Broken Hearts are Never The Same
1 Nunca Mais Como Antes...
Notas iniciais
Broken Hearts are Never the Same
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Capitulo 1 –Nunca Mais Como Antes...
Já haviam se passado dois anos desde a Grande Quarta Guerra Ninja, e hoje o mundo shinobi vivia em bons momentos de paz – ou pelo menos era o que pensavam – mais a grande noticia era: Sasuke Uchiha havia voltado! Ou talvez, essa até fosse a grande noticia se não houvesse outra: Sakura Haruno havia morrido...
_Seu teme! – Naruto estava para voar em cima de Sasuke, quando este sorriu de canto dizendo: "Então aqueleelamorreu mesmo?" após o loiro ter contado que a companheira Haruno do time sete havia falecido a pelo menos um ano e meio. – Como pode sorrir?! Sakura-chan morreu acreditando que você voltaria seu teme!
_Não pedi para ela me esperar. – Sasuke virou o rosto para o lado, o que apenas irritou mais ainda Naruto que fez umbushine começou a brigar com Sasuke em frente à Tsunade que contava os seus últimos segundos de paciência antes de se levantar de sua poltrona e bater o punho direito na mesa com força o suficiente para derrubar tudo na mesa, inclusive seu sake favorito.
_QUIETOS! – Naruto alargou as mãos em volta do pescoço de Sasuke e o Uchiha mais novo soltou a cara de Naruto. – Comportem-se como os shinobis que são e me deixem falar porra!
Shizune olhava toda a cena com uma gota na cabeça.
_Eu os chamei aqui na verdade foi para mandá-los em uma missão... – Naruto estava prestes a interromper a Hokage quando ela fez sinal para que ele continuasse calado ou... Bem, ou as coisas iam ficar complicadas para ele. – Uma missão que tem relação com a Sakura.
Naruto começou a engasgar com a própria saliva e perguntar "A Sakura-chan? Como assim?" enquanto Sasuke se limitava a dizer "Tche" e virar o rosto para o lado, com a expressão transparente, porém, seus pensamentos estavam confusos em relação a morte de Sakura e também a essa missão, onde uma irritante gota de esperança dela estar viva começou a crescer dentro de si, o irritando muito.
Tsunade explicou que eles teriam de ir para um vilarejo na Nuvem onde um estranho ataque havia acontecido – de pessoas ainda desconhecidas – e duas mulheres haviam aparecido lá e salvado o vilarejo, sendo que uma das mulheres possuía um estranho cabelo cor de rosa.
_É a Sakura-chan! É a Sakura-chan, to certo. Dattebayo! – Naruto nunca pareceu tão eufórico quanto naquele momento, mais Tsunade também estava se sentindo de uma forma parecida, queria que essa suposta salvadora do vilarejo fosse Sakura. E ao contrario do que todos pensavam, essa sensação de esperança tambémincomodavao Uchiha ali presente.
_Vocês partem amanhã logo cedo. – A Hokage pronunciou de forma séria e imponente enquanto Naruto sorria largamente e Sasuke continuava sem expressão.
_Hai!
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_A Sakura testuda viva? –Ino gritou ao ficar sabendo da noticia por uma tímida Hinata que estava na floricultura da família Yamanaka.
_Ino, n-não temos c-certeza... É só u-uma hipótese. – Mais nem o sorriso nem a euforia de Ino deixaram se abalar por causa disso. Ela continuou rindo e dizendo "Aquela testuda não ia morrer e deixar o Sasuke-kun aqui hein?" ou se não "Ótimo! Agora vou poder voltar a brigar com ela!".
Hinata começava a duvidar se fora uma boa idéia contar da noticia que recebera de Naruto naquela mesma tarde. "Talvez seja melhor manter segredo... Pelo menos por enquanto."
_Ino.
_Hn?
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_Haha! A Sakura-chan viva! Eu sabia, eu sentia que ela não tinha me deixado! A Sakura-chan nunca faria isso! – Naruto continuava tagarelando pelas ruas com as mãos atrás da cabeça ao lado de um Sasuke estranhamente de bom humor — na medida do possível para ele é claro.
_Ei teme! – Sasuke rolou os olhos para a figura loira sorridente. –Quando encontrarmos a Sakura-chan, vou fazer questão de bater em você na frente dela só pra ela ver que você continua um teme!-Um pequeno sorrisinho de canto brotou nos lábios de Sasuke.
_Como se você fosse capaz de me vencer em qualquer coisa, tsc. – Ele saiu caminhando na frente de Naruto que só percebeu o insulto depois de dois segundos e foi correndo atrás do"Maldito Uchiha"o desafiando para uma luta.
Mas Sasuke estava em um conflito mental, não gostava nenhum pouco da idéia de Sakura estar morta – por um motivo que ele ainda não entendia – no entanto, odiava a sensação de esperança que o dominava pela simples hipótese dela estar viva e por ai. Claro que ele não aceitava nenhuma das duas, já que admitir tal por uma garota feria o seu ego.
"Mas... E se ela estiver mesmo viva?"– Sasuke se deu um cocuruto por tal pensamento mas já era tarde demais, naquela noiteseele conseguisse dormir seria pensando naquele simples "E se..." Palavra que definia bem todos os seus devaneios,E seele estivesse ficado ali quando ela chorando disse que o amava?E seele tivesse dado ouvidos a Kakashi?E seele tivesse aceitado as palavras de Naruto?E seisso acontecesse, o que mudaria em sua vida?
"Saco! Até sem estar aqui ela consegue me deixar irritado!"– Reclamou afundando a cabeça em seu travesseiro após ter deitado em sua cama sem a menor vontade de dormir.
