Bullets and Kisses

9 Capítulo 8 - A outra face da mesma moeda


Notas iniciais
Hello girls (falo garotas porque nunca vi um boy aqui na fic, então se tiver algum garoto, deixe nos comentários para que eu não repita o mesmo erro)! Quero começar dizendo que eu tô super, mega, ultra feliz porque a fic recebeu sua primeira recomendação!!! MUITO OBRIGADA novamente à Leticia Vicce, pelo maravilhoso presente que você me deu por meio das suas palavras, amei todas elas. Notícia: decidi que a partir de agora cada capítulo da fic terá cerca de 1.000 à 2.000 palavras, estourando 3.000 se tiverem muitos comentários. No caso de uma recomendação, tentarei fazer um grande com mais ou menos 4.000 palavras. Motivo: retornarei às aulas e meu tempo vai ser extremamente corrido para fazer um capítulo pequeno, quem dirá um grande, então espero que compreendam. (E eu posso demorar o tempo que for, mas não vou desistir da fic. Se isso chegar a acontecer, darei com certeza um aviso prévio. Quero agradecer aos comentários das leitoras no capítulo antorior e também as adições aos favoritos. Fiquei radiante ao ler todos os reviews, então, obrigada. É isso. Um abraço e uma ótima semana! Boa leitura!

POV Emmett

Cheguei no edifício, e após estacionar o jipe na garagem, subi rapidamente em direção ao meu apartamento com o intuito de começar a preparar o jantar. Já disse que eu sei cozinhar? Sim, e sei muito bem. Mas hoje tenho que fazer algo especial e prático, porque não tenho mais tempo para fazer coisas difíceis e demoradas.

Meia hora depois desse pensamento, já estão no fogo o arroz e o frango. Aí você deve pensar que essa comida é tosca para o momento. Cara, primeiro: toda comida que se preze tem que ter arroz, e segundo: você nem sabe pra que vai servir o frango. Feijão não é legal pra misturar com esse tipo de comida, e também é muito pesado pra comer de noite. Então, como o arroz já tem muito tempero (milho, ervilha, linguiça em pedacinhos pequenos...), acho que pra completar, é legal fazer apenas um fricassê (n/a: fricassê é um tipo de lasanha, só que com frango, sem presunto ou massa, apenas queijo e mussarela, e alguns temperos que eu considero deliciosos) e uma salada, mas essa última vou deixar para os meus irmãos fazerem.

O tempo passa, e quando me dou conta já são quase 19:30 então vou tomar banho. Enquanto me olho no espelho, começo a ficar nervoso... Puff... Tô parecendo um adolescente inocente indo no primeiro encontro, sinceramente. Que droga, e eu não sei nem o motivo! Por mais que no fundo eu saiba o porquê dessa ansiedade, não consigo admitir em voz alta e nem se quer cogitar pensar nessa possibilidade. Eu não posso!

Já deu pra perceber que ela não quer nada comigo, e com razão. Não posso dizer que eu sou um exemplo de homem porque com certeza eu não sou. O tipo de garoto que um pai iria querer para sua filha... Naah, sou o próprio oposto. Ela deve querer distância de mim, mas apesar de saber que devo me afastar, não consigo fazer isso. Conheço essa garota a menos de uma semana, e já me sinto assim, droga! Que merda tá acontecendo comigo? Aaaarrrrggghhhh Rosalie Hale! Que porra você tá fazendo com a minha cabeça?!

Quando eu olho pra ela, vejo uma pessoa de perfeição inalcançável e que nunca iria dar bola pra alguém como eu. Nos seus olhos, dá pra perceber que uma versão de mim já a magoou e isso acaba com a minha sanidade. Não consigo parar de imaginar como isso aconteceu, e que ela possa me comparar a essa pessoa. E o pior de tudo, não sei porque isso me importa tanto! Me sinto confuso, e minha mente está cheia de perguntas que talvez não tenham respostas. Isso tudo é uma grande merda, porque eu nunca me senti assim. Fui treinado para não deixar minhas emoções transparecerem, e principalmente nunca me apaixonar... Mas acho que já é tarde demais pra isso...

