Notas iniciais
Heyy, volteiiiiii. GENTE, VOCÊS NÃO SABEM! Eu tenho uma fã *-------* kkkk zoa zoa zoa, obrigada aos comentarios maravilhosos como sempre, já falei que amo vocês, mas não custa repetir né?! EU AMO VOCÊSSSSS, LEITORES (AS) LINDOS, MARAVILHOSOS. Reclamaram que o capitulo foi curto, então prepare porque agora, agora... hmm, vai ser enorme! Que é assim que vocês gostam, né? hahaha Comentemmmmmm, besos de fuego.

Tinha combinado de jantar com Neal, então resolvi ficar até mais tarde trabalhando.

— Boa noite pra vocês. — falou David saindo

— Boa noite. — respondi

— Vamos Swan?

— Eu... vou terminar umas coisas que eu preciso fazer.

— Emma, tem um jogo de cartas que chama 'mentira', a pessoa diz um conjunto de cartas que tem e você diz se é verdade ou mentira, e eu sou o melhor nesse jogo.

— E por que está me falando isso?

— Porque você está mentindo! Você tá com medo de ir a esse jantar, estou certo? — perguntou

— Não, você está coberto de razão, eu só não queria ter de vê-lo de novo.

— Eu sei que não, mas é preciso, se não ele pode machucar você ou Henry.

— Eu... não sei mais o que fazer!

— Você só precisa ir lá hoje e conversar. Se precisar de mim, me ligue!

— Eu quero, te mostrar uma coisa.

Ele fez uma expressão confusa mas se aproximou.

— O que?

— Eu tenho na verdade que te dizer uma coisa.

— Pode dizer.

Eu não queria dizer, não era o momento certo.

— Eu, queria que ficasse com Henry por essa noite. Acho perigoso se... ele descobrir. — menti

— Era isso? Tudo bem, eu fico sim! Será um prazer.

Eu sorri e ele me envolveu em seus fortes braços.

— O que é isso?

— O que? — perguntei

— Essa caixa.

— Ah, é um caixa onde eu guardo as coisas que fazem parte do meu passado. — respondi

— Posso dar uma olhada?

— Claro. — sorri

Ele pegou a caixa e sentou-se. Dentro da caixa havia varias coisas que realmente faziam parte do meu passado.

— Olha, fica bom em mim? — perguntou colocando meus óculos de grau — Oi, eu sou a Emma Swan e sofro com problemas de visão. — zombou

— Engraçadinho. — ri

Ele pegou um colar, um anel e por baixo de algumas outras coisinhas havia uma foto. Eu e Neal.

Ele olhou para a foto e eu o encarei, ele me fitou e sorriu, fez um sinal negativo com a cabeça mas não disse nada, apenas colocou a foto de volta na caixa.

Ele olhou para a hora no relogio na parede e se levantou, colocando a caixa sobre a mesa.

— Eu preciso ir. — falou

— E eu preciso de uma carona até o Granny's. — ri

— Eu te levo.

Passamos para pegar Henry e ele me deixou no Granny's, Neal não estava lá, mas logo apareceu.

— Olá loirinha. — sorriu ao me ver

Eu revirei os olhos e bufei.

— Não dá mais oi para o seu amor?

— Você não é meu amor!

— Quem era aquele bebê que o xerife pegou na biblioteca? — perguntou direto

— Ele... — engoli a seco — é o filho dele. — respondi

— Ele não é casado.

— A esposa dele morreu durante o parto. Pode perguntar pra qualquer um!

— E por que ele te trouxe?

— Porque eu pedi uma carona, fui de a pé hoje para o trabalho.

— Vocês estão juntos?

— Se estivermos, qual é o problema?

— Não quero aquele cara perto do nosso filho.

— Meu filho. — corrigi — Meu!

— Falando nele, cade ele?

— Neal, você só irá vê-lo quando eu quiser, e se eu quiser.

— Aquele xerifezinho de merda está te envenenando. Eu vou quebrar a cara daquele sujeito.

— Você não seria tão louco a ponto de tentar arrumar briga com Killian.