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_Nii-sama. – Ela entrou na caverna iluminada apenas pela fogueira feita no fundo do local onde ambas já acampavam a três dias devido aimprevistosno meio do caminho. – Acha mesmo que eles podem voltar a atacar? – A fina sobrancelha erguida em forma de descrença.
_Hm... Não sei, depois do que você fez com eles, duvido um pouco... – A recém chegada riu sem graça ao se lembrar da surra que dera nos inimigos na manhã do dia anterior. – Mas acho prudente ficarmos de olho. – Então a mulher já dentro da caverna se virou pela primeira vez para a garota com um sorriso brincalhão nos lábios.
Era alta com belos vinte e dois anos, os olhos eram verdes brilhantes e os cabelos ruivos curtos e repicados atrás com uma bandana preta na cabeça, os seios bem volumosos eram disfarçados pela roupa ninja preta e a pele alva dava o mesmo contraste com a roupa escura.
Ela se aproximou da garota ainda de pé que parecia um pouco cansada. – Deixa que eu faço o primeiro turno, você deve estar exausta depois de ter cuidado de tanta gente. – A garota assentiu. – Há, e aproposito... – Um sorriso travesso e pervertido começou a surgir na face da mulher ruiva. – Kaito parecia muito preocupado com você hoje.
_Não começa Rine! – A ninja – Rine — deu de ombros ainda sorrindo travessa e saiu da caverna com um aceno de mão, mas parou a poucos metros e se voltou para a irmã.
_Se eu fosse você pensaria melhor, Kaito é um ótimo partido, se é que me entende... – Um sorriso malicioso brincou em seus lábios antes de ser repreendida pela garota na caverna, que a encarou irritada.
_Rine... – Disse em tom ameaçador então Rine encolheu os ombros e voltou ao seu caminho mais sem conter uma risada divertida antes. Realmente gostava de deixar a irmã sem graça por causa de garotos, já que esta havia deixado bem claro já a muito tempo que se concentraria somente no treinamento, em nada mais.
"Como se fosse possível se concentrar em alguma coisa com um garoto daquele na sua cola..."– Rine riu com o pensamento e começou a pular pelos grandes pinheiros em direção a um pequeno vilarejo a um quilometro dali, com a esperança da irmã mudar de idéia em relação à Kaito.
Enquanto isso a garota de pele alva e brilhantes olhos verdes com cabelos curtos e rosa claro continuava na floresta preparando suas coisa para tomar um banho em um rio próximo dali.
Estava exausta, já que passara grande parte do dia cuidando dos doentes do vilarejo e o resto do seu tempo livre dedicou ao seu treinamento – já que estava obcecada em aprender um novo jutsu – o que resultou em dois rápidos desmaios em que sempre fora socorrida por um garoto moreno de olhos azuis tão bonitos quanto o céu, com um físico de um perfeito atleta além dos cabelos brancos – que não iam de acordo com a idade que ele tinha – arrepiados que eram de longe o mais chamativo no garoto.
"Kaito..."– Assim que entrou na água seus pensamentos vagaram para o lindo garoto que era motivo de disputa para muitas garotas daquela vila. "Por que logo eu hein?"– Odiava não poder se dar a chance de tentar algo com o garoto pelo simples fato de sua promessa de ficar forte, não só forte mais o suficiente para não ter que depender de absolutamente ninguém.
Seus punhos automaticamente se fecharam quando se lembrou de suas tentativas falhas ao aprender seu mais novo grande jutsu. Por um momento passou por sua cabeça desistir mais no mesmo segundos suas mãos se apertaram mais tomando a decisão de aprender aquele jutsu mesmo que isso gaste todas as suas energias.
"Nunca mais como era antes Sakura. Lembre-se disso!"
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_Okay, vamos logo então! – Naruto estava mais radiante do que nunca naquela manhã, o que não era pra menos já que estava na esperança de reencontrar sua melhor amiga.
_Sasuke-kun por que não posso ir com você? – Karin falava chorosa atrás, enquanto Sasuke seguia calmamente pra fora dos portões da vila.
_Por que essa missãonãoésua.– O Uchiha falou de maneira fria e começou a pular pelas árvores seguindo Naruto que já tomara uma distancia. Karin bufou enquanto Suigentsu sorria debochado e Jyuugo observava alguns pássaros voando perto dele.
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_Rine! – Ela chegou correndo até a loja de armas onde a irmã estava parada conversando com o proprietário do lugar, mais pelo tom de voz olhou preocupada para a garota que a olhava com urgência. – Eles voltaram.
Os olhos de Rine se arregalaram levemente pela confusão. – Como?
_Não ta sentindo o chakra deles próximo? – Perguntou com um tom de obvio na voz mais Rine simplesmente não sentia absolutamente nada, fazendo que não com a cabeça, o que assustou um pouco a garota dos cabelos rosa.
_Eles devem estar camuflando o chakra... – Rine falou de forma pensativa em seguida olhou em direção a entrada da vila. – Seu treinamento tem tido bons resultados, você esta se saindo uma ótima sensitiva, pra captá-los assim. – A garota mais nova ainda não entendia como fora capaz disso mais a explosão aonde Rine olhava chamou a atenção de ambas e sem nenhuma palavra as duas correram naquela direção enquanto os civis corriam na direção oposta assustados.
_Ora. Ora... Me disseram que você estava morta... – Rine arregalou os olhos.
_Eu reconheço essa voz. – Disse olhando assustada para a poeira alta que as impediam de ver quem era o dono da tal voz. Ela olhou para a irmã. – Temos que ir embora daqui agora, caso contrario muita gente vai sair ferida... – O tom urgente e calculado de Rine não deixava espaço para contestamento.
O inimigo agora era diferente. Isso ela podia simplesmente sentir.
Continua...
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