Notas iniciais
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Pouco comentário gente, preciso demais, e mais para continuar, estou escrevendo os capítulos calientes entre Bella, e Edward se preparem vem fortes emoções a frente e muita coisa vai acontecer com o casal favorito de nós todas o/
Bella tem segredos.... muitos segredinhos!
Bella safadenha, não a Bella boazinha de Crepúsculo ela não existe nessa história....Bella é quase uma nifa UIII!
Edward que engenheiro não? Fantasia de qualquer arquiteta, creio eu ! haha
Gente comenteeem.. que os SEGREDOS COMECEM!
BEIJOS
Ah, e mais uma coisa história postada só de QUARTA FEIRA CAPÍTULOS NOVOS SENDO ESCRITOS ") MTAS EMOÇÕES !

—... Eu senti tanta a sua falta meu amor! — falei ofegando. Ele deu um sorriso malicioso segurando meu rosto e me beijando.
— Eu senti a sua também. — respondeu ele me abraçando mais forte.
— Vai dormir aqui hoje? — perguntei o olhando.
— Vou — respondeu ele segurando meus cabelos. — A não ser que você não queira. — comentou. Eu o encarei com cara de poucos amigos.
— Eu não disse nada sobre isso! — falei beijando seus lábios.
— Mesmo que tivesse dito, eu iria dormir aqui do mesmo jeito. — alegou ele me beijando.
— Temos que começar a ver tudo para o casamento — resmunguei. Ele me arrumou nos braços dele.
— Sim. Você precisa ver onde vai querer que seja feita a cerimônia — disse ele encarando-me.
— Não quero que seja na casa que compramos — disse a ele mexendo nos meus cabelos. Ele me olhou.
— E quer que seja aonde? —perguntou — Aquela casa é imensa, daria para ser feito lá com perfeição. — alegou me olhando. Eu me deitei na cama e o fitei.
— Eu sei disso — falei — Só que eu acho que a casa é enorme e eu quero estrear ela só eu e você e não com todos — comentei. Ele deu um sorriso malicioso.
— Depois eu que sou o tarado aqui! — disse me puxando para ele. Eu o beijei.
— Não começa, amor. Nós dois já fizemos isso hoje — resmunguei. Ele agarrou mais profundamente e encarou meus olhos.
— Fiquei duas semanas sem te tocar, acho que eu to merecendo um bônus! — comentou.
— Bônus? — resmunguei.
— Sim, bônus por todos esses dias longe de você — resmungou encarando meus olhos novamente.
— Depois veremos sobre esse negócio de bônus — murmurei. Ele me beijou no pescoço.

Nós dois tomamos um banho juntos e depois eu foi preparar o jantar, afinal já era quase de noite e Rosalie chegaria faminta em casa. Fui para cozinha e Demetri se jogou no sofá da sala com uma garrafa de cerveja nas mãos.
— Sabe, eu acho que nós dois podemos ir a um jogo do Red Shox — comentou ele enquanto olhava para a televisão.
— Desde quando você gosta de Basebol? — perguntei enquanto colocava a água para ferver.
— Minha noiva é americana e ainda por cima Nova Iorquina, acho que eu vou ter que começar a gostar disso — falou ele bebericando a cerveja.
— Ás vezes eu esqueço que você é inglês — comentei mexendo nos meus cabelos.
— Acho bom você não esquecer, futura Sra. Volturi — disse.
— Não tem como. Eu esqueço que ao invés de tomar café, como eu tomo, você toma chá — fiz careta. Ele deu risada e se levantou, vinda em minha direção.
— Quando nos casarmos, vou te proibir de tomar tanto café como você tem tomado — falou ele se sentando no balcão da cozinha e me encarando.
— Sinto muito, mas café é minha paixão e isso você não vai conseguir mudar — comentei. Ele me encara arqueando a sobrancelha, me pega pela mão e me puxa para ele.
— Sua paixão por café — começou ele. — Pode te causar problemas sérios de saúde sabia? — perguntou beijando minha mão.
— Demetri, todos em Nova York bebemos café, não adianta nasci aqui e sou viciada em café — falei. Ele deu risada.
— Mas foi criada em Phoenix. Deveria ser viciada em chás gelados — comentou.

