Bring Me To Life
54 Capítulo Cinquenta e Três.
Vinte Dias Depois...Nova York.
— Estou aliviada de finalmente estarmos em Nova York— ele deu um sorriso me fitando estavamos esperando apenas o avião finalmente pousar.
— Sabe, quando chegarmos a Nova York nós vamos a um lugar— disse ele, eu o olhei desconfiada.
— Posso saber que lugar?— perguntei.
— Como amanhã, é seu aniversário eu quero adiantar seu presente— eu mordi os lábios o fitando de forma curiosa.
— Vai adiantar meu, presente?— ele deu um beijo nos lábios.
— Vou, mas só quando chegarmos a Nova York— eu dei um beijo nos lábios dele.
— E esse presente, será só meu e seu ou será de alguém a mais? — questionei ele sorriu de forma maliciosa.
— Em um futuro próximo, será de mais alguém— ele colocou a mão no meu ventre.
— Edward— resmunguei.
— Eu sei que, agora não é o momento mas eu quero que saiba que eu estou disposto a ser o melhor pai do mundo— falou eu segurei a mão dele que repousava no meu ventre e me encostei no braço dele.
— Você é o melhor marido que alguém poderia ter— afirmei— Fatalmente será um ótimo pai— ele beijou minha testa novamente mais nada disse. Quando finalmente pousamos, eu dei um suspiro feliz e aliviada. Eu vesti meu casaco, e nós dois fomos para o sagão de desembarque.
— Iremos em um lugar especial, ainda hoje— disse ele, enquanto andavamos de mãos dadas.
— Você vai gostar, perua pelo menos a ultima vez que eu foi lá estava bem dificil de visualizar— eu respirei fundo olhando para ela e fechando a cara.
— Vocês dois estão aprontando!
Nós apanhamos um carro particular, Emmett e Rosalie foram em um a parte deixando nós dois a sós com um motorista particular ele apanhou uma venda perto, da porta e me encarou.
— Confia em mim?— perguntou ele, me olhando.
— Se eu não confiasse, provavelmente estariamos divorciados— ele suspirou me olhando.
— Feche os olhos, eu vou colocar isso nos seus olhos— disse ele, me olhando.
— Onde vamos?— perguntei eu notei que tinha um pequeno vidro que deixava o motorista isolado de nós dois.
— A um lugar, todos estarão lá— eu respirei fundo novamente, e olhei para ele.
— Odeio surpresas— ele beijou meus lábios.
— Confie em mim — eu fechei os olhos.
— Vamos logo com isso, campeão antes que eu mude de ideia— ele colocou uma venda nos meus olhos. E Beijou minha mão e entrelaçou nossos dedos, quando finalmente o carro parou, o que não era de se estranhar em uma cidade caótica como Nova York. Ele soltou minha mão.
— Fique aqui, quietinha eu já venho— falou ele, eu respirei fundo.
— Edward, eu vou ter que ficar vendada?— perguntei mordendo a boca.
— Seja boazinha— pediu novamente eu resmunguei e eu ouvi a porta sendo fechada do carro.
Fiquei sozinha ali, por alguns momentos. Devo ter ficado em torno de cinco a dez minutos sozinha e em silêncio com aquela venda nos meus olhos. Eu ouvi a porta.
— Edward?
— Sim, vem — ele pegou minha mão ele me ajudou a sair do carro e fechou a porta.
— Onde estamos indo?— perguntei eu me sentia cega.
— Prontinho, eu vou tirar sua venda — falou, eu me sentia ansiosa demais para não pensar onde eu estava com quem eu estava e o que era. Ele tirou a venda, dos meus olhos.— Pode abri seus olhos— disse ele, eu respirei fundo eu sentia ele atrás de mim. Eu abri meus olhos e então eu avistei uma enorme casa.
Ela era branca, com detalhes azuis marinhos. Grossas portas de madeira, a casa era moderna com partes de vidro e outras rusticas eu respirei fundo olhando aquela casa.
— Mas, o que isso?— perguntei o olhando ele acariciou meu braço.
— Nosso novo lar— disse ele, na minha orelha— Estou supreso, Sra. Cullen que não se lembre dos detalhes externos que você mesma desenhou — sussurou na minha orelha e eu então me virei.
