Bring Me To Life
13 Um Dia Mortal
Notas iniciais
P.O.V. Narradora
Cinco meses depois...
Já fazia cinco meses e alguns dias que foram o dia dos fogos no Acampamento Meio-Sangue, Nina e Nico continuavam os mesmos, Annabeth e Leo também... Mas não posso dizer nada de Alasca e Connor...
– Me solta, filho da mãe! — Alasca gritava, enquanto Connor girava a garota no colo.
– Nunca! — ele exclamou de volta.
– Essa é a frase do Nico e da Nina, boco!
Enquanto os dois gritavam apaixonadamente com um e outro Nina chegou correndo com um sorriso no rosto.
– Gente! — ela exclamou, animada.
– Connor, quer que eu pegue a minha varinha? — ameaçou Alasca.
Nina revirou os olhos.
– Gente — ela repetiu.
– Eu não estou brincando, Connor.
– GENTE! — Nina gritou mais alto.
Connor e Alasca pararam e Connor soltou Alasca.
– O quê? — falaram juntos.
– Quíron autorizou.
– Jura? – os olhos de Alasca brilharam.
– Ahã. — Nina disse, assentindo — Agora, os dois, vão se arrumar, nada de roupa do acampamento, e, lembrem, tragam as armas, O.k? Não queremos morrer — ela riu.
A garota saiu correndo em direção ao chalé de Nico, antes de vocês se perguntarem, não, eles não estão namorando, sim, eles dançaram no dia dos fogos, mas nada mudou entre os dois.
Nina bateu na porta do chalé 13.
– Nicoooooo!!!! — cantarolava.
Ele abriu a porta sorrindo.
– Ele deixou?
– Pode crer, mas, olhe, nada de roupa do acampamento, lembre da arma, não queremos morrer hoje.
– Ninguém se mete com O Filho de Hades.
– Ha ha, não se ache o fodão.
Nico riu, nunca ouvira Nina falando um palavrão antes. Ela mesmo tinha mudado, ela estava mais feliz, e... Engraçada. Já tinha lido umas dez páginas de Divergente sem derramar uma lágrima no livro.
– O que vamos assistir? – Nico perguntou.
–The Book Thief, eu li, é beeem legal.
– Eu nunca li esse.
– Que pena, vai ganhar spoilers.
Ela se virou e foi esperar os amigos perto do Pinheiro de Thalia.
+++
– Primeiro, vamos lanchar – disse Connor lendo o cronograma que Nina fez com Katie, que sabia mais do mundo mortal do que Nina.
– Pode ser no McDonalds? – Nico perguntou – gosto de lá.
Eles estavam na escada rolante.
– Cara, os mortais são demais! Essa escada sobe! – exclamou Alasca.
– Eu sei, não é? – Nina concordou. – Quanto temos de dinheiro mortal?
– Uns... cem dólares – disse Connor.
– Da para a gente ir numa livraria!
– Da sim, Nina.
No balcão do McDonalds
Os três amigos estavam já no meio da fila, discutindo.
– Que roubo! Não acredito que não aceitem dracmas – Nina disse cruzando os braços.
– É só perguntar – Alasca disse e piscou.
Era a vez deles.
Alasca ficou na frente do balcão;
– Vocês... aceitam dracmas de ouro?
O atendente riu meio assustado.
– O que é isso?
Alasca fez uma voz sedutora:
– Então, você aceita as dracmas?
– Eu não sei o que é isso.
Alasca virou para os amigos.
– É, eu tentei.
Nina foi até o balcão e pediu os lanches e depois quando eles já tinham pegado o lanche ela murmurou:
– Trouxas.
Nico concordou rindo.
Eles se sentaram numa mesa para conversar, estavam falando do filme que iriam assistir.
– Vocês choram — Nina falou.
– Eu não v — Nico disse e Nina o interrompeu.
– Você. Vai. Chorar — falou tomando um gole de sua coca cola.
Alasca dei um gritinho.
– Não acredito que amanhã vou ver meu pai e o meu primo! — Ela estava animada para o Natal, era a única vez que via o pai e o primo mais velho.
– E eu vou passar o Natal inteiro com a minha mãe e o Travis — Connor disse, bufando.
– Não fale isso, — disse Nina — seu irmão é legal.
– Melhor que você — brincou Nico.
– Haha, muito engraçado, Nico. Vai passar onde o Natal? — murmurou o Connor.
– No acampamento, muito longe de você.
E todos riram.
Quando o filme acabou...
A primeira coisa quando apareceu os créditos todos aplaudiram chorando horrores.
Quando apareceu o nome de Markus Suzak Alasca se levantou e exclamou:
– Markus Suzak seu filho da mãe! Vou chorar mais quando eu ler o seu livro!
Nina que tinha explodido de tanto chorar, juro, ela gritou. Alguém atrás dela perguntou:
– Você quer um lencinho? — E ela assentiu, mas nunca ganhou o lencinho.
Nina estava certa, Connor, Alasca e Nico choraram, e a primeira coisa que ela disse quando chegaram no acampamento foi:
– Eu. Te. Disse — lançou para os meninos.
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