Broken Strings

1 Capítulo 1


Notas iniciais
primeiro cap na área, gente. enjoy it ;)

Capítulo um

Rachel deu mais uma gargalhada.

Ela e Mercedes riam juntas durante a bebedeira.

Já era natal, dia 25 de dezembro, e ela e Mercedes estavam bêbadas, num bar qualquer da cidade.

- Hey, A-Rach, tenho que ir — disse Mercedes se levantando, tonta da mesa, com uma pequena risadinha. — Já é mais de 10 horas, e logo terei que enfrentar o furacão chamado "mãe". Beijos

- Tchau, Whitney — disse Rachel piscando, ainda bêbada.

- Tchau, Barbra — disse Mercedes agarrando o casaco peludo, vestindo-o, e saindo pela porta.

Rachel encheu mais um copo de cerveja, e revirou-o novamente.

- Rachel?

Rachel pestanejou e virou-se. Tinha uma figura alta encarando-a.

Tinha cabelos normais como os de todos os garotos. Olhos castanhos e belos. Era alto, muito alto. Maior que um poste.

Um nome surgiu na sua cabeça: Finn Hudson.

- FINN! — exclamou Rachel rindo, ou melhor, gargalhando, e abraçando-o.

- O que você está fazendo aqui, Rachel? — perguntou Finn, preocupado.

- Ahh, você sabe — ela riu, limpando a boca com a mão. — Esperando algum cara bêbado o suficiente, se oferecer pra me levar pra cama.

Algo no rosto dele mudou.

- Vamos embora daqui, Rachel.

- Haaa, não — ela choramingou, fazendo beicinho. — Temos mesmo que ir? Mas e o cara que me chamou pra sair?

Finn falou algo baixinho, que ela não entendeu, e a puxou pra fora do bar.

Logo, ela estava socada dentro do carro de Burt Hummel, no banco de trás, com uma enxaqueca enorme.

- Ai — ela disse baixinho.

- Ela estava bebendo? — perguntou Burt chocado.

Finn deu uma risadinha sem graça.

- Bem Burt, é o que nós jovem fazemos hoje em dia, quando estamos deprimidos... Não que eu faça isso, sou totalmente contra beber.

Rachel olhava de um para o outro, esperando que algum deles dissesse que ela iria pra Disney.

- Pra onde estão me levando? — perguntou Rachel, tentando manter os olhos fechados.

Finn quase teve vontade de rir da pequena desconfiança dela.

- Pra casa, Rach. É melhor se preparar pros seus pais...

- Meus pais estão viajando — disse Rachel, de repente. — Tenho o fim de semana só pra mim.

Finn olhou pra Burt.

- Eu vou deixá-la em casa, depois pego um táxi pra minha casa. Peça a mamãe que não se preocupe, okay?

Burt assentiu.

Logo, eles estavam na frente da casa da residência dos Berry.

Rachel saiu do carro, e foi correndo em direção à porta.

- Onde botei a chave? — ela murmurou mais pra si mesma.

Finn já estava ao seu lado, observando seus movimentos; caso ela caísse, ele a seguraria.

- Ah, lembrei — de repente, ela meteu a mão no decote do vestido, assustando-o.

Finn mandou sua mente pra imagem do carteiro, porque suas calças já estavam começando a ficar apertadas.

- ACHEI! — ela gritou, que nem uma criança feliz, tirando a chave. — Tava dentro do meu sutiã.

Finn olhou pra cima.

Por favor, pensou ele, tem como me ajudar?

- Vamos entrar — disse ela abrindo a porta.

Estava tudo apagado.

Rachel estava em casa; missão cumprida.

- Eu já vou indo — disse Finn, apressado.

- Não — ela segurou o braço dele. — Fica.

Finn arregalou os olhos.

- Eu não quero dormir sozinha — ela disse, puxando-o pra dentro de sua casa.

Finn respirou fundo, mordendo a boca.

E então entrou.

Rachel nem se deu ao trabalho de acender a luz. Já foi logo capotando no sofá.

- Ai — ela falou, com o corpo dolorido. — To com preguiça.

Finn girou os olhos, e a pegou no colo.

Levou-a até o quarto, enquanto ela observava seu rosto, calada.

Abriu a porta, e deitou-a na cama, lentamente.

- Pronto — ele disse, tentando soltá-la, mas ela não deixou.

Ele acabou caindo por cima dela, na cama.

Começou a suar, imediatamente.

- Me toque — disse ela baixinho, deixando o ombro nú a mostra.

Assim ninguém resiste, pensou Finn.

Logo sua mão apalpava todo o ombro nú dela.

Ela pediu baixinho que ele se sentasse, e ele ficou lá, esperando, enquanto ela ia trocar de roupa.

logo, ela voltou, com uma camisla amarela.

Porra, pensou ele, malditas calças!

- Rachel...

- Shh.

Ela se sentou ao lado dele.

- Você não acha minha pele macia?

Ela levou a mão dele para suas costas.

CÉUS! a mente de Finn gritava.

O que dera em Rachel? Realmente, ela era pura o suficiente para não fazer aquilo. Então, seria a bebida?

Ela beijou seu pescoço.

Sentiu arrepios subirem-lhe pelos pés.

Seus beijos subiram para sua orelha, e depois pra bochecha, e ela ficou a centímetros da boca dele.

Acabe logo com isso, pedia Finn mentalmente.

- Você quer me beijar, Finn? — perguntou ela.

Finn observava seus lábios.

Não sabia o que tinha acontecido com Rachel Berry. Mas ele não iria reclamar.

Todo aquele envolvimento sobre sua traição com Puck, tudo ele esqueçeu naquele mesmo instante.

- Quero. — ele respndeu.

E logo sua boca estava colada na de Rachel.

Suas línguas se encontraram, e fizeram uma brincadeira enorme de montanha russa.

A mão de Finn subia e descia por suas costas. O casaco que ele usava estava no chão.

Eles foram se deitando na cama.

- Rach... — ele falu baixinho, contra os lábios dela. — Tem ceretza disso?

Ele sabia que ela se arrependeria na manhã seguinte. Mas ele queria aquilo, não ia negar.

- Eu tenho toda certeza do mundo. — ela o beijou. — Eu te amo, Finn Hudson.

Aquilo bastou pra ele.

Avançou nos lábios dela.

Rachel Berry era sua.

Pra sempre.