Broken Lines

35 Capítulo 35


Notas iniciais
Bem genteney lá vamos nós de novo. Seguinte gente, vocês que leem Broken Lines deem uma força em Good Bye pra mim por favor ;-; eu preciso de comentários em minhas ones porque eu não gosto muito delas. E sem mais delongas o capítulo....

A partir daquele momento não consegui pensar em mais nada a não ser a vida de Louis. O homem havia conseguido fugir e Margaret estava assustada de mais.

–Margaret liga pra policia e pede pra eles virem aqui o mais rápido possível. – troquei de roupa em instantes.

–Aonde você vai? – perguntou Margaret assustada.

–Vou levar Louis para o hospital. Mas da mesma forma ligue pra polícia, vou levar Louis pro hospital o mais rápido possível.

–Mais vocês vão para qual hospital?

–Eu não sei. – peguei um papel em cima do balcão e anotei meu número de telefone.—Caso os policiais queiram fazer algumas perguntas peçam pra eles ligarem pra esse número.

Peguei Louis no meu colo e corri por dentro do shopping com pessoas me olhando por todo lugar que eu passava, cheguei ao estacionamento e peguei as chaves do carro com Louis ainda no meu colo.

Abri a porta do carona e o coloquei lá deitado. Voltei ao banco do motorista e logo coloquei a chave na ignição do carro dando ré e saindo em disparada pelas ruas de Manhattan.

Agradeço a Deus por Percy gostar de carros potentes, coloquei cento e oitenta quilômetros por hora no carro, costurando no transito, furando incontáveis vezes o semáforo. Chegando ao hospital que minha família tinha plano de saúde. Peguei Louis em meu colo e adentrei o local gritando:

–ALGUÉM ME AJUDA! POR FAVOR, ALGUÉM ME AJUDA!- disse com lágrimas de nervosismo e medo escorrendo pelo meu rosto .

Logo trouxeram uma maca de encontro a mim e eu depositei Louis sobre ela e logo os enfermeiros o levaram seguidos por um médico gritando ordens pra eles. Não consegui e desabei no chão chorando de raiva e de indignação. A secretaria ficou me observando pelo balcão até que disse:

–Senhor, tudo bem ? – disse me olhando assustada.

–Sim. – respondi meio seco. – você poderia me fazer um favor?

–Claro. – disse assentindo.

–Ligue pra esse número e fale que Louis e Nico di Angelo vieram parar no hospital.

Peguei o cartão do hospital virando-o e escrevendo em suas costas e o entregando a secretária. Fui pra o lado de fora tentar me acalmar.

Eu só sabia chorar.

E Louis tinha levado o tiro por mim.

Eu deveria estar no lugar dele.

Ouço um estrondo e logo uma tempestade desaba dos céus. Molhando tudo a seu alcance. Fui para o lado de fora e deixei a chuva se misturar com minhas lágrimas. Louis tinha levado o tiro por minha culpa.

Fiquei de baixo da chuva por tanto tempo que minhas roupas já estavam ensopadas, me dirigi para uma parede afastada que estava sendo molhada pela chuva e me ajoelhei. Olhando vagamente para as coisas que aconteciam ao meu redor.

Abracei meus joelhos e deixei a chuva me molhar.

Por mais que toda à água do mundo escorresse por mim, nunca levaria o sentimento de culpa que inundava meu peito.

Passou-se somente catorze minutos e logo todos que estavam em casa apareceram no hospital junto com os pais do Louis. O lugar que eu estava podia ser facilmente visto da entrada do hospital. Mal eles entrando já me viram chorando, os pais de Louis seguiram para o balcão enquanto eu permanecia sobre a chuva. Percy veio junto a mim com um guarda-chuva me encontrando totalmente molhado:

–Nico o que houve? – perguntou se ajoelhando na minha altura me olhando com seus olhos com enorme preocupação.

