Broken!

1 Capítulo 1


Notas iniciais
http://www.youtube.com/watch?v=IqY4DhPz9CQ&feature=player_embedded ouça =)

- Deixe de ser idiota. — Split disse com um sorriso bobo enquanto olhava para Pedro com carinho. Ele implicava com ela colocando uma pena negra no seu rosto. Atrapalhando-a a assistir o filme. — pare. — ela disse rindo.
- e se eu não quiser? — ele disse passando sobre o nariz da mesma.
- aproveite que por enquanto estou pedindo. — ela disse o desafiando.
- sua louca, o que vai fazer? — ele disse rindo.
- continua para saber! Seja um suicida. — ela disse o,olhando e ele passou a em frente aos olhos da mesma. Eram vermelhos e desafiadores para o mesmo.
- essa é minha amiga, Srª pena e ela gosta de você — ele disse fazendo uma voz babaca e logo soltou a pena a fazendo-a cair dentro do minimo decote da mesma. — acertei! — o mesmo comemorou. — posso pegar? — ele riu.
- claro que não. — ela disse rindo e pegou a pena. — Srª Pena é? — ela disse rindo.
- e agora? Vai dar uma de Anderson Silva? — ele disse passando o dedo indicador pelas bochechas rosadas da mesma.
- não. — disse rindo.
- Leana? — ele mordeu o lábio inferior.
- não. — ela disse dando um tapa fraco no braço do mesmo. E se ajoelhou no sofá.
- então o que vai fazer? — ele disse pondo as mãos da cintura da mesma e apertando.
- o que quer que eu faça? — ela disse passando sua perna para o outro lado do sofá se sentando sobre as pernas do mesmo.
- eu antes queria pegar a pena. Mas mudei de ideia. — ele mordeu o lábio inferior.
- então o que quer? — ela disse confusa.
- chega mais perto. — ele disse e a mesma aproximou seu rosto. O mesmo foi até perto de seu ouvido e mordeu o lóbulo da orelha da mesma. — vamos brincar de pai e mãe? — ele disse baixo e ela riu alto.
- isso não poderia dar certo! — ela disse rindo.

- porque? — ele disse.
- não temos um filho para ser pai e mãe! — ela disse pensativa.
- podemos fazer um! — ele disse tentando beijá-la.
- já disse que não quero ter filhos! — ela disse o olhando. Ele olhou para baixo meio triste. — mas não é motivo para não tentarmos — ela disse levantando o rosto do mesmo. — não é? — ela o fez rir e o beijou.
E assim o fizeram.
- não brinque mais assim comigo. Vou acabar morrendo — disse ele ainda com a respiração pesada enquanto passava a mão sobre os cabelos negros da mesma que sorria para o nada.
- é muito novo para morrer! — ela disse com um sorriso bobo para ele.
- sou novo? — ele disse a olhando.
- claro. — ela disse convencida mesmo sendo mais nova seis anos que o mesmo.
- e você é o que então meu amor? — ele disse beijando o pescoço da mesma.
- deixa de ser bobo. — ela disse dando língua para o mesmo e logo em seguida rindo de seu ato infantil.
- está vendo. — ele disse sorrindo.


2 meses depois.

Pedro chegava cansado da gravadora com uma garrafa de vinho, prestes a comemorar seu novo CD. Ele rondou a casa atrás de sua namorada mas não a encontrava, normalmente ela estaria vendo alguma coisa na televisão. Não havia nenhum bilhete dela, não havia saído em turnê ainda mais porque estava de férias. Único lugar que não havia a procurado era no quarto. Logo que finalmente chegou, ela estava deitada com as cobertas até o pescoço, chorava baixo.
- Split. — ele disse colocando a garrafa sobre criado mudo e sentado na cama ao lado dela. — o que houve?
- ah, chegou. — ela disse limpando as lágrimas e se sentando na cama. — não houve nada. Apenas mais uma ligação da minha mãe. — ela disse. Estava mentindo. ele suspirou, sabia que a mesma as vezes tinha certos problemas com a mão que não desejava ter. A abraçou por um certo tempo.
- esquece isso. — ele disse baixo e beijou o topo da cabeça da mesma. — quer que eu faça algo para comermos? — ele disse.
- estou sem fome. — ela disse entortando os lábios.

- tudo bem. — disse ele tirando seus tênis e se deitando no seu lado da cama. Ela assentiu e se deitou de frente para ele. — o que aconteceu dessa vez? — ele disse a olhando.

- nada demais. Vamos dormir? — ela disse sorrindo e passou a mão sobre o rosto do mesmo de um modo carinhoso.


- vamos — ele sorriu e a abraçou.

- eu te amo Pedro. — ela sorriu. — não esquece tá bê — ela disse baixo.

- também te amo. — ele sorriu e a viu fechar os olhos.

Dia seguinte.
- que cheiro. — disse Pedri indo até a cozinha. Mas a única coisa que encontrará fora uma mesa posta para o café e um bilhete sobre a mesa.

" Dear, Precisei fazer isso. Não se se um dia irei voltar, talvez esteja com vergonha do que iriei fazer, pesso desculpas. Dei que é o que você sempre quis e que me pediu. Mas não é o que eu quero. Me sinto uma imbecil. Me desculpe, mas não podemos mais ter essa vida.
Elisa Duarte.
"
- O QUE? ACHO QUE ELA ENLOUQUECEU! — Pedro berrou para pelo menos meio mundo ouvir. A procurou pela casa inteira mas ela não estava. Havia mesmo ido embora. Pedro chorava em desespero enquanto discava o número de Letícia. - alô? — ela disse. - a Split ta ae? — ele disse em desespero. - não porquê? — ela disse. — ela não está ae?

— não. Só tem um bilhete dela dizendo que não dava mais pra ter a vida que tinha e que tinha o que eu sempre quis ter ma ela não e ... — ele agora havia notado o que estava acontecendo. — depois eu ligo pra você. — ele disse e desligou. Foi em direção ao banheiro e começou a revira-lo todo. Assim que achou o que ele queria, um teste de gravidez. E o resultado era positivo.