Bring Me To Life
17 Finalmente Natal - Parte 1
Notas iniciais
Próximo capítulo: Finalmente Natal – Parte 1
P.O.V. Narradora
Ah, como eu amo fazer pov’s para mim... É tão... Maravilhoso! Principalmente quando eu vou contar uma história no Natal, porque Natal é muito foda, temos que admitir; os presentes são muito legais de serem entregues. Ah... E o bolo de Natal... Nem se fala! Alasca, se concentra na droga da história! OK, estou aqui para contar uma história, não para pensar em bolo. Mas o bolo de chocolate da Audácia, é melhor que refrigerante, chupa, Erudição!
– Nininina!– uma voz cantarolou atrás de Nina, ela reconheceu, era sua amiga, Lucy, do Acampamento Júpiter, que durante da batalha contra Gaia viram amigas, quando os dois acampamentos decidiram que precisavam se juntar e tal.
Nina se levantou de braços erguidos para Lucy.
– Lululucy in the sky! – exclamou, sorrindo.
Nina chamava-a de Lucy in the Sky por causa da música dos Beatles.
Lucy tinha cabelos chanel loiro, da mesma altura que Nina, olhos castanhos, ás vezes verdes no inverno, quase preto no verão, e várias sardas no rosto, ela era filha de Vênus, mesmo as duas sendo muito diferentes de personalidade, Lucy e Nina eram bem amigas.
As duas se abraçaram, e quando saíram do abraço Lucy disse:
– Conta tudo, todas as novidades, amigos, p-p-p-parties, babados, romances ou amizade colorida, qualquer coisa. O Acampamento Júpiter tá realmente uma demais! Só o Octavian estraga todo o barato! – cruzou os braços como uma criançinha.
Nina revirou os olhos.
– Parece que você tem muito que me falar, não acha?
Lucy assentiu rapidamente com a cabeça.
– Primeiro de tudo, feliz Natal!– cantarolou. – Advinha? EU, euzinha! Criei um shipp no Acampamento Júpiter! Que vai ser – Nina revirou os olhos. – Lengen... Espere... dário! Reyna e o mala do Octavian. Tipo, o Octavian vive andando onde a Reyna tá e tal e a Reyna parece uma foreveralone, e como a Rachel não vai ficar disponível pro Octavian, sabe o lance do oráculo e tal, então... Octeyna!
– A Jane, quer o Richard com a Reyna.
– O Ed Sheeran? – ergueu uma sobrancelha recém-feita.
– A-hã, tipo, eles viraram amigos e tal.
Lucy tossiu falsamente.
– O Richard que Jane está falando está namorando, Nina. Bem, é o que ele disse, mas todo mundo menti, e eu comecei a desconfiar que ele falou isso para o casamento da mãe dele...
– Ela vai se casar? De novo? – Sério essa era não a primeira, nem a segunda, nem a terceira, mas sim, a quarta vez, não to zoando, era a quarta vez que a mulher iria se casar! Ah, só pode ser tu né, Hera? Quer dizer Juno... Ahh! Tanto faz, as duas são putas.
Lucy riu e assentiu.
– Sinto cheiro de divórcio... E eu ainda não sei que roupa usar para o casamento, sabe, várias pessoas estão sendo convidados... Sabe como é, eu posso arranjar um jeito de você e o seu Romeu de irem para o casamento...
Nina tossiu de um jeito exagerado.
– Eu não tenho nenhum Romeu, e, sério, você nem leu! Eu acho uma babaquice “Romeu e Julieta”. Amor á primeira vista nem é real, o amor não existe.
Lucy cruzou novamente os braços como uma criançinha que não conseguiu o que queria.
– Você só fala isso porque leu “Quem é você, Alasca?”.
– Pode se verdade... – Nina prendeu o cabelo para trás.
– Não. Você está blefando, Nina Green. – Lucy se virou e apontou para Nina. – NINA GREEN ESTÁ BLEFANDO!
– CALA A BOCA! – ouviu uma voz em troca.
– VÁ SE FERRAR, SEGUIDOR DE HERA! VÁ COMER CAPIM QUE PELO JEITO FAZ BEM PARA A SUA PELE!
+++
Quando já eram lá para as sete horas, Lucy tinha que pegar a estrada, deixando Nina sozinha no Natal.
O “segredo” de Nico parecia que era simples:ele deixaria a amiga para trás numa noite de Natal, e os dois nem tinham família...
Nina estava “adorando” aquele Natal. (Bom que eu coloquei aquilo entre aspas)
Ela não aguentava mais ficar lá fora, estava muito frio lá fora, aquilo era uma droga, sentir frio, sabe, mas preferia frio a calor. É que ela nasceu no Verão, então odiava o Verão, mas amava o inverno.
Ela foi até o chalé quatro, tomou outro banho, colocou uma roupa de frio, entrou nas cobertas e começou a ler “Tormenta” o segundo livro da série de livros “Fallen”, o que apesar ela leu o primeiro livro em dois dias, quer dizer, duas noites atrás.
Então, algo bateu em sua porta.
Sem entusiasmo algum, Nina foi abrir a porta arrastando os pés descalços no chão gelado.
Quando a porta, com um sorriso bobo estampado, era Nico.
Nina deu um tapa no rosto dele, mas o sorriso bobo continuou estampado, idiota.
– Ai. – falou o filho de Hades esfregando a mão na bochecha.
– ONDE VOCÊ ESTAVA?! – exclamou a garota. Os olhos abertos como se tivesse tomado café à noite todo. – Nico, não é nem um pouco legal passar a manhã e à tarde de NATAL, NATAL, com a sua amiga obsecada em criar shipps. Deixe-me lhe explicar: é uma – Nico a interrompeu.
– Depois você vai me agradecer, mas eu acho que você gostaria de colocar uma roupa decente, tipo, de Natal.
– E por que eu te agradeceria você, Di Angelo?
Ela está mais difícil de quando eu a conheci. Nico pensou.
– Hã... vai ter pizza? – falou, parecendo uma pergunta. – E, Nina, você é a minha melhor amiga, e eu quero passar o Natal com alguém que eu goste, Nina Green.
Ela sorriu e apagou o sorriso rapidamente.
– Eu vou me trocar você me convenceu por causa da pizza.
Fechou a porta atrás dela mesma com um sorriso idiota no rosto.
Ela colocou um casaco de gola, calça jeans, tênis preto All Star, e prendeu o cabelo num coque, duas mechas caídas, como sempre.
Ela andou lentamente até a sua “biblioteca”, não sabia o por quê de está olhando os livros fixamente. Mas seus olhos se prendiam em “Looking for Alaska” (notinha :“Quem é você, Alasca?”). Mas se lembrava da vez que Nico veio dar conforto a ela.
“Não me compare com a Alasca.”
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