Bring Me To Life
86 Capítulo Oitenta e Quatro.
Na manhã seguinte eu acordei e resmunguei na minha cama. Eu abri os olhos e vi que eu estava no flat eu senti uma leve dor de cabeça, deve ter sido o vinho de ontem eu realmente não deveria ter bebido mas se eu não tomasse pelo menos vinho eles desconfiariam de uma gravidez Edward antes de ir para Londres no casamento de Alice já desconfiava que eu estava gravida. Eu me mexi na cama e me arrumei de forma confortável.
Não era um sonho, eu havia transado com Edward eu podia sentir que mesmo com o banho que eu havia tomado quando eu cheguei aqui, cada poro da minha pele estava feliz por eu ter feito amor com ele. Eu ainda matarei Rosalie por me deixar á sos com ele, ela não deveria ter feito isso comigo.
Eu me levantei e então eu vi a camisa de Edward em cima de uma poltrona eu apanhei ela e apenas a levei até meu nariz sentindo o cheiro masculo. Realmente tinha acontecido realmente, eu havia dormindo com o homem que me traiu da forma mais cruel de todos os tempos.
Eu abracei aquela camisa dele e senti algumas lágrimas cairem dos meus olhos. Por mais que eu mentisse, eu sempre amaria Edward Cullen mesmo que eu desejasse no fundo da minha alma odiar ele eu nunca consegueria isso na vida.
— Bella? — eu ouvi a voz de Demetri eu limpei ás lágrimas dos meus olhos e me virei para ele.
— O que?— perguntei virando para ele.
— Você está chorando?— questionou eu respirei fundo.
— Não é nada demais, foi apenas a despedida— falei ele respirou fundo caminhando até mim.
— Ou foi Edward?— perguntou ele. Eu engoli um pouco da minha vontade de berrar em plenos pulmões.
— Nós dois, transamos ontem— ele arregalou os olhos eu não me sentia mal por isso eu me sentia mal por ama-lo tanto!
— O que?
— Eu tive uma recaida, eu não queria mas ele ainda mexe com meus sentimentos e com meus hormônios e eu não deveria ama-lo mas eu ainda sinto amor por ele mesmo com tudo o que aconteceu— ele respirou fundo caminhando até mim ele me abraçou.
— Edward é um desgraçado— falou baixo eu deixei por um momento todo aquele veneno que eu havia evitado sentir por um tempo sair de dentro de mim.
— Você está aborrecido, não está?— perguntei choramingando.
— Não, eu não estou aborrecido— respondeu — Você teve uma recaída, acontece eu não estou aborrecido nem nada do gênero com você— eu deixei os braços dele e a calmaria que vem de Demetri me acalmar como um rémedio para dor.
— Eu ainda o amo, mesmo ele não mercendo eu ainda o amo— desabafei ele caminhou comigo nos braços até a cama eu me deitei no peito dele eu continuei agarrada a camisa que eu havia pego dele.
— Shii, desabafa— pediu ele, eu devo ter chorado por mais de meia hora quando eu me senti mais calma ele me olhou.
— Obrigada, por ser comprieensivo— agradeci eu nunca conseguiria parar de agradecer por tudo que ele tem sido comigo.
— Não tem o que me agradecer, porque não toma um banho se troca nós tomamos um café da manhã?— perguntou ele eu concordei com a cabeça apenas eu segui para meu banheiro eu ainda carreguei aquela camisa eu deixei ela em cima do balcão e eu fechei a porta eu tomei um banho quente e tentei relaxar.
Quando eu sai do banho eu foi para a sala de estar e eu avistei Demeti.
— Hey.
— Como se sente?— perguntou.
— Melhor, na medida do possível — respondi ele deu um meio sorriso.
— Eu comprei já a casa para vivermos juntos em Los Angeles— mordi minha boca.
— Tem certeza que vai abandonar seus clientes de Nova York para viver comigo em Los Angeles?
— Sim, eu já conversei com eles os encaminhei para advogados incríveis e está tudo praticamente pronto— comentou eu respirei fundo— Eu só vou esperar seu divórcio sair, darei um tempo aqui na cidade e depois irei para Los Angeles ao seu encontro.— eu dei um meio sorriso.
— E quanto tempo acha isso vai demorar?