— Essa casa, é a casa dos..— ele passou os dedos nos meus lábios.
— A casa dos sonhos— respondeu ele, eu arregalei os olhos.
— Edward
— Bella, eu sei que você ama aquele apartamento que temos mais nele passamos momentos ruins do nosso casamento— falou ele, me encarando seus olhos azuis brilhantes me fitavam.
— Edward, mais não precisavamos de uma casa nova!— falei o olhando ele deu um meio sorriso.
— Não quero que nossos filhos, sejam ratos de apartamento quero que eles tenham espaço— eu respirei fundo o encarando de forma analitica.
— Não precisavamos de uma casa tão grande!— eu voltei meus olhos para ela.
— Bella, aqui começa uma nova fase do nosso casamento— disse eu estava ainda maravilhada eu conseguia ouvir um barulho de água e então eu voltei meus olhos para uma fonte ao meio a frente da casa era uma linda casa ampla e segura.
— Nós dois, vamos viver juntos aqui só nos dois— disse olhando ele sorriu.
— Em breve três, quatro ou até mesmo cinco— eu dei um risinho mexendo a cabeça.
— Vamos com calma, deixa eu digerir isso— pedi ele sorriu me olhando.
— Vem, tem mais uma supresa lá dentro— disse ele, pegando minha mão nós subimos ás escadas de marmore e eu respirei fundo era gigantesca nem mesmo nos meus sonhos, eu conseguia imaginar que ela ficaria assim grande dessa forma, nós entramos e eu vi então a a parte interna.
Parece uma revista de decoração!
— Bem vindos!— um coro de pessoas falaram ao mesmo tempo eu então me assustei realmente tinham muitas pessoas, amigos, empregados, e também familiares.
— E como foi a viagem?— perguntou Esme se aproximando de nós dois.
— Foi uma ótima viagem— respondi ela sorriu.
— Ela está ainda em choque por conta da casa— eu respirei fundo olhando, os olhos dele.
— Seu filho, ainda vai me matar!— aleguei ela deu risada negando.
— Fico feliz, em ver vocês dois unidos — Carlisle apareceu.
— E permaneceremos assim, para sempre — Edward foi enfático até mais na sua afirmação ele beijou minha cabeça.
************************************************
— Hm, minha princesa está sorrindo— falou uma voz masculina que eu reconheceria em qualquer lugar do mundo, era meu pai eu dei um sorriso me virando para ele.
— Pai— ele deu um sorriso ele caminhou em passos pequenos, até mim.
— Seu esposo, é o tanto quanto exagerado não?— perguntou se sentou ao meu lado eu estava na frente da minha nova casa olhando uma fonte pequena a minha frente.
— Ele fez com que eu montasse essa casa, achando que era mais um cliente em potencial— ele deu um sorriso me abraçando pelos ombros.
— Um homem não mede forças para conquistar uma mulher— falou ele, eu sorri apenas eu me reicostei no ombro dele.
— Se eu duvidava disso— falei o olhando— Agora eu acredito— ele beijou minha cabeça.
— Eu amo seu sorriso, Bells— eu fechei meus olhos.
— Eu amo você— murmurrei — E eu estou orgulhosa, em ve-lo tão bem— ele deu um risinho.
— Seu velho, é forte como um cavalo!— alegou eu dei um sorriso negando.
— Eu tive muito medo, de você não me ver feliz com o homem que eu amo— ele respirou fundo.
— Bells, prometa que não vai mais fugir do seu velho pai— pediu ele, eu dei um meio sorriso.— Que não vai existir, segredos entre nós nunca mais filha— implorou eu respirei fundo.
— Eu prometo— sussurrei ele beijou minha cabeça.
— Ah, vocês dois estão ai!— uma voz ferminina denunciava, um alívio. Era a minha mãe, á voz dela seria ouvida por meu coração mesmo que eu estivesse morta.
— Estavamos tendo uma conversa, pai e filha — meu pai ainda parecia amargurado com os segredos que envolviam meu passado, ruim.
— Vem, ás pessoas estão perguntando de você filha!— falou ela, eu suspirei o olhando.
— Vai, é o seu dia— disse eu dei um meio sorriso me levantando.
— Você não vem?— perguntei.
