Bring Me To Life

65 Capítulo Sessenta e Três.


POV. EDWARD CULLEN

Enquanto eu dirigia, para a empresa. Eu ouvia meu celular tocando incansavelmente apareceu numero restrito na tela do meu Iphone 5. E eu resmunguei me sentindo encomodado, com aquilo eu atendi no viva voz já que eu estava sozinho no carro.

— Pensei que não atenderia essa droga de celular— disse uma voz ferminina conhecida até demais, por mim. Era Tayna mais o demônio ela queria comigo?

— O que quer Tayna?

— O meu dinheiro, onde ele está Edward?— questionou ela parecia irritada com isso.

— Tayna, eu não tenho como te entregar ainda porque o dinheiro não foi liberado pelo meu banco ou acha que eu posso simplesmente saco oito milhões tão fácil?— perguntei com sarcasmo.

— Quanto tempo vai demorar, para essa droga sair?— perguntou ela.

— Dois dias, eu te entregarei um cheque administrativo mais eu quero garantias que você vai desaparecer da minha vida— informei enquanto dirigia.

— Edward depois que me der o dinheiro eu nunca mais entrarei em contato com você— informou ela.

— Eu espero que sim — resmunguei.

— Amanhã eu quero meu dinheiro— disse ela de forma ameaçadora— Ou se não sua amada esposa vai saber de todas ás suas mentiras, e eu acredito que é tudo que você menos quer não é?— perguntou ela, eu respirei fundo.

— Eu não posso adiantar isso, demora dois dias para a liberação tenha paciência— ela bufou.

— Eu manterei contato, e é bom que atenda essa droga de celular a hora que eu ligar — falou ela desligando. Eu soquei o volante.

— Vadia!

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— Eu só quero que esse dinheiro, saia logo James se não eu juro que vou beirar a loucura— desabafei na ausência de Emmett. James é meu melhor amigo, desde a faculdade.

— Edward, você acha mesmo que isso vai ser o suficiente para afasta-la para sempre?— perguntou ele fitando-me.

— Oito milhões de doláres é um bom dinheiro— falei o olhando.

— Mais acha que é suficiente?

— Ela vai ter dinheiro suficiente para gastar, viajar, comprar o que quiser e me deixar em paz— falei bebendo Wiskky.

— Eu espero que esteja certo porque algo me diz que ela não vai ficar em paz enquanto você não pertencer a ela— disse ele, eu respirei fundo.

— Se um dia esses papeis irem ás mãos de Bella— falei o olhando— Eu nunca ficaria com ela, por tanto se ela acha que entregando esses papeis ela vai conseguir destruir o que eu sinto por Bella ela está errada— ele estreitou os lábios.

— Edward, eu acho que está na hora de você contar a Bella— eu respirei fundo.

— Eu não tenho coragem, James ela vai me odiar por isso—ele me olhou.

— Ela vai odiar saber por alguém de fora, alguém que ela não dividiu uma cama por quase dois anos!—retrucou.

—James isso nunca vai acontecer, eu nunca vou contar a ela.

— Edward vai deixar que uma vagabunda acabe com um casamento incrivel como o de vocês? — eu respirei fundo.

— Eu vou ver o que eu faço— ele negou apenas.

— Deixa de ser covarde — falou ele, fitando-me.— E diga a Bella a verdade— falou.

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Quando eu cheguei em casa, eu notei que ela estava silenciosa ás luzes apagadas eu respirei fundo olhando a enorme casa, eu havia feito um ótimo trabalho e eu espero que eu e Bella formemos uma família feliz aqui.

Pensar em uma criança, linda como Bella me fez sorrir. Uma menina, de olhos verdes iguais os da mãe seria maravilhoso, não que eu não deseja um menino mas uma menina faria nós dois felizes não sei porque mais algo me diz que eu terei um filha com Bella primeiro.

Eu sai do carro e olhei a minha casa, ás luzes que deixavam ela iluminada de forma graciosa, eu subi ás escadas e abri a porta fechei ela e suspirei.

— Lar doce lar— falei baixinho eu subi ás escadas que me levariam ao quarto, tudo apagado era tarde pouco mais de uma e meia e Bella no dia seguinte tem aula na faculdade. Eu cheguei ao nosso quarto e ela estava dormindo como sempre linda. Com uma camisola de seda algo assim. Ela dormia bem a televisão estava ligada, em qualquer canal eu desliguei e foi até ela que dormia tranquilamente eu me aproximei dela me sentando na cama eu fiquei perto dela, contemplando seu rosto terno.