—Acredito que mais um mês, e você estara segura na linda Los Angeles preparando tudo para esse bebê vir ao mundo— eu respirei fundo o fitando ele me deu um beijo apenas. Ele me entregou um envelope.
— O que é isso?
— Sua casa, nova— respondeu olhando-me.
— Demetri.
— Eu coloquei no seu nome, eu comprei uma linda casa de vista para praia— respondeu respirei fundo o encarando— As chaves já estão dentro do envelope poderá fazer o que quiser com a casa, decora-la como imaginar porque eu já fiz uma conta no seu nome no banco onde tem uma quantia alta paa que decore da forma que imaginar— eu dei um meio sorriso.
—Eu espero que não demore, muito— murmurrei.
— Eu tentarei correr com ás coisas do processo.
— Eu sei.
— Eu só quero entender, porque alegou que ia para Seatlle?
— Porque assim, Edward me deixaria em paz— respondi— Ele e a familia dele— ele respirou fundo apenas.
(**)
Eu fiquei por algumas horas sozinha o que me deu uma liberdade de me sentir angustiada com o que havia acontecido na noite anterior mesmo sabendo que foi errado eu talvez precissa-se daquela noite para conseguir terminar minha história com Edward eu acariciei meu ventre eu carregava comigo um pedaço de Edward dentro de mim um filho me uniria para sempre a ele.
Eu fiquei um tempo ali acariciando meu ventre eu realmente talvez tenha errado, em me entregar a Edward mas não nego que eu senti um tesão muito grande em ser dele por pelo menos mais uma noite.
Então eu ouvi a campanhia eu respirei fundo indo para a porta eu olhei pelo olho mágico e eu vi meu pai eu abri a porta.
— Hey.
— Oi querida— ele entrou e eu o olhei.
— O que faz aqui agente Swan?— perguntei fechando a porta.
— Bem, eu vim me despedir de você eu soube pela sua mãe que Edward e a família dele estará e eu quero evitar encontrar com esse canalha — eu engoli a seco.
—Pai— eu o abracei pela cintura.
— O que foi filha?— perguntou eu fechei os olhos nos braços dele.
— Eu sou uma fraca, eu me entreguei a Edward ontem— ele me afastou.
— Você o que?
— Eu transei com ele ontem ontem não foi planejado nós dois estavamos conversando e acabou acontecendo— respondi. — Eu me sinto tão confusa eu tenho medo de ir embora e voltar e ele estar com uma mulher melhor que eu —ele me braçou.
— Nenhuma mulher é melhor que você, você é uma ótima filha e também foi uma ótima esposa e será uma mãe extraordinária— eu fechei os olhos sentindo o pânico me dominar.
— E se eu falhar como mãe?
— Não vai filha, você passou por mas atrocidades que uma pessoa aguentaria— eu fechei os olhos sentindo o pânico.— Será a melhor, mãe que uma criança poderia ter e esse bebê será muito amado— falou tentei me manter calma.
— Eu tenho medo de falhar, pai — ele segurou meu rosto e me encarou.
— Não vai Bella, você é um ser humano erros acontecem— disse me tranquilizando. Ele então olhou para o lado e foi até o envelope que Demetri deixou em cima do balcão.
— O que é isso?
— O contrato da casa que Demeti me deu — respondi ele arqueou a sobrancelha— Ele quer que eu a deixe decorada, nós dois vamos viver juntos quando o divórcio sair em Los Angeles— ele me olhava.
— Bella, você não acha que está sendo precipitada?
— Não pai, eu me arrependo dos meu erros passados e eu quero tentar com Demetri novamente ele está disposto a tentar também e ele mesmo sabe que eu ainda não o amo como eu amo Edward — ele deu um sorriso apenas negando.
— Filha eu só acho que Edward por todos os erros que ele, cometeu juntamente com aquela familia ele merecia saber desse bebê— eu engoli a seco. — Você foi criada por tantos homens e até mesmo aquele mostro do Nathan mas eu tinha o contato com você mesmo depois que Phill se casou com sua mãe novamente para mim seria um sofrimento não poder ter contato com você filha mesmo que eu estivesse divórciado dela e ele criasse você como filha— eu o olhei.
— Pai.
— Bella, eu só quero que reflita um dia essa criança vai se olhar no espelho e vai ver que ela não é parecida com Demetri e vai ter perguntas— afirmou ele.
