Burning Desire

11 We're Superhumans


Notas iniciais
Amem esse capítulo!! E quando eu pedir, coloquem a música porque se não vai ficar sem graça!

– Liga logo! — Livy falou me pressionando.

– Não sei se eu vou ligar, porra to me sentindo uma adolescente de 15 anos! — Falei reclamando.

– Vai, anda! — Ela disse fazendo um gesto para o telefone. Respirei fundo, disquei o número e fiquei esperando ele atender, parecia que já estava chamando a meia hora e nada, então escutei uma voz masculina simpática no outro lado da linda.

Conversei com ele por algumas horas para nos conhecermos, e então marcamos de nos ver na festa da praia de hoje á noite.

– Então, com que roupa você pensa em ir? — Ela perguntou animada, deitei na cama.

– Não sei, não tenho roupa! — Resmunguei me sentindo uma criança metida.

– Por sorte, eu tenho! — Ela disse animada, ficamos horas procurando a roupa certa, vestindo cada uma até a pressão do horário chegar, então simplesmente vesti uma saia jeans branca e uma blusa de ombro caído azul claro. Livy fez a minha maquiagem e sem mais delongas fomos para a praia. Eu estava muito ansiosa em vê-lo, pelo jeito que a Livy falou dele, parecia ser O deus grego. Chegamos lá e estava praticamente igual a primeira festa, só que com um cheiro de "irei transar mais tarde" no ar.

Bebemos alguns copos para descontrair e então fomos para a pista dançar, as músicas estavam ótimas, Livy era contagiante, o jeito que ela se mexia me fazia me animar mais e dançar mais ainda, então ela parou de dançar e eu também, ela sorriu e eu fiz o mesmo, só que percebi que não era pra mim o sorrio, então me virei.

Parecia que uma luz pairava sobre o garoto, era moreno, alto, corpo em forma, olhos castanhos, dentes perfeitamente alinhados e brancos, um sorriso encantador no rosto, e só percebi que ele havia chego e falado algo porque a Livy me cutucou.

– Oi, desculpa! — Falei sorrindo, tentando ser simpática, ele riu.

– Então, você é a mulher que eu falei no telefone? — Quando ele falou mulher quase pulei nos braços dele, a maioria dos caras me chamavam de garota, menina, qualquer outro apelido, mas o mulher caiu muito bem na frase.

– Sou sim! — Disse sorridente, Livy começou a gargalhar e eu a olhei no estilo "que porra??" e então me virei para onde ela estava olhando. Tread. Ele tinha uma mania de aparecer nos lugares onde não é chamado e da maneira mais inconveniente possível.

– Por que não me esperou, May? — Ele falou olhando pra mim e perto demais do meu corpo, May, eca. Tirei as mãos dele da minha cintura na hora e sai de perto do mesmo.

– Se enxerga. — Respondi o fuzilando com os olhos.

– Vocês estão namorando? — Ele perguntou.

– Não!

– Sim! — Tread falou exatamente na mesma hora que eu, e me virei começando a xingá-lo de todos os nomes que me vinham na cabeça, das palavras mais chulas possíveis descontando todo o meu ódio em cima dele. O homem do bar havia falado algo mas eu estava ocupada demais xingando que não escutei e ele foi embora, e por acaso o nome dele é Tyler. Os T's me perseguem... Tyler, Thalles... Tread.

– Idiota! — Praticamente gritei na cara dele, dando um empurrão que no meu ponto de vista foi forte, mas que nem o moveu de lugar, resmunguei e sai pisando forte no chão frustada.

Subi as escadas reclamando de como seria a noite se tudo tivesse ocorrido do jeito que eu havia planejado. Parei na frente da minha porta vendo por acaso de soslaio alguém sentado no corredor, virei devagar e vi Davi sentado no chão, sorri e fui até ele.

– Sim, o que você está fazendo aqui? — Perguntei o olhando, ele apontou para a porta com o polegar e eu cheguei mais perto da mesma, conseguindo escutar alguns gemidos femininos altos.

– Ata. — Falei rindo. — Vem, dorme no meu quarto. — Falei inocentemente, dando a mão para ele se apoiar na mesma e ele o fez, fomos até o meu quarto e destranquei a porta, deixando ele passar primeiro, então entrei e fechei a porta.

