Notas iniciais
Oi, amores!!!!!!!!! Estão gostando?????? Mereço comentários??????? Espero que gostem!

P.O.V. Nico di Angelo

Eu não sabia se levantava e saia correndo para pedir desculpas, ou se saia correndo de volta para o chalé de Hades ou se me levantava e saia normal como se nada tivesse acontecido.

Mas eu tirei a ideia de pedir desculpas na hora porque, primeiro; eu nem sabia quem ela era ou seu nome, segundo; e se ela batesse a porta na minha cara? Ficasse assustada comigo? E terceiro; não tenho terceiro, mas o primeiro e o segundo já estão bem convincentes, não?

Fiquei com a última opção e fui direto para o chalé de Hades, fiquei um bom tempo no chuveiro, sai já era noite. Não tive vontade de ir para a fogueira.

Então só me deitei na minha cama de lado para a parede.

Meus olhos começaram a pesar e caí num sono, não profundo, mas leve porque fui acordado logo em seguida com uma voz no meu ouvido:

– Nico. — A voz não era que eu conheceria na hora. Ela era masculina, estava óbvio, era grave.

Acordei disparado. Ah... era só mais um fantasma.

– Não tô afim de falar com mortos. — disse eu me virando de volta.

– Nico. Nico. Nico.- repetiu.

– Que foi, caramba?! — gritei me virando. — Mason Green? — Arregalei os olhos.

– Sim. Nico, quero que você faça um favor por mim.

– Cara, você tá morto. Não posso fazer nada.

– Você pode falar com gente viva. — ele chegou ao ponto.

– E?

– E... esse é o favor que eu quero que você faça. Conhece Nina Green?

– Hã... — essa foi minha inteligentíssima resposta para Mason Green.

– Claro que não. Ninguém conhece Nina. Só a Gardner mesmo.

– Ela é o que sua?- perguntei.

– Irmã. Não é óbvio? Mason GREEN, Nina GREEN. Bom, você já viu uma filha de Deméter, baixinha, catorze anos, cabelos castanhos, olhos azuis, pele clara...

– Droga, sim. — murmurei.

– O que foi?

– Bem... — Me sentei na minha cama. — Hoje... bem... eu ou ela, meio que nos esbarramos... Ela parecia assustada.

– O.K. — Mason disse levantando as duas sobrancelhas. — Então, ela continua de luto por causa de mim.

– Muito assustada. — comentei. — Cara, ela saiu correndo e bateu a porta do chalé.

– Continuando, esse é o favor. Quero que você faça ela esquecer o sofrimento-

– Pera, Green. É um sofrimento ficar na mesma sala do que eu.

– Então. Di Angelo, tipo, vire amigo dela coisa assim. Você perdeu a irmã, sabe como é. Tipo, faça uma terapia com ela. Faça ela conhecer pessoas do Acampamento.

– Falou com a pessoa errada.- Me deitei.

– Quem mais eu conversaria?

– Sei lá, Hazel?

– Ela é do outro Acampamento. E se não fizer isso vou te assombrar pelo resto da sua vida.

Pensei um pouco e me virei para encarar Mason Green.

– Qual é mesmo o nome dela? — perguntei exausto.

– Nina Green. — falou animado.

– Falo com ela amanhã então. — Bufei.

Mason Green sumiu um tempo depois.

Fechei os meus olhos. O bom daquela noite foi que eu não tive nenhum pesadelo, nem sonho. Normalmente semideuses têm pesadelos e sonhos que significam alguma coisa. Eu especialmente tenho sempre um pesadelo, nunca um sonho. Obrigado, Hades!

Mason não ia me assombrar, mas aquele nome sim. Cada vez voltava para a minha mente; Nina Green.

Notas finais
Eu tô ouvindo muito Paramore escrevendo essa fanfic. Espero que tenham gostado. Comentem!