Burning Desire - Bade
28 Sortuda
Notas iniciais
Uma semana depois...
P.O.V Da Jade
— Você não tem que enfrentar isso sozinha, sabe? Estou aqui. Amigas são para isso. Você sempre vai poder contar comigo. — Falei para a Alex.
Ela estava estranha e distante. Sempre que eu ligava para ela ou tentava me aproximar, ela me evitava, não atendia minhas ligações e parecia que a nossa amizade estava por um triz.
Alex sempre foi uma boa amiga, dentro e fora da Editora. Eu estava preocupada com ela. Ela estava grávida do ex-cunhado e ele nem quis saber do bebê. Minha amiga não tinha parentes em L.A e a família dela nem sabia daquela situação.
— Se fosse mesmo minha amiga teria me contado que virou a puta do nosso chefe! — Suas palavras frias e duras me golpearam.
— Como...? — Perdi o ar.
— Vai bancar a cínica ou a mentirosa? Vai negar, Jade? Você está tendo um caso com o Sr. Oliver. E você nem me contou, eu sempre te contei tudo. — Disse chateada e com uma pontada de raiva.
— Alex, eu posso explicar, você vai entender...
— Eu pensei que você fosse diferente. — Me interrompeu. — Foi por isso que ele te contratou de novo e aumentou o seu salário. Nunca imaginei que você fosse tão baixa assim... Você é uma vadia! — Apontou para mim, enojada.
— Não! Isso não é verdade, e você nem pode me julgar. — Ela tinha conseguido me deixar magoada me acusando sem saber das coisas direito. — Eu o amo. — Fui sincera.
— Mentirosa! Ele nem te conhece direito. Só está fodendo com você e quando enjoar, vai te dar um pé na bunda. Você não o ama, só está com ele por interesse. — Sorriu debochada.
— Você não sabe de nada! Como ousa falar comigo assim? — Fiquei com raiva. — Pelo menos eu não engravidei do namorado da minha irmã. — Joguei na cara dela.
— Você está insinuando que eu também sou uma vadia? — Ficou indignada.
— O Oliver me ama. Estamos juntos como um casal. Só lamento por você, Alex, o pai do seu filho nem te quer mais, e nem vai assumir o bebê. — Aquilo era verdade.
— Já acabou? Ou tem mais coisas para jogar na minha cara? — Me encarou furiosa.
Imediatamente me arrependi de ter dito tudo aquilo.
— Me desculpa, eu não queria...
— VAI EMBORA DA MINHA CASA, WEST! VAI EMBORA! — Berrou apontando para a porta.
Comecei a chorar. Ela também estava chorando.
— Somos amigas. Eu te amo e me importo com você. Eu sinto muito. Me desculpa, Alex. — Me aproximei e ela não recuou.
— Só se você me desculpar também. — Abriu um pequeno e simples sorriso.
Selamos as pazes com um abraço.
— Estou com tanto medo... Acho que não vou dar conta. Eu não sei o que fazer... — Admitiu.
— Não se preocupe, vai dar tudo certo, eu te prometo! — Acariciei sua barriga.
[...]
Horas depois...
— Por quê não vai com o vestido vermelho-bordô? — Perguntou a morena tirando o vestido do cabide.
— Estou indo para um jantar e não para uma boate, Tori. — Continuei revirando meu guarda-roupa.
— Vai com esse, é sofisticado. — Pegou um vestido marrom-escuro.
— Esse vestido me deixa muito antiquada e me envelhece. — Fiz careta para o vestido de mangas compridas, sem decote e com o comprimento comportado demais.
— Esse conjunto é lindo. — Mostrou outra roupa. — Saia e Cropped é uma combinação perfeita. — Estendeu as peças sobre a cama.
Olhei para o Cropped azul-escuro, tinha mangas compridas e era muito bonito. A saia era preta e lisa, se ajustava bem ao meu corpo e o comprimenrto era perfeito.
