Notas iniciais
Demorei mais cheguei rs Desculpe a demora é que esse final de ano foi muito turbulento. Mais aqui esta um cap. novinho heheheh prometo demorar menos para postar. Espero que gostem boa leitura

– Mãe cheguei.– Sakura gritou ao entrar na porta.

– Oi filha como foi a festa? – perguntou Tsunade da cozinha.

Sakura foi até a cozinha deu um beijo na bochecha de sua mãe, ela observou sua mãe que era muito diferente dela, ela era loira de olhos cor de mel, possuía seios fartos e tinha um corpo de dar inveja a muita menina de 20 anos. Como ela nunca se deu conta? Ela era magra e reta, seios pequenos, seu cabelo era rosa de nascença, seus olhos verdes-esmeralda, ela não era nada parecida com sua mãe e nem seu pai Jiraya que já pela idade tinha cabelos brancos, seus olhos eram negros, também não era parecida com ele. Ela suspirou pesadamente, como ela nunca reparou? Se perguntava o tempo todo.

– Sakura? Você está bem? — perguntou preocupada enquanto olhava a filha a fitar com o olhar longe.

– Claro! Estou bem. Então você sabia da festa?

– Sim eu ajudei a elas a organizarem. — respondeu sorrindo enquanto secava os pratos.

– Mãe quero te perguntar uma coisa, promete me responder com sinceridade? — Sakura perguntou sem se conter, não podia ficar na duvida, queria saber se tudo aquilo que ela viveu mais cedo era verdade ou não.

– Claro.

– Eu sou adotada? — perguntou olhando seriamente para sua mãe, que com a pergunta deixou o prato de sua mão cair no chão quebrando em pedaços.

O choque no rosto de Tsunade era evidente.

– Quem te disse isso Sakura? — perguntou nervosamente.

A voz de sua suposta mãe a denunciou e seus olhos se encheram de lágrimas.

– Me responde mãe por favor. — Sakura pediu enquanto a primeira lágrima escorria pelo seu rosto.

Tsunade suspirou pesadamente e baixou a cabeça, como ela falaria para Sakura que ela e seu marido há encontraram na sua porta.

– Responde. — Sakura agora implorava, aquele silencio só confirmava sua pergunta.

– Sim Sakura você é adotada, você era recém-nascida quando há encontramos na nossa porta enrolada num sobretudo preto. — falou enquanto olhava a reação de Sakura.

Então era verdade, ela era uma vampira, tudo que Itachi disse era verdade, seus pensamentos estavam totalmente confusos, as lágrimas escorriam pelo seu rosto. Ela estava tonta sentia que ia desmaiar. Ela sentou na cadeira ainda chocada.

– Quando vocês iam me contar? — perguntou olhando para o nada.

– Não íamos, eu e seu pai prometemos não contaríamos, posso não ter te gerado mais no momento que te vi pela primeira vez sabia que você era a filha que tanto pedi a Deus. — Tsunade disse se sentando ao lado da filha. — Quem te contou Sakura?

– Meu irmão. — disse ainda olhando para o nada.

– Seu irmão?

– Na realidade ele não disse que eu era adotada, apenas disse que eu era a irmã desaparecida dele. — disse agora encarando a mãe.

– Como?

Sakura contou tudo o que aconteceu naquela manhã e sua mãe pasma a olhava se perguntando de onde sua filha tirou aquela história.

– Eu não sou louca mãe, aconteceu de verdade. — disse adivinhado o que se passava na cabeça de sua mãe.

– Sakura teve bebida alcoólica la? Você não anda me escondendo nada né? — perguntou preocupada.

A raiva por estar se passando por mentirosa estava só aumentando, apesar que se alguém naquele momento aparecesse do nada e lhe contasse uma história igual a dela não acreditaria.

Ela foi ate o faqueiro e pegou uma faca. Assustada sua mãe deu um passo pra trás.

– Sakura o que você vai fazer, larga essa faca.

– Eu vou te provar que não sou louca. — disse abrindo a palma da mão.

– NANAAA. — as duas se viraram ao ouvir a voz de uma menininha gritar pela sala.

Sakura botou a faca em cima da pia e Tsunade respira aliviada. Entra correndo na cozinha uma menina que aparentava ter uns 5 anos de idade loira com olhos cor de mel, ela abraça Sakura pela cintura e ela retribui o abraço, sorrindo.

– Parabéns nana. Tenho um presente pra você. — disse a menina se desvinculando ao abraço.

– È kotomi o que você trouxe para mim?

– Espera que vou buscar. — disse saindo correndo para fora da cozinha.

Entra na cozinha um homem de cabelos branco trazendo a mochila da barbie nos braços. Ele olha para Tsunade e percebe que ela está tensa.

– O que houve? Estou sentindo um clima estranho aqui. — perguntou enquanto levantava uma sobrancelha.

Tsunade olha para ele e suspira pesadamente, e Sakura apenas o encara.

– Precisamos conversar Jiraya. — Tsunade apenas disse se sentando.

Ele olhou para elas preocupado e se sentou colocando a bolsa de Kotomi no chão.

– O que houve? — perguntou sério.

Ninguém respondeu pois logo voltava Kotomi correndo com um embrulho nas mãos.

– Aqui Nana pra você. — disse entregando o pacote.

Sakura sorriu para menina e abriu o embrulho, logo se viu que era um porta-retratos de cartolina e papelão com a foto das duas. Os olhos de Sakura se encheram de lágrimas, ela não queria abandonar sua família.

– Não gostou? — perguntou a menina com carinha triste.

Sakura a pegou no colo e a abraçou.

– Eu amei. — disse sorrindo para a menina.

Sakura colocou a menina no chão.

