Bring Me To Life

26 Capítulo Vinte e Cinco.


Notas iniciais
Geeeeente esse POV. Edward explica o porque ele se casará com a Bella futuramente, espero que gostem o próximo capitulo é a continuação da história.
Estou completamente sem tempo, de postar e agora que eu tive um tempinho aproveitei para postar e atualizar essa história... Espero que curtam cada parte porque logo começará a segunda fase.... Daqui uns quatro cinco capítulos mais eu avisarei no capitulo colocarei capitulo tal.. Segunda II fase.
Uma ótima leitura e por favor comentem muito.
Mesmo sem tempo de responder a tudo... Eu sempre agradeço aos comentários.

POV. EDWARD CULLEN — ESPECIAL.

— Queria falar comigo? — perguntei entrando na sala do meu pai.

— Sim — respondeu ele se virando. — Sente-se que o assunto é longo e sério!— disse ele, eu suspirei.

"O que será que vem agora? Eu já estou me dando bem com a tal Isabella, nós dois estamos nos aproximando um pouco. Eu cuidei dela ontem, e hoje eu vou almoçar com ela. Mesmo ela me contando a história triste de vida dela, eu sei que ela é um ser humano normal."

— Diga — falei me sentando.

— Edward, eu não aguento mais ver sua cara estampada em tabloides de famosos — falou ele, reclamando. — Eu não aguento mais comentários que você tem saído com mulheres famosas e não famosas — reclamou ele de forma direta, me olhando.

— E o que tem a ver minha vida íntima com o que quer falar? — perguntei não entendendo.

— Quero que tome vergonha na cara e se envolva com uma mulher de verdade! — disse ele, eu cerrei os olhos.

— Pai, eu me envolvo com mulheres! — falei de forma descontraída, e ele fechou a cara.

— Não estou falando de vadias! — disse ele. — Já basta seu caso com sua secretária, que é uma vagabunda! — afirmou ele, dando de ombros de forma grosseira.

— Hey, menos pai! — falei o repreendendo.

— Ah, vai defender a vadia? — perguntou ele encarando-me.

— Pai, Tanya é uma vadia, é inegável isso — falei o olhando. — Mas também não é para tanto — afirmei o olhando.

— E seu relacionamento com Isabella, melhorou?— perguntou ele, me olhando seriamente.

— Por que se importa tanto com essa garota? — perguntei olhando seus olhos.

— Porque ela é uma boa garota — falou ele, me olhando. — Uma garota que vale meu sobrenome — murmurou ele, eu respirei fundo.

— Nós dois estamos nos tornando amigos — disse abrindo o jogo.

— Ótimo — disse ele me olhando. — Eu quero mesmo que seja mais do que amigo dessa garota — eu o encarei.

— Ela tem um noivo, não tenho a menor chance — afirmei. E nem quero.

— Se insistir ela fraqueja — disse ele, me olhando.

— E por que quer que eu insista? — perguntei. Ela é gostosa, deve ser bom transar com uma garota que não é uma atriz pornô na cama, mas eu não me interesso por ela. Eu só gosto de deixá-la nervosa e jogar com ela.

— Porque se você conseguir colocar uma aliança de casamento no dedo dela — disse ele encarando-me. — Eu passo a empresa para você e me aposento de vez — eu o olhei espantado.

— O QUÊ? — esbravejei.

— Faça isso, que terá o controle de todas as empresas — disse ele, eu arregalei os olhos o olhando.

— Mas como assim me casar? — perguntei sem compreender.

— Casamento — respondeu. — Nem que dure cinco anos, você deu meu sobrenome para ela e eu aposto que essa garota tem um potencial incrível para mexer com seus instintos, Edward — só pode ser brincadeira, isso.

— Casar? — falei com deboche. — Casar com uma garota como ela? — perguntei. Ele me encarou.