–O Louis foi baleado na loja de fantasias. – disse entre soluços. – Eu não pude fazer nada. O homem estava mirando em mim, era pra ter sido eu e não o Louis Percy. – disse abraçando ainda mais meus joelhos.

Percy me olhava com os olhos cheios de preocupação, tomou minha mão e me puxou para dentro do hospital. Eu estava molhando todo o piso do lugar, minhas roupas completamente molhadas e todos estavam a secretária que se encontrava por de trás do balcão.

–Mas o que aconteceu com meu filho? – disse a mãe de Louis à secretaria.

–Não sabemos senhora. – até que a secretaria olhou para mim e apontou. –Se você quer mais informações, pergunte a ele. –

A mãe de Louis olhou para mim com seus olhos suplicantes.

–Por favor, Nico, o que aconteceu ao meu Lui? –uma lágrima escorreu pelos seus olhos ao dizer as palavras que tanto necessitava saber.

–Estávamos escolhendo nossas fantasias, até que um homem encapuzado invadiu a loja e estava mirando em mim, ele disparou e Louis entrou na frente da bala. Se nã fosse por ele eu estaria morto agora. – disse com lágrimas nos olhos. – e é culpa minha ele esta nesse estado, desculpe.

Sentia um peso descomunal sobre minhas costas, a idéia de ter feito meu amigo de infância, meu irmão de criação, ficar hospitalizado por minha causa era de mais pra mim.

Saí de lá correndo ouvindo Percy e os outros me gritando, corri pela rua até o carro de Percy, até que sinto uma mão me puxando para trás me fazendo ir de encontrou a um peito forte, quente e carinhoso, reconhecendo automaticamente quem estava ali.

–Calma meu amor tudo vai sair bem, você não teve culpa pelo que aconteceu, eu teria feito o mesmo por você se necessário. – disse acariciando meus cabelos molhados.

–Meu deus eu só queria sumir. -Abracei Percy com mais força e ele retribuiu beijando minha cabeça.

–Fica calmo okay? Eu vou estar aqui com você. – assenti ainda nos braços de Percy quando a chuva voltou finalmente a cair sobre nós.

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Fui em casa trocar de roupas e novamente me encontrava no hospital, havia passado a noite nos bancos da recepção e isso havia acabado comigo.

Passou-se duas horas até que um médico apareceu chamando pelo acompanhante do Louis:

–Eu — me levantei e fui de encontro ao medico. –Pois não?- perguntei nervoso.

–Bem a cirurgia foi tudo bem, ele sofreu uma pequena fratura no ombro pelo impacto da bala, mas foi muito pequeno e não precisaremos engessar, e conseguimos remover a bala e seus fragmentos. Mas gostaria de saber se os pais do paciente se encontram pelo hospital no momento. – disse serio.

–A mãe de Louis tem problema serio de nervosismo e ela começou a passar mal e o pai de Louis pediu para eu ficar aqui se possível. Se for autorizado eu posso ficar com ele. – disse sentindo o peso das lembranças só de dizer essa simples frase.

–Se foi autorizado pelos responsáveis legais do paciente. Venha comigo. –respondeu o médico.

Segui pelos corredores indo até o quarto de Louis. Kate foi pra casa acompanhada de John eu fiquei no hospital caso alguma coisa ocorresse, entrei no quarto e vi Louis dormindo sobre o leito, ele estava meio pálido e tinha um medidor de batimentos cardíacos no quarto. O medico foi até o aparelho checando-o e em seguida saindo da sala me deixando sozinho com ele.

Fiquei em pé observando-o dormir e depois de alguns minutos fui até uma poltrona que se encontrava li e fiquei olhando para o quarto, depois de algumas horas lá dentro peguei algumas revistas para ler, mas depois de reler a revista 3 vezes eu apaguei de exaustão e preocupação.

E novamente estávamos eu e Louis na loja de fantasias, e tudo o que aconteceu ficava se repetindo em minha mente.

Notas finais
Comentem muitooo e se possível recomendem vocês não tem noção de como isso me faz feliz *-----*