Broken
6 Boyfriend?
Notas iniciais
Minhas mãos suavam frias, e minhas pernas vacilaram, não temia por mim, afinal eu já estava acostumada com tal ignorância, violência e falta de caráter, mas sim por ele, quando se tratava de judeus Russel Fabray não tinha a mínima noção e ficava ainda mais perigoso, era sua fixação, ver o sofrimento dos outros, ele olhava com fúria e eu pus minha melhor máscara de indiferença.
__ Eu te fiz uma pergunta. – seus olhos eram intensos e dali transbordava o ódio, deixei de lado meu medo.
__ Acho que você já sabe a resposta. – digo quase cuspindo as palavras.
Vi ele levantando a mão e vindo em minha direção, naquele momento o medo já era parte esquecida dentro de mim.
__ Se você encostar um dedo em mim novamente, eu acabo com a sua vida. – suas mãos abaixaram, mas sua expressão ainda era a mesma.
__ Você desonra o nome dos Fabray saindo com um judeu sujo. – sai de perto e subi as escadas.
__ Eu espero que sim. – nem esperei sua resposta e subi pro meu quarto.
A água fria que agora caia pelo meu rosto não me fez sentir mais calma e menos frustrada, precisaria avisar o mais rápido possível Noah, ele precisava saber que agora meu “pai” sabia sobre nós.
Sentei na minha cama e abri a gaveta da escrivaninha tirando de lá uma foto da minha mãe, aquela foi uma das primeiras fotos que eu tirei, ela era sempre minha cobaia, eu tirava várias fotos dela e ela nunca reclamava. Ela estava linda, como sempre, seus cabelos longos e loiros e seu constante sorriso no rosto, olhei pra gaveta novamente e vi ali uma correntinha, ela tinha me dado um pouco antes de morrer, ela uma correntinha do arcanjo Gabriel, ela dizia que apenas pessoas especiais podiam usar e que , por um longo tempo eu a deixei esquecida, queria me livrar de todas as coisas que me lembravam ela, peguei ela em minha mão e coloque em mim mesma, precisava mais que tudo de sua proteção agora.
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O doce aroma da nicotina invadia minhas narinas junto com a brisa leve que no momento batia sobre mim, olhava atentamente para o campo de futebol procurando algum atrativo para me tirar do tédio, meu humor não era dos melhores então achei melhor não arriscar ir pra aula, já estava no terceiro ou quarto cigarro quando sinto duas mãos tampando meus olhos, um pequeno sorriso brota em meus lábios, eu conhecia aquelas mãos.
__ Noah – ele retira suas mãos e me surpreende com um beijo, foi calmo e simples, ele terminou segurando meu rosto com suas mãos e me deu um beijo na ponta do meu nariz arrancando alguns risos.
__ Hey Quinn matando aula novamente? – seus olhos eram desconfiados e eu rolei os meus.
__ Não tinha nada importante hoje. – dou de ombros e dou mais uma tragada no meu cigarro.
Vejo sua expressão indignada, mas nem ligo, até tentei largar o cigarro, mas ele era um amigo fiel.
__ Você devia largar isso Quinn, não vai te fazer bem. – seu tom de voz é sério.
__ Sabe, você não da muito certo em fazer o tipo responsável. – dou um sorriso sarcástico e ele me olha indignado.
__ Eu sou muito responsável, uma pessoa séria. – ele faz uma cara muito estranha que eu acho que deveria ser algo parecido com uma pessoa responsável.
__ Claro que é. – termino meu cigarro e jogo em qualquer lugar o que sobrou dele.
__ Você ainda vai ao encontro comigo hoje? – ele parecia inseguro uma característica que nada lembrava ele, estranhei aquele comportamento.
__ Sim.
Dito isto ele pega minha mão e me levanta rapidamente, sinto tudo em volta rodar e um dor quase insuportável na cabeça, me segurei nele pra não cair, levei as mãos a cabeça em um ato desesperado de fazer aquela dor ir embora enquanto sentava novamente na arquibancada, seus olhos eram frustrados e não desviavam de mim, aos poucos a dor foi indo embora.