—Edward que tivesse pensado nisso, quando assinou aquele acordo— ele fez eu o olhar.
— Bella, essa criança é uma metade dele e ele tem sim o direito de saber do meu neto.— afirmou eu respirei fundo—Mesmo que tenha ódio dentro de você, essa criança não tem culpa dos erros dele— eu engoli a seco.
— Não posso, permitir que ele chegue perto dessa criança porque ele não é tão bom como eu achava— ele me fitou apenas.
—Só quero que pense nisso Bella, algum dia você vai ter que explicar para esse ser que ela não é filha do homem que ela chama de pai— eu desviei os olhos dele e ele me fitou atentamente.
— Pai— ele me abraçou forte e apertado.
— Eu irei a Los Angeles algumas vezes durante sua gestação e eu quero ver meu neto ou neta nascer— ele se afastou— Considere esse conselho do seu velho eu sei o que digo porque eu não sou só homem Bella, eu sou pai e quando se tem uma criança no meio não se deve pensar em algo que é conviniente para nós e sim para ela.— eu respirei fundo.
— Por que está fazendo isso?— perguntei ele me fitou.
— Por que eu não quero que se arrependa de suas escolhas no futuro Bella.— eu engoli a seco.— E muito menos, prejudique esse ser vivo que mora dentro de você e logo virá encher essa família de amor e prosperidade— ele tinha razão eu sei disso mas eu estava magoada ainda eu estava com muita dor dentro de mim ainda mas sobre o que houve ontem.
— Seu neto, ou neta terá muita sorte de ter um avô como você e Phill— ele sorriu colocando a mão na minha barriga ele acariciou meu ventre e se ajoelhou dando um beijo na minha barriga.
— Você vai ser uma mãe extraórdinaria Bella, acredite em mim você é forte como a sua mãe e mais ainda você é mas forte que ela se bobear e você nunca parou de lutar pelos seus sonhos você é formada, pode consquistar o céu se quiser— eu senti meus olhos ficarem marejados.
— Obrigada pai, por ser o melhor pai do mundo por me apoiar a cada passo e principalmente por me sempre estar ao meu lado— ele me abraçou forte e eu me apertei nos braços dele.
— Eu te amo querida, mas do que tudo no mundo.
— Eu também te amo papai— ele me abertou nos braços dele.
(**)
Eu fiquei olhando o tempo pela janela da sala de estar minhas malas estavam feitas, estava tudo pronto eu faria uma viagem para Seatlle apenas para não levantar suspeitas e de lá eu apanharia outro avião junto com minha mãe e Phill. Era a melhor forma de despistar, os Cullens.
Eu fiquei olhando a Wall Strett tão movimentada, os barulhos insportáveis das buzinas dos carros. A enorme massa deles, e também poluição que vem deles uma cidade grande o coração da América. Eu fiquei olhando para aquele lugar, por um momento.
Ah Nova York. Como doía deixar tudo isso, principalmente porque cada lembrança é uma lágrima e um sorriso consigo lembra-me claramente como foi minha chegada aqui com Rosalie nós duas nos instalamos em um hotel primeiramente porque nós não sabíamos em que condições estava o apartamento que foi um presente de Phill para mim depois que eu me formei. Depois ás inumeras, conversas, os meus jantares e os dons cúlinarios fracassados de Rosalie eu dei um sorriso com meu pensamento.
Meu relacionamento com Demetri que durou tantos anos, para rompemos por eu ter me apaixonado por Edward aqueles olhos lindos, quando eu estava na frente da empresa apanhando moedas de uma moça que havia derrubado nossos olhares cruzados, a primeira conversa que tivemos na sala de reunião, a primeira transa no Pierre onde foi meu casamento.
Eu sentia uma dor, enorme meu coração sangrava dentro do meu peito.
Eu estava mentindo para mim mesma, sobre essa história de odiar ele eu ainda o amava com toda a minha alma com toda força, só pensar em Edward meu coração sofria ataques fortes.
— Está tudo pronto, Bella podemos ir ao aeroporto— eu limpei minhas lágrimas.
— Eu já estou indo, me apenas mais uns minutos— pedi ainda olhando pela janela eu senti um abraço por trás e eu apenas acariciei os braços de Demetri.