— Negue que não a acha atraente, Edward — disse ele, me olhando de forma desafiadora. — Você sabe que ela é atraente, você sabe que qualquer empresário confiaria na sua credibilidade, com uma mulher como ela ao seu lado — eu o encarava perplexo.

— Eu não vou me casar com Isabella, pai! — falei esbravejando. — Ela me detesta, eu não sou o melhor amigo dela, e nem quero ser. Ela vai se casar! — falei novamente, usando o noivado dela como desculpa.

— Já disse, a faça fraquejar — falou ele, me olhando. — Não se julga ser um ótimo galanteador? Faça por onde com ela, que eu passo a empresa para o seu nome! — falou. Eu o encarei.

— Não pode ser com uma garota com quem eu me sinta melhor? — perguntei o olhando.

— Não, eu quero que seja com Isabella! — disse ele, me olhando. — Ela é uma ótima garota, inteligente, meiga, simpática, e geneticamente perfeita para me dar netos! — afirmou ele, encarando meus olhos.

— Até parece que eu vou querer filhos com essa morta de fome! — falei. Ele me encarou.

— E até parece que eu vou te dar a empresa! — falou de forma sarcástica.

— Mas, pai! — falei.

— A escolha é sua — falou ele. — Case-se com ela, e eu te entrego no dia do seu casamento a empresa, Edward — disse ele, encarando meus olhos.

— Mas por que ela? — questionei.

— Porque ela é perfeita! — disse ele me olhando. — Em todos os sentidos, e eu creio que você sabe que se casar com ela, não é só bom para você por conta da empresa, mas vai poder utilizar o que ela pode oferecer — afirmou ele. Eu o encarei.

— Sexo?— perguntei. — Se for sexo, eu faço com Tanya — falei. Ele me encarou.

— Eu consideraria essa possibilidade de se casar com ela, Edward — afirmou me olhando.

— Casar com uma morta de fome, pai! — falei o olhando. — Não existe nenhuma filha de empresários amigos que sirva para esse posto? — perguntei o encarando.

— Eu quero alguém de fora do ramo, Edward — disse ele, me olhando. — Eu quero alguém de fora do nosso mundo, para você ser alguém, e eu aposto que essa “morta de fome" como você a julga pode ser a favorita — disse ele, encarando meus olhos.

— Favorita?

— Favorita — respondeu ele. — Sua mãe também a conheceu, e ela achou que ela é uma graça... e impecável para ser uma mulher à sua altura — disse ele. Eu respirei fundo.

— Até a mamãe?

— Ela também já se cansou de ver seu nome espalhado pelos tabloides — falou ele.

— Por que não com Emmett? — questionei. — Ele é o mais velho — afirmei.

— Ele não é engenheiro! — afirmou ele respondendo. — Já você, veio para o meu lado, na carreira, escolheu engenharia, é ambicioso e arrogante e tem sede de sucesso. Portanto, Edward você é o homem que eu quero casado antes de assumir meus bens — afirmou encarando meus olhos.

— Ela não vai largar o noivo — disse a ele.

— É só você jogar com as emoções dela, Edward — falou ele me olhando. — Isabella pode ser muito inocente e frágil, mas se você jogar direitinho, ela cai nos seus braços — falou ele, eu o encarei.

— Então é por isso que você brigou comigo quando eu tentei beijá-la no elevador — disse o olhando.

— Edward, nenhuma garota nunca te disse não — falou ele encarando-me. — Acho que você pode usar isso como uma ótima desculpa — disse ele, encarando meus olhos.

Ele pegou uma pasta e me entregou.

— O que é isso? — perguntei.

— Seu contrato — respondeu ele. — Assine e faça Isabella se casar com você! — eu o encarei perplexo.

— E se ela não quiser? — perguntei.

— Vocês dois vão ter tempo juntos, vão trabalhar juntos e também vão viajar em breve, portanto, comece agora a conquistá-la — disse ele. Eu suspirei.

— Ah, fala como se fosse fácil! — falei o olhando.

