Notas iniciais
Hey, meus amores!!! Como estão minhas leitoras pervertidinhas??? Postando aqui rapidinho!!! É tão prazeroso escrever essa Fic para vocês!!! Boa leitura!!!

No dia seguinte...

17 de Março, Sábado, 2018.

P.O.V Da Jade

– Ele fez o quê? — Tori estava hidratando o meu cabelo.

Eu odiava frequentar salões, e ela sempre cuidava do meu cabelo, das minhas unhas e das minhas sobrancelhas.

– Ele bateu na minha bunda, puxou o meu cabelo e você sabe, me pegou com força... — Desabafei com a Vega.

Tori deu um gritinho, aquilo me irritava e muito.

– Oh, Me Deus! Ele tem ciúmes de você! — Disse colocando a touca plástica no meu cabelo.

– Ciúmes? Ah, não viaja, Tori. Ele não tem ciúmes. Ele foi apenas rude porque estava com raiva, nem sei porque ele... Oh, merda! E se você tiver razão? — Comecei pensar sobre aquilo.

– Ele odiou te ver com outro. Pensa bem. Se não for ciúmes, é o quê, então? — Me fez refletir.

– Eu não sei... — Ciúmes? Será mesmo que o Oliver sente ciúmes de mim?

– Eu já tenho ciúmes do André. E você? O que sentiria vendo o bonitão agarrando outra? — Indagou.

– Ele é solteiro. Pode ficar com quem ele quiser. Por quê diabos eu sentiria ciúmes dele? — Retruquei.

– Ai, Jade! É o que você diz. Mas você ficou incomodada com aquela garçonete lá do Dokie de olho nele. — Fez questão de lembrar.

– Eu estava incomodada com a cara feia dela, isso sim. Aquela maquiagem de palhaço estava me dando nos nervos. — Falei.

– Sei... — Ela prendeu o riso. — Sabe o que eu acho? Você está gostando dele. Ele já está amarradão em você! — Disse séria.

Minutos depois...

– Pinta de vermelho. — Lhe entreguei o esmalte.

– Quando pretende abordar sobre o livro? Já faz mais de uma semana que vocês estão nesse lance. E você quer o seu livro publicado, certo? Como vai falar com ele sobre esse seu sonho? — Questionou.

– Estou indo com calma, Tori. Não posso chegar nele e abrir logo o jogo, entende? Primeiro vou fazer ele comer inteiramente na minha mão. E eu vou pedir com jeitinho na hora certa. Estou dando o que ele quer. Ele não vai negar. E estou usando o sexo como a chave para o meu sucesso. É dando que se recebe, Vega! — Falei acreditando naquilo.

– Uau! Não te ouvi falar desse jeito. Parece uma vadia oportunista falando! — Comentou chocada.

– É o que eu estou sendo no momento. Mas o sexo com aquele homem é maravilhoso e eu vou curtir cada segundo. — Sorri.

– Apenas tome cuidado, esse jogo pode ser perigoso, amiga. — Me alertou preocupada.

– A pior coisa que poderia acontecer comigo, seria ele me demitir. — Afirmei.

Ela não disse mais nada. Apenas começou a pintar minhas unhas enquanto cantarolava.

[...]

Horas depois...

Coloquei uma lingerie vermelha, era a cor preferida dele. Um conjuntinho bem sexy. Sutiã com bojo meia-taça que dava mais volume aos meus seios. A calcinha com leve transparência na frente, minúscula e fio dental.

Escolhi um vestido cor de café, sem decote, mas o tecido se moldava ao meu corpo e realçava minhas curvas. Ele não era curto, o comprimento batia dois dedos acima das minhas coxas. Coloquei meus sapatos de salto agulha.

Batom cor de vinho. Perfume. Depilação em dia. Tudo 'okay'.

Tori havia deixado o meu cabelo bem macio. A hidratação deixou um resultado maravilhoso. O deixei solto e com algumas mechas bem onduladas.

Eu tinha uma surpresinha para o Oliver.

À caminho do apartamento dele, parei para comprar um bom Vinho tinto. Custou uma boa grana. Mas cada centavo valia à pena. Chequei as horas.

Cheguei no apartamento dele por volta das 19:00h. E só pela cara que ele fez, com certeza não esperava visitas. Principalmente a minha visita em especial...

– Boa noite! — Abri meu melhor sorriso.

– Boa noite... — Parecia encabulado. — Entre! — Deu espaço.

– Com licença. — Entrei rebolando, eu queria provocar ao máximo.

– Como sabia que eu estava em casa? — Perguntou após trancar a porta.