– Você não vai falar com a mamãe não? — perguntou Tsunade sorrindo.

A menina foi correndo ate a mãe e deu um beijo em sua bochecha.

– Desculpa.

– Vamos tomar banho pra almoçar. — disse enquanto levantava da cadeira, pegava a menina no colo e saia da cozinha.

– Sakura o que tá acontecendo, vocês duas brigaram?

Ela balançou a cabeça negativamente.

– Então...

– Descobri o segredo de vocês. Que sou adotada. — disse com certo rancor na voz.

O choque foi instantâneo ele abriu a boca para falar mais a fechou apenas encarou a parede, e la se perdeu com seus pensamentos. Sakura bufou e saiu andando pra fora da cozinha.

– Sakura! — chamou e ela olhou. — Me perdoe.

Ela foi ate ele e o encarou.

– Não é só isso pai. — ela falou seria.

– Me conte então.

– Você vai me achar louca que nem minha mãe tá achando. — disse seria. Porem jiraya apenas levantou uma sobrancelha de curiosidade.

Sakura se sentou e contou tudo o que tinha dito a sua mãe, ao terminar ele apenas a encarava.

– Não disse tá me achando louca que nem minha mãe. Vou provar para vocês o que eu to dizendo é verdade.

Seu pai apenas a olhava com preocupação, ele se perguntava se o choque de saber que foi adotada foi tão grande ao ponto de criar uma historia para se refugiar.

– Sakura...

– Não pai espere e vera.

Ele coçou a cabeça sem saber como tirar essa historia da filha, talvez ela precise de um psicologo.

Foi o tempo de Kotomi voltar correndo.

– Nana vamos no shopping hoje, não no parque.

Sakura sorriu para sua irmã.

– Vamos arrumar a mesa para almoçar. — Disse Tsunade entrando na cozinha.

O almoço foi quieto a tensão entre eles era evidente, só se ouvia kotomi cantarolando as vezes, Sakura estava sem fome e empurrou a comida, seus pais se entreolhavam preocupados. Ela ainda não sabia como se transformava, mais iria provar de alguma forma, aquilo não foi delirio da sua cabeça, foi tão real e a historia só se confirma, ela não era louca.

O almoço terminou e eles continuaram em silencio.

– Kotomi minha filha vai la para cima brincar enquanto papai e mamãe conversam com sua Nana.- Disee Tsunade.

– Vocês vão brigar com ela?- perguntou a menina fazendo cara de choro.

– Não minha filha só vamos conversar sobre o que faremos hoje a noite.

– Posso conversar tambem? — perguntou sorrindo

– Não meu bebe, depois te contamos aonde vamos.

– Mais eu quero ficar aqui.

– Kotomi, por favor. — Disse Jyraia serio.

– Ta bom. Nunca posso ficar. — Kotomi saiu resmungando da cozinha.

– Sakura...

– Espera, antes deixar eu provar.

Ela se levantou rapidamente pegou a faca em cima da pia, e antes que seus pais falassem algo, ela passou a faca na palma de sua mão, ela fechou os olhos com a dor.

– SAKURA. — sua mãe gritou.

O cheiro de sangue penetrou em suas vias aéreas e a inebriou. Logo sentiu uma pontada em sua cabeça e um gemido escapou de seus labios.

– Sakura você esta bem filha? — ouviu seu pai lhe perguntado ele estava próximo ela podia sentir.

Então ela abriu os olhos, e viu sua mãe dar um passo para tras. Seu pai se afastou e ficou na frente de sua mãe.

Ela passou a língua em seus dentes e sentiu seus caninos maiores, ela sorriu.

– Eu disse que não estava mentindo.

A reação de seus pais foram de segundos de preocupação a medo. Sim eles estavam com medo.

– Não vou fazer mal a vocês, ainda sou a mesma Sakura.- disse dando um passo a frente.

Eles instantaneamente deram um para tras.

– Não se aproxime. — Disse seu pai.

Ela olhou para sua mão sangrando ainda e um desejo enorme de sangue surgiu, sem pensar levou sua mão a boca e lambeu seu próprio sangue, o sangue tinha um gosto doce que a fez fechar os olhos de prazer, logo ela percebeu que sua mão estava se curando, ela olhou parar seus pais e viu sua mãe vomitando dentro da pia e seu pai enojado. Ela não sabia como se transformar de volta e isso a fez entrar em panico. Então ela fechou os olhos com força e se concentrou.

Ao abrir os olhos passou a língua nos dentes e percebeu que havia voltado ao normal.

– Pai, mãe confie em mim, nunca machucarei vocês, ainda sou a mesma Sakura de antes.

Jyraia a olhou e pensou.

– Por favor...

– Sakura você é minha filha, mais não sei se te conheço, você nunca fez mal a ninguém. Então com meu amor de pai eu quero confiar.

Tsunade que ainda limpava sua boca olhou para ele ainda em choque e balançou a cabeça positivamente. Sakura correu e abraçou o pai, que demorou um pouco ao retribuir o abraço mais retribuiu.

– Apesar de tudo eu amo vocês. — Disse sorrindo. — Bom agora temos que discutir outra questão, sobre eu ter que passar os finais de semana fora.

Jyraia suspirou e Tsunade foi pegar um pano para limpar a cozinha.

No final eles aceitaram a condição de Sakura passar os finais de semana com seu irmão, depois de muita conversa eles saíram e foram ao parque para a alegria de Kotomi, cantaram parabéns e voltaram para casa. No banho Sakura pensou em tudo o que aconteceu, ela tomou a decisão de conversar com aquelas que diziam suas amigas, e quem seria aquele menino mascarado? Ela descobriria.

Notas finais
Não esqueçam de comentar, é muito importante a opinião de vocês.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.