Brothers

12 Preparations for the worst


Notas iniciais
Hey hey o/ Espero que tenham tido um ótimo feriado! Aproveitaram bem? Antes tarde do que nunca trago esse capítulo a vós, leitores queridos! Boa leitura~

Brothers – Chapter Eleven – Preparations for the worst

Depois da conversa com Sanji, aquele sentimento de perigo não deixava Ace. Confiava muito em seu irmão, mas não sabia quem eram as pessoas que estavam perseguindo-o. Jurou que os protegeria, seus irmãos mais novos.
— Ace... – Luffy chamou sua atenção. – Está na hora de fechar.
— Eu perdi a noção do tempo, desculpa. – Afagou a cabeça do mais novo, enquanto se preparavam para ir para casa, depois Ace iria para seu turno no clube noturno de Shanks.
Pensamentos inconclusivos cruzavam sua cabeça. E se Sabo estivesse metido com gente perigosa? E se o pior acontecesse? Não gostava nem de pensar em todas aquelas situações. Uma buzina alta o tirou de seus pensamentos.
— Ace!!! – Luffy gritou, no mesmo momento despertou totalmente de seu torpor e desviou do carro a sua frente. Nem havia percebido que trocou de faixa. O resto do caminho foi mais longo do que se lembrara. Arrumaram suas poucas coisas numa mochila, pegaram as economias, partiriam logo pela manhã depois do expediente.
— Você fica aqui Luffy, caso ele apareça. – O mais velho ordenou.
— Me deixa ir com você Ace, por favor! – Gritou, implorando – Mesmo que o Sabo apareça, eu não conseguiria impedi-lo de ir embora de novo. – Afirmou com pesar.
Luffy estava certo, além de Sabo ser mais forte do que ele, era pouco persuasivo, muito difícil de ser convencido, logo, Ace concordou em levá-lo consigo.
— Tá certo! Mas fique sabendo que você quem vai dirigir. – Reclamou, colocando a mochila nas costas. O mais novo deu um grande sorriso, pulando nas costas do mais velho e agradecendo-o. Recolheu suas coisas e se juntou ao irmão.
Luffy dirigia numa velocidade e destreza surpreendente, era tão bom piloto quanto os irmãos em cima de uma moto, afinal, aprendera com Sabo. Ace não o deixava tocar em sua moto, então era surpreendente que estivesse deixando-o no controle.
— Chegamos Ace! – Avisou. A euforia tomava conta de si. Assim como para os irmãos mais velho, pilotar lhe trazia uma sensação indescritível. O sangue corria com força nas veias, o vento sacudindo as roupas, a adrenalina... Não sabia como descrever aquilo, mas sabia que gostava da sensação, o fazia sentir vivo como nenhuma outra coisa fizera antes.
— Eu preciso falar com a Saori a sós, você vai ficar bem certo? – Perguntou, recebendo a afirmativa do mais novo.


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Enquanto subia as escadas até o escritório, pensava na melhor maneira de dizer a ela que estava partindo. Afinal, tinham um lance, embora não tivessem definido ao certo, gostava da mulher. Queria fazer o certo e ser completamente sincero com ela, era o que merecia. Deu três batidas na porta.
— Entre. – A voz tão conhecida soou em seus ouvidos. Obedeceu-a. — Ace é você! – Correu em direção a ele, abraçando-o. Ficaram assim por alguns minutos, mas quando a soltou sentiu um peso em seu coração.
— Saori... – Começou. A voz oscilava, entregando o nervosismo.
— Você está estranho... Tem algo a me dizer? – Olhou-o com desconfiança, como se adivinhasse seus pensamentos continuou – É sobre o seu irmão? – A surpresa em seus olhos foi perceptível, mas logo acenou a cabeça afirmando.
— O Sabo desapareceu sem deixar nenhum rastro, estamos indo atrás dele em San Francisco, ver se conseguimos alguma pista dele por lá. —
— Tome cuidado, por favor. Shanks me disse que San Francisco está ficando perigosa, tem uma gangue perigosa que comanda a cidade agora. Me prometa que vai tomar cuidado. – Segurou o rosto do homem entre suas mãos, fazendo com que ele a encarasse.
— Eu prometo a você Saori... – Respondeu num sussurro, tomando os lábios da mulher num beijo ansioso, necessitado. Agarrou-a pela cintura, colando mais seus corpos. O beijo ia ficando mais selvagem a cada instante, Saori puxou levemente o cabelo de Ace e ele a sentou em cima da mesa, ficando entre suas pernas.
— Ace... Acho que deveríamos parar por aqui. – Respondeu num gemido sôfrego, enquanto ele descia os beijos por seu pescoço.
— Me desculpa, você tem razão. Eu não quis... – Não completou a frase, pois a mulher tratou de calar-lhe a boca com outro beijo, um mais suave dessa vez.
— Não se desculpe, assim você me faz sentir péssima. – Brincou. — Ah! Lembrei de algo... – Desceu da mesa, vasculhando a gaveta mais próxima, pegando um pequeno cartão. – A mulher daquela noite deixou isso para entregar ao Luffy, já que vocês vão a San Francisco podiam parar no meio do caminho. San José é uma ótima cidade. – Sorriu, entregando o cartão a Ace.
Havia escrito "Se vir a San José algum dia, me visite nesse endereço. Xoxo Hancock." Atrás do cartão havia um endereço, ele não fazia ideia de onde isso era, mas não custava nada fazer uma parada lá. Quem sabe não conseguiam alguma informação com essa tal Hancock?
— Obrigada. — Agradeceu, dando-lhe um último beijo e desceu as escadas, pronto para começar o serviço. Sua mente se iluminou um pouco, o bom humor retornava, se tornando mais esperançoso do que estava pela manhã. Avisou a Luffy sobre o recado, embora soubesse que o irmão provavelmente não se lembraria da mulher, por precaução guardou o bilhete consigo. Aquela era, por enquanto, sua única esperança de conseguir informações sobre Sabo e Koala. Se antes tinha certeza que conhecia o irmão, agora já não a tinha tanto assim. Desde que Koala apareceu, trazendo o passado de Sabo a tona, as preocupações tomavam a maior parte de seus pensamentos.
A madrugada não tardou a passar, tão rápido, que nem havia percebido que estavam perto de fechar.
— Está na hora de ir. – Deuce deu um tapinha nas costas do colega, rindo de como ele parecia estranhamente perdido hoje. Terminaram de por tudo em seu devido lugar. Saori logo veio ao encontro dos irmãos, que estavam prontos para sair dali rumo a San Francisco.
— Toma, esse é o meu número pessoal. Me liga se precisar de ajuda, por favor. – Acariciou a mão do amado, sorriu confiante, tentando passar-lhe força e coragem através daquele gesto.
Agradeceu-a uma última vez, se despedindo com um longo abraço e com a promessa de que teria cuidado. Deu a partida na moto, tomando um rumo que ele não sabia onde o levaria.

Notas finais
O que acharam desse capítulo? Espero que tenham gostado! Até o próximo (que não sei quando sai) Beijos ♥
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.