Brother And Sister
2 De volta!
Notas iniciais
Não sei se esse capitulo esta bom, então digam-me vocÊs
Não demorou nem cinco minutos direito que cheguei a Le Rosey e já fiz novas amizades, na verdade só fiz uma amizade que eu tinha certeza que duraria, algumas pessoas só foram simpáticas. Caitlin, ela é filha de uma amiga da minha mãe, também foi por isso que minha mãe deixou que eu fizesse parte a Le Rosey, acho que seria bom que e conhecesse alguém lá, para que eu não ficasse tão deslocada. Eu ficaria muito bem, longe do Justin ficaria ainda melhor e pelo o que ele me fez entender ele também ficaria muito bem sem mim.
Pov Justin.
Para que eu fui abrir minha boca? Aquela garota só pode ser louca, eu não disse aquilo de verdade, minha mãe também é louca de tê-la deixado ir, que espécie de pais coloca a filha em um colégio interno na puta que pario?
Desde que ela se foi não sai do meu quarto, como ela pode ir embora eu não queria que ela fosse, ela é minha irmã porra, porque ela tem que escutar tudo o que eu digo?
(...)
Cinco anos depois.
Pov – Mia.
Não acho que eu tenha mudado tanto assim durante esses cinco anos, digamos apenas que eu deixei de ser um pouco idiota, era uma vez uma menina boba, dando lugar a uma adolescente forte e uma aluna exemplar de certo professor de meninas mimadas. Dois anos de confinamento e percebi que não deveria ter saído do Canadá por conta de umas palavrinhas que meu irmão mais velho disse, principalmente porque ele falou em um momento de raiva. Apesar de pensar isso as palavras dele ainda doem um pouco em mim.
Fechei a ultima mala e me sentei na minha cama virando para Caitlin, minha amiga e colega de quarto, minha fiel escudeira, não desgrudamos nenhum pouco depois que cheguei aquele presídio, também conhecido como escola.
– Pronta para enfrentar a mala do seu irmão? – perguntou ela me fazendo rir.
– Ainda não. – sorri. – tenho que me despedir do Aaron ainda. – mordi meus lábios maliciosamente.
Levantei da cama e caminhei ate a porta.
– Tem uma hora antes de o carro chegar. – avisou ela.
– Eu sei te vejo no carro. – falei e bati a porta.
Não, Aaron não é meu namorado, Aaron é... É o meu professor, não professor de verdade quarenta anos mais velho do que eu nem nada do tipo, na verdade ele é um ano mais velho do que eu, mas cursa a mesma serie que eu, ele repetiu por mau comportamento antes de entrar na Le Rosey. Os pais de Aaron acreditam severamente que o filho iria tomar jeito naquela instituição por ser uma das melhores.
Ri ao lembrar disso.
Meu relacionamento com Aaron era o mais promiscuo e impuro que já tive em toda a minha vida, não que eu tenha tido vários durantes esses anos, mas sim o Aaron não presta. Ninguém além de Caitlin sabe de nosso relacionamento e ninguém mais poderia saber ou seriamos expulsos da Le Rosey.
Tudo começou com um esbarrão e olhares raivosos um do outro, tanto que se pudéssemos fuzilar alguém com os olhos os dois estariam mortos agora, os xingamentos foi apenas uma consequência, de um garoto mal encarado que adora uma pequena discussão e um draminha. Mas tudo mudou em dois anos desde que nos conhecemos.
Flash back on:
As lagrimas eram persistentes, como alguém pode me odiar sem que eu nunca tenha feito nada a ela? Seria difícil apenas me ignorar assim como o ultimo ano faz?
Entrei na ultima sala do corredor, lado totalmente oposto de onde o baile estava ocorrendo. Bati a porta da sala com força, escorei minhas costas nela e escorreguei por ela ate me sentar no chão ainda permitindo que as lagrimas tomassem conta de mim.
– Chorar não vai resolver nada e você sabe muito bem disso. – falou uma voz vinda do canto da sala o local mais escuro no momento.