Como eu foi estupido no passado, eu não via a beleza dela como hoje eu vejo. Bella é uma linda mulher, fatal, amorosa, afetuosa, e principalmente ela tem todas ás qualidades que eu nunca havia encontrado em uma mulher. Eu coloquei a mão no rosto com cuidado eu acariciei seu rosto com delicadeza.

Parecia relaxada, e tranquila em um mundo de sonhos felizes. Eu serei capaz de ar meu mundo por Bella para te-la para sempre, se um dia ela descobrir que eu me casei com ela por interesse eu nunca vou me perdoar porque eu sei que ela vai ir embora como um passaro da minha vida eu não poderei negar nada a ela, nada que ela não queira. O divórcio, minha furtuna, mas meu amor vai ficar sempre dentro de mim porque ela é a única que eu amei verdadeiramente.

Eu sou um covarde. Eu sei mas eu prefiro esconder isso dela, para sempre. Ela nunca sabera da verdade não por mim, ela nunca ia me perdoar. Quem dera eu tivesse me apaixonado por ela, antes de ter assinado aqueles papeis. Quem dera eu tivesse notado que eu não sentia só tesão pela garota nova e sim amor, amor que eu nunca senti por ninguém amor no qual eu não tenho controle não mais.

— Eu te amo— sussurrei baixinho eu beijei sua testa suavemente e ela se mexeu na cama e eu me levantei indo para o closet me livrando das roupas sujas e foi ao banheiro tomei um banho quente fervendo lavei a cabeça e quando sai coloquei um pijama fanelado eu sai do meu quarto segui para a cozinha eu abri a geladeira e encontrei torta de frango eu apanhei um pedaço e coloquei no microondas e tomando um refrigerante eu comi sem sentir de verdade o sabor da comida eu voltei para o quarto me deitei na cama e beijei a mão de Bella que dormia em um sono pesado.

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Na manhã seguinte eu acordei, e notei que Bella não estava na cama eu resmunguei sentindo o vazio e a solidão nela eu apanhei o travesseiro no qual ela havia passado a noite e inalei o perfume doce me deixei levar por um bom sonho e o sono atrasado me dominou.

Quando eu acordei novamente, ouvindo o meu celular eu resumunguei apanhando ele e vi o numero restrito eu respirei fundo atendendo.

— Alo.

— Edward.— era Tayna.

— Tayna o que quer?

— Meu dinheiro.

— Eu já disse que demora dois dias para liberarem o cheque adminstrativo— informei novamente me espreguiçando.

— Edward eu espero que não esteja me enrolando— eu respirei fundo.

— Não estou— ela desligou e eu suspirei na minha cama eu me levantei e foi ao banheiro tomei um banho fiz a barba e depois me troquei colocando uma roupa confortavel eu desci ás escadas.

— Bom dia.

— Bom dia — saudei os empregados. Eu tomei o café da manhã li o Times e suspirei na sala de jantar depois eu me tranquei no escritório.

— Chole, sabe onde Bella se meteu?— perguntei.

— Ela foi a casa dos seus pais, pegar sua mãe e depois ela iria na obra— comentou ela eu suspirei na cadeira.

— Obrigada.

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—Sr. Cullen seu cheque administrativo— disse minha gerente bancária.

— Obrigada.

— Eu sei que eu não deveria fazer esse tipo de pergunta, mas porque estava com pressa para receber?— perguntou ela eu respirei fundo olhando seus olhos.

— Estou comprando uma propriedade nova— disse mentindo ela deu um sorriso apenas.

— Bem, se precisar de mais alguma coisa— disse ela.

— Pode apostar que procurarei por você— eu me levantei guardei o cheque e entrei imediatamente no meu carro.

Não deu cinco minutos e o numero restrito ligou era Tayna.

— Eu já estou com seu dinheiro, eu quero que me encontre no W New York — falei sem dar tempo dela pensar.

— Òtimo que horas?

— As nove.

— Perfeito.— ela desligou o telefone e eu suspirei aliviado a caminho da empresa eu rezava para que o tempo passa-se rapido. Eu queria me livrar de Tayna o mais rapido possível.

— Edward está tudo bem?— perguntou Jéssica.

— E porque não estaria?

— Bem, parece ansioso— comentou ela eu respirei fundo a olhando.

— Eu só quero ir para casa— disse.

—Bem você não tem mais compromissos até á noite— falou ela, me olhando— Porque não vai descansar ficar com sua eposa — sugeriu ela.