— Você arruma o meu cabelo? Quero estar bem linda e irresistível essa noite. — Falei.
Tori abriu um grande sorriso malicioso.
— Linda você já é, eu vou te deixar deslumbrante. Vou fazer sua maquiagem também. — Piscou para mim.
Não sei quanto tempo durou todo aquele processo de embelezamento, mas quando me olhei no espelho de corpo inteiro, arfei de surpresa.
— Meu Deus! Tori, eu estou... — Eu nem tinha palavras para descrever.
— Linda, lacradora e terrívelmente provocante! — Bateu palminhas.
Sorri gostando muito do resultado, me virei mudando de ângulo, o Cropped e a saia caiam como luvas em meu corpo. Por baixo do conjuntinho sensual, eu estava usando um conjunto preto de lingerie rendada, com lacinhos azuis nas laterais da calcinha minúscula.
Batom vermelho-vivo realçava meus lábios. E a cor dos meus olhos foi bem destacada com lápis, rímel e delineador. Tori usou apenas um pouco de base na minha pele alva.
— Eu sei que mando bem, você nem precisa me agradecer. — Parou ao meu lado diante do espelho.
Madeixas onduladas caiam perfeitas por meus ombros, ela cacheou as pontas e usou um Spray para dar volume no meu cabelo.
— Valeu, Vega! Você caprichou mesmo! — Feliz e empolgada, me lancei sobre ela e lhe dei um selinho.
Me afastei e ri com a expressão dela. Boca aberta e olhos arregalados. Tocou nos lábios.
— Eca! — Limpou a boca e fez careta.
— O que foi? Não era você que me paquerava e sempre dizia que um dia iria me pegar? — Indaguei confusa.
— Era tudo brincadeira. Tá me estranhando? — Pegou o perfume e borrifou um pouco em mim. — Eu gosto de homem. Já te falei como eu amo o pau enorme do meu namorado? — Sorriu maliciosa.
— Oh, me poupe dos detalhes. — Apanhei a pequena bolsa com alças finas que estava em cima da cama.
— Te desejo um delicioso jantar e uma ótima trepada, amiga. — Soprou um beijo para mim.
— Desde quando você ficou tão soltinha e safadinha? — Perguntei.
— Desde o dia que um certo moreno cor do pecado entrou na minha vida. — Suspirou sonhadora.
— O André está mesmo te fazendo muito feliz, né? — Sorri.
— Você nem imagina o quanto. Ele é perfeito para mim! — Afirmou radiante.
[...]
Oliver tinha me pedido em namoro. Ele queria me pedir logo em casamento, mas eu falei que devíamos ir com calma.
E aquela seria a primeira noite em que iríamos sair juntos como namorados.
— Por quê não trouxe nenhum casaco? — Perguntou após me elogiar.
Ele estava lindo naquele terno preto feito sob medida. Camisa de linho vermelha. Calça social preta. Sapatos novos da mesma cor do terno. Nada de gravata. Mas estava usando cinto.
— Nem está frio. — Dei de ombros.
Ele abriu a porta do lindo carro luxuoso que ele tinha muito orgulho de possuir. Oliver amava exibir aquela bela e potente máquina nas ruas de Los Angeles.
Assim que entrei, ele resmungou algo que não pude ouvir.
— Qual é o problema? — Perguntei logo.
— Nenhum. — Sentou ao volante e colocou o cinto de segurança. Fiz o mesmo. — Porra! Você está tão linda e sexy, morena... Quer ir mesmo jantar? Nós podemos ir direto para o meu apartamento? — Acariciou minha coxa.
— Pra quê a pressa? Você me convidou para jantar e nós vamos jantar. Agora cala a boca e dirija. — Afastei sua mão.
Ele bufou e ligou o carro.
— É sério, estou com fome, ainda temos a noite toda e você sabe disso... — Alisei a região perto de sua virilha.
— Também estou com fome, e não é de comida... — Disse malicioso.