– Eu tive uma intuição! — Menti. — Comprei isso para nós degustarmos! Vim aqui para lhe fazer companhia. — Mostrei a sacola. O vinho estava dentro da caixa. — Sei que você tem uma adega com um variado estoque de vinhos caríssimos, mas esse aqui é especial, fui eu que comprei. — Expliquei.

– Maravilha! Que bela surpresa! — Assentiu.

– Ah, não! Você queria ficar sozinho, não é? Diz a verdade. Quer que eu vá embora? — Fiz charminho.

– O quê? Não! Claro que não! Fique à vontade, linda. Vou pegar um baldinho com gelo e as taças. — Disse apressado.

"Que beleza! Ele caiu na minha. Homens são tão fáceis de seduzir e manipular..."

Minutos depois...

– Veio por causa do sexo? Seja sincera! — Nos serviu. Me entregou a taça pela metade.

– Também. Mas eu gosto de sua companhia. — Admiti.

– Gosta, é? — Sorriu e tomou um gole de vinho.

– Sim, Oliver! — Me aproximei. — Eu aprecio a sua companhia. — Repousei minha mão perto de sua virilha.

– Digo o mesmo, West. — Disse olhando-me nos olhos.

Provei o vinho degustando do sabor adocicado. Estava geladinho. Muito saboroso.

– Você já jantou? — Perguntei.

Ele estava usando uma camiseta branca e uma calça preta de moletom. Seus cabelos estavam soltos. As pontas onduladas batiam nos ombros. Eram macios e cheirosos. Bem cuidados. Oliver era um homem vaidoso. E eu gostava daquilo.

– Sim. Mas ainda não comi a sobremesa. — Tomou mais um longo gole de vinho.

– O que tem de sobremesa? — Perguntei.

– Você! — Respondeu e sorriu malicioso.

Não fiquei chocada. Apenas sorri.

– Você já está duro. — Comentei subindo a mão que estava em sua virilha. Alisei sua ereção. — Que delícia, Oliver. Hum... — Sorri gostando de sentí-lo rígido daquele jeito.

– Você sempre me deixa assim. — Apertou minha mão ali.

– Que bom! — Retirei a mão dali e coloquei a taça sobre a mesinha de centro. — Levanta! — Pedi.

Assim que ele levantou, abaixei sua calça de moletom, o moreno não estava usando cueca. Tomei a iniciativa. O beijei.

Suas mãos foram para a minha cintura. Agarrei sua nuca. Ele me apertou, roçando a ereção na minha barriga. O gosto de vinho deixava o beijo ainda melhor.

Sua língua explorava a minha boca. Seus lábios eram pequenos e macios. Mas sua boca pressionava a minha, quase machucando meus lábios. Sua língua sedenta acariciava a minha com desejo.

Paramos o beijo, comecei a tocá-lo, alisando sua extensão. Sentindo-o completamente ereto. Passei a ponta da língua por seus lábios, contornando sua boca.

– Hoje você está exalando tesão, morena. — Disse assim que parei de contornar a boca dele.

– Hum... E hoje você está muito gostoso, sabia? — Beijei seu queixo.

– Sei que sou gostoso mesmo. — Sorriu convencido.

– Agora vou te chupar todinho. — Falei já me ajoelhando.

– Isso! Me chupa bem gostoso. Eu adoro sentir meu pau deslizando na sua boca. — Disse com a voz rouca dopada de tesão.

Estendi o braço direito, peguei a taça de vinho que estava na mesinha perto de mim. Entornei a bebida, o restinho que ainda tinha... Os cubinhos de gelo tilintaram. Virei a taça na boca, suguei um cubinho bem pequeno que já estava bem derretido. Chupei o cubinho e o quebrei, mastigando-o devagar.

– Você não vai... — Beck se calou quando peguei seu pau e o coloquei na boca. — Ohhh! Porra! Está gelado... Caralho! — Agarrou meu cabelo.

Suguei sua glande bem devagar antes de abocanhá-lo para valer.

– Jade... Jade... Oh, morena... Relaxa a garganta. — Pediu.

Foi relaxando e o deixei se afundar em minha boca, iniciando uma garganta profunda. Eu queria mesmo enlouquecê-lo.

– Oh, vou gozar... — Tombou a cabeça. Não tinha nem se passado 3 minutos.

Continuei o boquete e só parei quando ele se liberou em minha boca. Enguli cada gotinha sem nojo algum. Ele era limpinho e eu gostava do gosto que ele tinha. Aquele homem era muito gostoso mesmo.

[...]

– Minha vez, West! — Me virou.

Logo suas mãos trabalharam ágeis no zíper do meu vestido. Rocei a bunda em seu membro, o provocando.

– Se continuar fazendo isso, eu vou te comer com força em cima desse carpete... — Avisou.

Aquilo me excitou. Não pensei em parar de provocá-lo. Pressionei a bunda na ereção que se formava.