***

Olho para o relógio umas 5 vezes em menos de 3 minutos, e acho que já se passaram décadas. Já deu pra perceber que o tempo não tá do meu lado. Logo após esse pensamento, a campainha toca e quando Edward vai atender, ouço vozes conhecidas até chegar a vez de uma que me encantou desde o momento que a ouvi pela primeira vez. É, acho que Deus está ao meu lado dessa vez, afinal.

Depois que eles entram, foco meu olhar na mulher loira à minha frente. E, o que é isso Senhor? Ela está simplesmente lindíssima. Seu jeito desajeitado de se vestir, me surpreendeu, mas de um jeito bom. Ela definitivamente não é do tipo de mulher que se veste com uma roupa bonita apenas por beleza, mas sim porque ela quer usar. Hoje especialmente, está um frio do caramba e ela usa uma roupa quente e simples, combinando tudo com o cabelo armado em um coque frouxo, que por incrível que pareça, destacam ainda mais seus olhos encantadores. Não sei o que dizer, e acho que se a elogiasse iria ficar muito na cara que eu sou “qualquer um”.

— Nossa, achei que não fosse vir, e que bom que estava errado. – é a única coisa que consegue sair da minha boca antes que eu possa dar um abraço na loira maravilhosa ao meu lado. Meu Deus, que cheiro bom ela tem...

— Eu disse que viria, Emmett. – ela diz, retribuindo o abraço e com esse simples gesto me sinto feliz. Mas não dura muito, porque quando nos separamos vejo um loiro emo ao lado da Rose.

— E você, quem é? – pergunto, admito que um pouco rude mas isso não importa agora. Eu não conheço esse mané e ele já tá me incomodando, então se ele preza pela vida, vai me responder agora... Oh se vai.

— Sou Jasper Hale, e você deve ser o Emmett. Rose me falou sobre você. – hum... Nome gay esse, mas não importa. O que importa, é que ele falou ROSE. Quem foi que deu essa liberdade toda? Mauricinho fdp, olha onde tá se metendo...

— Engraçado, minha Rose não falou nada sobre você. – digo, e quando me dou conta do que falei me repreendo, apesar de não ligar. Ele tem que saber o lugar que lhe pertence, e que se dane o resto.

— É, hum, gente?! Que tal vocês nos mostrarem o apartamento? – Rose pergunta, provavelmente tentando mudar o foco da minha atenção. E com razão, porque eu já estava prestes a esmurrar a cara desse babaca loiro.

— É pessoal, venham. Emmett. – Edward tenta me repreender mas sem sucesso, porque eu não esqueci o que aconteceu aqui.

— Quer vir Rose?! – ofereço o braço a loira, mas pelo seu olhar vejo que ela está relutante em ceder. Que é isso? Ela tá com medo de mim?!

— Acho melhor eu ir ao lado dela hoje grandão. – esse idiota realmente tá pedindo pra apanhar...

— Não estou falando com você, cara. Rose, você quer ir comigo? — dou bastante ênfase na palavra comigo porque eu quero que ela vá ao meu lado, caramba. Será que é pedir demais?

— É, hum... É melhor irmos todos juntos, não é mesmo?! – ela responde, provavelmente com a intenção de amenizar a situação e ganhar o apoio dos outros. É, ela me quer longe. Literalmente. Mas não vai conseguir, eu não vou deixar ela me afastar.

— É, vamos logo garotos. – Bellinha sobe escada a cima, e não sei como, me puxa consigo. Eu deixei que ela me arrastasse, ok. Mas apenas pra não pular encima do pescoço do loiro com cara de dor. Epa, espera aê. A Rose e o mauricinho emo ficaram lá em baixo. Aaaahhh, mas isso não tá saindo como eu esperava... Não tá mesmo.

— Acalme-se Emmett. Eles já vão subir, não precisa ficar com ciúmes da Rose, o Jazz é da família. Não daria em cima dela. – Bella fala, olhando pra mim com divertimento, mas ao mesmo tempo, sinceridade. Não sei o que sinto ao ouvir isso. Eu não posso estar com ciúme, e eu tenho certeza de que não estou.