__ O que foi isso Quinn? Você está bem? – ele estava agitado e soltava perguntas sem parar, ele coloca as duas mãos sobre meu rosto.
__ Como você mesmo disse, eu tenho que parar de fumar, foi só uma tontura. – digo tentando acalmá-lo, mas a verdade é que essas dores de cabeça estão cada vez mais freqüentes e isso mesmo eu não querendo admitir me assusta.
__ Você tem certeza? Eu posso te levar na enfermaria.
__ Eu estou ótima, vou até na próxima aula, espanhol super empolgante. – fingi muito mal animação, ele parece não ligar e entrelaça nossas mãos e assim vamos para nossa única aula juntos.
A aula de espanhol se passou sobre constantes perguntas de Noah se eu estava me sentindo bem e sobre várias perguntas também dele sobre a matéria, ele era realmente horrível em espanhol.
As aulas seguintes passaram rapidamente, e como de costume ele me levou pra casa, como Russel não estava em casa eu o chamei para entrar. Andávamos conversando assuntos aleatórios até que quando abro a porta do meu quarto quase caio pra trás, uma latina folheava uma revista distraidamente sem ao menos se importar com minha presença, um loiro mexia no meu notebook também sem se importar comigo, soltei um pigarro e eles me olharam finalmente ainda sem realmente se importarem.
__ Então... Vocês arrombaram a porta da minha casa? – arqueei uma sombracelha e ela levantou da cama sacudindo a roupa.
__ Não viemos falar com você Fabray, viemos falar como o bonitão aí. – ela disse apontando o dedo pra Noah que gelou na mesma hora, como eles eram colegas de escola e de Glee club ele conhecia a fama nada agradável de Santana, ou Satã como também era conhecida.
__ Isso é ridículo. – ela apenas da de ombros me ignorando por completo, Sam também levantou e me olhou sério, ou tentou, olhei chocada pra aquela cena, era ridícula.
__ Cai fora Fabray, o assunto é particular. – Santana diz já me empurrando pela porta, quando viu que eu não ia Sam também veio e eles literalmente me expulsaram do meu quarto.
__ Seu estoque de cigarros não acabou Quinn? Vai lá e compre mais. – Sam fecha a porta e eu ouço já ao pé da escada Santana gritando alguma coisa sobre comprar alguma revista que preste.
Resolvi ir comprar o cigarro, afinal ele tinha realmente acabado, fui andando até um supermercado que ficava a alguns quarteirões de distância, uma jovem moça estava no balcão e me perguntou o que eu queria, pedi alguns maços de cigarro e ele me olhou chocada, mas mesmo assim me deu os cigarros, mesmo eu sendo menor de idade e ser crime vender cigarros e bebidas alcoólicas pra menor isso nunca foi um problema pra mim, paguei a moça, mas antes peguei uma revista ridícula da Barbie ou alguma coisa desse tipo na prateleira, tomara que Santana goste de rosa. Voltei sem pressa pra casa e observava minha vizinhança, nunca me preocupei muito em conhecê-los ou saber algo mais sobre qualquer um deles, eu era apenas a menina órfã que ficou rebelde e que morava com o estúpido pai e eu não tinha vontade de mudar esses pensamentos que a maioria das pessoas tinham a meu respeito.
Cheguei em casa mais ou menos vinte minutos depois e Sam e Puck estavam sentados no sofá assistindo algum jogo de futebol, Santana mexia na geladeira sem nem tentar disfarçar, uma total invasão. Sentei ao lado de Noah e ele passou seu braço em volta do meu pescoço.
__ Então como foi a sessão de tortura com esses dois doentes? – falei alto o suficiente pra Santana ouvir da cozinha e ela falou algum palavrão qualquer.
__ Sam disse apenas pra eu não te magoar porque você significava muito pra ele, Santana foi um pouco mais radical ela falou que se algum dia eu fizesse alguma coisa com você ela arrancaria fora minhas... Partes íntimas. – tive que rir, isso era totalmente o jeito Santana de ser.