— Estarei te esperando, eu vou deixa-la sozinha por alguns momentos acho que você precisa se recompor— eu concordei se olha-lo ele beijou meu rosto e eu suspirei. Ele me soltou me deixando sozinha eu limpei minhas lágrimas teimosas e apanhei minha bolsa em cima do sofá eu me recompus e foi para o andar de baixo Demetri me esperava no carro dele.
Eu entrei e nada disse.
— Eu tenho certeza que a casa ficará linda— comentou ele, puxando assunto provavelmente tentando me destrair.
— Sim, ficará— falei desanimada.
—Bella eu sei que está doendo muito mas o tempo ele vai curar— falou ele, enquanto estavamos no trânsito.
— Eu sei.— eu murmurrei.
(***)
Eu estava em silêncio, total e completo enquanto estávamos na sala de espera do J.K eu me sentia vazia eu sentia que todo o meu ser iria dar adeus a uma vida de sonhos. Quando eu cheguei em Nova York pela primeira vez, depois de tantos anos morando em Los Angeles depois do divórcio dos meus pais eu me sentia feliz e sonhadora agora eu me sinto mal e derrotada.
O homem que eu amava, mentiu durante todo esse tempo de casamento a dor parecia esmagar meu coração.
Eu vi minha mãe e Phill chegarem eu dei um sorriso apenas minha mãe me abraçou e eu tentei me conter eu deixaria para chorar quando chegasse em Los Angeles, e eu vi Rosalie apenas com eles ela deve ter vindo trazer eles. Ela me abraçou.
— Eu vou sentir tanta sua falta— falou ela eu apenas beijei a cabeça dela.— Eu juro que eu vou ir sempre que puder para Seatlle encontra-la, matar um pouquinho da falta que você me fará— eu nada disse eu espero que ela nunca me procure enquanto eu estiver grávida.
— Rosalie eu também vou sentir sua falta.
— Eu te amo tanto Bella.
— Eu sei.— sussurrei.
Então alguns minutos depois, anunciaram nosso vôo eu abracei Rosalie forte e ela me beijou no rosto.
— Se cuida está bem?— pediu— Me escreva sempre, me mande fotos e mais ainda cuide muito bem do... — eu arregalei os olhos.
— Como soube?
— Do bebe?— sussurrou ela.
— Sim?
— Sua mãe me falou quando saimos de casa— respondeu ela. Eu olhei para a minha mãe e ela apenas mexeu os ombros.— Seu segredo está á salvo eu nunca vou comentar nada com Emmett, e eu sei também que está indo para Los Angeles só quero saber porque não me contou antes Bella?
— Rosalie, ninguém muito menos Edward pode saber disso— falei ela apenas me abraçou.
— Ninguém vai saber enquanto, não quiser que saibam— eu dei um beijo no rosto dela.
— Eu te amo.
— Eu também também— falou ela— E amo meu sobrinho, e eu vou ir ver ele em Los Angeles eu invento uma desculpa e vou para Los Angeles okay?
— Okay. — ela me soltou e eu abracei Demetri.
— Obrigada, mesmo por tudo— falei baixinho ele me soltou e me fitou.
— Se cuida, tente relaxar ao máximo e também aproveite esse tempo afastada para colocar a mente em ordem e mais ainda para se dedicar ao bebê— eu dei um beijo nos lábios dele.
— Eu vou estar esperando por você,no aeroporto.— sussurrei ele beijou minha testa.
Eu estava andando até o embarque e então eu estava me sentindo deprimida eu estava com os bilhete de embarque nas mãos eu fiquei na fila eu me sentia mal.
— BELLA!— um grito masculino eu então me virei e eu vi Edward ele corria na minha direção eu sai da fila e ele veio ao meu encontro ele me abraçou forte me tirando do chão meus braços estavam em torno do pescoço dele.
— Edward.
— Bella. Eu te amo— sussurrou eu fechei os olhos deixando ás lágrimas cairem eu beijei seus lábios e ele me agarrou fortemenete eu correspondi com luvor ao beijo dele e me tirou do chão.
— Eu sei.— sussurrei enquanto quanto ele me beijava.
— Não vai, por favor.— sussurrou.
— Eu tenho que ir— falei me soltando dele.— Adeus— falei eu então passei pelo detector de metal eu vi que ele discultia com alguns seguranças do aeroporto e eu entrei no avião deixando ele para trás ele fez a escolha dele e eu fiz ás minhas.
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