— E você não gosta de desafios? — perguntou ele.

— Pai — falei.

— Edward, você sempre foi o filho que se envolvia com qualquer mulher — falou ele encarando-me. — Não vai ser impossível conseguir se envolver com Isabella — eu bufei, apenas.

— Até parece — falei. Ele me encarou.

— Seja homem, Edward! — retrucou ele.

— Vou ver o que eu irei fazer — assumi assinando logo aquele contrato.

— Esse é meu garoto — falou ele.

Isabella estava almoçando com meu irmão, e eu estou aqui, estressado e precisando transar. Eu olhei para Tanya e andei até o balcão.

— O que deseja, Edward? — perguntou ela, de forma maliciosa.

— Você, vá para minha sala, eu preciso conversar com você — disse a olhando. Ela me olhou apenas, confusa. — Vá agora, antes que eu perca minha paciência! — disse. Ela suspirou se levantando.

— Que humor, hein?! — falou ela, andando e rebolando.

— Sr. Cullen, precisa de alguma coisa? — perguntou Ângela.

— Eu preciso que compre rosas e bombons, para mim — disse a ela, que me encarou confusa.

— Para quem? — perguntou ela, encarando-me.

— Isabella! — disse a olhando. Ela deu um sorriso travesso. — Tem cartão, aqui? — perguntei a olhando. Ela pegou um pequeno envelope, e eu apanhei minha caneta de ouro e escrevi.

“Não gosto de outros homens cercando o que eu tento conquistar, independente do seu compromisso, eu não quero ninguém te rodeando, nem mesmo meu irmão... Aceite jantar comigo hoje, um jantar de amigos e informal...— Edward Cullen”

— Entregue isso aqui, junto com o arranjo e os bombons — falei a olhando. — Ela gosta de chocolate, certo? — perguntei.

— Ela gosta, sim — respondeu ela me olhando. — Eu vou fazer o pedido, creio que até ela retornar com Emmett já tenha chegado — disse ela. Eu dei um meio sorriso.

— Ótimo — falei a olhando. — Outra coisa, não quero interrupções na minha sala até Tanya sair de lá— alertei. Ela apenas concordou com a cabeça, e eu fui para minha sala. Tanya me esperava encostada à mesa.

— Nossa o que aconteceu para você estar esse mau-humor todo? — perguntou ela. Eu fechei a porta, tirei o terno e joguei em cima de um sofá.

— Cala a boca e vamos trepar! — falei de forma autoritária.

— Cruzes, que mau-humor — falou ela me olhando.

— Já disse, cala a boca! — falei a olhando. Eu andei até ela, e agarrei seus cabelos, puxando para trás. — Vamos transar muito agora, porque estou uma pilha — falei segurando os cabelos dela com força.

— Isso me deixa mais excitada, Edward! — disse ela, me olhando de forma desafiadora e selvagem.

— É bom mesmo que dê conta — falei. Ela deu um sorriso desafiador, puxando meu rosto para ela. Enterrei minha boca na dela, e ela grunhiu. Não era um beijo apaixonado, nem nada desse gênero. Era sexo puro e selvagem, e Tanya era ótima nisso. Ela enroscou a perna na minha cintura, e eu fiz um movimento para senti-la. Ela gemeu e eu desabotoei a camisa social que ela usava e joguei em um canto qualquer. Ela me empurrou, me sentando na cadeira de visitantes. Tirou meu terno e minha gravata, sentando em membro. Eu mordi os seios dela, e ela arqueou as costas.

— Ah, como eu gosto quando fica estressado! — falou ela, gemendo. Eu não me dei ao trabalho de falar nada. Eu só queria foder. Eu a joguei na poltrona, tirei a minha camisa e abri o cinto.