— Por acaso ele é algum chefe de tráfico ou algo assim?

— Ele não é igual a você! Na verdade, ele é bem melhor que você.

— Fala sério, se contenta com muito pouco mesmo né Emma?

— Claro, olha pra você! É algo menor que um lixo.

— Não fala assim comigo. — falou pegando em meu pulso e apertando com força — Já te falei, não fale assim comigo! Me respeite e nada acontecerá a Henry!

— Me solta. — falei dura

Ele soltou meu pulso e suspirou.

— Me responda Neal, o que seria capaz de fazer com Henry?

— Se não cooperar comigo, qualquer coisa.

— O que você quer?

— Que você vá para Nova Yorque comigo!

— Como é que é?

— Sinto sua falta amor, você nunca mais me procurou. Precisamos retomar nossa vida!

— Eu não vou com você nem até a esquina!

— Tem certeza disso?

— Droga, Neal, o que quer de mim?

— Não quero dinheiro, não quero o pirralho, esse pode deixar aqui mesmo... eu só quero o seu amor!

— Você nunca terá Henry, nunca me terá de volta! Não pode simplesmente me deixar em paz?

— Não e eu quero almoçar com você amanha, e jantar depois de amanha e você sabe o que acontece depois do jantar.

— Não, eu não vou jantar com você, nem almoçar, nem nada! Chega Neal!

— O que vai fazer? Ligar pro xerifinho e dizer 'ah, oh meu Deus, ele quer meu amor de volta se não ele é capaz de fazer tudo com meu filho!', Emma, seja mais inteligente. — debochou — Você e eu vamos ficar aqui por mais um mês e meio, depois irá dizer que o amor que sentia por mim reascendeu e vamos ir pra Nova Yorque com Henry.

— Você é um filho da...

— Não Emma, não baixe o nivel. Eu vou dormir! Já está tarde, é bom ir pra casa meu amor.

Ele se levantou ficou na minha frente, sorriu e me beijou. Eu o afastei e limpei meus lábios.

— Não seja tão dura consigo mesma meu amor.

— Seu...

— Boa noite.

Ele foi para o quarto dele e eu fui para o banheiro, lavei minha boca, meu rosto e quase explodi de raiva, mas Ruby conseguiu me acalmar.

— Se o Killian ficar sabendo disso...

— Ele não pode saber Ruby.

— Mas Emma!

— Eu vou contar, mas não agora. Eu vou pra casa!

— Quer que eu te leve?

— Não, eu pego um taxi, obrigada Ruby! — sorri

Dei o endereço de Killian para o taxista que me deixou lá. Toquei a campainha e Killian atendeu rapidamente.

— Meu amor, achei que estava no Granny's ainda.

— A conversa foi rápida. — sorri

Ele me beijou e fomos para a sala.

— O Henry está dormindo.

— Tudo bem, eu posso dormir aqui essa noite? Vou me sentir mais segura.

— Claro que pode. — sorriu e me abraçou — O que ele queria?

— Não quero falar nisso agora, amanha podemos conversar sobre isso, tudo bem?

— Tá, como quiser.

Tomei um banho e coloquei uma camisa de Killian, Henry estava dormindo então não me preocupei tanto com ele, estava cansada e me deitei.

— O que é isso? — perguntou Killian pegando meu braço

— Não é nada.

— O desgraçado te machucou!

— Killian, está tudo bem.

— Não, não está. Olha seu pulso Emma.

— Está tudo bem meu amor, ele não me machucou. — falei dando um beijo nele — Está tudo bem, vamos dormir ok?

— Tem certeza que não quer que eu e David dê uma lição nele?

— Não, Killian, não! — respondi

— O desgraçado te machucou e eu não posso fazer nada?

— Pode. Claro que pode. Pode me abraçar e me deixar dormir.

— Tudo bem, mas amanha que saber o que conversaram.

— Ok.

Ele me beijou e apagou a luz. Deu uma última olhada em Henry que dormia no quarto ao lado — que era o quarto que seria de seu filho com Milah — e voltou.

— Boa noite meu amor.

— Boa noite Killian.

Ele me abraçou e logo eu cai no sono.