Ela chegou e se amontoou em cima de nós três, ela tinha pegado alguns salgadinhos e refrigerantes na geladeira e distribuiu pra todos, entreguei a revista da Barbie pra ela e ela atirou salgadinhos em minha cabeça e mandou eu me ferrar.
Ficamos conversando coisas bizarras na sala mais um tempo até que Santana falou que tinha coisa melhor pra fazer e saiu, mas não sem antes mandar um “Tô de olho em você” pra Noah, depois de um tempo Sam também foi embora falando que tinha que malhar o abdômen, eu realmente devo mereço.
__ Quinn eu vou passar em casa pra tomar um banho e volto pra te buscar em meia hora, ok? – acenei que sim com a cabeça e o levei até a porta.
Subi e tomei um banho rápido, coloquei um short jeans um pouco desgastado, uma blusa preta com uma caveira estampada e um all star, baguncei um pouco mais meus cabelos molhados e desci, mas não sem antes colocar minha câmera na bolsa, esperei apenas alguns minutos e ouço uma buzina na porta e encontro ele encostado no carro com uma bermuda jeans,uma blusa branca além de óculos escuros, lindo.
__ Então, vai me levar pra Nárnia de novo? – pergunto irônica, ele apenas ri e abre a porta do carro pra mim.
__É um pouco mais perto que isso, vou te levar ao parque da cidade, sabe onde fica? – balanço a cabeça em concordância.
O parque da cidade era muito bonito, tinha um lago, árvores, além de vários restaurantes em volta.
Como ainda era início de semana o lugar estava vazio, sentamos em um dos restaurantes mais isolados, tinha apenas uma família sentada em outra mesa, afinal o horário de almoço já tinha acabado já eram 16h00min. O garçom chegou e perguntou nossos pedidos, Noah pediu uma macarronada, uma carne de cordeiro que era a especialidade do restaurante, uma torta de chocolate de sobremesa além de uma coca-cola grande, olhava pra ele espantada, ele nem notou e o garçom se virou em minha direção.
__ E o que a senhorita deseja?- olhei pro cardápio e nada ali me tentava, decidi optar pelo básico.
__ Uma porção de batatas fritas e uma coca. – dito isso ele sai, continuo a encarar Noah, ele finalmente reparou.
__ O que foi? – seu olhar era de total desentendimento.
__ Você pretende deixar comida para os próximos clientes? – ele apenas ri já entendendo do que se tratava.
__ Eu tenho que colocar nutrientes aqui dentro, ou você acha que meus braços são assim por quê? – diz ele dando um beijo em cada braço musculoso, dou um tapa em sua cabeça e ele ri ainda mais.
__ Você deveria comer mais também, pra aumentar a força desses bracinhos desnutridos. – faço de cara de indignação e ele continua rindo, depois me da um beijo na bochecha.
A comida chega pouco tempo depois e por incrível que pareça ele terminou de comer antes de mim, ele ri da minha cara de espanto. Depois que terminamos ele me chamou pra andar pela vasta área verde que existia ali, estávamos na metade do caminho quando me lembrei que tinha esquecido minha bolsa no restaurante, digo pra ele ir andando na frente que depois eu encontrava com ele, pego minha bolsa em cima da mesa e vou andando de volta e de longe vejo que ele tinha deitado na grama, tiro minha câmera da bolsa e quando chego perto o suficiente começo a tirar fotos, ele levou um pequeno susto.
__ Hey nada de fotos senhorita fotógrafa. – ele começa a tentar a lente da câmera.
__ Eu tenho que ter lembranças suas comigo, fotos são essas memórias. – gesticulo com minhas mãos, ele apenas rola os olhos e me chama pra sentar ao seu lado, ficamos em silêncio por um tempo até que me lembro de assunto nada interessante que eu tinha que ter com ele.
__ Noah. – digo e ele me olha atento, um tremor percorre meu corpo e eu travo na hora de falar.
__ O que foi Quinn? – ele já parece um pouco preocupado, respiro fundo e decido acabar com isso logo.
__ Russel descobriu sobre nós. – ele faz cara de desentendido – ele sabe que você é um judeu Noah. – ele finalmente parecia ter entendido, e sua mão agora passava freneticamente no moicano que estava grande.