– Jade! — Gemeu meu nome. — Nada de cama. Vou te foder aqui mesmo. — Terminou de abrir meu vestido e me virou, e desceu o tecido me despindo. — Lingerie vermelha. — Sorriu apreciando meu conjuntinho sexy. — Muito linda! — Apertou meus seios por cima do sutiã.

– Aqui mesmo? Em cima do sofá? — Indaguei excitada.

– Não! — Negou. — Tira apenas a calcinha e fica de quatro no chão. — Apontou para o carpete marrom.

– Como quiser, Sr. Oliver! — Era divertido provocar ele.

Tirei a calcinha lentamente. Me abaixei ficando de joelhos e me posicionei, me colocando de quatro. Firmei as mãos no carpete macio.

– Agora pode ser bruto, eu deixo. — Avisei.

– Tem certeza? — Se colocou atrás de mim.

– Sim. Tenho! — Respondi convicta.

– Gosto muito da cor da sua pele. — Alisou a minha nádega direita. — Branquinha. — Tocou na nádega esquerda.

– Quer me dar umas palmadas? — Já estava me sentindo toda molhada.

– Quero! — Respondeu.

– Vá em frente! — Mandei.

– Com o maior prazer. — Sua voz estava muito rouca.

A primeira palmada veio sem aviso prévio. Bateu forte e estalado. Atingiu minha nádega direita em cheio.

– Oh, porra! — Senti a segunda palmada. Doeu mais. O ardor se espalhou.

Quarta. Quinta. Sexta. Sétima. Oitava. Nona. Décima.

Dez palmadas fortes. Ele queria mesmo me marcar.

– Ficou toda vermelhinha. — Me acariciou.

– Me deixou dolorida... — Sentia minhas nádegas latejarem. — Desde quando é dominador? — Perguntei.

– Dominador? — Riu. — Não sou essa porra não... Sério! Nunca fiz isso com outra mulher. — Confessou.

– Que bonito, hein, Sr. Oliver? Você sente tesão em descer a mão em mim. — Comentei debochada.

– Sinto mais ainda afundando o meu pai em você... — Afirmou se posicionando em minha entrada.

– Hum... Que delícia te sentir, Oliver. — Gemi quando ele me penetrou com uma só estocada.

– Abre mais... Eu quero meter bem fundo, morena. — Agarrou minha cintura.

Afastei as coxas, dando mais acesso para ele. Suas investidas iniciaram. Fortes, duras e frenéticas. Nossos corpos se chocavam. Nossos gemidos soavam por sua sala. Ele ia cada vez mais fundo, atingindo algum ponto dentro de mim que me causava um imenso e indescretível prazer.

[...]

– Sempre curtiu esse tipo de sexo bruto? — Eu só não permiti ele puxar meu cabelo.

As estocadas fortes e as palmadas foram o suficiente. Eu estava toda dolorida.

– Às vezes é bom variar, não acha? — Me puxou para cima dele. Deitei sobre seu corpo másculo.

– É, você tem razão. — Concordei. — Nunca teve um relacionamento sério? — Eu tinha aquela curiosidade. Por isso perguntei.

– Sim. Já fui noivo. Durou apenas 3 anos. Descubri que ela não passava de uma vadia interesseira. Só estava comigo por causa do meu dinheiro. Ela também me traia. Coloquei um investigador particular na cola dela e descubri tudo. Foi a maior decepção da minha vida. Ela não me amava, só estava comigo por puro interesse. Uma verdadeira vadia oportunista! — Contou com raiva.

Enguli em seco. 'Vadia oportunista'... Eu havia me tornado naquilo. Me aproximei dele por interesse pensando no meu livro...

– Lamento. — Saí de cima dele.

– Ah, isso faz tempo. Já passou. Muitas mulheres se aproximaram de mim com algum interesse. Não é nenhuma novidade. E você não é como elas, Jade. — Sentou.

"Sou sim... Ah, se você soubesse..."

– É, eu não sou como elas. — Eu nem tinha coragem de encará-lo. — Preciso ir. — Levantei.

– Não precisa não. Fique aqui. Durma comigo. — Pediu.

"Merda! Merda! Merda..."

– Tá. Eu fico. — Assenti. — Preciso de um banho. — Murmurei.

– Vou com você! — Levantou.

"Se eu pedir para ele publicar o meu livro, ele com certeza vai ficar bravo comigo. E agora? O que eu faço? Mas que merda! Se ele descubrir, vou parar no olho da rua e ainda serei taxada de vadia interesseira..."

Notas finais
E aí??? Curtiram??? O que estão achando dessa Fic??? Nossa!!! Imaginem quando ele descobrir sobre a Jay hahaha Comentem, nada de vácuo, ok??? Bjs