Bring Me To Life

20 I'm a Pscycho - POV Jane


Notas iniciais
Gente, me desculpem a demora, eu estava um pouco mal esses dias(psicologicamente) Mas, mesmo assim eu estava até um pouco feliz... e triste. Estou de férias, yey! ( na verdade, eu tô começando a sentir falta das aulas.... Mas, essas férias vão ser foda, e eu vou para encontro de semideuses, uhuuul! Estamos chegando ao final de Bring Me To Life, só mais cinco capítulo :'(. Mas, mesmo assim, temos a segunda temporada, que eu to pensando ser meio que cheio de treta, um triângulo amoroso, perda de memória... E, tá bom, vão ler o capítulo! Beijos.

Soundtrack: https://www.youtube.com/watch?v=DMLshistóriaKJregk

P.O.V. Jane

Meus queridos, parece que estou narrando novamente para vocês, não é? Enquanto Nina ou Nico ou a Narradora (que tem o mesmo apelido do que eu aparentemente) que narrava uma história bem diferente do que estou vivenciando agora. Espera, eu não ganhei tantos Povs assim? Como assim? A autora acabou de dizer que eu sou a personagem favorita dela! (n/a: uma das, Alasca, uma das). Você também é UMA DAS minhas autoras favoritas UMA DAS. (n/a: eu que te criei, posso te matar a qualquer momento, cuidado, Jane). Pare com essas notinhas!

– Jane! Tira o pé da mesa, menina! — minha linda vozinha doentia exclamava para minha autoria ( se vocês não perceberam, é, estou usando outras palavras, a minha vó me obriga falar assim, tipo, "supimpa!") — Parece que o seu pai nunca te ensinou!

Tirei os meus pés irritada da mesa, enquanto eu revirava os meus olhos roxos sem brilho, e, argh, que coisa é essa? Ah, é o meu primo, e o meu outro primo chato, que eu vou falar o nome, vocês irão se assustar, eu sei, mas é o nome dele, é ele, uma merda que veio do Tártaro para atormentar a minha vida, que se atrasou para a porcaria do Natal, que foi dois dias atrás, só para você ficar atualizado(a) no que está acontecendo. Oc-ta-vi-an, Octavian.

– Olá, Jane. — falou Octavian meio que cuspindo o meu nome.

– Oi, primo lindo do meu coração. Espero que você caia no Tártaro e seja eu que empurre, pode ser? — respondi, simpaticamente.

– Só se você for junto.

– Estarei aqui curtindo a vida, me desculpa. Vê com um amiguinho teu, vai.

– Octavian, querido! –minha vó exclamou, com ele é toda uma cerimônia, comigo é “Jane! Que bom que veio! Tem muita louça suja, minha filha!” – Que bom que está aqui! Por que perdeu o Natal? A vovó tem um presentinho para você! – Eu, pelo menos, ganhei o CD da Birdy “Birdy”.

– Oi, vó. – disse o retardado sorrindo.

+++

Já eram por volta das dez horas da noite, tínhamos jantado ás seis da tarde, por causa de todos os medicamentos da minha vó. Octavian tinha sido mimado até não poder mais. Minha vó tossiu muito, como sempre. Richard tinha lavado a louça, pelo menos não era eu, não é?

Alguma coisa atingiu a minha janela, podia ser só um mosquito batendo na janela, só que não era, era mais um aviãozinho de papel, nada de pedras, pelo menos, imagina se quebra a janela?! Minha vó iria me matar!

Olhei pela janela e revirei os olhos.

Era Connor.

Connor!!

Fiz um sinal para ele esperar.

Sai de fininho da casa da minha avó, o segurança que fica lá na frente dormia, nem acredito que a minha vó paga ele para dormir na porta da casa dela!

Corri até Connor, que me abraçou com força.

– Oi, Alasca. – ele disse, sorrindo torto.

– E como foi o Natal? O que você ganhou? O que você está fazendo aqui? Por que não me responde? E por que, quem te deu a ideia gênia de avião de papel?

– Uma droga. Um DVD. Vim te ver. Porque você está falando ainda. Eu.

Eu ri novamente e o abracei mais uma vez.

– Para onde vamos?

– Para onde você quer ir?

Pensei na pergunta...

– Starbucks! Aí a gente muda os nossos nomes!

– Uma vez eu coloquei Quatro, nem me estranharam.

– E quando eu falo Tris no boliche me acham esquisita.

Ele riu, a risada dele era uma risada muito engraça, então, eu ri da risada dele.

Ele me abraça de lado e começamos a andar juntos até o Starbucks, que é próximo da casa da minha avó. Eu e o meu irmão sempre íamos lá e colocávamos os nomes mais estranhos que pode existir (estranhos para os americanos) Colocávamos nomes de outro país.

Entramos no Starbucks, com aquela musiquinha chata de elevador tocando no fundo da loja, aquilo foi bem irritante! Mas, fazer o quê?