— Eu não tô com ciú...

— Hei, vocês vem ou não? – ela me corta, gritando para o indivíduo que está lá em baixo com a Rose.

— Já estamos indo Bells. – ouço a voz da loira, e alguns minutos depois ela sobe abraçada com o mauricinho emo. ARGH! Deus me dê paciência, porque se me der força eu mato esse cara.

***

Depois de fazer uma espécie de tour pelo apartamento, descemos e começamos a jogar conversa fora enquanto minhas irmãs não chegam. Nesse meio tempo, noto que o tal Jasper não soltou o braço da minha loirinha, e isso já tá passando do limite porque minha paciência com certeza já foi pro brejo.

— E vocês, moravam aonde antes de se mudar para Forks? – Ed perguntou olhando fixamente para os nossos convidados... Hum, agora o assunto está chegando em algum lugar.

— Los Angeles. – respondem Bellinha e Rose.

— Eu morava na Austrália. – peraí, eles não moravam no mesmo lugar?!

— Ué e vocês não moravam no mesmo país, cidade ou seja lá o que for? – pergunto, incrivelmente interessado.

— Não. Quero dizer, sim, mas Jasper foi embora com os pais depois de algum tempo. – Rose fala, olhando nos meus olhos, e quando encontro seu olhar penetrante e raciocino suas palavras, fico repentinamente aliviado. Um pouco, talvez.

— Entendo... E a família de vocês? – Edward pergunta, e percebo que eles (Rose, Bella e o mauricinho emo) trocaram olhares estranhos. Posso deduzir que até são nervosos, mas por que?

— É, hum, meu pai faz parte da polícia de L.A. e minha mãe é professora de balé em uma escola de lá. – Bellinha responde simplesmente e depois olha pro eminho.

— Bom, meu pai é juiz e minha mãe promotora. E antes que perguntem, eles se conheceram enquanto faziam o mesmo curso de direito. – senti que quando respondeu isso, ficou meio tenso. O que aconteceu?

— E os seus Rose? – pergunto, e a olho atentamente enquanto ela abaixa a cabeça ao responder.

— Meus pais são... – antes que ela termine de falar, Alice e Eleanor chegam.

(N/a: é toda aquela conversa que vocês já leram no capítulo anterior, não vale a pena repetir) Enquanto os outros se apresentam, vejo que Rosalie começou a se distanciar da conversa, e essa é a minha deixa. Chego perto dela por trás e passo os braços pela sua cintura.

— Fugindo de mim a noite toda hein?! Tsc, tsc, tsc... – sussurro baixinho próximo ao seu ouvido, e desço minhas mãos para o seu quadril.

— Não fugi de ninguém, Emmett. Se me dá licença, quero conhecer Eleanor. – ela diz, mas suas palavras não combinam com as reações de seu corpo. Ela não quer se afastar, mas pensa que consegue se manter longe de mim.

— Saiba que não pode fugir de mim pra sempre, princesa. – falo, e depois de nos separarmos entrelaço sua mão na minha. – Venha, vou te apresentar a minha irmãzinha mais nova.

Depois de piscar um olho, levo ela até minha irmãzinha que se encontra brincando com seu ursinho. Após eu apresenta-las, notei que Rose tem um jeito especial de se entrosar com crianças. Como eu percebi isso?! Simples. Eleanor gostou dela de cara. É até engraçado constatar uma coisa dessas baseado na minha irmã, mas eu sei como ela é. Elle não fala com adultos tão facilmente. Ela primeiro fica tímida, manhosa, e calada até saber que “gosta” da pessoa. Com a Rose, ela não seguiu esse processo, mas pulou no colo da loira, do nada.

(N/a: repito, essa é a parte do jantar, então vamos pular) Depois do jantar, Alice me pede para dar o remédio de Eleanor, mas antes de sair dou um beijo (ok, aquilo não pode ser chamado de beijo, pelo menos não por mim, mas já foi um início) em Rosalie e vejo que apesar da surpresa ela gostou, eu sei que sim. Mas, vamos combinar... Que lábios macios eram aqueles?! Jesus, eu preciso de mais disso. E não sou só eu que tirei uma casquinha. Eleanor aproveita esse tempo que estamos perto um do outro, e dá um abraço na loira maravilhosa. E cada vez mas eu comprovo minha teoria que a caçulinha gostou da Rose.