Enxuguei meu rosto mo mesmo instante e me levante encarando a escuridão. Forcei minha visão para ver quem era o ser naquela sala comigo, mesmo assim não conseguir ver quem era, a pessoa deu um passo a frente, o que fora suficiente para que a luz da lua o iluminasse. O rapaz era mais alto do que eu, seus trajes de baile estava levemente desalinhados, seu cabelos loiros caindo sobre os olhos verdes, ele não era magro, mas também não era forte, digamos que ele tinha um corpo proporcional para sua altura e idade, ele estava com uma garrafa de Jack Daniel’s na mão direita.
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Estranhei um pouco sua conduta, não de esta com uma garrafa de uísque, mas por ter sido levemente gentio comigo.
– E uma garrafa de uísque resolve? – perguntei cruzando meus braços e o olhando com uma sobrancelha erguida.
Ele riu e deu as costas para mim, sentando-se a mesa do professor colocando os pés sobre a mesma.
– Touché. – falou com um sorriso irônico.
Tenho quase certeza que ele já se encontrara bêbedo.
– Já está bêbado? – perguntei me aproximando uns dois passos.
Ele riu colocando a garrafa sobre a mesa, ela estava fechada e não parecia ter sido aberta, muito menos tomada.
– Acabei de chegar, quando eu ia abrir para dar o primeiro gole uma menininha mimada bateu a porta chorando. – disse dando um sorriso irônico.
Franzi o cenho levemente irritada, mas quem ele pensa que é para ta me tratando daquela forma, tudo bem que nunca fomos amigos e que sempre que da nos xingamos de nomes desconhecidos ate pelo o diabo, ou não.
– Talvez ela tivesse seus motivos. – falei me aproximando mais um passo.
– Talvez ela apenas seja mimada. – disse tirando os pés da mesa com um olhar desafiador para mim.
Como ele ousa a falar aquilo? Mimada? Eu?
Aproximei-me pisando duro, bati na mesa com as duas mãos e o encarei.
– Talvez ela esteja apenas acostumada a ser bem tratada. – disse o olhando com um olhar severo e de raiva.
Ele continuava a me olhar com uma expressão calma e serena, se levantou da cadeira e apoiou –se a mesa aproximando seu rosto levemente do meu.
– Vamos parar de jogar as hipótese e começar a jogar com as verdades? – perguntou olhando nos meus olhos.
Soltei um suspiro derrotado e baixei minha cabeça vencida. Me virei dando as costas para ele e me sentei na mesa.
– Ta eu sou um pouco mimada. – admitir. – mas a filha da mãe da Lia jogou ponche no meu vestido. – tentei me justificar.
Ele veio para minha frente e abriu a garrafa.
– Toma. – falou direcionando a garrafa na minha frente.
– Não, eu não bebo. – falei empurrando a garrafa da minha frente.
Ele riu e tomou um gole.
– Porque você ta sendo legal comigo? – perguntei.
– Estou de bom humor. – sorriu falso.
Estreitei meus olhos e puxei a garrafa de sua mão, tomando um gole, o gosto era horrível, desceu pela a minha garganta queimando.
Fiz um careta e ate me engasguei. Aaron riu da minha cara e se aproximou.
– Pensei que me odiasse. – falei devolvendo a garrafa.
– E odeio. – disse se aproximando ainda mais.
Aaron pegou nos meus joelhos e afastou minhas pernas uma da outra se colocando entre elas. E encarei sem entender o que ele pretendia com aquela aproximação toda.
– Te odeio por me fazer te desejar tanto e você ficar correndo atrás daqueles playzinhos, te odeio por não se valorizar, te odeio por ser tão ingênua ao ponto de deixar que pisem em você. –falou ele no pé do meu ouvido.
Quando Aaron e eu nos esbarramos no corredor, não vou mentir que tive uma vontade incontrolável dele, de sentir o cheiro dele, e ali estava eu tão próxima, sentindo seus lábios no meu pescoço a cada palavra pronunciada. Não gosto do Aaron, nem sou apaixonada por ele, só tenho uma quedinha por meninos maus.
– Então me ensina a ser como você. – pedi o fazendo me olhar surpreso.
– O que eu ganharia em troca? – perguntou.
Dei um sorriso malicioso.
– Você quer me levar para cama e eu quero que você me leve, mas deixarei isso acontecer se você me ensinar a matar cada um na unha. – sorri vitoriosa.
Ele riu um pouco.