Quando me virei vi Davi com o meu sutiã de renda vermelho quase transparente pendurado em seus dedos, ele o olhava intrigado, comecei a rir nervosamente, fui até ele, peguei da sua mão, joguei dentro da minha mala e fechei a mesma.

– Ops. — Ri e ele também riu gostosamente. Fui até ele e fiquei do seu lado, o entregando o travesseiro. — Bom, como a Livy não vai dormir aqui hoje, você pode dormir na cama dela! — Faleii e quando vi ele já havia posto o travesseiro na cama e estava colocando sua mão no meu rosto, me puxando calmamente em direção aos seus lábios, e eu fui, por que não iria? (coloquem a música)

Começamos a nos beijar, nossas línguas se entrelaçavam calmamente, como se estivéssemos aproveitando cada toque o mais intensamente possível. Ele desceu os beijos até os meus ombros nus, e então se afastou, me olhando, sorriu e eu sorri de volta, ele deu um beijo no meu pescoço e então tirou a minha blusa calmamente, me fazendo sentir o tecido deslizar pelo meu corpo.

O beijei de volta, descendo as minhas mãos até a barra da camisa dele, e então passei as mesmas por debaixo da camisa, arranhando seu abdômen de leve, escutando um suspiro, sorri e fui tirando lentamente sua camisa também. Ele deslizou suas mãos pelas minhas costas nuas até chegar no bolso traseiro da minha saia, colocou sua mão ali e puxou meu corpo contra o dele, nos beijamos com mais vontade, minha mão desceu até a fivela do seu cinto, abrindo-o devagar e o tirando, então olhei para baixo para achar o botão da bermuda e ele começou a beijar e dar mordidas de leve no meu pescoço e ombro, abri a mesma e o olhei, ele sorriu e tirou a mesma.

Me seguro pelas costas e me deitou na cama, delicadamente, e foi voltou a beijar meu corpo, fazendo o mesmo se arrepiar por inteiro, seus lábios macios entrando em contato com a minha pele apenas fazia a mesma ficar mais quente. Seus beijos desceram do pescoço até o busto, passando pelo meio dos meus seios e indo até a minha barriga, seus dedos encontraram o zíper da minha saia, abrindo o mesmo e então levantei um pouco o meu corpo, ajudando-o a tirar a minha saia.

Então ele veio e me beijou de novo, com vontade, com desejo, meu corpo a cada toque ia se entregando mais e mais á ele, ele abriu meu sutiã e o tirou, massageando os mesmos com suas mãos, me fazendo respirar com dificuldade, seus beijos no meu pescoço tinham virado chupões.

Prendi as minhas pernas ao redor da sua cintura, roçando nossas intimidades uma na outra, me fazendo sentir a respiração acelerada dele no meu pescoço. Ele desceu sua mão até a minha intimidade, tocando-a levemente, apenas massageando a mesma por dentro da calcinha, meu corpo começou querer cada vez mais, girei nossos corpos e fiquei por cima.

Não haviam luzes no quarto, fazendo com que apenas pudéssemos ver um ao outro pela luz da lua que invadia o quarto através das cortinas finas. Tirei a minha calcinha e tirei a cueca dele. Meu coração já estava acelerado e ambos não conseguíamos mais nos controlar direito, nenhum dos dois queria mais as preliminares, ele girou pra ficar em cima de mim me fazendo rir e me beijou, com vontade, desceu suas mãos até as minhas pernas, abrindo-as lentamente, encaixando perfeitamente, foi colocando devagar para que meu corpo se acostuma-se, arfei e ele se posicionou melhor, agora suas mãos tinham subido para a minha cintura, fazendo os movimentos. Eles ficavam cada vez mais necessitados, meu corpo chamava por ele e o dele chamava pelo meu.

Meu corpo amoleceu ao chegarmos ao ápice, e ele se retirou lentamente deitando do meu lado e dando um beijo no meu ombro, estava tão cansada que só cobri nossos corpos e dormi nos braços do Davi.

Notas finais
Então, eu to dedicando esse capítulo pra fezinha deixando um "boa viagem gata" e um "volta logo que já estou morrendo de saudades" te amoooo