— Ah, é mesmo? — Parei de tocá-lo e ajeitei a bolsinha em meu colo.
— Você está me provocando. — Sua voz saiu muito rouca.
— Não estou não... — Cantarolei.
— Quando eu te pegar, você vai implorar para eu te dar sossego... — Avisou.
Senti um arrepio gostoso percorrer o meu corpo.
— Duvido! — Eu amava provocá-lo.
[...]
— Eu não entendo de comidas árabes. — Sussurrei.
Ele abaixou o cardápio vermelho e riu baixinho.
— Vou pedir frango com molho de maçã, arroz com com legumes e batata recheada com queijo. — Ele disse e leu o nome do prato.
Era cada nome esquisito. Eu não conseguia pronunciar nenhum.
— Tem alguma comida apimentada no menu? — Perguntei.
— Tem sim. — Fez um gesto chamando um dos garçons e fez nossos pedidos.
Ficamos conversando sobre banalidades. Quando os nossos pratos chegaram, fiquei com água na boca quando vi o dele. O cheiro era divino.
— O que você pediu para mim? — Desconfiada, cutuquei a comida no meu prato, usando a colher.
— Prove primeiro e diga se gostou. — Cortou o frango dele.
Hesitante, cortei um pedaço de um legume de cor laranja, misturei com molho e provei. Era um pouco adocicado, macio e picante.
Cortei o que parecia ser um filé de frango. Eu não tinha certeza. Podia ser peixe. Provei e gostei. Era uma delícia.
Limpei a boca no guardanapo rosado.
— Como se chama esse prato? Quero saber no nosso idioma. — Cortei mais um pedaço daquele filé.
— Pato com legumes refogados e molho rosé picante. — Respondeu.
— Sério? Menos mal... É muito bom. — Comi mais um pouco.
— Eu poderia ter te levado no restaurante espanhol que tem aqui perto, lá eles servem carne de caça, entranhas de boi e ensopados de peixes do pâtano, e caldo de entranhas... — Falou sorrindo maldoso.
— Eu comeria numa boa, eu não sou fresca igual a você. — Sorri debochada fazendo o sorriso dele sumir.
— Que sorte a minha, tenho uma namorada realmente boa de boca. — Piscou.
— Cala a boca e coma, Oliver, achei que estivesse com pressa... — Passei o pé por sua perna, por baixo da mesa, eu tinha tirado o sapato.
— Isso já é golpe baixo. — Soltou um suspiro e fechou os olhos.
Sorri satisfeita e continuei deslizando a lateral do pé por sua perna...
[...]
— Você me provocou a noite toda. — Me agarrou assim que passamos pela porta, tateou a parede e logo acendeu a luz.
— Tadinho de você, deve estar latejando... — Me apoiei nele e desci dos saltos.
Suspirei de alívio. O moreno bateu a porta e passou a chave apressado.
— Aqui na sala? — Olhei para o grande e confortável sofá.
— Na minha cama. — Me pegou no colo.
— Já estou excitada... — Rocei os lábios no queixo dele.
Quando chegamos no quarto, ele me colocou no chão e ligou a luz. Logo me prensou contra a porta, atacando meu pescoço com beijos e chupadas.
— Está tão duro. — Apertei sua ereção.
Meu moreno gemeu contra o meu pescoço.
Subi as mãos para o seu cinto, depressa, o abri e desabotoei sua calça.
O afastei do meu pescoço e o beijei. Sua língua tocou a minha e senti meu corpo aquecer ainda mais. Pude sentir o gosto do Vinho tinto misturado com as balinhas de canela que ele sempre carregava.
Suas mãos deslizaram por minhas costas. Desceram para a minha bunda. Gemi durante o beijo quando ele me apertou.
Encerramos o beijo. Nos despimos.
Fiquei apenas de lingerie e ele de cueca boxer. O tecido cinza apertado sobre sua deliciosa ereção.