– Você não tem muito a ser ensinada, você sabe ser irônica, sádica, apenas tem que ser com as pessoas certas e na hora certa. – falou ele. – comece parando de acreditar que existe príncipes encantados. – falou dando um gole no uísque.
Esperei ele fazer careta, mas isso não aconteceu, me sentir desapontada por isso.
– Vamos ser inteligentes, sei o que você realmente quer comigo e posso da o que você quer com o maior prazer, mas você vai ter que me ensinar a deixar de ser essa menininha mimada que todos acreditam que sou, mas também não quero me tornar uma vadia. – falei. – então pode me ajudar ou não? –perguntou.
– Quero tornar você em uma vadia, acho que não temos um acordo então. – sorriu cínico.
– Você não quer me tornar em uma vadia qualquer, você quer me tornar a sua vadia, não sou tão boba assim, minha melhor amiga é a Caitlin cara, então, temos um acordo ou não? – perguntei prontamente.
– Um gole de Jack e você já esta assim? – perguntou e riu. – imagine se tomasse a garrafa toda. – murmurou quase que consigo mesmo.
Revirei os olhos, Caitlin me ensinou a arte de fazer com que as pessoas façam o que você quer, é incrível, nunca pensei que fosse precisar.
– Você não é boba, entendi qual é a sua, faz isso para melhor passar, saiu chorando do baile, mas não pelo o vestido, foi o orgulho ferido, aposto que vai me pedir ajuda para se vingar em alguns dias. – falou ele.
Eu ri.
– Fiquei muito triste por aquela vadia ter estragado o vestido que minha mãe me deu, acho que chorei por acumulo de coisas. – dei de ombros. – desde que cheguei aqui as pessoas só me tratam mal. – complementei.
– Me ajuda a terminar de tomar essa garrafa e no final eu vejo se você merece ou não minha ajuda. – falou ele.
Flash back off:
Sim eu o ajudei a terminar aquela garrafa, e ele se tornou meu professor de artes das trevas, aquele ali era o próprio filho do diabo, depois de um ano ele me ajudou com a vadia que tinha jogando ponche em mim, ela foi expulsa por nossa culpa, como forma de agradecimento dei um presentinho para ele. Transamos quase todos os dias, Aaron é insaciável e eu estou no mesmo ritmo, Caitlin é a única que sabe porque ela infelizmente ela nos pegou, pensei que ela ficaria louca e contaria para a diretora, mas não minha querida amiga, me acoberta de vez em quando.
Aaron estava exatamente onde eu achava que ele estava, escorado em uma coluna, olhando para o nada, enquanto algumas garotas o rodeada tentando chamar a atenção dele, coisa que estava bem complicada, pelo o que eu via.
Entrei em uma sala torcendo para que não tivesse ninguém ali, e não tinha, tirei minha calsinha, ok isso pode parecer coisa de vadia, mas era uma forma bem eficaz de chamar a atenção dele. Minha calsinha era de renda, preta, a cor predileta do Aaron. Me aproximei dele por trás, coloquei a calsinha no seu bolso de trás e apertei levemente sua bunda, o que fez Aaron olha para trás. Comecei a andar, soltei um sorriso malicioso para ele.
Caminhei ate atrás da escola, onde tinha uma portinha na qual era onde sempre nos encontrávamos, Ra escondido, Aaron tinha achado aquele local que não seria de nada ate agente achar uma utilidade para aquele local.
– Você não presta garota. – falou Aaron em um tom alto, estava a poucos passos do nosso lugar.
Olhei para ele e ri.
– Agora me fala quem me tornou desse jeito. – falei cruzando os braços e o encarando.
Ele riu e se aproximou vagarosamente de mim com um sorriso.
– E você aprendeu direitinho. – disse com um sorriso malicioso, bem próximo de mim.
– Queria me despedir de você. – sorri.
O cheiro dele era simplesmente maravilhoso, o cheiro fraco de alguma bebida alcoólica que não identifiquei, mordi meus lábios quando ele me puxou pela a cintura.
– Eu não tenho muito tempo. – o lembrei.
