Notas iniciais
Mil desculpas pela demora pessoal. Espero que gostem

19/09/12

Já havia se passado uma semana desde a notícia na tv sobre nós. Ou seja, não pudemos avançar nada em relação a Ana. E isso já estava me deixando louco. Mal podíamos sair do apartamento da Eleanor.

–-Que horas são agora hein?

–-São duas da manhã Suzana, e o que eu você está fazendo acordada hein?

–-Ah sei la, só perdi o sono. Posso ficar aqui com você?

–-Pode, mas vamos ficar aqui na sala somente. Ta ficando frio la fora esses dias

–-Okay.

E assim, eu e a irmã da Eleanor passamos a noite acordados. Jogando no PS3 dela e fazendo outras coisas. Mas não conseguimos dormir nem um pouco. Ana...onde é que você está garota?

...

Já eram meio dia e ainda não tínhamos saído do apartamento. Então tivemos que continuar a procurar a Ana dali mesmo, usando o computador da Eleanor. Mas nada. Até que vimos um algo nos satélites, dos quais nós invadimos, e lá estava. Ethan Mazerati. Calmamente andando na rua.

–-Eu to indo

–-Vai aonde? Quer ser visto por todos é?—disse Vanessa

–-Eu não posso ficar aqui parado!—gritei

–-Eu vou—falou Marcelo

–-E eu também

–-Como???

–-Eles não virão os nossos rostos. Tecnicamente, estamos liberados

–hum...olhando desse ponto, eles estão certos

Um relâmpago riscou o céu segundos depois. E atrás dele, um forte barulho que era tão alto, que parecia que ia quebrar o prédio, pois o mesmo tinha tremido e muito, e por vários segundos.

Quando olhamos para fora, o céu não estava mais azul, estava num tom cinza escuro, tão escuro que parecia noite. E a chuva assim caiu. Como um Tsunami vindo dos céus, os pingos eram grossos e pesados. O vento também estava rápido como os ventos de um furacão.

–-O tempo mudou assim tão rápido?!—exclamou Suzana

–-Alguém fecha as janelas! —gritou Eleanor

Depois de fecharmos as mesmas, olhamos para o Monitor e vimos que Ethan estava acenando para alguém. Não. Ele estava acenando para nós. Ele sabia que nós estávamos vigiando ele.

–-Como ele...

–-Eu não sei

...

Fabricio e Marcelo foram atrás do infeliz, enquanto nós íamos guiando eles até o bastardo. “Vire ali” ou então um “cuidado, ele foi pelo beco”

No fim, o seguimos até um prédio no subúrbio. O prédio era de cor vermelho-escuro, como a cor dos tijolos. Na verdade, o prédio tinha mesmo desenhos de tijolos de um lado. Muito bem feitos por sinal. Possuía 3 andares, tendo 3 apartamentos em cada andar. Mazerati estava no 3º andar, bem clichê. Mas o infeliz ainda apareceu na janela e deu tchauzinho para os dois. Fabricio queria ir atrás dele, mas o Marcelo convenceu ele a não fazer isso. Afinal, ele era um agente de alto nível da organização. E eles dois eram somente garotos.

...

–-Aquele infeliz! —gritou Fabricio socando a pai da cozinha

–-Hey! Minha pia seu viado! —gritou Eleanor afastando o mesmo da pia com um empurrão.

–-Tsc, bom, pelo menos sabemos onde ele esta.

–-De que adianta se não podemos ir atrás dele!?

–-Quem disse que não podem? —a voz vinha da Sala

Corremos para lá só para encontrar Ethan sentado no sofá vasculhando os canais da Tv

–-Mas q eu droga cara, não tem nada passando nessa coisa

–-Como você entrou aqui?

–-Isso lá importa?!—gritei pronto para avançar contra ele, mas fui segurado por Patrícia

–-O que você quer?

–-Vocês querem salvar a sua amiga, e eu quero salvar a minha noiva. Bem, acho que nós dois podemos nos ajudar não é? —falou ele em português.

–-Como é que é!?—exclamou Marcelo

–-Simples cara, eu ajudo vocês e vocês me ajudam. Topam?

–-ME dê um bom motivo pra eu não esmagar você aqui e agora?

–-Por que você sabe que só eu posso te levar até sua amiga Rigardo

O infeliz estava certo.

–-Okay—falou Eleanor surpreendendo a todos

–-Como assim Okay!? Esse cara é o inimigo! I-N-I-M-I-G-O

–-Você acha que eu não sei Eduardo, mas temos que ajuda-lo se quisermos achar a amiga de vocês e matar o líder daquela organização

–-Esta falando do Marshal?

–-Marshal?! Quem é Marshal

–-Jonnathan Elloy Marshal. Diretor da Organização 13. Esse caro é bem insano. Ele é um Meta-humano misterioso. Ninguém sabe o que ele é. Mas os boatos que rolam pela base, é que em um dia de fúria, ele levantou o complexo inteiro usando o poder da gravidade e telecinese. A base se ergue no ar por completo.

–-E ninguém nunca gravou isso?—perguntou Vanessa

–-Você acha que ele deixou alguém vivo para contar a história, tirando os empregados?

–-Não importa, me diga onde essa base fica?

–-Primeiro vocês vão ter que me ajudar

–-O endereço—insistiu Marcelo

–-Vai me ajudar ou não Rigardo?

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.