pelo que entendera aquela casa era privada, então porque havia tantas coisas nos armários?

– Quando eu disse que ia vir minha mãe pediu para algumas empregadas virem limpar tudo e fazer compras. – Respondeu a pergunta que Nico não ousou proferir. Realmente Maki era uma senhorita da alta sociedade.

– Tem cosia aqui que eu nem sabia que existia. – Nico comentou pegando uma lata de atum azul. Claro que sabia o que fazer com atum, mas nunca tinha ouvido falar em pesca seletiva. Procurou uma explicação na lata.

– Nico chan? – Maki achava no mínimo estranho ver a morena lendo o rotulo de um atum enlatado qualquer. A morena por sua vez parecia bastante concentrada e interessada no que lia. Geralmente Maki apenas consumia sem saber seus valores alimentares ou qualquer outra coisa.

– Entendi. – Nico murmurou. – Maki chan, você sabia que nessa lata de atum só existem peixes adultos? – Maki olhou sem entender para a namorada. – Tá dizendo aqui que eles pescam com varas de pescar, os adultos eles guardam e os filhotes eles soltam, assim eles preservam a espécie. – Explicou com os olhos brilhando.

Maki não entendia o que poderia ser tão entusiasmado em saber que só tinham peixes adultos dentro daquela lata, mesmo assim assentiu para que sua namorada não ficasse constrangida. Não entedia Nico às vezes, talvez ela fosse a favor da caça consciente? Talvez fosse o instinto de irmã mais velha falando mais alto. Claro que não ficaria feliz em saber que comeu o filhote de algum animal. Ou que alguma espécie entrou em extinção por causa da caça desenfreada para consumo.

Observou Nico procurar mais coisas dentro do armário. Se perguntava o que a mais velha queria fazer. Viu a pegar pão de forma, cream cheese, entre outras coisas. Levantou uma sobrancelha. O que a mais velha ia fazer.

– Canpés de atum com tomates. – Nico respondeu a pergunta que estava estampada no rosto da mais velha. – Já que temos um atum tão bom assim, Nico decidiu que quer experimentar algo com ele. Depois vamos comendo enquanto fazemos o almoço. – Explicou. E quem era Maki para discordar?

– Se Nico chan quer tanto assim comer esse atum. – Maki murmurou indo ajudar a mais velha no que fosse preciso. Nico apenas sorriu, estavam se dando bem e isso era bom.

– Para o almoço eu faço algo que a Maki chan goste de comer. – Deu uma piscadela para a ruiva.

– Algo com tomates então. – Maki murmurou corando pelo gesto da mais velha.

– Claro. – Nico respondeu sorrindo ainda mais. Adorava poder mimar sua namorada, e faria o que tivesse ao seu alcance para fazer de Maki a garota mais feliz do universo.

Notas finais
Sim eu escrevi isso! Nico chan não se sentiria satisfeita em fazer a Maki a mulher mais feliz do mundo, para a Nico chan tem ser do universo!Porque se a Nico chan é a Idol numero um do universo, ela teria que fazer a Maki a pessoa mais feliz do universo, entenderam a lógica? Não? Bem eu dou umas viajadas estranhas mesmo... Espero que... Ninguém tenha esperado um Orange agora! O orange está em fase de criação ainda lol Kissus Se cuidem!