— Hmm, vamos ver. – coloco Eleanor sentada na minha cama enquanto procuro o comprimido na bolsa. – Você sabe onde a baixinha colocou seu remédio, gatinha? – pergunto pra Elle, que já se acomodou na cama e está com cara de sono.

— Dentlo do bolsinho menor, no fundinho da bolsa. – ela diz baixinho.

— Achei. – pego a água que está no criado mudo, e vou em direção à cama. – Agora abre o bocão pro irmão, rapidinho.

— Emm, eu não sou mais um bebê. Sei tomar o lemedinho sozinha, me dá ele aqui. – ela pega o minúsculo comprimido da minha mão, coloca na boca e engole com um pouco d’água. Eita!

— Vish, ela não é mais bebê oh... – finjo estar horrorizado. – nem acredito nisso, acho que tô ficando idoso já...

— Não, não tem nada idoso... Oaahh(bocejo)... Emm, eu te amo maninho, mas agola eu quelo dormi tá bom? Vai lá pla baixo ficar com a tia Rose tá bom?! – ela solta um risinho e eu fico realmente espantado com as palavras dela dessa vez.

— Do que você tá falando hein?

— Voxê já sabe... Boa noite maninho! – então ela vira a cabeça para o outro lado e poucos minutos depois sua respiração já está suave e calma. Ela dormiu.

Quando desço as escadas estou recapitulando as palavras de Eleanor. Como uma menina tão pequena entende o que está acontecendo se nem eu entendo?! Ah meu Deus, e por que eu penso tanto nisso?! Só posso estar ficando maluco.

Encontro meu irmão e o mauricinho emo sentados na sala, então decido me juntar a eles, que parecem estar em uma conversa animada.

— E aí, o que tanto falam? – pergunto me apoiando no encosto da poltrona e pegando uma cerveja de dentro do cooler.

— Nada de mais, só as possíveis chances do Jasper com a Alice. – Edward responde, rindo.

— Como?! – quase me engasgo, mas não pelo motivo que uma pessoa normal pensaria.

— Ah, nada de mais irmão. Eu sou uma pessoa bem direta, e eu gostei da irmã de vocês. Mas eu não sei nada sobre ela ainda, então estamos apenas zoando com a minha cara mesmo. – Jasper fala simplesmente, me encarando com a maior naturalidade do mundo.

— Rapaz, você é realmente um babaca. – falo, espumando de raiva. – Como você tá com a Rose e quer ficar com a Alice? – esse idiota tem merda na cabeça?!

— Como é? – ele pergunta incrédulo, mas depois começa a rir. – Ahahahahahahahahah!!!!! Isso é sério?! Ahahahahahahahahahah.

— Tá rindo de quê seu babaca?! – eu me levanto, com a intenção de desmanchar esse sorriso do rosto do mauricinho. Ah, mas eu já estava com vontade faz teeeempo, e agora ele está me dando um motivo mais realista. Infelizmente Edward me segura.

— Aquieta o facho Emmett, deixa ele falar. – meu irmão diz, se segurando para não rir.

— Calma... Você não reparou no meu sobrenome e no da Rosalie? – ele me pergunta, com um sorrisinho no rosto.

— O que quer dizer? – pergunto, tentando raciocinar. Jasper Hale. Rosalie... Hale. Eles são da mesma família... Aaahhh, como eu fui burro!

— Nós somos primos, cara. – ele fala rindo.

— Uau... é... uau! Eu não sabia. – digo, voltando a me sentar na poltrona e dando um grande gole na cerveja.

— De boa brother. Mas, não notou a semelhança?

— Não me toquei pra reparar isso, Jasper. – digo, aliviado. Não sei porque.