Eu dei risada, negando. Coloquei meus braços ao redor do pescoço dele.
— Culpe minha mãe por isso — falei. Ele deu um meio sorriso.
— Não quero que nossos filhos sejam viciados em café como você é — alegou beijando meus lábios.
— Isso, meu amor, eu não posso te assegurar. — Ele sorriu acariciando meu rosto.
— Pode sim. Não só pode como deve me assegurar que eles não vão ser viciados em cafés como você — disse ele segurando meu rosto e beijando meus lábios.
— Agora me deixa terminar o macarrão —falei me soltando dele.
— Estava com saudades do cheiro da sua comida. — Comentou enquanto eu cortava tomate para colocar no molho com atum.
— Ah, é? — perguntei.
— Sim — respondeu. — Você cozinha divinamente bem, não entendo porque não fez gastronomia.
— Porque eu não quis — respondi. — Gosto de arquitetura, sou feliz na arquitetura e pretendo permanecer na arquitetura.
— Será que nós dois iremos brigar muito quando nos casarmos? — perguntou. Eu o olhei.
— Acho que não —respondi calmamente.
— Porque você acha que não? — perguntou ele me olhando.
— Porque eu apenas acho — respondi.
— Não quero me separar de você — disse.
— Demetri, não começa com sensacionalismo — disse o repreendendo.
— Estou apenas dizendo um fato, não quero criar feridas nos nossos filhos se isso acontecer — comentou ele me encarando.
— O que quer dizer com isso? — perguntei.
— Bem, sua mãe quando deixou seu pai em Forks ela deve ter ferido muito você.
— Eu tinha dois anos, não me lembro muito bem — disse.
— Eu sei que não amor, mas sua mãe namorou vários caras antes de chegar no Phill, que é um ótimo cara — comentou ele.

Eu suspirei. “Merda eu não gosto de falar nisso, que mania”. Eu olhei para ele.
— Você sabe que eu não gosto de falar nisso não sabe? — perguntei a ele.
— Porque você sempre se esquiva desse assunto? — questionou.
— Porque eu não gosto de falar de passado — resmunguei.
— Eu quero tanto saber Bella. Eu fico tanto tempo com você, gata, e eu não sei muita coisa sobre seus traumas — comentou.
— Demetri, eu não gosto de falar nisso.
— Boa noite gente linda! — disse Rosalie adentrando a cozinha.

Graças a Deus que ela chegou, não gosto de falar do meu passado.
— Boa noite — falei. Ela deu um sorriso enquanto tirava os sapatos.
— Boa noite, Rose — disse Demetri. Ele me olhou ainda com aqueles olhos verdes cheios de perguntas.
— Boa noite, Demetri — disse ela me encarando. — To interrompendo algo? — perguntou ela olhando para nós dois.
— Não — respondi.
— Na verdade, ela não quer me contar como foi a fase dela com os mil namorados da mãe dela — comentou ele.
— Bella nunca fala disso, Demetri — disse ela.

Rosalie era a única que sabia os motivos de eu não gostar de mencionar essa fase.
— Então você sabe de alguma coisa, creio eu. — falou olhando para ela.
— Não, eu não sei — respondeu ela encarando ele profundamente.
— Tem certeza? — perguntou ele.
— Não — respondi.
— Vou tomar banho. Estou faminta e cansada — disse ela.

Assim que ela saiu ele me olhou.
— Existe algo, eu sinto. — comentou encarando meus olhos, respirei fundo e tentei desviar os olhos do seu olhar.
— Demetri, não existe nada — falei tirando o macarrão da água fervente e colocando em uma tigela. Coloquei o molho dentro do macarrão junto com algumas almondegas.
— Você sabe que eu vou descobrir, não sabe? — perguntou.