Abaixei sua cueca, libertando-o, seu pau ereto saltou, pronto para ser chupado. Me ajoelhei diante dele.
— Que delícia... — Passei a língua por sua cabecinha inchada, brilhante de pré-gozo.
— Me chupa logo. — Empurrou minha cabeça.
O coloquei na boca, o umedeci bastante e o cobri com os lábios. Relaxei a garganta. Senti a ponta tocar lá no fundo. Ele estocou em minha boca. Garganta a dentro. Meus olhos marejaram.
O retirei da boca e tomei fôlego. Alisei sua extensão. Deslizei a língua por ali. Voltei a chupá-lo, acomodando-o o máximo em minha boca.
— Vou gozar. — Avisou após alguns minutinhos.
Tomei fôlego e o masturbei. O senti pulsar em minhas mãos. Voltei a estimulá-lo usando a boca.
Ele chegou ao ápice e eu não deixei escapar nenhuma gotinha.
[...]
— Toda molhadinha... — Afundou um dedo em mim.
— Oh, porra, mete logo! — Cravei as unhas naquele abdômen definido.
Ele gemeu rouco, retirou o dedo e o enfiou na boca.
O agarrei com as coxas, puxando-o.
— Vem por cima. — Afastou minhas pernas e me puxou para o colo dele.
Sentou na cama. Começamos a nos beijar, ambos loucos de desejo.
Ergui os quadris, e desci deslizando-o para dentro de mim usando a mão. Suas mãos foram para a minha cintura. Comecei a cavalgar.
— É tão bom te sentir, você está muito molhada... Essa bucetinha quente apertando o meu pau. Oh, porra! Eu amo foder com você! — Apertou minha cintura e impulsionou os quadris para cima, entrando mais fundo.
Gemi alto cravando as unhas nos seus ombros.
Aumentei o rítmo das cavalgadas e acabei chegando ao meu limite primeiro. Beck continuou me penetrando, ondulando os quadris até gozar.
Minutos depois...
— Mais uma? — Perguntei quando ele me abraçou por trás.
Sua ereção roçou em minha bunda. A sensação era boa. Me movi contra ele, sua mão direita foi para o meio das minhas penas. Afastei as coxas.
— Hum... Molhadinha. Sempre fica molhadinha tão rápido. — Me penetrou um dedo.
— Oh, sim... Me foda. — Minha voz saiu rouca de puro desejo.
— Você sabe o que eu quero. — Roçou o membro por trás, entre minhas nádegas.
— Tem lubrificante? — Senti vontade de saber como era fazer aquele tipo de sexo.
— Você está pronta? — Beijou meu ombro.
— Estou... — Será que eu estava mesmo?
— Tem certeza? — Me vez virar para ele. Fitei os seus olhos castanhos.
— Sim. — Eu já estava excitada.
Beck sorriu. Se afastou e saiu da cama, abriu a segunda gaveta da cômoda. Tirou de lá um tubinho azul e uma camisinha.
— Não se preocupe, eu vou com calma. — Me tranquilizou.
— Eu confio em você. — Falei.
Ele voltou para cama... Entre carícias e beijos fui relaxando. Ficando mais excitada. Sua boca percorreu o meu corpo... Do pescoço até região íntima e molhada entre minhas pernas.
Lambidas. Sugadas. Mordiscadas.
Me virou de bruços, e colocou um travesseiro embaixo da minha barriga.
— Relaxa... — Seus dedos molhados foram para a minha entrada anal.
— Estou tentando... — Suspirei.
Toda vez que ele circulava o dedo ali, eu sentia arrepios e ficava cada vez mais molhada. Meu clitóris formigava e pulsava.
Retirou os dedos, quando voltou a me tocar, os senti lambuzados. Estavam cobertos de lubrificante.
Inseriu um dedo forçando a entrada, me dilatando... Não doeu muito. Ele já tinha feito aquilo antes.