__ Você está pensando em deixar de me ver? – sua expressão e de real dúvida, aquilo nunca foi minha intenção, os momentos que eu passava com ele eram os melhores do meu dia.
__ Claro que não, eu só quero que você tenha muito cuidado ele é perigoso e pode tentar alguma coisa contra você. – eu temia por sua segurança, não conhecia os limites do meu pai e eu nunca me perdoaria se ele fizesse alguma coisa contra Noah.
__ Eu estou mais preocupado com você, você mora com ele.
__ Eu sei me cuidar, mas você tem que me prometer que vai tomar cuidado a partir de agora. – ele pegou minha mão e me olhou profundamente.
__ Eu prometo, ninguém vai separar nós dois. – ele me disse feliz, mas logo sua expressão mudou e ele parecia apreensivo.
__ Quinn... Posso te perguntar uma coisa? – estranhei seu jeito, ele poderia ter feito logo a pergunta.
__ O que é? Pode perguntar. – ele respira fundo algumas vezes antes de começar a falar.
__ Eu estou me sentindo ridículo aqui, não sei por onde começar. – suas mãos passam compulsivamente umas nas outras.
__ Fala logo Noah. – a paciência nunca foi um dos meus dons, e eu estava ficando realmente curiosa.
__ okay... Eu vou tentar ser breve. Quando eu estou com você eu sinto que encontrei a outra metade, nós fazemos um casal diferente e improvável e eu simplesmente adoro isso, você me faz sentir completo e feliz. – meus lábios se curvaram em um sorriso, mas eu ainda não tinha entendido o sentido disso tudo – Quinn você aceita ser só minha? Ser minha namorada? – ele disse num fôlego só.
Eu estava estática não sabia o que pensar, eu não estava esperando por isso não sabia o que responder, é claro que quando eu estava com ele tudo ficava melhor, ele me fazia rir e eu nunca tinha sentido isso antes, ele me fazia esquecer todos os problemas e a muito tempo eu não me sentia tão bem, mas será que eu agüentaria toda a pressão que um namoro exige e toda a entrega que se pedia como ele mesmo dizia somos um casal improvável, nossas diferenças podem acabar nos atrapalhando, mas em todos esses anos esse meu lado responsável, preocupado e desconfiada de tudo havia me dominado, olhei pra ele esperando a resposta com o rosto repleto de medo e insegurança, mas ainda sim com seu sorriso habitual e tive certeza que era a hora de abandonar esse lado e viver minha vida livremente, um dia de cada vez apenas aproveitando o momento sem ligar pro depois, pois afinal eu acho que tinha deixado esse lado pra trás na primeira vez que aceitei sair com ele, olhei pra ele novamente e decidi por fim naquela apreensão.
__ Sim. – respondo num sussurro, sua expressão primeiro é de espanto, mas depois muda totalmente pra felicidade, e eu senti seu sorriso iluminando o lugar.
Me aproximei mais dele, era impressionante como aquele bobão, convencido fazia eu me sentir tão bem, tão leve, como se eu finalmente tivesse feito a escolha certa, cheguei ainda mais perto dele e coloquei minhas mão em seu rosto e encostei meus lábios de leve nos seus, ele aos poucos foi aprofundando o beijo, eu não estava mais receosa, com medo, sentia que aquilo era o certo, suas mãos foram pra minha cintura e as minhas pra sua nuca, o beijo era calmo, estávamos nos explorando e nos conhecendo cada vez mais, quando o ar foi necessário ele se separou de mim com vários selinhos. Seus olhos brilhavam e eu sabia que os meus também.
__ Eu tenho algo pra você. – ele tira de dentro do bolso da calça uma pequena caixinha e me entrega.
Quando eu abro vejo um colar prata com uma pequena máquina fotográfica de pingente, a corrente era fina e ao mesmo tempo forte era perfeita.
