Burning Fire
14 Capítulo 14
Notas iniciais
Capitulo um pouco confuso, e chato, mas foi necessário D:
- SUE? — falei, totalmente surpresa — Você fugiu do hospital? — perguntei, sabendo qual era a resposta, óbvio. O carro de Reed estava estacionado ao lado do de Johnny.
- Preciso dar um basta nisso de uma vez por todas. — Ela disse, passando por mim. Eu ainda estava em choque, parada na soleira da porta. Como é que de repente, todo mundo sabe meu endereço?
Meus pais olharam para a mulher invadindo a casa de maneira assustada. Então olharam para mim, como se perguntassem: "que é essa louca?"
- Pai, mãe. Essa é a Sue, minha chefe — anunciei. Enquanto Sue cumprimentava meus pais, percebi que não parava de observar, com ódio no olhar, Victor.
Nunca fiquei me sentindo tão inútil na minha vida. Fiquei observando o céu esperando que Johnny chegasse logo. Como Sue chegou aqui mais rápido que ele?
- O que está fazendo aqui, Victor? — Sue começou a fala, com um tom de voz muito braba. Nunca imaginaria que aquela voz doce se transformaria nisso.
Antes que Victor pudesse responder, e meus pais perguntar alguma coisa, Johnny apareceu do meu lado. Ele passou a mão ao redor dos meus ombros, e minha minha me olhou de um jeito que sacou que ali tinha segundas intenções. Balancei a cabeça tentando negar, mas ela não se dava por vencida. Tá na cara que ela sabia alguma coisa que eu nem imaginava.
- Mãe, pai, esse é o Johnny — falei, retirando a mão dele do meu ombro — irmão da Sue.
- Olá — ele disse, cumprimentando meus pais. — Sue, vamos para casa. — Johnny segurou seu braço carinhosamente.
- NÃO JOHNNY — Ela fez um movimento brusco e se libertou. — Quero resolver isso de uma vez por todas...
- Aqui? Sue. Você é inteligente! — Ele disse, com uma voz carinhosa. Por um momento, quase pensei que Johnny era um cara romântico, normal, e... aff, vocês sabem. — Vamos para casa, por favor. Eu dirijo.
Parecia que Sue se deu por derrotada, e começou a caminhar para fora da casa. Se desculpou pela invasão na casa dos meus pais, e sentou no banco do passageiro do carro de Reed.
- Fique com o carro por enquanto — Ele beijou minha testa e me olhou nos olhos, continuei com o braço cruzado — Te ligo depois.
Concordei com a cabeça, e voltei os olhos para Victor.
- Vá embora — falei. Meus pais me olharam assustados. (Não sei se eles podiam ficar mais assustados ou confusos), mas não falaram nada.
Victor se levantou, se despediu deles e saiu pela porta, batendo de leve em meu ombro quando saiu. Fechei a porta imediatamente.
Que dia louco... e confuso.
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