— Não agora— sussurou fitando-me.
Vinte Dias Depois...Nova York.
— Estou aliviada de finalmente estarmos em Nova York— ele deu um sorriso me fitando estavamos esperando apenas o avião finalmente pousar.
— Sabe, quando chegarmos a Nova York nós vamos a um lugar— disse ele, eu o olhei desconfiada.
— Posso saber que lugar?— perguntei.
— Como amanhã, é seu aniversário eu quero adiantar seu presente— eu mordi os lábios o fitando de forma curiosa.
— Vai adiantar meu, presente?— ele deu um beijo nos lábios.
— Vou, mas só quando chegarmos a Nova York— eu dei um beijo nos lábios dele.
— E esse presente, será só meu e seu ou será de alguém a mais? — questionei ele sorriu de forma maliciosa.
— Em um futuro próximo, será de mais alguém— ele colocou a mão no meu ventre.
— Edward— resmunguei.
— Eu sei que, agora não é o momento mas eu quero que saiba que eu estou disposto a ser o melhor pai do mundo— falou eu segurei a mão dele que repousava no meu ventre e me encostei no braço dele.
— Você é o melhor marido que alguém poderia ter— afirmei— Fatalmente será um ótimo pai— ele beijou minha testa novamente mais nada disse. Quando finalmente pousamos, eu dei um suspiro feliz e aliviada. Eu vesti meu casaco, e nós dois fomos para o sagão de desembarque.
— Iremos em um lugar especial, ainda hoje— disse ele, enquanto andavamos de mãos dadas.
— Você vai gostar, perua pelo menos a ultima vez que eu foi lá estava bem dificil de visualizar— eu respirei fundo olhando para ela e fechando a cara.
— Vocês dois estão aprontando!
Nós apanhamos um carro particular, Emmett e Rosalie foram em um a parte deixando nós dois a sós com um motorista particular ele apanhou uma venda perto, da porta e me encarou.
— Confia em mim?— perguntou ele, me olhando.
— Se eu não confiasse, provavelmente estariamos divorciados— ele suspirou me olhando.
— Feche os olhos, eu vou colocar isso nos seus olhos— disse ele, me olhando.
— Onde vamos?— perguntei eu notei que tinha um pequeno vidro que deixava o motorista isolado de nós dois.
— A um lugar, todos estarão lá— eu respirei fundo novamente, e olhei para ele.
— Odeio surpresas— ele beijou meus lábios.
— Confie em mim — eu fechei os olhos.
— Vamos logo com isso, campeão antes que eu mude de ideia— ele colocou uma venda nos meus olhos. E Beijou minha mão e entrelaçou nossos dedos, quando finalmente o carro parou, o que não era de se estranhar em uma cidade caótica como Nova York. Ele soltou minha mão.
— Fique aqui, quietinha eu já venho— falou ele, eu respirei fundo.
— Edward, eu vou ter que ficar vendada?— perguntei mordendo a boca.
— Seja boazinha— pediu novamente eu resmunguei e eu ouvi a porta sendo fechada do carro.
Fiquei sozinha ali, por alguns momentos. Devo ter ficado em torno de cinco a dez minutos sozinha e em silêncio com aquela venda nos meus olhos. Eu ouvi a porta.
— Edward?
— Sim, vem — ele pegou minha mão ele me ajudou a sair do carro e fechou a porta.
— Onde estamos indo?— perguntei eu me sentia cega.
— Prontinho, eu vou tirar sua venda — falou, eu me sentia ansiosa demais para não pensar onde eu estava com quem eu estava e o que era. Ele tirou a venda, dos meus olhos.— Pode abri seus olhos— disse ele, eu respirei fundo eu sentia ele atrás de mim. Eu abri meus olhos e então eu avistei uma enorme casa.
Ela era branca, com detalhes azuis marinhos. Grossas portas de madeira, a casa era moderna com partes de vidro e outras rusticas eu respirei fundo olhando aquela casa.
— Mas, o que isso?— perguntei o olhando ele acariciou meu braço.
— Nosso novo lar— disse ele, na minha orelha— Estou supreso, Sra. Cullen que não se lembre dos detalhes externos que você mesma desenhou — sussurou na minha orelha e eu então me virei.