— Humhum... – ele ri novamente, mas com calma dessa vez. – Eu sei porque não notou. Tava com tantos ciúmes de mim com a Rose, que nem se importou em analisar. Pra você eu já era um perigo iminente só por estar abraçado a ela... – então ele e Edward começam a gargalhar. Ah que saco!

— Eu já falei, que não estava com ciúmes. Eu agi assim, apenas porque não te conhecia e não sabia que tipo de pessoa a Rose estava. Sou amigo dela, então estava querendo protege-la, só isso.

— Uhum, só isso... Ah, é que eu lembrei que a minha Rose não falou nada sobre você...— Edward falou, e apenas deu corda para começarem a zoação.

— Parou aê, tá legal! Aliás, quando foi que a conversa virou sobre mim e a Rose? Não estávamos falando sobre você e a baixinha?!

— Mudamos de assunto quando você ficou todo nervosinho pelo meu caso de amor com a Rosalie. — Jasper responde, gargalhando novamente. Ah Senhor, eles vão me atazanar com isso pelo resto da vida... – Mas, você tem caminho livre com ela cara. Contanto que não a machuque, do contrário eu estouro seus miolos. Sério.

— Ai que medo dele... – faço uma voz de mulherzinha, e eles acham graça. – Não vou magoar a Rose, Jasper. Até porque eu não tenho nada com ela pra isso. Ainda.— falo essa última palavra baixinho, e espero que eles não tenham ouvido.

— Sei bem... – depois dessa palavra, as meninas entram na sala, e acaba o assunto.

Vejo que o sofá de dois lugares está ocupado por Edward, então Bellinha vai pra lá. Um já foi. No chão Jasper está sentado, e acho que nunca agradeci tanto por Alice ser espontânea e ficar ao lado dele. Os dois estão interrompendo a passagem para a poltrona reclinável, então já me livrei do segundo e do terceiro obstáculo também. Hahaha! Só a resta se sentar comigo!

— Tá tudo bem? E cadê a Eleanor? – Rose pergunta, e quando olha ao redor da sala, acho que tem a mesma constatação que eu acabei de ter há alguns minutos atrás.

— Tá tudo ótimo linda, e a Elle tá dormindo lá em cima. – respondo, com uma expressão divertida na face. Não ria Emmett Cullen. Não ria. — E você não quer sentar não? – pronto, perguntei o assunto que não quer calar.

— Não, hum, eu vou ficar em pé mesmo... – ah mais não vai mesmo.

— Tá com medo de sentar comigo? Eu não mordo, gatinha... Só se você pedir. – falo, com um sorriso malicioso no rosto, e quase posso perceber as engrenagens no seu cérebro, deduzindo se isso é uma boa ideia ou não. Eu digo amorzinho, depende do seu ponto de vista.

— Cala a boca Emmett. – uh, marrenta. Gosto disso, e ela não sabe o quanto.

— Vamo assistir um filme? – meu irmão pergunta sem deixar ninguém responder e fica em pé pra pegar o controle da TV. Até que percebo seu lugar vazio, e a loira começando a levantar pra ir para cima do travesseiro, anteriormente ocupado por Edward. Antes que consiga, prendo minhas mãos em sua cintura.

— Aonde você pensa que vai? – sussurro em seu ouvido e vejo os pelos de sua nuca eriçarem. Ela gosta, eu sei.

— Eu ia sentar com a Bella. – falou bem. “Ia” do verbo não vai mais.

— Não, não, não. Você vai ficar aqui, comigo. – a puxo para sentar em meu colo, e percebo que por um minuto ela ficou tensa, mas depois sinto seu corpo relaxar... E ter ela em meus braços é a melhor sensação do mundo. A melhor. É Emmett, acho que a noite vai ser bem longa...

Notas finais
E aí, o que acharam? Comentem, favoritem, e tals... Ah, quero agradecer também pela quantidade de visualizações na fic, já estamos em quase 900, thank you guys! Só pra avisar, daqui a pouco vou postar a nova fanfic, então adoraria ver vocês lá também. (só pra lembrar, não é uma fic definitiva, ou seja, se não tiverem comentários, não vou prossegui-la, porque está digamos, em fase de teste). Kisses, Mack Lutz.