— Agora, usa essa boca, impertinente e me chupa! — mandei. Ela colocou a mão sobre a minha extensão, e eu gemi. Ela tirou minha boxer, me deu uma duas masturbadas e o colocou na boca. — Ah, isso! — gemi segurando os cabelos dela. Ela lambia, mordiscava e também chupava até as bolas. Tirou o sutiã, e eu passei meu membro nos seios dela — a famosa espanhola, e ela gemia. Uma vadia. Eu dei a volta e peguei a camisinha. Não sou otário, com ela. Coloquei a camisinha em meu membro e fui para o sofá.

— Vem aqui — mandei. Ela veio e eu tirei sua calcinha, levantando sua saia. — Fica de quatro — mandei.

— Sim — falou ela, obedecendo. Ela ficou toda empinada. Passei meu membro em sua entrada e ela gemeu.

— Oh, Edward! — gemeu. Eu entrei de uma vez só, colocando minha mão em seu clitóris, estimulando enquanto eu fazia movimentos dentro dela.

— Você gosta de ser uma vadia — falei na orelha dela, e ela continuou a rebolar nas minhas investidas.

— Sim — respondeu ela.

— Gosta quando eu estou dentro de você — falei segurando os cabelos dela.

— Sim — respondeu.

— Então eu vou meter fundo! — falei, aumentando a intensidade.

— Ah, que delicia! — gemeu ela, rebolando. Continuei a me movimentar dentro dela, até que o ventre dela contraiu e eu tirei.

— Acho bom você rebolar como cachorra no cio no meu pau, Tanya, porque se eu não gozar... — falei me sentando no sofá. Ela abriu as pernas e se encaixou quase de imediato no meu membro, rebolando.

— Nunca falhei com você — falou ela. — Não vai ser agora que eu vou falhar!— disse ofegando.

— Oh — gemi. — Eu espero que continue sendo assim, para seu próprio bem — aleguei a olhando. Ela arqueou as costas, e comecei a socar nela mais rápido e mais forte.

— Não sei o que o seu pai falou com você naquela sala, mas você está muito estressado — alegou ela, gemendo.

— Não vamos falar nisso! — falei a olhando.

— Quanto mais bravo, o sexo tende a ser mais selvagem — disse ela, eu gemia baixo. — E quanto mais selvagem, mais eu gosto — falou rebolando como uma vagabunda.

— Tanya, rebola logo e cala a boca! — O clímax já estava vindo. Ela se movimentou mais algumas vezes, então o clímax chegou para nós dois.

— Se troca e sai da minha sala, você já ficou tempo demais — mandei a olhando.

— Vamos ter um bônus, hoje à noite? — perguntou ela arfando. Ela saiu de cima de mim e me olhou sentada no sofá.

— Não será necessário — respondi calmamente. — Você já me deu o que eu queria antes que eu mesmo pedisse — falei. Ela deu um sorriso travesso.

— Sexo sempre te deixa mais calmo, parece uma doença — falou ela.

— Eu te pago a mais para você transar e não falar nada — respondi rispidamente.

— O que aconteceu na sala de Carlisle? — perguntou ela.

— Já disse que não lhe convém — respondi. — Assuntos pessoais e da empresa, portanto, nada de agir como se você se preocupasse com alguma coisa — falei subindo minhas calças e indo para o pequeno banheiro da minha sala. Joguei o preservativo na privada, Tanya é esperta demais.

— Claro que eu me preocupo — disse ela. — Quem sabe você não faça eu me tornar a Sra. Cullen? — falou ela. Eu revirei os olhos.

— Tanya, não delira — falei.

— Se diz — respondeu ela, dando de ombros sem aparentar mágoas. — Eu te vejo à noite, ou não vai mesmo ter um bônus? — perguntou ela.

— Não vai ter bônus — respondi a olhando. Ela se trocou e se foi. Respirei aliviado, quando bateram na porta.

— Tanya, eu já disse que não queria ser interrompido! — falei olhando para a porta.

— Sou eu, Bella — eu suspirei. Que o plano de conquista se realizasse o mais rápido possível com essa estúpida.