— Essa casa, é a casa dos..— ele passou os dedos nos meus lábios.
— A casa dos sonhos— respondeu ele, eu arregalei os olhos.
— Edward
— Bella, eu sei que você ama aquele apartamento que temos mais nele passamos momentos ruins do nosso casamento— falou ele, me encarando seus olhos azuis brilhantes me fitavam.
— Edward, mais não precisavámos de uma casa nova!— falei o olhando ele deu um meio sorriso.
— Não quero que nossos filhos, sejam ratos de apartamento quero que eles tenham espaço— eu respirei fundo o encarando de forma análitica.
— Não precisavámos de uma casa tão grande!— eu voltei meus olhos para ela.
— Bella, aqui começa uma nova fase do nosso casamento— disse eu estava ainda maravilhada eu conseguia ouvir um barulho de água e então eu voltei meus olhos para uma fonte ao meio a frente da casa era uma linda casa ampla e segura.
— Nós dois, vamos viver juntos aqui só nos dois— disse olhando ele sorriu.
— Em breve três, quatro ou até mesmo cinco— eu dei um risinho mexendo a cabeça.
— Vamos com calma, deixa eu digerir isso— pedi ele sorriu me olhando.
— Vem, tem mais uma supresa lá dentro— disse ele, pegando minha mão nós subimos ás escadas de marmore e eu respirei fundo era gigantesca nem mesmo nos meus sonhos, eu conseguia imaginar que ela ficaria assim grande dessa forma, nós entramos e eu vi então a a parte interna.
Parece uma revista de decoração!
— Bem vindos!— um coro de pessoas falaram ao mesmo tempo eu então me assustei realmente tinham muitas pessoas, amigos, empregados, e também familiares.
— E como foi a viagem?— perguntou Esme se aproximando de nós dois.
— Foi uma ótima viagem— respondi ela sorriu.
— Ela está ainda em choque por conta da casa— eu respirei fundo olhando, os olhos dele.
— Seu filho, ainda vai me matar!— aleguei ela deu risada negando.
— Fico feliz, em ver vocês dois unidos — Carlisle apareceu.
— E permaneceremos assim, para sempre — Edward foi enfático até mais na sua afirmação ele beijou minha cabeça.
************************************************
— Hm, minha princesa está sorrindo— falou uma voz masculina que eu reconheceria em qualquer lugar do mundo, era meu pai eu dei um sorriso me virando para ele.
— Pai— ele deu um sorriso ele caminhou em passos pequenos, até mim.
— Seu esposo, é o tanto quanto exagerado não?— perguntou se sentou ao meu lado eu estava na frente da minha nova casa olhando uma fonte pequena a minha frente.
— Ele fez com que eu montasse essa casa, achando que era mais um cliente em potencial— ele deu um sorriso me abraçando pelos ombros.
— Um homem não mede forças para conquistar uma mulher— falou ele, eu sorri apenas eu me reincostei no ombro dele.
— Se eu duvidava disso— falei o olhando— Agora eu acredito— ele beijou minha cabeça.
— Eu amo seu sorriso, Bells— eu fechei meus olhos.
— Eu amo você— murmurei — E eu estou orgulhosa, em ve-lo tão bem— ele deu um risinho.
— Seu velho, é forte como um cavalo!— alegou eu dei um sorriso negando.
— Eu tive muito medo, de você não me ver feliz com o homem que eu amo— ele respirou fundo.
— Bells, prometa que não vai mais fugir do seu velho pai— pediu ele, eu dei um meio sorriso.— Que não vai existir, segredos entre nós nunca mais filha— implorou eu respirei fundo.
— Eu prometo— sussurrei ele beijou minha cabeça.
— Ah, vocês dois estão ai!— uma voz feminina denunciava, um alívio. Era a minha mãe, á voz dela seria ouvida por meu coração mesmo que eu estivesse morta.
— Estavámos tendo uma conversa, pai e filha — meu pai ainda parecia amargurado com os segredos que envolviam meu passado, ruim.
— Vem, ás pessoas estão perguntando de você filha!— falou ela, eu suspirei o olhando.
— Vai, é o seu dia— disse eu dei um meio sorriso me levantando.
— Você não vem?— perguntei.
— Não agora— sussurrou fitando-me.
Fale com o autor