Coloquei a tigela no balcão e passei meus braços ao redor do seu pescoço.
— Descobrir o quê? — perguntei. — Não existe nada para ser descoberto. — Ele me olhou no fundo dos meus olhos.
— Espero que não, Bella.
— O que você quer que tenha? — perguntei.
— Não sei amor, sempre que falamos disso você muda de assunto.
— Demetri, não tem o que te contar — falei. Ele me beijou nos lábios.
— Você não mentiria para mim, mentiria? — perguntou.
— Não, claro que não — falei dando um beijo no pescoço dele.

Encostei minha cabeça no seu ombro e fechei meus. “Você nunca vai saber da verdade, eu prometo” disse para mim mesma.
— Eu te amo — falou ele baixo.
— Eu sei — disse. Ele me soltou. — Agora me ajuda a colocar a mesa porque estou faminta! — falei. Ele deu um sorriso.

Quando Rosalie saiu do quarto dela deu um sorriso animado.
— Então quando vocês dois vão oficializar o noivado de vocês? — perguntou ela olhando para nós dois. Seus cabelos estavam molhados e ela vestia um pijama confortável.
— No próximo mês — respondeu Demetri — Meus pais vêm para cá, e eu espero que a mãe e o padrasto dela venham o mais breve possível — comentou ele.
— Tem o Charlie também — resmunguei. — Ele é meu pai biológico e acho que ele considera importante estar no meu noivado.
— Não vai ser uma situação muito agradável seu pai e seu padrasto no mesmo ambiente — comentou olhando nos meus olhos.
— Não, você sabe que meu pai é tranquilo. E outra, ele tem vivido muito bem em Forks — disse e então comecei a comer rapidamente o meu jantar.
— Charlie jamais te perdoaria se o deixasse de fora disso — falou Rosalie. Ela tinha razão.
— Isso é um fato — falei.
— Eu nunca perdoaria se minha filha deixasse-me de fora da vida dela — falou Demetri encarando-me e me beijando.
— Meu pai já não pôde ir à minha formatura. Mas ao meu noivado e me levar até o altar ele vai — deixei claro. Ele suspirou.
— Se você quer assim — falou ele dando de ombros. — Assim será.

Eu dei de ombros também. Assim que terminamos o jantar, nós colocamos tudo para lavar na maquina de lavar louças e nos deitamos no sofá.
— E, seus pais? — perguntou Rosalie no outro sofá. Demetri estava com a minha cabeça na perna dele.
— Eles estão bem, um pouco ansiosos para virem à Nova York para oficializar meu relacionamento com a Bella, mas fora isso está tudo bem — falou ele mexendo nos meus cabelos.
— Vocês dois vão correr contra o tempo por conta desse casamento — falou Rosalie. Eu suspirei.
— Teremos que ver tanta coisa — comentei resmungando.
— Depois que estivermos oficialmente noivos veremos tudo. Podemos contratar alguém para cuidar de coisas importantes por nós, apenas os detalhes mais íntimos cuidamos de perto — falou me olhando. Respirei fundo.
— Uma consultora de casamento? — perguntou Rose.
— Sim — respondi.
— Ah, casar tem que ficar acompanhando tudo de perto, nada desse negócio de alguém fazer tudo por vocês — comentou Rosalie olhando para nós dois.
— Não temos tempo — falou Demetri. — Eu vou começar a administrar os negócios de família aqui em Nova York e depois ela vai começar a trabalhar. Creio que vai viajar a negócios também, assim como eu. E nós dois vamos nos ver pouco e o pouco de tempo que teremos juntos, vamos aproveitar para namorar, então precisamos mesmo de alguém cuidando das nossas coisas e principalmente do casamento — comentou ele.
— Não teremos tempo. Se eu tivesse tempo, eu cuidaria de algumas coisas do casamento, mas como não vou ter, bem, vou precisar de alguém que tenha tempo para cuidar disso. — falei. Ela deu de ombros.
— Vão anunciar na mídia o noivado? — perguntou.
— Meus pais querem — respondeu Demetri. — Mas Bella não, ela não quer expor tanto o nosso relacionamento.
— Seria uma ótima união — falou Rosalie. — Se Bella tivesse o sobrenome de Phill os jornalistas acampariam aqui na frente de casa.
— Sem dúvidas — resmunguei.
— Senhora Isabella Swan Volturi — falou Demetri.
— Eu gosto como nossos sobrenomes soam juntos. — comentei. Ele deu um sorriso.
— Soa com elegância — comentou Rosalie.
— Sim. Requintada — comentou Demetri me beijando nos lábios.