Me permiti relaxar com suas ousadas carícias. Retirou o dedo e me penetrou outro, me lubrificando... Comecei a acariciar meu clitóris.
— Porra! — Estremeci.
— Se doer muito, me avisa. — Retirou o dedo.
Ouvi rasgar a embalagem da camisinha.
Parei de me tocar. Respirei fundo.
— Você vai gostar. — Beijou minhas nádegas.
— E você vai amar, seu tarado. — Brinquei.
— Claro... Vou ser o primeiro. — Beijou minhas costas. — Espero ser o único também. — Deslizou o membro entre minhas nádegas.
— Caralho... Por quê estou deixando você me deflorar...? — Ele estava tão duro e aquilo com certeza iria doer.
— Eu sempre quis fazer isso e você me ama. Apenas relaxa. — Tentou me penetrar.
— É fácil falar... Ai, cacete! Devagar... — Reclamei.
— Relaxa... Ok? Relaxa... — Suspirou e deslizou a "cabecinha" para dentro de mim.
Gemi e fechei os olhos. Respirei fundo, relaxando...
Com calma e bem devagar, meu moreno foi me penetrando...
— Oliver... — Choraminguei.
— Estou te machucando? — Alisou minha barriga.
— Não... Mas isso dói... — Trinquei os dentes.
— O pior já passou... Que aperto gostoso. Você é tão macia e quentinha. Oh, porra! Gostosa. Minha gostosa! Empina para mim! — Apertou minhas coxas.
— Meu Deus, Beck! — Ele se retirou e me penetrou de novo.
Senti outra pontada de dor menos aguda. Ele começou a me estimular pela frente, acariciando meu clitóris, inserindo dois dedos...
Fui relaxando. A dor foi amenizando. Comecei a sentir prazer... Havia um certo desconforto. Mas a sensação de prazer era inexplicável.
— Você continua sendo um cretino, sabia? — Eu estava perto.
Comecei a me contrair, apertando seus dedos.
— Sou o cretino que você ama. — Disse rouco.
Gemeu e eu o xinguei.
— Nem vou conseguir sentar, seu puto! — Choraminguei.
— Você está gostando... — Ele já estava suado e com certeza estava perto do orgasmo.
— Odeio você, Oliver. — Mordi o lábio inferior.
— Odeia tanto que está me deixando te comer assim... Estou quase lá. — Beliscou meu clitóris.
Gritei. O calor acumulado em meu ventre se espalhou. Estremeci. Ele continuou estocando enquanto eu sentia fortes espasmos.
E finalmente atingiu o ápice. Seu gemido saiu forte, quase um grunido. Desabou sobre mim, tão ofegante quanto eu.
— Amor? Jay? Ainda está consciente? — Brincou.
— Muito engraçado, Oliver. Agora sai... Saia de cima de mim. — Pedi exausta.
— Calma. — Afagou meus ombros. — Vou me livrar da camisinha. — Murmurou se retirando com cuidado.
Me virei e fiz careta, eu estava toda dolorida.
— O que achou? — Perguntou amarrando a camisinha.
— Pensei que seria bem pior... — Fui sincera.
— Vai querer fazer de novo? Hoje não, outro dia é claro. — Ele não conseguia conter o sorriso.
— Com certeza. — Respondi para a alegria dele. — Mas não vai se acostumando, eu decido quando vai rolar. — Avisei.
— Claro, claro... — Concordou.
— Vai jogar isso fora. — Apontei para a camisinha usada. — E prepare a banheira, só preciso de um banho e de uma boa massagem agora. — Falei.
— Farei a massagem com prazer. — Sorriu malicioso e piscou para mim.
— Que delícia. Tenho um namorado tão prestativo. — Sorri para ele.
Aquela com certeza foi uma noite e tanto. O jantar. O sexo. Tudo foi bom demais. Eu com certeza era uma mulher de sorte.
Tão sortuda por ter um homem lindo e maravilhoso que sabia perfeitamente me satisfazer por inteira.
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