Pedi um frapuccino, assim como Connor, eu coloquei meu nome como Katniss e ele como Peeta, isso foi fofo, uma coisa beeem brega, mas fofo.

Sentamos no fundo, como sempre fazemos, e começamos a conversar sobre o Natal.

– Então... O que você vai fazer no ano novo? – perguntei.

– Sei lá, eu vou ficar com a minha mãe e o Travis. Aliás, ela quer te conhecer, disse que o Travis já tava com uma bem na mira, e eu não, e, como você era a minha amiga faz tempo e tal, tal, tal.

– Eu não disse nada para o meu pai, nem para o Richard.

– O ruivo?

– Sim, o ruivo. Sinto inveja dele, ele é ruivo e eu não.

– Jane-

– Alasca.

– Alasca, é só você pintar o cabelo, e por que você quer ser ruiva? Você é beem mais bonita do que qualquer ruiva.

– É que ruivos são fodas, bem que eu já conheci um ruivo chato, ele contou que uma vez uma pessoa pediu para tirar foto com ele porque ele era ruivo, ele tirou...

– Que exagero.

– Que nada! Eu quase pedi uma foto! Mesmo assim, eu tiro muitas fotos com o Richard e falo que ele é o Ed Sheeran, as pessoas piram! Depois, elas descobrem que é só o meu primo... Mas, eu não me importo, um dia eu vou conhecer o Ed Sheeran, e, e, tirar uma foto com ele.

– Então, no ano novo quer passar com a gente?

– Pensava que iríamos para o Acampamento... Bem que você disse que ia passar com o Travis e sua mãe. O Travis é legal.

– Eu sei, ele é o meu irmão mais velho, tenho que falar que ele é legal para continuar com o clichê.

Arqueei as sobrancelhas.

– Achei que você não gostava de clichês.

– E não gosto, só acho eles confortantes de se usar.

– Você pegou isso de How I Met Your Mother. Porque você adora o Marshall. E How I Met Your Mother, porque é uma comédia diferente e a história também é.

– A-hã.

Eu sorri para ele.

– É por isso que eu amo você, — ele disse -, porque você me conhece melhor que qualquer um.

+++

(sountrack:https://www.youtube.com/watch?v=jwLykjGZLKU)

O ano novo passou, eu não pude passar com Connor, a minha vó tinha piorado, mas Octavian e Richard falaram para eu não me preocupar, para ir para o Acampamento que eles cuidavam muito bem dela, eu ouvi os dois, minha vó estava naquela fase “uma hora melhora, mas logo depois fica doente mais uma vez”. Mas, ela já estava com idade para isso mesmo.

Me encontrei com Connor mais umas três vezes, ele e Travis, foi muito legal, porque a gente só atormentava pessoas mesmo.

Era seis de janeiro, as aulas do Acampamento começariam de novo por volta de mais dois dias, então, eu tinha mesmo que voltar para o Acampamento.

Eu fui com o Pandemônio, deixei- o no estábulo, e corri para o chalé de Hécate, para falar com os meus irmãos.

Eu cheguei lá e vi todos.

– Lydia! Amada! – exclamei abraçando a ruiva baixinha.

– Jane. – ela saiu do abraço. – Temos que conversar.

Eu sabia que aquela conversa não ia ser boa, e ia acabar em merda.

Eu me sentei na minha cama e ela sentou do meu lado.

Eu comecei a perceber duas coisas; ninguém estava animado para voltar para o Acampamento. E... todos estavam no chalé.

O meu coração começou a bater rapidamente, e tudo girava. Eu não tinha visto nenhum amigo meu quando eu cheguei...

– Jane, ele tentou sobreviver, eu juro a você que tentou, sabemos que ele era forte. Mas todos têm o seu tempo, não foi um tempo longo, nem perdido, ele viveu muito bem a vida dele. Eu acho que ele gostou mais ainda ter todos nós na vida dele.

Meus olhos começaram a produzir lágrimas, e eu comecei a gritar.

– De quem você está falando?! – eu exclamei, Lydia ficou quieta. – Me responda! – Sem respostas.

Eu comecei a surtar, quem era que ela estava falando?! Eu sai do chalé, fui para a praia, ninguém lá, o chalé de Hades, Nico não estava mais lá.

Eu finalmente fui para o chalé onze, todos estavam de cabeça baixa, um chorava descontrolado, soluçando, era Travis.

– Connor! – eu o chamei, sem respostas. Sentei do lado de Travis. – Travis, onde está o Connor?- perguntei calmamente.

Ele ergueu a cabeça para mim, com os olhos vermelhos.

– Alasca, — sussurrou — , o Connor se foi.

Notas finais
Então?????????// Sou má, né?!?!?! Gente, eu quase escrevendo!!!!!!!!!! Comentem, favoritem, e recomendem, eu amo recomendações!! Até o próximo capítulo!! Que será postado dia 3/07/2014.