Depois fomos todos dormir. Eu demorei a pegar no sono, era como se essa desconfiança de Demetri tivesse fundamento, mas não tem, quer dizer tem para mim mas ele não vai saber nunca.

Me levantei da cama fui para a cozinha, peguei um pouco de leite e coloquei algumas colheres de achocolatado. Tomei enquanto comia alguns biscoitos.
— Não conseguiu dormir também? — perguntou Rosalie.
— Não consegui pregar meus olhos. Eu só consigo ficar pensando nessa desconfiança de Demetri — respondi. Ela me encarou.
— Eu nunca disse nada sobre seu passado — comentou ela se sentando a minha frente.
— Eu sei — resmunguei. — Eu apenas não sei como deixar de pensar nisso.
— Bella um dia ele vai ter que saber — sussurrou ela.
— Eu sei.
— Então conte logo a ele, antes que esse noivado exploda! — disse ela olhando meus olhos profundamente.
— Como eu vou contar a Demetri aquele segredo?
— Bella, dá um jeito, mas conte a ele. Não é bom omitir uma coisa grave como essa. — falou ela.
— Eu não sei — resmunguei. — Acho bom ele não saber, Rose. Ele não vai entender o que eu senti, ele não vai saber dizer o que eu quero ouvir.
— Bella, dê um jeito, mas conta logo isso — falou ela. — Se ele desconfiar de algo ele vai ir atrás, ou melhor a mídia pode descobrir aquilo que Phill ralou para esconder.

Tá ela tem razão, mas como contar isso? Não é fácil.
— O que as duas fazem acordadas de madrugada? — perguntou uma voz masculina soando próximo ao corredor que dava para os quartos.

Rosalie suspirou.
— Eu vim beber água —respondeu Rosalie já se levantando. — Tenham bons sonhos — desejou ela.
— Você também — resmunguei. E então ela se foi.

Demetri veio na minha direção.
— O que foi minha princesa? — perguntou ele preocupado.
— Insônia, só isso — respondi.
— Você nunca teve insônia na vida — resmungou ele encarando-me.
— Já tive — retruquei.
— Bem, vamos dormir o que acha? — perguntou ele. Suspirei.
— Já disse estou sem sono — falei. Ele deu um sorriso malicioso.
— E se eu te cansar?
— Não estou disposta a sexo de madrugada — comentei. Ele me beijou nos lábios e suspirou.
— Vamos deitar pelo menos — falou ele mexendo nos meus cabelos.
— Vamos — sussurrei.

Ele pegou minha mão e me levou para o quarto. Deitei-me na cama e ele se deitou ao meu lado, me pôs nos seus braços e eu fechei os olhos. Ele suspirou.
— Tem alguma coisa te afligindo — comentou ele.
— Não tem nada— retruquei.
— Tem sim, Bella eu te conheço— falou ele meio contrariado.
— Você quer mesmo saber?—perguntei. Ele segurou meu rosto.
— Quero—respondeu.— Eu vou lidar com qualquer coisa, amor, mas me fala.
— Eu prometo que quando eu estiver pronta eu te conto— falei. Ele não disse nada, apenas me apertou nos braços.