__ As pessoas costumam dar anéis quando pedem outra pessoa em namoro, mas eu achei muito comum e resolvi te dar isso.
__ Eu amei, é lindo. – eu dou pra ele o colar e me viro pra ele colocá-lo em mim, ele tira meus curtos cabelos da nuca e coloca ali o colar.
__ É lindo igual a dona. – ele diz no meu ouvido e eu me senti arrepiar, toco o pingente agora em meu pescoço e deixo escapar um pequeno sorriso.
__ Olhe o que tem escrito atrás Quinn. – viro o pingente e vejo escrito em caprichosas letras “só minha”.
__ Só minha – ele diz acariciando de leve minha bochecha.
__ Só sua. – coloco a mão por cima da dele.
Olho de novo para o colar e vejo ali a correntinha que minha mãe havia me dado, tiro ela do pescoço e olho pra ele.
__ Minha mãe quando me deu esse correntinha disse que apenas pessoas especiais mereciam usá-la, você é a pessoa mais especial que eu já conheci. – chego perto e coloco nele, como fica um pouco grande em mim fica na altura do peito dele, ele agora olhava pra correntinha – ela vai te proteger, eu garanto. – ele me da um abraço e sussurra um obrigado em meu ouvido.
Estávamos sentados a algum tempo na grama verde e bem aparada do parque quando me lembro de algo.
__ Você não deixou eu tirar uma foto descente sua, eu tenho que ter pelo menos uma foto do meu namorado. – ele sorri quando ouve isso.
__ Ok. Mas quando as pessoas me verem tem que pensar que eu sou um rapaz sério então... – ele chegou perto de mim e tira meus óculos – estou sério o suficiente agora? – ele estava fazendo caretas muito estranhas, e eu não pude deixar de rir.
__ Muito sério. – digo ironicamente, ele faz cara de ofendido e eu começo a tirar várias fotos dele, depois de um tempo ele me faz parar.
__ Agora eu quero uma foto com você. – ele faz cara de pidão e eu recuso com a cabeça.
__ Fotógrafos na maioria das vezes não gostam de tirar fotos então não. – ele me ignora totalmente e me senta contra minha vontade na grama de novo pegando a câmera da minha mão.
__ Como tira foto nesse monstro? – faço cara de ofendida.
__ Não fala assim do meu “bebê”. – eu tinha carinho especial por todas as minhas câmeras e essa era a minha preferida, ele agora ria de mim.
__ OK, como se tira foto no seu bebê? – ele diz entre risos, e eu mostro pra ele tudo que deve ser feito pra tirar uma boa foto.
__ Mas vou só avisando que vai ser uma só. – digo emburrada, fotos comigo nelas não costumam ser nada boas.
Ficamos algum tempo tirando fotos, a maioria era nós dois fazendo caretas ou um rindo da cara do outro. Depois de algum tempo sentados na grama conversando coisas sem sentido decidimos que devíamos ir embora, a viagem foi rápida e logo eu já estava em casa, nos despedimos com um breve beijo e a promessa de nos encontramos no outro dia na escola.
Tomei um banho rápido e depois fui olhar as fotos que tínhamos tirado, várias delas Noah estava com meus óculos fazendo caretas ridículas, ri sozinha daquilo tudo e mais ainda quando vi as fotos dele esmagando meu rosto porque falou que minhas bochechas eram fofas.
Como meu pai não estava em casa fui para a sala de estar no andar de baixo, olhava sem muito interesse pra série sobre vampiros que passava na TV, estava quase dormindo quando ouço altas batidas na porta, estranhei nem imaginava quem poderia ser, quando abro a porta vejo uma cena eu nunca esperaria ver, ela estava com lágrimas nos olhos, algumas olheiras e uma expressão de total desespero, a olhava preocupada.
__ O que aconteceu Santana?
Notas finais
Mudando de assunto do nada aqui,kkkkkk vocês estão acompanhando Glee? Eu to achando ótimo, mas to sentindo muita falta dos meus divos, Quinn, Puck, Santana, ahhhhhhh.
Então, escrevam o que vocês acharam do capítulo, o que tem que melhorar e tals, obrigadaa!!!
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