Dito isso ele selou nosso lábios, entre abrir minha boca o deixando invadi-la com a língua, que passeava sem cerimônias pela a minha boca, explorando cada cantinho dela. Puxei levemente seus fios loiros o trazendo para ainda mais perto, ele apertava minha cintura com força, andou para frente e me escorou na parede mais próxima, me erguendo, fazendo com que eu enlaçasse minhas pernas em sua cintura. Separei nosso lábios em busca de ar, beijei seu pescoço e dei um chupão em um lugar onde ficaria bem visível por pelo menos uma semana, sorri com isso.
– Não vai voltar mesmo? – perguntou apertando meu seio esquerdo.
Soltei um gemido.
– Não. – respondi com um pouco de dificuldade.
Ele abaixou sua mão ate minha intimidade, constando que ela estava completamente úmida com tamanha excitação. Soltei outro gemido um pouco mais alto com tão ato. Ele abriu um sorriso vitorioso. Soltei minhas pernas da sua cintura.
– Tem certeza? – perguntou massageando meu clitóris.
– N-não mais. – respondi com meus olhos fechados, tentando segurar um gemido descontrolado.
Desci minha mão por seu abdome ate chegar a no seu membro, Aaron arfou contra a pele do meu pescoço, fazendo com que eu me arrepiasse toda, selei nossos lábios mais uma vez com ainda mais. Abrir seu cinto e desabotoei sua calça, deixando com que a mesma escorregasse pela as pernas daquele ser, que horas mordia meus lábios e chupava com força.
– Vamos logo com isso, porque eu não aguento mais. – falei baixando sua cueca, deixando seu membro ereto, no auge da sua excitação para fora, massageei um pouco.
Aaron pegou minha perna esquerda e colocou em sua cintura e posicionou seu membro na minha entrada, gemi e cravei minhas unhas em seu braço. Aaron me penetrou com força, chegou ate a doer, mas foi uma dor tão boa e prazerosa que nem liguei, seus movimentos eram fortes e precisos, nossos gemidos se confundiam.
Aquela posição não é das mais confortáveis, mas é bom do mesmo jeito, sentir o membro de Aaron dentro de mim era simplesmente maravilhosos, seu cheiro era tão bom quanto o seu beijo, seu membro dentro de mim era ainda melhor do que qualquer outra coisa. Seus movimentos estava mais precisos, eu estava sentindo meu ápice se aproximando, meus gemidos ficaram mais altos, as paredes da minha intimidade pressionaram o membro do Aaron. Aaron gemeu mais alto.
– Goza pra mim, goza Mia. – pediu Aaron com uma voz sexy e rouca.
Não aguentei e deixei meu líquido quente descer sobre o membro do Aaron. Aaron saiu de dentro de mim, me abaixei de ante ele e coloquei seu membro na boca, sentindo meu gosto, chupei com vontade, tomando cuidado para não usar os dentes, assim como ele me ensinou em uma de nossas noites. Aaron segurava meu cabelo em um rabo de cavalo desajeitado me fazendo ir mais fundo, seu gozo atingiu minha boca como um jato, me fazendo engasgar, eu não iria engolir aquilo, cuspi tudo no chão, enquanto isso Aaron subiu a cueca seguida pela a calça, me recompus em segundos, então fiquei de pé para encara-lo.
– Você esta evoluindo Mia. – ele sorriu me dando um selinho.
Eu sorrir orgulhosa de mim mesma.
– Vá me visitar no Canadá terei o prazer de aprender mais coisas. – falei tentando arrumar minha roupa ao máximo.
Ele me puxou para um mais um beijo, puxando meu cabelo com força.
– Droga Mia. – escutei alguém gritar.
Me soltei do Aaron e vi Caitlin com os braços cruzados me encarando parecendo raivosa. Vi Aaron revirar os olhos para minha amiga.
– Tchau. – falei me afastando dele.
Andei rapidamente ate Caitlin que parecia ainda muito irritada, talvez por eu provavelmente ter feito com que ela me procurasse por todos os lugares daquela escola.
– Mia. – chamou-me Aaron.
Olhei para trás, ele girava algo no dedo.
– Não ta esquecendo de nada? – perguntou-me rindo.
– Não. – dei de ombros com um sorriso safado. – fica de lembrança, para não esquecer de mim com tanta facilidade. – sorrir e continuei a andar, sendo quase que carregada pela a Caitlin.
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